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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

O Alentejo

20.09.16Publicado por O Informador

Deitar cedo num serão pacato no seio alentejano é sinónimo também de acordar pelas primeiras horas da manhã, com o sol a espreitar e os animais, principalmente os galos e rolos, a lembrarem todos os humanos, que se encontram pelas suas proximidades, de que já é dia e horas de levantar.

Um acordar preguiçoso, com olhos meio abertos, esticar pernas e braços antes de dar o pulo para poder calçar chinelos e começar a fazer a primeira e rápida higiene diária. Tudo aqui tem o seu tempo, nada exige pressa, para mais quando a juntar ao espírito de paz e sossegado ainda existe o fator férias a completar o ramalhete. Pequeno-almoço é preparado enquanto as novidades pelas redes sociais e também pelas aplicações da imprensa vão sendo obtidas. Existe tempo para comer com calma, sentar e desfrutar de uma tigela de flocos de cereais e umas torradas, o que no dia-a-dia acaba por ser uma perda de tempo para quem abre os olhos e faz tudo a correr para ir trabalhar logo de seguida. No Alentejo isso não acontece! Tudo tem o seu tempo, não importa se o pequeno-almoço é mais demorado ou não, o que importa é ficar de estômago cheio e confortável para umas horas de descanso, com um passeio matinal pelas ruas pacatas da aldeia e onde o «bom dia» não é deixado de lado. Aqui, todos se cumprimentam, residentes ou visitantes, nacionais ou estrangeiros. Existem boas maneiras entre a população que gosta de receber quem por cá passa.

Um bom descanso é feito numa aldeia alentejana sem pressões, sem trânsito e com as correrias distantes. Mesmo de férias pelos centros urbanos todos andam a correr, não se conseguindo ter um verdadeiro momento de paz e reflexão para que se consiga desfrutar do momento. Aqui não, tudo é feito com tempo, com calma e existe verdade através de palavras que são proferidas porque estão na educação das pessoas, não por qualquer ato de obrigação para com o próximo.

Onde Estavas Quando Criei o Mundo?

19.09.16Publicado por O Informador

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Autor: Artur Ribeiro

Lançamento: Setembro de 2016

Editora: Guerra e Paz Editores

Páginas: 96

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: Uma mulher defende-se em tribunal com o propósito de explicar o seu crime. Embora não sejam claras de início, as circunstâncias pelas quais a mulher responde, acto mais hediondo não parecer haver: a ré é acusada de filicídio. O que leva uma mãe a este acto extremo? E como explicá-lo? Poderá ter sido um acto de piedade ou de sacrifício?

O leitor será colocado no papel tanto de juiz como de confessor, na tentativa desta mulher racionalizar o que está por de trás de actos extremos e as suas apologias — apoiando-se em exemplos da Bíblia, como o livro de Job — aos problemas sociais e familiares da actualidade, nomeadamente a questão da eutanásia.

 

Opinião: Artur Ribeiro, argumentista e realizador de produções televisivas e cinematográficas, como é o caso da novela Belmonte, recentemente transmitida pela TVI, e do filme Duplo Exílio, lançou-se em 2012 como dramaturgo com a peça Onde Estavas Quando Criei o Mundo?, estreada no Teatro Nacional D. Maria II e com interpretação de Manuela Couto. Essa peça passou agora do desafio teatral para a literatura e deu origem ao livro com o mesmo nome, lançado pela Guerra e Paz.

Eu, que sou fã da escrita de Artur Ribeiro para televisão, logo que vi esta obra a ser apresentada não hesitei e em boa hora fiz a sua leitura. Onde Estavas Quando Criei o Mundo? é daqueles livros para ler de uma só assentada. De escrita familiar, com fortes passagens entre o presente de uma mulher que enfrenta a justiça pela morte do filho e o passado onde vários recados são deixados, nesta obra o recurso a vários exemplos bíblicos existe através do livro de Job. A crítica e debate para com problemas sociais e familiares, tão díspares entre cada sociedade, a atualidade que vai sendo alterada ao longo dos anos e a verdadeira questão base desta obra que é a eutanásia. Afinal de contas, estará a lei portuguesa certa ou um pouco atrasada em relação a este tema que mexe com a mente de quem reflete sobre a questão?

Filho da Treta

18.09.16Publicado por O Informador

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José Pedro Gomes só deveria voltar ao trabalho lá para o final do ano, no entanto o universo lançado ao lado de António Feio há alguns anos chamou por si através de Filho da Treta, desta vez na companhia de António Machado. 

Numa comédia que vive muito da simplicidade, cumplicidade, improviso e também do momento, em Filho da Treta dá-se a continuação das conversas de sucesso que eram feitas entre Zezé e Toni ao longo de cada sessão. Neste novo espetáculo a Zezé junta-se Júnior, filho de Toni, e a base central da apresentação continua toda lá, no entanto ainda existem várias coisas a ter em conta e a aperfeiçoar ao longo das próximas sessões. 

