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La Casa de Papel 3 | Calma, que existe vida!

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Boom! Boom! Boom! Já estreou a terceira parte da série maravilha da Netflix que o ano passado conseguiu conquistar e colocar meio mundo a falar do grande assalto à fábrica da moeda espanhola. Os novos episódios de La Casa de Papel estão lançados mas é bom relembrar que além de gostar de ver séries tenho uma vida que não me permite, a bem também do discernimento mental, ver todos os novos episódios de uma só vez. 

Primeiro trabalho, segundo tenho de me alimentar, gosto de sair, adoro ler, opto por me deixar estar e tenho mais que fazer do que passar um dia inteiro de olhos colocados no ecrã para assistir a mais de oito horas de uma série de que gosto, mas calma aí. Qual a razão de andarem a ver tudo a correr para dizerem que foram os primeiros a terminar de ver a nova temporada? Tenham vida, vejam com calma cada episódio, não andem para a frente aqueles minutos que vos parecem que não vão dar nada de novo e que pouco importam para a continuação da história. 

Estou a ver a terceira parte de A Casa de Papel, a gostar, mas com tempo e medida porque existe vida para além do mundo Netflix e existem outros conteúdos interessantes que contínuo a acompanhar para além do produto espanhol que ao contrário do que pensei, até me está a surpreender pela positiva. 

Página em branco ou (sem título)

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O que escrever numa página branca quando se tem um espaço vazio como título? O que surge primeiro num texto de blog, tal como a questão do ovo e da galinha, o título ou o texto? Como iniciar o primeiro parágrafo quando nos apetece escrever e não sabemos qual o ponto de arranque para transformar um vazio num texto que será partilhado e disponível para ser lido por quem visita o blog?

Sinceramente, e falo muito em termos pessoais e no que fui aprendendo ao longo do tempo, quando abro uma página vazia para a começar a encher com um novo testemunho gosto de ter a ideia base já na mente, mesmo sem ter por vezes o desenvolvimento do texto já pré composto no pensamento para o deixar fluir depois pelas teclas do portátil. Isto é o que faço habitualmente. Ao longo do dia penso, idealizo quando tenho tempo e disponibilidade mental, e quando estou em sossego deixo passar através das teclas o texto que será publicado nas horas seguintes ou quando não tem urgência permanece no lote de agendados para ficar disponível uns dias mais tarde. O texto é escrito, vagueando pelas palavras, conjugando parágrafos corridos com imagens que vão de encontro ao que está a ser partilhado e comentado. Depois deste passo e com o texto feito é que surge o título que será definitivo. Não posso dizer que sempre é assim, isto porque por vezes o título surge e será a partir deste que o texto ganha autonomia, mas são casos mais raros de acontecer. A razão de preferir escrever e só no fim lhe dar um título é óbvia, é que nem sempre as palavras escritas seguem a linha que estava destinada no pensamento e cada ponto pode virar, retirar e necessitar de novo destaque no mote de apresentação inicial.

Visita ao oftalmologista

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Já precisava mas só me dei conta de que a visita de rotina ao oftalmologista tinha mesmo de acontecer quando andei alguns dias seguidos com umas dores de cabeça que começavam do nada e desapareciam também sem qualquer aviso, algumas vezes sem medicação que ajudasse ao adeus antecipado. Marquei a consulta e dois dias depois estava sentado na sala com todos os aparelhos pela frente. 

E assim foi! Fui após sair do trabalho, a consulta ainda demorou quase meia hora, conversei, partilhei ideias, falei sobre as dores de cabeça e no final percebi que com óculos ou lentes de contacto, estou a ver bem, mantendo a mesma graduação que tenho tido nos últimos anos. Óculos estão em bom estado, as lentes sem riscos e assim só tenho mesmo que encomendar nova fornada de lentes de contacto para mais uns meses de usos intensivos. Nos próximos dias irei fazer o teste para as novas lentes, uma vez que irei alterar de marca, e depois lá serão encomendados os seis novos pares que costumam durar quase um ano, uma vez que intercalo os óculos com as lentes de contacto. 

Os métodos mais usados na personalização de brindes

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Existirá alguém que não goste de receber brindes? Acho que não! Afinal, toda a gente gosta de receber presentes. Por este e outros motivos, tanto as pessoas como as empresas investem cada vez mais na personalização de brindes com o logotipo de marcas, frases, imagens ou nomes próprios.

Existem alguns produtos que servem excecionalmente bem o propósito de um brinde: estes são coisas que fazem sempre falta, para que as pessoas os mantenham sempre por perto e os usem, contribuindo para uma visão positiva da respetiva marca. São objetos que levam quem os recebe a pensar “Isto vai ser-me útil” ou “Ter mais um destes dá sempre jeito”.

