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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

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Hoje faço 32 anos! Parabéns a mim!

05
Nov18

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Hoje, 05 de Novembro de 2018, completo os meus 32 anos! 

Dispensando imagens de bolos e festejos, desta vez decidi revelar um pouco mais sobre a minha infância, dos primeiros meses de vida. Fui até ao álbum de fotos do meu primeiro ano de vida e decidi mostrar estas três imagens sobre o gordo que era quando nasci. Sempre bem vestido para a época, claro, a condizer com as vestimentas que estavam na moda, dos gorros em jeito de boneco às roupas em lã, tudo era tão lindo naquela altura. 

Agora quero receber mensagens de Parabéns e aguardo que os meus presentes cheguem pelas próximas horas. Não aceito esquecimentos porque uma mensagem neste momento pode ser enviada das mais diversas formas disponíveis e no espaço de segundos. Sejam originais e contribuam para a minha felicidade diária! Ahahah!

 

Circular pela Direita

04
Nov18

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Nos tempos de estudante de ensino básico, a direção da escola decidiu implementar uma regra para a circulação nos corredores durante os intervalos, já que ao almoço não poderíamos andar dentro do edifício porque a ordem era mesmo, «tudo para a rua», esteja sol ou chuva. Certo é que a regra de circulação foi tão levada a sério que ainda hoje a pratico. 

Foram talvez uns dois anos em que nos corredores do colégio era possível ver a indicação nas paredes e mesmo no chão para que se circulasse sempre pela direita para evitar encontrões e engarrafamento em certos momentos do dia. As coisas podem não ter causado efeito na maioria dos colegas, no entanto comigo funcionaram e mais de quinze anos depois ainda as tenho tão enraizadas que em supermercados, centros comerciais, corredores em lojas e afins continuo a ser um peão a circular pela direita e por vezes tenho mesmo pensamentos menos bons com quem não pratica tal regra, como se todos tivessem tido a mesma formação escolar sobre como vaguear pelos corredores escolares. 

Péssimas lembranças

03
Nov18

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Nos momentos calmos, geralmente quando já se está quase a adormecer, surgem por vezes pela mente algumas lembranças de vivências do passado. Se existiram fases da nossa vida que até correram bem, existem outras que eram totalmente dispensadas de acontecer e de agora poderem ser lembradas. 

Foi isso que me aconteceu há dias, quando dei por mim a recordar comportamentos e mesmo opções tomadas no passado, já algo longínquo, mas que ficaram na memória. Porque terei agora, uns bons anos depois, mais de dez por sinal, recordado o que me fez mal. Saudades não podem ser. Vontade de as reviver muito menos. E somente o facto de me terem surgindo em pensamento já me fizeram mal.

Gratidão

02
Nov18

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Agradecer, celebrar o bem que deve ser partilhado com todos! É sobre o poder da gratidão que me baseio hoje por perceber que simples expressões como «Bom dia!», «Olá!» e «Obrigado!», que podem parecer meros apontamentos diários, mas que são difíceis de verbalizar para muitas pessoas que ainda, mesmo numa fase adulta, não conseguiram perceber que para estarem bem consigo também é necessário olhar para e pelos outros. 

Desde sempre fui educado com base na celebração do agradecimento de tudo o que possuímos através da conquista, mas que nada surge somente com o fruto do trabalho e ambição de uma só pessoa. É perante os outros e com os semelhantes que conseguimos palmilhar o caminho, agradecendo, dando palavras de apoio, incentivando a seguir em frente e celebrando a vida. Por vezes não é necessário criar relações, sendo sim primordial ser afável e mostrar que sempre reconhecemos o próximo como um de nós, cumprimentando, tendo uma palavra a dizer, nem que ao longo de uma vida não se passe de um simples «Olá!» diário, mas sabendo que de todas as vezes com que nos cruzamos com alguém a celebramos tal como pretendemos que o faça. 

Um simples sinal de gratidão consegue, além de manter uma melhor relação, deixar quem o recebeu com um ponto positivo na sua vida naquele dia. Não custa nada e podemos estar de mal com o Mundo, mas será que custa alguma coisa ou ficam com menos uns euros se agradecerem por algo que por vezes é traduzido por gestos tão simples como um olhar de reconhecimento diário ou por um comportamento que nos facilita o nosso passo seguinte?

«Obrigado!» perante quem nos dá passagem numa fila de supermercado só porque queremos pagar um artigo e quem está à nossa frente tem um carro de compras cheio. «Bom dia!» a quem nos deixa a porta do elevador aberta para entrarmos. «Obrigado!» a quem nos encaminha até um lugar numa sala de espetáculos. «Muito Obrigado!» por me avisarem que tenho um furo no carro. «Boa tarde!» a quem nos serve o café após o almoço. «Até amanhã!» ao vizinho que chega ao prédio ao mesmo tempo que nós e que possivelmente já não iremos ver no mesmo dia. 

Maniac, a série entre histórias

01
Nov18

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A série Maniac, protagonizada por Emma Stone e Jonah Hill, foi lançada no final de Setembro e logo a comecei a ver. O que prometia ser mais um êxito Netflix pareceu-me uma produção tão confusa que as passagens entre o passado e o futuro revelaram-se uma verdadeira bagunça que só me levou a enfrentar esta série de empurrão. 

Annie e Owen são os protagonistas de Maniac, dois adultos com problemas psicológicos dispares mas que se oferecem, a troco de dinheiro, para serem cobaias perante novos medicamentos numa instituição farmacêutica, a NPB. Annie vive mal com a realidade em que vive, lutando contra o flagelo da droga desde que perdeu a irmã. Já Owen sofre de esquizofrenia e tem a família de costas voltadas. Sozinhos e a precisarem de dinheiro e ajuda para ultrapassarem os problemas, os dois encontram-se no laboratório para iniciarem, em grupo, a realização de testes onde a realidade começa a ser confundida entre o passado, o futuro e o imaginário. 

Em Maniac encontramos personagens consistentes e bem trabalhas pelos atores, no entanto deparamos-nos com uma história que tem um seguimento bem conseguido mas onde as passagens para diversos cenários temporais acabam por atrapalhar. O espetador é convidado a assistir a pequenas histórias, que chegam a ocupar episódios inteiros, no meio do que se vai desenrolando na clínica, perdendo-se um pouco o, como se costuma dizer, «fio à meada», perante a história central. A base é esta, ajudando estas recuperações e criações a resolver os problemas psicológicos de cada um através da terapia que ajuda a enfrentar medos e marcas do passado. 

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