Num texto critico e atual, Filho da Treta vagueia pelos meandros da sociedade com vários comentários a surgirem ao mesmo tempo que várias situações caricatas vão sendo relatadas através do diz que diz entre as duas personagens que falam como amigos, confidentes e sabechões entre si sem que no entanto consigam estar ao mesmo nível devido aos anos de vida que os distanciam. Zezé, o cavalheiro lisboeta com anos de experiência com as mulheres, principalmente as alemãs, conversa com Júnior, o puto que tem muito para aprender mas também para ensinar ao amigo do seu pai, aquele que mal o conhecia. 

Com um simples cenário onde duas cadeiras se destacam com uma bicicleta ao canto e luzes a revelarem os rostos dos atores, este espetáculo vive muito das expressões faciais, o que pode não jogar a favor junto do público que fique em filas mais distantes do palco. Com um texto simples, um pouco abaixo do que era feito outrora em Conversa da Treta, mas o tempo também mudou e hoje em dia é muito mais complicado agradar a gregos e troianos como antigamente, esta é daquelas peças que se vai ajustando através da aceitação e critica do público.

Ironia e boa disposição distinguem neste momento Filho da Treta da maioria do que é feito atualmente nos palcos nacionais. Com dois atores em palco, um simples cenário e a atualidade como destaque, vários temas chave são debatidos entre Zezé e Júnior, tal como os tuk-tuk nas cidades, a guerra entre taxistas e Uber, as barrigas de aluguer, as famílias homossexuais, emigração, impostos, fraude fiscal através do programa Simplex, as Off Shores, Ricardo Salgado e José Sócrates. As manifestações pelo debate entre o ensino público e privado e a igualdade de género protagonizada por Catarina Martins são temas que também não são esquecidos. 

Neste espetáculo existe também espaço para um rápido momento musical com alusão à queda do Banco Espírito Santo, do Banif e a todas as complicações da Caixa Geral de Depósitos, sem esquecer Isabel dos Santos que tem comprado o nosso país. 

Acordei e...

17.09.16Publicado por O Informador

... Estou finalmente de férias! 

As malas estão feitas, a ideia está pronta e a mente parece estar calma por saber que ao longo de duas, que se esperam longas, semanas irei estar de repouso total, sem ter de me levantar a horas certas porque o trabalho chama. Preciso de dormir, quero descansar e aproveitar os dias que por aí se aproximam, com bom ou mau tempo a fazer-se sentir. Ansiava há algum tempo por este momento, para mais quando sinto que a ansiedade aliada ao cansaço têm feito com que o psicológico ande um pouco afetado pelas últimas semanas!

Estou oficialmente de férias! Quer dizer, estes primeiros dias estou de folga e só depois é que entro de férias, mas é tudo a mesma coisa neste caso!

Incumprimento de horários

17.09.16Publicado por O Informador

Trabalho há praticamente dez anos e talvez tenha chegado atrasado dois dias por motivos de trânsito mesmo junto à entrada do local onde está situado o meu emprego! O que não entendo é como é que pessoas, que para mim mostram grande falta de responsabilidade, conseguem não cumprir horários constantemente e ainda acham que isso é normal?!

Há uns dias em conversa percebia que um dos motivos que leva algumas pessoas a chegarem atrasadas é porque acham que têm de gerir os seus horários e não têm de entrar e sair a horas certas. Se têm de entrar às nove mas se chegam às nove e vinte compensam no final do dia com mais vinte minutos, aqueles que lhes escapou de manhã. Isso é normal? Não! Não me faz qualquer sentido estes comportamentos, para mais quando cumpro horários e não percebo quem chega constantemente fora de horas. Se têm de entrar às nove, a essa hora têm de lá estar e não depois porque saem também mais tarde! Uma exceção há regra pode acontecer, agora fazer da dita exceção a regra é demais e mostra que afinal quem precisa de trabalhar não é assim tão bom para merecer o lugar que ocupa.

O não cumprimento de horários é um mau hábito que não aceito e se fosse patrão tenho a certeza que não aceitaria manter funcionários que não conseguem chegar a tempo só porque são bons enquanto estão a laborar. Para mim um bom trabalhador tem de ser completo e se tem falhas, mesmo que as mesmas consigam ser compensadas com as coisas boas, não funciona na mesma. Afinal de contas na abertura nunca se pode contar com a equipa porque chegam quando querem e não como devem? Não, isso não é assim e quem tem ideias de que está certo está redondamente enganado!

Estranha mensagem

16.09.16Publicado por O Informador

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Recebi um email meio estranho há pouco e não consigo perceber as circunstâncias com que me chegou! Na verdade acredito que esta mensagem de uma blogger, que circula pela plataforma Sapo, tenha surgido devido ao texto que publiquei há alguns dias - Encontrar-me! -, no entanto não sou de falar com as pessoas, principalmente com quem não conheço acerca dos meus problemas!