Por outro lado, existem cada vez mais empresas no mercado que se dedicam a este tipo de serviços. Oferecem produtos cada vez mais personalizados e criativos - aliás a criatividade é o que diferencia as várias empresas neste mercado.

O exemplo da Pens.com, empresa líder no mercado global em brindes promocionais e personalizados, está presente em mais de 20 países em todo o mundo. A filosofia da empresa é apresentar soluções personalizadas e criativas junto das empresas, em todos os sectores e locais. Entender a forma como as empresas executam as suas estratégias de marketing verde, é um dos principais focos da empresa para obter inputs sobre os brindes promocionais e tipo de personalização que as estas empresas tendencialmente vão seguindo, como por exemplo os artigos “Drink Wear”, os brindes tecnológicos USB, ou mesmos os sacos de algodão – brindes promocionais passaram a ser úteis no dia-a-dia das pessoas.

A verdade é que os brindes personalizados estão cada vez mais na moda. Para o público são únicos, funcionais e desejáveis. Já para as marcas, são customizáveis, memoráveis e uma opção de marketing eficaz que pode impulsionar as vendas.

Para entendermos um pouco mais sobre a personalização e customização deste tipo de produtos, e para desmistificar todo este processo, apresentou uma lista dos métodos mais utilizados e que podem ser opção de escolha, por exemplo na realização de uma ação de marketing na sua empresa para os seus clientes, fornecedores e/ou colaboradores.

Ainda existem boas pessoas

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Uma sociedade hipócrita, individualista e competitiva reside neste momento num planeta cada vez mais complexo, desvalorizado e a cair no caos. No entanto existem boas pessoas, no meio disto tudo, que ainda resistem.

Nos tempos que correm ainda é possível encontrar boas pessoas, seres que nascem e preservam o dom de terem o bem do seu lado. Por vezes basta um olhar, um início de conversa, para se perceber que do outro lado podemos encontrar uma pessoa que valoriza a sua capacidade de refletir o bem através da grandeza da sua alma e generosidade.

As expressões, a capacidade de reação, a demonstração de apoio, um sorriso sincero, a palavra certa, o olhar expressivo, o tom calmo ao comunicar, os afetos e a forma de estar e ver a vida. Os pormenores identificativos à partida de uma boa pessoa existem, basta estar atento para se perceber quem está do lado do bem para mantermos por perto e agarrarmos para nos também conseguirem transmitir positivismo. Nada tem de ser feito por interesse, mas sim com o espírito de que é necessário fazer bem aos outros para também o podermos receber ao longo da vida. 

Convites Duplos | Oiçam Oitentamente | 19/20/21.07.2019

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A ArtFeist vai estrear no próximo dia 17 de Julho um novo musical que segue a linha dos antecessores sucessos de bilheteira, Esta Vida é Uma Cantiga e Let The Sunshine In - Anos 60. Inspirado nos êxitos dos anos 80, chega agora Oiçam Oitentamente, um espetáculo de Henrique Feist onde se juntam Mariana Pacheco, Diogo Leite e Valter Mira em palco com a companhia de Nuno Feist na direção musical deste espetáculo que é cantado e tocado ao vivo no Auditório do Casino Estoril. 

Para assinalar a semana de estreia de Oiçam Oitentamente, tenho convites duplos para sortear para as sessões de dia 19, 20 e 21 de Julho, Sexta-feira e Sábado, pelas 21h45, e no Domingo, pelas 18h00. Este passatempo irá estar disponível até às 18h00 de dia 18 de Julho, Quinta-feira, e nesse dia serão revelados os nomes dos vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através do sistema automático random.org. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos bilhetes acontecer nas melhores condições. Para a participação ser válida tens de seguir os passos que se seguem.

Fui entrevistado pelo João P.

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Um amigo virtual com quem tenho partilhado ideias, comentários, likes e alguns temas de conversa ao longo dos últimos anos lançou há dias o seu blog e acabei por ser o convidado para a sua primeira entrevista no espaço. Como o próprio disse na introdução da entrevista, seguimos-nos pelas redes sociais há algum tempo e não conseguia dizer que não a um novo espaço bem pessoal que está agora a nascer e que quero aplaudir e estar por perto como o João tem estado por aqui. 

Gostaria muito que visitassem de seguida o blog do João Pedro Carvalho, no mundo de Jota P. e passassem pela entrevista que lhe concedi sobre O Informador, o meu gosto pela leitura, os projetos do presente, o futuro e os sonhos. O João irá falar um pouco de tudo neste seu espaço online, sendo este também um projeto livre onde poderão surgir todos os temas que o seu autor assim entender. 

