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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

31.07.18

Convites Duplos | Let The Sunshine In | 03/04/05-08-2018


O Informador

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A festa dos anos 60 está de volta!

Há quem lhes chame "baby boomers". Essa geração dos anos 60, os anos que mudaram e moldaram o mundo. Foi na música que os anos 60 encontraram a sua maior expressão. Cantava-se de tudo, sobre tudo e às vezes contra tudo...

Venha divertir-se, cantar e recordar connosco. Let The Sunshine In - Um espectáculo de Henrique Feist.

Let The Sunshine In, um espetáculo de Henrique Feist, regressou no início deste Verão para conquistar o público após uma primeira temporada de sucesso no Auditório do Casino Estoril em 2017. Um ano depois, a segunda temporada do musical que recorda os grandes sucessos dos anos 60 acontece.

A estreia da nova temporada de Let The Sunshine In aconteceu no passado dia 22 de Junho e a partir daí todas as Sextas-feiras, Sábados e Domingos, pelas 21h45, o público pode ver e recordar os grandes momentos musicais dos anos 60 através do canto e dança onde Henrique Feist, Mariana Pacheco, Valter Mira, Diogo Leite e Samuel de Albuquerque brilham em palco ao lado da banda que os acompanha ao vivo da responsabilidade de Nuno Feist. 

Para vos presentear tenho convites duplos para vos oferecer destinados às sessões de 03, 04 e 05 de Agosto, Sexta-feira, Sábado e Domingo, respetivamente, pelas 21h45. Este passatempo irá estar disponível até às 18h00 de dia 02 de Agosto, Quinta-feira, e nesse mesmo dia serão revelados os nomes dos vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através do sistema automático random.org. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos convites duplos acontecer nas melhores condições. Para a participação ser válida tens de seguir os passos que se seguem...

30.07.18

A Inglesa e o Marialva | Clara Macedo Cabral


O Informador

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Título: A Infglesa e o Marialva

Autor: Clara Macedo Cabral

Editora: Casa das Letras

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Julho de 2018

Páginas: 352

ISBN: 978-989-741-953-9

Classificação: 2 em 5

 

Sinopse: Esta é a história verídica de uma inglesa apaixonada por cavalos que chegou a Portugal nos anos sessenta com o sonho de aprender a tourear. Determinada, aventureira e apoiada por famílias portuguesas importantes, Ginnie Dennistoun - que escolheria o nome artístico Virginia Montsol - não só venceu todas as barreiras como se tornou uma pequena celebridade no mundo fechado, elitista e masculino dos toiros, arrebatando o público com a sua elegância e beleza.

Na Chamusca do Ribatejo, onde passou a residir, Ginnie viveu em segredo um grande romance com o toureiro que fora seu mestre. Mas como se sentiria esta rapariga de vinte e poucos anos, alternando entre a Inglaterra dos Swinging Sixties, da emancipação da mulher, dos Beatles, da construção de uma sociedade mais igualitária, e o Portugal salazarista, pobre e marialva, onde as mulheres deviam ser obedientes e discretas e a sua relação com um homem mais velho era um escândalo?

A Inglesa e o Marialva narra a vida de uma mulher de coragem que, contra tudo e contra todos, incluindo a própria família, venceu os constrangimentos do mundo em que nascera e, nessa viagem, descobriu verdadeiramente quem era.

 

Opinião: Uma jovem inglesa apaixonada pelo mundo do toureio mudasse para Portugal para aprender a arte com os mestres ribatejanos que triunfam nas praças nacionais e dão cartas também internacionalmente. Encontramos-nos nos anos sessenta e conhecemos assim Ginnie Dennstourn, que mais tarde vem a escolher o nome artístico Virginia Montsol, a heroína de A Inglesa e o Marialva, num romance real transformado com pontos de ficção por Clara Macedo Cabral, que veio a ter acesso ao passado desta mulher através de memórias deixadas entre os mais próximos. 

Lembrando o passado de Ginnie e ao mesmo tempo fazendo uso de cartas atuais quando já se encontrava nos seus últimos anos de vida e longe de Portugal, a vida desta sonhadora que quebrou regras é colocada em destaque no meio taurino. Ao mesmo tempo que acompanhamos todo o processo de aprendizagem de Ginnie com o seu professor e eterno apaixonado Alberto, vamos visitando a história da tauromaquia dentro e fora de território nacional. Convivendo com nomes importantes do meio social na altura, como é o caso de David Ribeiro Telles e António Luís Lopes, tal como as suas respetivas famílias e amigos, Ginnie chegou e em pouco tempo entrou nas mais céleres lides pelas praças portuguesas, criando laços com quem se cruzava e acabava por conquistar. Aprendendo a punho com a ajuda de Alberto, pagando as suas contas, comprando cavalos para ensinar e poderem ser os seus companheiros de toureio, Ginnie foi aceite por uns e enfrentou muitos pelo facto de ser estrangeira e querer mudar o mundo com as suas ideias sobre a arte de cavalgar. 