Eu, o rapazito!

16.09.16Publicado por O Informador

Sinceramente, não querendo parecer convencido, sei que aparento por vezes ter menos idade que a verdadeira! Há uns dias no trabalho senti isso na pele com uma cliente a apelidar-me por rapazinho junto do meu colega, com dois anos a mais que eu, que foi chamado por senhor! A diferenciação poderia ter uma boa ou má conotação mas não senti nada de critica naquela forma de se exprimir perante os dois, simplesmente quis diferenciar mas enquanto eu fiquei contente...

Ah pois é, o «rapazito» já caminha para os trinta e continuam a achar que tenho uns vinte e quatro, vinte e cinco! Não me importo nada, embora há uns anos me tenham confundido com o meu primo que tem quase doze anos a menos, mas enfim. Na altura fiquei um pouco irritado e devo ter mostrado má cara, mas logo passou, embora a situação me tenha ficado marcada!

Nos dias que correm continuo a sentir que fisicamente quem não me conhece continua a achar, na maioria dos casos, que sou mais novo e isso poderá sempre ser um pau de dois bicos. Tenho responsabilidades laborais e consegui ao longo do tempo mostrar trabalho e por ser um dos mais novos, quase com trinta, e aparentar ainda menos, não quer dizer que não saiba o que ando a fazer. Só que quem olha à primeira vista para um suposto funcionário mais novo que os outros não leva a sério que a responsabilidade existe acima de quem tem mais idade.

Bilhetes para Constelações [21-09-2016]

15.09.16Publicado por O Informador

O Teatro Aberto apresentou o espetáculo Constelações em Julho. Com o sucesso que a produção da autoria de Nick Payne alcançou pela Sala Vermelha, o regresso logo ficou marcado para o início da temporada 2016/2017! Joana Brandão e Pedro Laginha protagonizam esta produção que O Informador viu e tem agora cinco convites duplos para oferecer aos leitores e seguidores do blog! Alguém quer entrar pelos universos paralelos criados ao longo de hora e meia pelo palco do Teatro Aberto no próximo dia 21 de Setembro pelas 21h30?!

A Menina do Cão

15.09.16Publicado por O Informador

Poderia ser o nome de um livro mas não o é! A Menina do Cão foi o nome que atribui a uma visão real que tive quando a caminho do trabalho logo pela manhã vi numa vivenda uma criança com o seu pequeno e jovem amigo de quatro patas ao colo.

A menina estava junto ao grande portão de entrada e saída dos automóveis e tinha o pequeno cachorro ao colo! Ela com um ar triste a ver os carros passarem e talvez há espera que alguém chegasse. Ele, ao colo, a olhar e talvez com o pensamento canino sobre o que se estaria a passar com umas coisas de quatro rodas a circularem de um lado para o outro. 

Aquela imagem tão simples e ingénua ficou-me na memória ao longo de horas por transmitir-me várias sensações pouco tempo após ter acordado! Vi naqueles dois seres companheirismo, amor e ternura entre ambos, mas ao mesmo tempo percebi que existia solidão no olhar de uma criança que talvez tenha sido compensada com a presença de um cachorro para colmatar o tempo que passa sozinha sem companheiros da sua idade com quem partilhar aventuras ou só mesmo para ter companhia ao longo das suas férias de Verão!

Encontrar-me!

14.09.16Publicado por O Informador

Um misto de sentimentos tem vindo a assombrar a mente de quem só tenta estar bem! A montanha russa com que o bem e o mal se cruzam pelos meus pensamentos é inacreditável, a ponto de conseguir perceber que afinal até tenho uma vida que me faz sentir bem, como rapidamente no momento seguinte existe uma quebra e o mundo parece prestes a desmoronar!

Pessoalmente tenho consciência que não me encontro bem e que tenho andado a viver pelos últimos tempos por fases bem oscilantes e onde somente quero e sinto necessidade de estabilizar. O riso verdadeiro unido a uma falsidade que só eu consigo identificar. O choro que mantenho de forma isolada para que os outros não tenham de perceber que não estou bem!

Na verdade não consigo encontrar o verdadeiro ponto negro do problema, tudo me irrita quando estou num momento menos bom, mas também não me deixo entusiasmar assim com tanta facilidade como por outros tempos. Ao mesmo tempo que me tento levantar algo parece puxar a mente para o buraco de onde parece estar complicado sair. 

9.000 vezes Obrigado!

13.09.16Publicado por O Informador

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Em Março agradeci a todos os 7.000 comentários do blog!

Em Maio celebrei os 8.000 comentários aqui pelo espaço!

