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O Informador

31
Jul17

Uma questão de moda!

Não sei se ando com uns gostos um pouco trocados em relação ao que está na moda, mas na verdade ao entrar emv várias lojas onde costumo comprar peças de roupa consigo deparar-me com um problema... Não encontro nada que satisfaça os meus desejos!

Sinto que deverei andar um pouco esquisito no ato da compra de roupa! Trapos que tapam o tronco ainda vou encontrando um ou outro que me consigam chamar a atenção, mas não como há uns anos. Agora no que toca a calças é que o problema consegue ser bem mais abrangente. Não consigo encontrar um modelo de calças em que olhe e diga «são estas». Não sei se as grandes marcas estão com um grande problema de criação para só lançarem coleções semelhantes umas das outras, com modelos direitos ou então estreitos com ganga elástica. É o chamado oito ou oitenta o que encontro neste momento em lojas como Zara, Pull&Bear, Springfield e por ai fora.

Na verdade todas as lojas destas grandes marcas com estilos semelhantes estão a ficar bem iguais entre si. Modelos praticamente idênticos onde uma risca distância uma camisola da Pull&Bear da Zara, umas calças de ganga elástica onde uma marca faz a diferença entre Springfield e Pull&Bear. Os fornecedores deverão recorrer às mesmas fábricas e depois o que aparece para venda é vira o disco e toca o mesmo, com a moda a ter destaque e a derrubar os modelos talvez mais normais com apontamentos que os vão distinguindo. A moda agora é o elástico apertado ou o modelo direito e quem não gosta não compra nada.

30
Jul17

Atual leitura... A Sociedade dos Sonhadores Involuntários [José Eduardo Agualusa]

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A Vida no Céu, Barroco Tropical e Um Estranho em Goa foram obras da autoria de José Eduardo Agualusa que li e tive opiniões distintas de livro para livro. Agora, dois anos após a última experiência literária com o escritor, irei voltar a viajar com as suas narrativas através de A Sociedade dos Sonhadores Involuntários, um dos recentes lançamentos da Quetzal que volta a ser, mais uma vez, a casa editorial nacional de Agualusa. 

29
Jul17

Praia? Nem pensar!

2017 é aquele ano em que férias de Verão não existem por aqui e sabem que mais? Não sinto falta alguma de ter uma ou duas semanas de pausa para viajar até uma vila algarvia e poder usufruir de uns dias de tempo quente na praia, a estorricar ou a fugir do sol. 

Na verdade pensei que não seria tão fácil de ultrapassar esta altura do ano sem usufruir de férias e poder ganhar uma cor morena com idas à praia e piscina. Além de não ter férias em tempo quente este ano, não gosto de ir aos fins-de-semana para a praia, com enchentes por todo o lado. Fui habituado de pequeno a ir para a praia de semana e utilizar os Sábados e Domingos para descansar e hoje, aos 30 anos, continuo a ter os mesmos hábitos que outrora. 

Ora se este ano não posso ir de semana porque optei por arranjar emprego antes do previsto após mês e meio desempregado, e se só quero utilizar os dias a que já tenho direito no Outono, então o que me resta fazer? Nada! É trabalhar e descansar ao fim-de-semana, aproveitando para dar umas voltas pela zona sem colocar o pé na areia. 

28
Jul17

Vencedores dos convites duplos para Let The Sunshine In [29.07.2017]

let the sunshine in.jpg

Henrique Feist, Vanessa Silva, Daniel Galvão, Valter Mira e Diogo Leite são os artistas em palco e Nuno Feist o diretor musical de Let The Sunshine In, o espetáculo que recorda a loucura dos anos 60. 

Em cena no Auditório do Casino Estoril, esta nova aposta da ArtFeist Produção Artísticas recorda o bom ambiente dos anos 60 e para que todos possam celebrar com o elenco, foi lançado passatempo aqui pelo blog com a oportunidade de poderem ganhar convites duplos para a sessão de Sábado, 29 de Julho, pelas 21h45. 

Eis os vencedores deste desafio e que irão assistir em boa companhia a esta aposta de Verão... Ana Romano, Célia Machado, Ricardo Moreira, Joaquim Andrade e Diana Nisa foram os sorteados e irão receber email com as informações para que possam levantar o seu prémio a tempo e horas. 

28
Jul17

Sem cartas e seguros

Por estes dias uma questão colocou-se quando quase era levado por um veículo conduzido por uma pessoa que todos sabem não ter carta de condução. Nem a pessoa que me fez desviar para a valeta nem a sua numerosa família tiraram a carta e conseguem andar por ai a conduzir, sem seguro nos carros e sem que os chamem à atenção!

Pois é! Se todos sabem que aquela família não tem carta de condução e nem anda lá perto mas conduzem vários carros, de dia e noite, sem seguros e condições, com passageiros a mais e com os cintos de segurança encostados aos bancos, como é que a autoridade que tem o dever e obrigação de fazer alguma coisa não age?

A explicação que dou logo à partida é a de existir medo de se aproximarem das pessoas para as chamar à razão. Mas quando acontecer alguma coisa com quem tem tudo em dia para com aqueles condutores o que se deverá fazer? É que logo à partida vão dizer que não têm culpa, ainda devem conseguir fugir e mesmo que fiquem no local ainda arranjam problemas posteriormente às pessoas que iam na sua vida e levam com um carro em cima.

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