29.07.18

Vestimenta adequada


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A sociedade enfrenta uma nova moda onde a liberdade sobre o vestuário é total, existindo o poder de arriscar sem levar com a critica de outros tempos pela cor, pelos modelos ousados ou até pelo tecido mais curto que o aceite pelos outros. No entanto, com a liberdade mesmo sendo total, existirá sempre bom senso a levar em conta em certas situações, porque andar à-vontade não é à vontadinha e do meu ponto de vista há que ter em conta os locais, compromissos e pessoas com quem iremos estar para que a escolha do modelito não caia num grande erro.

Apetece-me levar este texto para o prisma das entrevistas de emprego. Há uns meses, na empresa onde trabalhei, existiu um processo de entrevistas e os candidatos aparecem dos mais variados locais da zona mas também com os mais diversos aspetos. Nada de mal até aqui, mas o que dizer quando olhas para uma das candidatas que se aproxima e percebes que optou por se apresentar para uma entrevista de futura administrativa de calças de fato-de-treino e t-shirt? Ora bolas!

Primeiramente, seja para que cargo for e na empresa que seja, quem vai a uma entrevista de fato-de-treino sem o mínimo pensamento de se arranjar? Se a pessoa estivesse nos seus afazeres diários, na rua, por exemplo, e lhe ligassem a perguntar se podia ir naquele momento à entrevista, ainda se admitia porque podia não haver tempo de se preparar. Agora com uma entrevista marcada uns dias antes e mesmo assim apresentar-se com aquela indumentária? Aparentemente a conversa correu bem mas o facto da sua apresentação não ter sido a melhor no primeiro impacto levou a que tudo caísse por terra e ficasse como suplente para o lugar. Se numa entrevista se apresenta de fato-de-treino, como é que irá trabalhar aquela rapariga com o decorrer dos dias depois? 

28.07.18

Literatura de companhia


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Primeiramente sou conquistado por um título numa capa atraente que chama, apela a que lhe pegue e que perceba o que está na sua contracapa, a sinopse que muitas vezes se faz acompanhar por citações de críticos que acabam por ajudar a escolher levar ou não uma certa obra comigo para que me possa sentir bem acompanhado ao longo de várias horas. A primeira fase é concluída muitas vezes com várias semanas de antecedência até que a nova etapa surja.

É assim o meu apego literário, primeiro escolher, depois nem sempre ler nos primeiros dias, deixando o livro esperar, ganhar o seu espaço na mesa-de-cabeceira, até que ganhe o seu tempo, entendendo cada vez mais como a disposição pessoal é importante para poder entrar numa determinada leitura.

Esta é a verdade, ler um romance num momento em que andas muito bem com a vida é para mim, por vezes, um desastre, por não levar tão a sério certos momentos relatados em vidas que podem existir por aí. Num bom momento adoro entrar em narrativas onde o suspense, os crimes e violência, a maldade e os conhecimentos surgem, dando um pouco mais de trabalhado e criando no leitor um maior estímulo onde a necessidade de concentração é essencial. Estando de bem com a vida, numa boa fase, consegues encontrar-te bem melhor com uma leitura que exige mais de ti, o que, por exemplo, os romances comigo não necessitam. Vejo uma bela história de amor a ser contada através de palavras escritas como um bom companheiro para relaxar, deixar a mente sonhar, mesmo que o momento pessoal não seja o melhor, pelo menos durante aqueles momentos deixas os teus problemas, acabando por entrar numa vida que talvez desejasses ter ou viver, deixando de lado o que por vezes te apoquenta.

Um bom livro convida o seu leitor a viajar, a entrar numa história que não é sua, mas que pode ser quando é possível ficar lado a lado com cada personagem e ter um momento experimental de tudo o que vai acontecendo. Dos meandros obscuros das histórias pesadas às criações românticas, o que nos dará maior alento num momento mais chato? A leveza do sonho, ao contrário dos pesadelos que só nos poderiam colocar mais para baixo, o que não é exatamente o que necessitamos em certas fases pelas quais vamos passando.