Em Setembro posso bater palmas a todos vocês por me terem ajudado a ultrapassar a barreira dos 9.000 comentários!

Muito Obrigado a todos que colaboraram para atingir esta nova meta que agora ganha novos contornos... Os 10.000 estão a caminho e gostaria muito que fossem alcançados ainda em 2016! Será possível? Vão todos fazer uma força, em modo comentário, para que O Informador lá chegue este ano?

 

 

Vencedor de Acredita em Ti

12.09.16Publicado por O Informador

A coleção Clube do Livro SIC, da editora Guerra e Paz, ganhou há umas semanas um novo sucesso da autoria de Eduardo Silva. O Informador como gosta de presentear os leitores do blog com algumas das últimas novidades literárias lançou passatempo para a atribuição de um exemplar de Acredita em Ti, o livro de desenvolvimento pessoal inspirado na vida do seu autor. 

Eis chegado o momento de revelar o nome da vencedora que irá receber pelos próximos dias esta obra que pode ser um ponto de partida para que um novo rumo de vida seja feito. Cátia Santos, de Coimbra, foi a sorteada através do sistema random.org e irá receber o seu prémio pelos próximos dias! Parabéns! 

Secret Story 6, a estreia!

12.09.16Publicado por O Informador

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Dezoito oncorrentes dentro da casa principal do Secret Story e três no cubículo de vidro em espera para poderem residir na moradia! O que dizer dos concorrentes da sexta edição do reality show da TVI?

Eis a primeira impressão que tive sobre cada concorrente... Helena e Paulo, dois licenciados com a mania que são mais que os outros, Carla, uma açoriana que parece ir um pouco de encontro ao perfil de Cátia Palhinha, Cláudio, um jogador de póker com a mania, Tucha, uma angolana que me cheira já ter experiência neste tipo de programas da vida real, Rita, uma taxista e marchante pimba, Fábio, o galã de esquina, Cristiana e Cláudio A., o casal de convencidos, a Ana dos decotes, o Diogo com a mania que é engraçado, Luís, o concorrente que se auto elogia como ninguém, o Bruno que só devem viver frente ao espelho e que casou com a Chistina, aquela que só entra porque deu o nó em direto, Diogo S., o miúdo alentejano, Catarina, a barbie solário do grupo, Mariana, a Mia que foi apresentada como «a coitadinha», o viajante André que promete mas não parece cumprir, Nuno, o amigo e conhecido de concorrentes de anteriores edições do programa, Kika, a convencida, mimada, sportinguista e conflituosa e Vanessa, a parisiense pacifica. Estes são os residentes da nova Casa dos Segredos, o reality show que ainda agora começou e já está a causar sensação entre os fãs do género pelas redes sociais!

Quanto aos segredos dos concorrentes... «Fui raptado/a pelo meu pai durante três meses», «Atropelei a minha mãe e ela nunca soube», «Nasci bebé sereia», «Dormi no quarto do Cristiano Ronaldo», «Foi-me diagnosticado cancro aos 18 anos», «Não consigo atravessar a ponte 25 de Abril», «Somos um casal», «Sofro de ictiofobia, pânico de peixes», «Nunca conheci o meu pai e estou à procura dele», «Casamos na gala de estreia da Casa dos Segredos 6», «Sou campeão/campeã nacional de atletismo», «Tenho uma doença neurológica incapacitante», «Participei num exorcismo», «Levei o/a meu/minha amante ao meu casamento», «Desempenho um cargo político», «Sou viciado/a em cirurgias estéticas», «33.200 pessoas permitiram a minha entrada na Casa dos Segredos 6», «Participei num reality show» e «Sou o elo de ligação entre todos os concorrentes».

Uma casa totalmente renovada com paredes em vidro, uma pequena casa extra, um jardim maior que o das edições anteriores e uma produção a cargo da Endemol que se esmerou para apresentar os concorrentes na gala de estreia. A cereja no topo do bolo é Teresa Guilherme que mesmo continuando com os seus trocadilhos angustiantes, pareceu bem mais calma nesse campo e gostei de ver todo o entusiasmo da apresentadora que é, sem dúvida alguma, a rainha neste tipo de programas da vida real.

Comentar não é criticar!

11.09.16Publicado por O Informador

Adoro perceber quando as pessoas com um curto espaço para refletir sobre o que leem não conseguem entender o que é uma critica e uma brincadeira descarada sobre alguma coisa! Será que é necessário colocar em certos textos publicados que tudo não passa de um artigo pindérico porque apeteceu sem ter de ser entendido como uma análise ou crítica, apenas uma chamada de atenção?

Existe uma distinção entre o falar bem ou mal sobre alguma coisa e um desabafo onde se consegue comentar um tema sem o ter de avaliar. Opiniões existem e todos as podemos revelar, fazendo com que não tenhamos de concordar com o que parte da sociedade acredita que seja o normal!