Modo off

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Nunca te aconteceu dares por ti sentado na cama, deitado no sofá ou encostado à parede a olhar para um vazio que não existe durante minutos em modo off? Claro que sim, sei que não sou o único a ficar momentaneamente especado com olhar oco, sem pensar absolutamente em nada e ao mesmo tempo sem entender que estou focado em coisa nenhuma e com o pensamento completamente desligado.

Existem os momentos ocupados, em que o tempo parece passar num ápice sem que nos demos conta e depois existe aquela pausa perante a qual nem demos conta e quando acabamos por acordar da lassidão percebemos que entretanto já passou um bom conjunto de minutos em que nem percebemos o que fizemos e em que pensamos sobre a razão de não estarmos a ocupar o tempo de forma positiva. 

Caos sem rede

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Escrevo agora mesmo com as teclas do portátil a darem os seus estalidos de forma contínua. Mesmo ao lado tenho o telemóvel com o ecrã a dar sinais de vida de vez em quando com novas notificações vindas das redes sociais, mensagens escritas, emails ou de aplicações informativas. O online não para, sempre estamos ligados, tudo nos tenta fornecer as novas do mundo, dar um Olá por vezes interesseiro ou simplesmente clandestino de quem não tem nada para fazer.

Onde inserimos tanta notificação ao longo de um dia em que é necessário trabalhar, aproveitar as horas vagas, alimentar o corpo, organizar a vida e descansar? Nos dias que correm não existe praticamente vida sem a correria das ligações de internet, sempre estamos ligados e no momento em que a rede fica desligada ou determinada aplicação bloqueia o mundo parece estar prestes a desabar. Ora porque não estamos a conseguir aceder ao email que tanto esperamos com uma resposta, ora porque não sabemos quantos gostos está a receber a última publicação feita nas redes sociais ou somente porque alguém nos contou um mexerico sobre uma publicação de outrem e é necessário ir espreitar. Andamos ligados, não saímos sem ver a temperatura do tempo que surge no ecrã do telemóvel, não começamos o dia fora de casa sem consultar as redes sociais, se existem mensagens por ler é bom logo despachar o tema antes que um revéns aconteça.

De destacado a esquecido!

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Os temas comentados, debatidos e partilhados num blog pessoal são livres e é por isso que hoje a vontade é mesmo falar dos destaques que são dados na página geral dos blogs do Sapo, onde posso revelar que já andei muitas vezes pelos primeiros anos deste projeto. Agora não coloco lá os pés há uns bons meses, o que me deixa a pensar sobre o trabalho que tenho vindo a fazer nos últimos tempos.

A questão que coloco é mesmo sobre o facto de achar e querer acreditar que ao longos destes anos tenho vindo a evoluir no que toca à escrita, temas e formato em que fui alterando o blog, permitindo que quem visite se sinta em casa, tendo espaço para deixarem a opinião que fica sempre com resposta assim que possível, para poderem voltar. Todos os dias tenho algo a dizer, nem que seja a partilha de uma frase inspiradora, um acontecimento pessoal ou social, a opinião sobre a leitura do momento, um local que conheci. Acima de tudo faço partilhas com o toque pessoal como sempre, mas talvez um pouco mais pessoais e sem receios de chatear quem está do outro lado. Aos trinta tenho aprendido a manter uma maior liberdade, a fazer quase o que me apetece e a passar aos outros as ideias que me surgem. Será que isso magoa alguém? Talvez, mas a sinceridade não tem de ser valorizada?

Quando olho para o que já senti em termos de apoio pela equipa Sapo para com O Informador e vejo o que é feito hoje, em que estou meses sem uma única partilha, um comentário ou menção, logo penso, o que terei feito de mal para isto acontecer quando existem novos blogs com destaques atrás de destaques, tal como os mais antigos que continuam a surgir na página inicial mas também em menor quantidade. Será que recuei na forma de partilhar as coisas? Os conteúdos que crio no blog não estão a convencer a equipa de seleção dos destaques? Serei apenas mais um quando para mim e assim todos deviam pensar, faço o melhor que consigo atualmente para me manter com este andamento?

Sei que posso e consigo fazer mais e melhor, mas então? Será que por andar nesta vida há anos já não mereço apoio? Será que os mais velhos bloggers também perdem qualidade como a hierarquia da vida que atira para um canto quem já tem mais idade? Então? Que se passará por aqui para não agradar aos principais gregos e troianos desta comunidade sapiana?