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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

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Saturday Night Fever | 03.11.2019

Convites duplos

31
Out19

 

Yellow Star Company convida todo o público a assistir ao seu mais recente grande musical, Saturday Night Fever, que se encontra em cena no Salão Preto e Prata do Casino Estoril até meados de Novembro, pretende levar o público para os tempos áureos do disco sound através deste musical.

Levando o público até aos tempos áureos do disco sound através da história de Tony Manero, um jovem que vive no bairro de Brooklyn. Gostando de dançar e só com os fins de semana para o fazer por trabalhar numa loja que lhe ocupa todo o tempo, a luta pelo sonho deste jovem existe. Com Stephanie como parceira de dança, as perspetivas de mudar de vida e os aplausos nas pistas, Tony prepara a sua participação num concurso de dança. Tudo isto ao mesmo tempo que uma crise amorosa e familiar se instala, criando uma certa instabilidade. 

Ricardo de Sá, Beatriz Barosa e Mafalda Tavares lideram o elenco, perante outros nomes conhecidos, como é o caso de António Máximo, Andreia Barros, Diogo Martins, Daniel Cerca Santos, Pedro Vieira, Sara Cecília, João Vilas, Luís Pacheco, Fabiana Craveiro, Alexander Aleksandrov, Elsa Galvão e Diogo Faria, que em palco brilham com Saturday Night Fever.

 

Amor Ocasional | T2 | Netflix

30
Out19

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Amor Ocasional estreou no final de 2018 na plataforma Netflix e logo vi os oito episódios da primeira temporada. Menos de um ano depois ficou disponível a segunda temporada com seis episódios e também já a vi.

Sem conseguir prender como a primeira fase, a continuação desta comédia romântica francesa segue a linha do que foi feito anteriormente, no entanto fiquei com a ideia que o fio condutor ficou um pouco desviado e acabou por ter um desfecho inicial do que vinha a acontecer para que tudo se resolvesse até ao final e terminar tudo praticamente da mesma forma como começou. Ou seja, o que vi neste segundo compacto de episódios foi como uma volta completa a um círculo que termina justamente onde começou, não existindo grandes desenvolvimentos, o que me deixou desiludido por ter gostado bastante da estreia, que vi de forma rápida, não arrastando por mais de uma semana como agora aconteceu. 

Amor Ocasional conta a história de Elsa, que tem sempre do seu lado as suas amigas Charlotte e Emilie, que se intrometem demais nas relações amorosas umas das outras e nesta fase da história seria necessário mais, virar toda a história para lhe dar continuação e não enrolar ao longo de seis episódios para que tudo ficasse na mesma, cada uma com o seu caminho já destinado previamente e sem aquele toque de interesse para uma possível continuação, já que nada acontece de interessante desta vez. 

Doença da Juventude | Teatro Aberto

29
Out19

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Maria terminou o curso de Medicina e vai dar uma festa. A partir de agora, começa a vida a sério. "A vida a sério"... que cliché. Tu nasceste para quê? O que reserva o futuro para ti? Qual é o mal de ter ambições? Colegas de faculdade, ex-namorados, amigas, ódios de estimação — todos se cruzam antes e depois da festa, à procura de alguém especial, à procura de si próprios, em busca do caminho certo para a sua vida. Num mundo descartável e repleto de estímulos consumistas, quem sabe o que é certo ou errado?

O futuro dos jovens quando terminam os estudos torna-se no ponto de partida para o arranque do novo espetáculo que se encontra em cena na Sala Azul do Teatro Aberto. Com encenação de Marta Dias e texto de Ferdinand Bruckner, Doença da Juventude debate o quanto a sociedade se atropela com todos os medos, ânsias, ambições e perspetivas de futuro.

Com interpretação de Carolina Carvalho, Eduardo Breda, Filipa Areosa, Helena Caldeira, Madalena Almeida, Samuel Alves e Vítor d’Andrade, Doença da Juventude arranca com os preparativos de uma festa que pretende assinalar o final do curso de Medicina de Maria e a sua entrada numa vida de adulto. No entanto todos os acontecimentos se desenrolam para causar o pânico existencial nesta jovem que entre a amizade, o amor, os colegas e todos os que a rodeiam, percebe que não sabe qual o seu caminho numa sociedade que se usa, reutiliza, pisa e desnuda quem está mesmo ao seu lado. Qual o significado de cada um por esta passagem na Terra? Os abutres que tentam passar por todas as escadas da vida, utilizando meios e usando tudo o que está ao seu redor para triunfarem, mesmo que para isso desistam de pessoas que lhe querem bem, os insignificantes das aparências, as vontades não correspondidas com trocas, acusações e traições que magoam. A sociedade é feita de utilizações voluntárias por se viver num mundo de aparências, ambições e maldade onde a vida não passa somente de uma passagem que para uns tem de ser levada com respeito e para outros é simplesmente uma passagem para ser levada no limite em cada momento. 

Num cenário colorido e com pontos futuristas, um texto corrido e influenciador que permite refletir ao longo do espetáculo sobre o mesmo, um elenco bem completo e uma produção a que o Teatro Aberto já nos habituou, Doença da Juventude vai de encontro aos dramas com que todos nos confrontamos no dia-a-dia por vivermos com necessidade dos outros. Na vida é impossível seguir sozinho cada percurso, sendo necessário estar rodeado de quem nos quer bem, por vezes demais, e também quem nos afeta, e é neste ponto que este trabalho se baseia. Os conflitos pessoais que enfrentamos, demonstrados numa perspetiva de jovens adultos que estão a dar um passo nas suas vidas mas perante os quais encontram barreiras vindas dos seus pares. 

