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Pensamentos que podem ser de qualquer um!

22
Abr18

5 Lésbicas e Uma Quiche | Yellow Star Company

| O Informador

cartaz 5 lésbicas e uma quiche.jpg

Estamos em 1956, em plena Guerra Fria, com o perigo iminente de um ataque nuclear, vindo das hostes soviéticas. Uma comunidade, no meio dos EUA, realiza o Encontro Anual de Quiches da Sociedade de Irmãs, Viúvas, Independentes, Bem Conservadas e... Com Boas Maneiras. O seu lema principal é: «Nada de homens, nada de carne, só boas maneiras!».

Apesar de serem todas lésbicas, o assunto é tabu... Até ao momento em que, isoladas no seu «bunker improvisado», fruto de um alerta de ataque nuclear, começam a confessar-se, melhor dizendo, a «sair do armário». As revelações serão surpreendentes até ao fim!

Um encontro com «irmãs, viúvas, independentes, bem conservadas e com boas maneiras» em 1956 convida o público a juntar-se, numa celebração onde a eleição da melhor Quiche a concurso será feita entre um grupo de mulheres que vivem sob o lema «Nada de homens, nada de carne, só boas maneiras!». A partir daqui e com toda a ação a desenrolar-se num bunker improvisado, as revelações acontecem e as aparentemente viúvas revelam-se e perdem os receios de se descobrirem tal e qual como são. 

Encontramos em 5 Lésbicas e Uma Quiche uma América conservadora onde as aparências enganam e os preconceitos existem de forma bem notória. Entre mulheres, enclausuradas entre paredes, as surpresas vão surgindo quando a ameaça de um ataque nuclear as deixa trancadas, contando a partir daí com a cumplicidade mútua para a sobrevivência. 

Nesta divertida comédia protagonizada por Anabela Teixeira, Joana Câncio, Leonor Seixas, Paula Neves e Teresa Tavares o público é levado a trocar as conversas sobre ovos e o prazer das quiches pelos desejos e sentimentos recalcados destas cinco figuras dispersas da sociedade de outrora e que acabam por ainda marcar presença nos tempos que correm. O assumir da verdade não é dado de início, mas desde cedo os comportamentos tornam-se bem demonstrativos do que está para chegar, bastando existir um fósforo para atear o que já se encontra em erupção.

Este espetáculo serve como beliscão social para com a libertação pessoal de cada um sobre a sua sexualidade, tendo sido feito um bom trabalho de autor - Evan Linder e Andrew Hobgood - para mexer com o pensamento junto de quem assiste, seguindo de encontro ao que verdadeiramente interessa sobre a sua forma de querer estar na vida. 

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