27.07.18

Anne With An "E" | Ana com A


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Hoje apetece-me falar de uma série sobre a qual acabei de ver a sua segunda temporada há dias. Falo de Anne With An "E", em português, Ana com A. Estreada na plataforma Netflix em 2017, esta série que conta com sete episódios na primeira temporada e dez na segunda, remete o seu espetador para um passado, para o universo de criança onde as aventuras, descobertas e maravilhas de uma fase de criança surgem na maioria das vidas de criança. 

Rapidamente os três episódios iniciais agarraram a minha escolha onde uma miúda de cabelos ruivos, sardas e meio desengonçada consegue conquistar com as suas loucas ideias sobre o modo de estar com os outros, recheada de sonhos e concretizações. Encontrei a Ana com A por recomendação e o que é certo é que esta série está tão bem montada, fazendo lembrar o sucesso de décadas passadas com Ana dos Cabelos Ruivos. Se uma primeira temporada agarra, grande parte da segunda temporada consegue ainda fazer melhor figura. 

Trabalhando temas como o afeto, a amizade, aprendizagem, amor, entendimento, comoção, empenho, homossexualidade, vontade, preconceito, persuasão, responsabilidade e muitos mais temas, esta série envolve o espetador que fica agarrado a esta jovem endiabrada e nada fácil mas que acaba por seguir os seus objetivos e crenças a favor da verdade, contribuindo assim para uma mudança junto de quem está mais próximo de sim.

26.07.18

Mamma Mia! Here We Go Again


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Mamma Mia! Here We Go Again.jpgDez anos depois de “Mamma Mia!”, um sucesso mundial, somos convidados a regressar à mágica ilha grega de Kalokairi, para um novo musical baseado nas músicas dos ABBA. Com o regresso do elenco original e novos elementos, como Lily James (“Cinderela” e “Baby Driver – Alta Velocidade”), Andy Garcia e Cher (vencedora de um Óscar® de Melhor Atriz). De regresso aos seus papéis de “Mamma Mia!” estão Meryl Streep (vencedora de três Óscares®) como Donna, Julie Walters como Rosie, e Christine Baranski como Tanya. Amanda Seyfried e Dominic Cooper voltam aos papéis de Sophie e Sky, enquanto Pierce Brosnan, Stellan Skarsgård e Colin Firth (vencedor de um Óscar®) regressam como as três possibilidades de pais de Sophie: Sam, Bill e Harry. À medida que o filme avança e recua no tempo para mostrar como os relacionamentos do passado têm influência no presente, Lily James interpreta o papel da jovem Donna. Nos papéis das jovens Rosie e Tanya surgem Alexa Davies (“X+Y”) e Jessica Keenan Wynn (“Beautiful”, peça da Broadway). O jovem Sam vai ser interpretado por Jeremy Irvine (“Cavalo de Guerra”), Josh Dylan (“Aliados”) será o jovem Bill e Hugh Skinner (“Kill Your Friends”) o jovem Harry.

Uma década após o sucesso de Mamma Mia!, eis que a sequela do musical estreou, Mamma Mia! Here We Go Again, e logo a critica reagiu de forma negativa sobre esta nova película. Já vi e não achei assim tão mau como têm deixado passar pelas crónicas cinematográficas espalhadas pela imprensa e blogs. 

Certo que este novo Mamma Mia! não tem o mesmo poder do primeiro, notando-se um desinvestimento em termos de produção, no entanto a história que parecia ter terminado teve uma boa recuperação para tudo recomeçar e ser contando. Unindo lembranças até chegar ao momento presente, este novo lançamento segue a linha do anterior, passando-se a maioria das cenas na ilha grega de Kalokairi. Com os temas mais conhecidos dos ABBA, o elenco original regressou, onde se juntaram novos atores, para que a história pudesse ter continuidade e terminar com o mote para que tudo possa acontecer deste final em diante. 

Produzido por Judy Craymer e Gary Goetzman, que já tinha sido um dos responsáveis pelo sucesso inicial, o novo Mamma Mia! Here We Go Again continua com os elementos musicais, encontrando uma maior aproximação à comédia em determinados momentos, embora a envolvência com cenas mais românticas e de cariz familiar continue a existir ajudando a embalar os espetadores mais românticos. 

25.07.18

Convites Duplos | Let The Sunshine In | 28/29-07-2018


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A festa dos anos 60 está de volta!

