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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

26
Set16

Rótulos poéticos

O Informador

Alguma vez haviam reparado nos rótulos das garrafas de vinho branco, tinto ou verde? Pois reparem e pensem em quantos poetas não existem espalhados por este país fora em busca da perfeição das palavras para que um simples rótulo de vinho fique tão inspirador como o líquido que é pretendido fornecer ao consumidor.

Verdadeiros poetas do vinho que se inspiram em todo o mundo vinícola que os rodeia. O vinho com tão bom gosto, ácido ou doce, frutado ou seco, forte ou suave, é sempre um bom companheiro de horas de conversa, de solidões frustradas ou necessitadas, mas acima de tudo um bom vinho acaba por ser um refrescante para a alma de quem só pretende saborear o que de bom vem da terra num momento para desfrutar e conseguir encontrar a paz.

Um bom vinho é sinónimo de Portugal e Portugal é também sinónimo de boa gastronomia, todo um território para ser explorado e visitado e também um país de mensageiros, poetas e fadistas. Afinal de contas entre vinhas e lagares, pipas e terrenos circulam por ai bons poetas.

25
Set16

Eutanásia

O Informador

Uma questão que voltou ao pensamento através da leitura do livro Onde Estavas Quando Criei o Mundo?, da autoria de Artur Ribeiro, foi a eutanásia. Estará o nosso país atrasado em relação a várias comunidades mundiais sobre esta questão da morte por vontade própria e com recurso a ajuda hospitalar? Claro que sim!

A opção ao recurso à eutanásia já deveria ser de novo debatida entre a nossa classe política para que a eutanásia começasse a ser uma possibilidade num futuro próximo entre nós. Existem países em que a eutanásia é possível somente entre pessoas que sofrem fisicamente com doenças que causam dores agudas, sem qualquer possibilidade de melhoramento. Mas também existem países em que a eutanásia é feita de forma muito mais ampla e nesse caso já não consigo concordar. Aceito e sou defensor que o direito de escolha à morte programada deve e possa ser uma realidade, no entanto existem casos e casos, sempre a ser debatidos entre médicos, pacientes ou caso o paciente esteja praticamente em morte cerebral, com a família mais próxima e responsável pelo utente. Entregar uma vida à morte não é o suficiente para aceitar a eutanásia, devendo existir uma forte lei com bases e sem qualquer modo para que erros aconteçam. Pessoas que sabem que irão morrer devido a alguma doença prolongada e sem qualquer hipótese de cura têm o direito de recorrer à eutanásia mas só mesmo quando dores insuportáveis e momentos de desespero comecem a surgir. Jovens menores não podem sequer ter direito de escolha, estando nesse caso nas mãos de pais e entidades hospitalares o dever de escolha com o consentimento do menor caso esteja consciente em alguns momentos.

24
Set16

Atores sem respeito!

O Informador

Incrível como ao assistir a um espetáculo de teatro com vários convidados do mundo da representação se consegue perceber facilmente em como existe uma grande falta de respeito das pessoas que fazem aos outros o que não gostam que lhes façam a si enquanto estão em cima do palco!

Como os famosos, neste caso os atores, conseguem estar na plateia, com tudo desligado e o espetáculo a ser representado de telemóvel ligado, com o ecrã a ofuscar quem está ao seu lado?! No início de cada sessão sempre é dito e pedido para que os telemóveis sejam silenciados ou mesmos desligados. Os atores em cima do palco incomodam-se e com razão ao verem o público com luzes aqui e acolá ligadas ou com o som de chamadas a fazer-se ouvir de vez em quando. Depois esses mesmos atores, quando estão sentados pelas cadeiras como público, conseguem ter a falta de caráter a tal ponto de cometerem exatamente as falhas a que não gostam de assistir. Isto é normal? Não, nada normal!

23
Set16

Atual leitura... Recebe-me

O Informador

Desejo e Paixão são os dois principais ingredientes anunciados do livro Recebe-me, da autoria de J. Kenner, e lançado em Portugal pela Topseller. Este romance erótico é a minha atual leitura e espero que me surpreenda, já que é a primeira obra do género que tenho em mãos. 

Assim que terminar esta leitura logo revelarei a opinião sobre a mesma! Por agora suspiro «Recebe-me» e logo se verá como irá correr! 

22
Set16

Morte em Viena

O Informador

morte em viena.jpg

Autor: Daniel Silva

Lançamento: 2006

Editora: Bertrand Editora

Páginas: 328

Classificação: 2 em 5

 

Sinopse: Restaurador de arte e espião ocasional, Gabriel Allon é enviado a Viena para descobrir a verdade por detrás do atentado bombista que vitimou um velho amigo. Ao fazê-lo, descobre algo que vira todo o seu mundo do avesso: um rosto, um rosto que parece assustadoramente familiar, um rosto que o gela até aos ossos e que o faz querer saber mais. 

Porém, cada descoberta que faz apenas suscita mais perguntas; cada camada que desvenda apenas mostra mais camadas por debaixo. Finalmente, começa a surgir uma imagem, e que é mais terrível do que ele alguma vez poderia pensar: um Mal que lança os seus tentáculos há mais de sessenta anos sobre milhares de pessoas e sobre os seus próprios pesadelos. Em breve, Allon descobre que terá de procurar não apenas um monstro, mas muitos. E os monstros estão espalhados por todo o lado…

 

Opinião: Após leitura de outras obras de Daniel Silva, há dois anos tentei ler Morte em Viena e por algum motivo deixei esta leitura e só voltei a pegar no livro quando achei que estava no momento certo. Erro meu!

Morte em Viena não me conseguiu cativar em nada e do início ao fim, sim porque resisti e não deixei a leitura de lado desta vez, não consegui encontrar o fio condutor desta obra que se encaixa no ciclo de três romances que convocam o tema do Holocausto de onde fazem parte O Assassino Inglês e O Confessor.

A boa escrita do autor é bem visível nesta obra, no entanto algo neste livro fugiu da leitura que fui fazendo e consegui aguentar as mais de trezentas páginas sem encontrar na verdade o significado desta história por onde me perdi em nomes, locais e épocas. Nada me fez sentido, mas por vezes existem livros com alturas para nos fazerem companhia e este por duas vezes não me conseguiu encontrar ou vice-versa.

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