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Pensamentos que podem ser de qualquer um!

27
Fev18

Vencedores dos Convites Duplos | Porque é Que os Cães Cheiram o Rabo uns dos Outros | 01.03.2018

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porque é que os cães cheiram o rabo uns dos outr

É desta forma que Marcantónio Del Carlo, e André do Áudio nos dão a conhecer contos muito divertidos que fazem parte do nosso imaginário coletivo. Assim ficamos a saber como nasceu o primeiro poeta, porque é que os cães cheiram o rabo uns aos outros, como se “arranja” a lua em três dias, porque é que os porcos não voam e têm o focinho achatado. Estas são histórias que não se sabe bem quem as inventou, mas sabemos que é com elas que sonhamos desde a criação do mundo. Neste espetáculo a cumplicidade com o público é inevitável, existindo momentos em que alguns espectadores acabam por fazer parte dos contos subindo a um palco que será partilhado com alegria por todos.

Porque é Que os Cães Cheiram o Rabo uns dos Outros chega ao Teatro Armando Cortez com o apoio da Yellow Star Company para que de 1 a 4 de Março o público se divirta com este divertido espetáculo onde Marcantónio Del Carlo entretêm quem assiste a cada sessão. É com a ajuda de André do Áudio que o ator percorre o universo de vários contos criados ao longo da história sobre os «porquês» de determinadas situações acontecerem de uma forma e não de outra, senda esta uma produção de riso fácil através de um bom texto bem interpretado. Nesta produção todos os que entrarem na sala poderão correr o risco de entrar na história e foram muitos os que tentaram ter tal sorte, participando no passatempo que esteve disponível pelos últimos dias onde dois convites duplos estiveram ao vosso dispor.

27
Fev18

Apresentação de Doida Não e Não!

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doida não e não.jpg

A paixão pelos livros reside e por vezes existe um chamamento que nos leva a querer saber um pouco mais sobre a história que nos faz companhia ao longo de dias. Foi isso que aconteceu com Doida Não e Não!, obra que foi relançada para uma quinta edição, com nova capa e novos apontamentos, nove anos após os primeiros exemplares terem sido publicados pela Bertrand Editora que acreditou no trabalho de Manuela Gonzaga sobre a vida de Maria Adelaide Coelho da Cunha, a herdeira do império do Diário de Notícias. 

Comecei a ler e recebi o convite para marcar presença numa das sessões de apresentação da obra, onde além da autora e do representante editorial estariam também presentes Carlos Poiares, vice-reitor da Universidade Lusófona, Júlia Pinheiro, Diretora Executiva de Conteúdos da SIC e Apresentadora, Luís Filipe Sarmento, Escritor, e Monique Rutler, Cineasta. Reti o local onde a dita apresentação iria acontecer e vi que o horário estava compatível com os meus afazeres profissionais. E assim ficou marcado na agenda mental que no passado dia 23 de Fevereiro, pelas 18h00, iria estar no Auditório Armando Gebuza da Universidade Lusófona, para assistir à apresentação de um livro que me está a dizer tanto e sobre o qual quero saber um pouco mais. 

Fui, cheguei mesmo na hora marcada, o início da sessão atrasou-se, como é costume nestes eventos, e acabei por presenciar hora e meia de uma apresentação fantástica, onde amigos, conhecidos e contadores de histórias se juntaram à mesa para presentearem os convidados com factos sobre o grande exemplo que Maria Adelaide Coelho da Cunha deu na sua época a muitas mulheres que viviam enclausuradas por relações doentias, procurando a verdadeira relação amorosa onde os sentimentos falam mais alto, mesmo que para isso tenha tido que abandonar tudo e sofrido com a opressão social que a levou até a locais onde nunca devia estar presente porque esta Maria, entre tantas outras, de doida pouco tinha, o que sabia é que queria amar a pessoa certa e não viver num casamento milionário mas de fachada. 

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