Há quem lhes chame "baby boomers". Essa geração dos anos 60, os anos que mudaram e moldaram o mundo. Foi na música que os anos 60 encontraram a sua maior expressão. Cantava-se de tudo, sobre tudo e às vezes contra tudo...

Venha divertir-se, cantar e recordar connosco. Let The Sunshine In - Um espectáculo de Henrique Feist.

Let The Sunshine In, um espetáculo de Henrique Feist, regressou no início deste Verão para conquistar o público após uma primeira temporada de sucesso no Auditório do Casino Estoril em 2017. Um ano depois, a segunda temporada do musical que recorda os grandes sucessos dos anos 60 acontece.

A estreia da nova temporada de Let The Sunshine In aconteceu no passado dia 22 de Junho e a partir daí todas as Sextas-feiras, Sábados e Domingos, pelas 21h45, o público pode ver e recordar os grandes momentos musicais dos anos 60 através do canto e dança onde Henrique Feist, Mariana Pacheco, Valter Mira, Diogo Leite e Samuel de Albuquerque brilham em palco ao lado da banda que os acompanha ao vivo da responsabilidade de Nuno Feist. 

Para vos presentear tenho convites duplos para vos oferecer destinados às sessões de 28 e 29 de Julho, Sábado e Domingo, respetivamente, pelas 21h45. Este passatempo irá estar disponível até às 18h00 de dia 27 de Julho, Sexta-feira, e nesse mesmo dia serão revelados os nomes dos vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através do sistema automático random.org. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos convites duplos acontecer nas melhores condições. Para a participação ser válida tens de seguir os passos que se seguem...

24.07.18

Citações | 31 | (Des)acreditar


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Quando os que amas não acreditam em ti, perdes o teu mundo. Tens de encontrar duas forças: continuar a amá-los e continuar a sonhar. Os seus risos de incredulidade e descrença são piores que a mesquinhez dos escorpiões. No fim, pedem-te perdão. Dizem que sentem orgulho em ti. 

Catarina Rodrigues, no livro 1001 Coisas que Nunca Te Disse, lançado pela Oficina do Livro

23.07.18

Rabo de Saia | UAU


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Manel tomou uma decisão radical: mudou de sexo. Ser homem já não era nenhum mistério para o Manel: os 40 revelaram-se mais de crise do que ternura; os 50 trouxeram-lhe ainda mais loucura e agora, questionado sobre o que fazer com uma choruda herança, percebeu já ter vivenciado tudo o que os cromossomas XY lhe podiam oferecer.

A grande frustração foi durante toda a sua máscula existência não ter sido capaz de decifrar o maior enigma de todos os tempos: ser mulher. Para a missão ser bem-sucedida conta com os amigos de sempre, que entre o choque, a ganância e a atracão, esforçam-se por lembrar que aquele belo rabo de saia ainda ontem só usava calças, confrontando-se hilariantemente com os seus próprios preconceitos, desejos, traumas e identidade.

Quim (António Melo), António (Fernando Ferrão) e Xavier (Joaquim Nicolau) recebem uma mensagem escrita de Manel (Almeno Gonçalves), o amigo de sempre, para que em hora marcada se encontrem na Sala de Espera de um Hospital porque existe algo para ser contado. À vez, todos chegam ao local combinado e a dúvida surge. O que Manel tem para lhes contar? Estará doente? Será algo grave que o possa levar à morte? Ao mesmo tempo que as questões se levantam enquanto esperam, verdades sobre o passado e o presente de cada um vão sendo reveladas a três sobre os quatro. Porém pouco falta para surgir Manel na Sala de Espera, ou será a nova Manela, a Tânia ou a Rute? A mudança de sexo surge de forma inesperada e as questões sobre as razões aparecem na mente de cada um. 

Numa divertida comédia, que do meu ponto de vista tem no momento da revelação algo forçado pelo facto dos três amigos de Manel não o reconhecerem logo como mulher, o quarteto regressa assim aos palcos para continuar o que foi feito em Crise dos 40 e Loucura dos 50. As amizades de longa data revelam-se cheias de altos e baixos, com passagens menos boas intercaladas com a felicidade de cada um. Os casamentos que viraram divórcios, as traições transformadas em conversas engraçadas, os embaraços com a justiça e os problemas financeiros. Em Rabo de Saia existe espaço para comentar a amizade enquanto são revelados os pontos fortes que unem estes quatro homens, agora três e uma mulher.

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