The Politician, a caminho da presidência

Série Netflix

28
Out19

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O mundo de séries na Netflix não pára de avançar com novas estreias e há umas semanas foi a vez do público conhecer a primeira temporada de The Politician, a série que gira em torno de um jovem rico que percebe desde cedo que quer ser presidente dos Estados Unidos. 

Jovem, rico, adotado, inserido num colégio onde existem vários conflitos e muitos interesses, Payton Hobart tem um objetivo que parece complicado de atingir porque tudo à sua volta tarda em estar do seu lado. 

Uma primeira temporada bem sucedida com oito episódios que se desenrolam de forma rápida, com argumento suculento e reviravoltas inesperadas em torno de cada personagem. Existe um protagonista exato, no entanto todos os que o rodeiam têm intervenção em toda a história para que se avance no argumento. Payton quer seguir uma carreira de sucesso na política e a primeira temporada de The Politician mostra que até no início as coisas acontecem de forma demorada e complicada.

Amor, sexo, traição, poder, ambição, família, doença e muito desastre social junto num tão curto espaço de tempo. O que podia acontecer mesmo com tudo isto? Uma história corrida, agradável e uma boa companhia após um dia pesado de trabalho. 

Com isto e porque gostei destes primeiros oito episódios, que avancem rapidamente com uma segunda temporada, já confirmada, para se perceber qual a nova etapa deste jovem para ir conquistando o seu espaço social na política. 

Saturday Night Fever | 31.10.2019

Convites duplos

27
Out19

 

A Yellow Star Company estreou Saturday Night Fever para reconquistar o público após o sucesso do ano passado de Grease. Com sessões agendadas para o Salão Preto e Prata do Casino Estoril até meados de Novembro, pretende levar o público para os tempos áureos do disco sound através deste musical.

Contando a história de Tony Manero, um jovem que vive no bairro de Brooklyn. Gostando de dançar e só com os fins de semana para o fazer por trabalhar numa loja que lhe ocupa todo o tempo, a luta pelo sonho existe. Com Stephanie como parceira de dança, as perspetivas de mudar de vida e os aplausos nas pistas, Tony prepara a sua participação num concurso de dança. Tudo isto ao mesmo tempo que uma crise amorosa e familiar se instala, criando uma certa instabilidade. 

Ricardo de Sá, Beatriz Barosa e Mafalda Tavares lideram o elenco, perante outros nomes conhecidos, como é o caso de António Máximo, Andreia Barros, Diogo Martins, Daniel Cerca Santos, Pedro Vieira, Sara Cecília, João Vilas, Luís Pacheco, Fabiana Craveiro, Alexander Aleksandrov, Elsa Galvão e Diogo Faria, que em palco brilham com Saturday Night Fever.

 

Acordar cedo na folga

26
Out19

 

Folga! Hoje é dia de pausa no trabalho e por esta hora, 07h36, quando escrevo estas palavras, já é habitual estar acordado para me despachar com os rituais habituais. Se acordo antes do despertador tocar, espero que o mesmo dê o seu alerta, depois fico aquele minuto deitado a acordar devagar até me levantar e esticar. Hoje, acordei antes do horário habitual para ir trabalhar e sem despertador e aqui estou eu. 

Acordei, esperei para tentar voltar a adormecer mas não resultou. Levantei, fui despachar os trabalhos de wc, de seguida peguei num iogurte e trouxe até ao quarto para ir comendo enquanto o computador ligava. Não te assustes que não como só um iogurte de manhã porque vou dividindo o pequeno-almoço em várias parte ao longo de duas horas. Já aqui estou no computador, a escrever e nisto já são agora 07h43 e contínuo a teclar palavras matinais para criar este texto num dia de folga em que madruguei como se hoje tivesse muito para fazer em casa e pela rua. 

Isto acaba por ser um pouco irritante por se saber que podemos dormir mais um pouco e não dá, o cérebro decide acordar o corpo e a resistência para voltar a ficar sonolento não acontece por nada. Hoje o dia começou cedo, mais um Sábado, desta vez de folga, mas com horários para acordar iguais aos de trabalho. 

Desconcentração lixada

25
Out19

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Nunca te aconteceu perceberes que estás presente fisicamente mas que te encontras tão ausente que não te consegues concentrar minimamente no que estás a fazer? Existem dias assim e o pior é quando tentas recuperar o estado natural e ainda sentes que estás a ficar mais baralhado e ausente que não consegues seguir pelo lanço certo. 

Existem dias e dias, os bons, os maus e aqueles que nem pendem na balança, os apelidados por neutros. Quando é percetível, pelo menos para ti, que estás com a cabeça em todo o lado menos no local onde o corpo se encontra nada feito. Por mais que te tentes concentrar no que estás a fazer as coisas não resultam.

Tens as mãos rotas e tudo desliza, erras sem necessidade, não ouves o que te estão a dizer e nem prestas atenção aos pequenos pormenores que não gostas que falhem. Nos dias de desconcentração involuntária tudo parece ficar desviado do caminho certo e para quem não gosta de falhar estes acontecimentos imprevistos são lixados porque acabam por demonstrar um outro lado com que não nos gostamos de associar. 

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