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O Informador

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31
Dez15

Malvados soluços

Meses e meses sem um verdadeiro ataque de soluços e eis que neste último dia do ano estou para aqui aos pulos e a situação não há meio de passar. 

Já bebi água, comi e fiz o pino mas o que é certo é que não existe meio destes malvados soluços passarem, deixando-me em paz. 

Não me lembro da última vez em que isto tinha acontecido, mas de certo que já foi há muito, talvez já há mais de um ano, não sei! Agora é esperar que isto desapareça quando quiser!

Aqui está uma situação que não desejo para 2016!

31
Dez15

2016

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Prestes a deixar 2015 para dar as boas-vindas a 2016, os sonhos e votos de felicidade são renovados no salto para os próximos doze meses. A todos uma boa entrada no novo ano, aquele que a comunidade chinesa diz ser o do macaco. Vamos soltar a macaquice que existe dentro de cada um de nós em 2016, revelando o que de bom e mau poderá acontecer com tanta macacada junta. 

Bom 2016 pessoal e até para o ano!

30
Dez15

Não Vou Chorar o Passado

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Autor: Tiago Rebelo

Data: Outubro de 2001

Editora: ASA

Número de páginas: 192 páginas

Classificação: 3 em 5

 

Opinião:

Leveza e amor numa só obra são os destaques sagrados da maioria dos romances de Tiago Rebelo. Com Não Vou Chorar o Passado não existe excepção.

Com um passado marcado pela perda, no presente dois jovens com poucos anos de experiência profissional encontram-se no que parecia ser um mero acaso. Duas vidas com passados semelhantes e onde esse mesmo passado poderá ser a chave para a resolução de um futuro que promete ser composto de felicidade.

Gostei da criação dos personagens centrais, Alice e Joaquim, e de como a história se vai desenrolando. Confesso que de início fiquei um pouco à toa com a primeira parte do livro, já que Rebelo sempre gosta de esticar o prólogo por uns bons capítulos, não se percebendo a razão pela qual tal acontece, até que depois tudo vai sendo desmistificado e resolvido, existindo sentido coerente para tanta explicação.

30
Dez15

Noção laboral

Existem dias em que é necessário dar razão à consciência para se perceber que enquanto trabalhador não seu fez grande coisa ao longo das oito horas de trabalho!

Hoje foi um desses dias! Não senti e não percebi como o tempo foi passando! Olho para trás e vejo que acabei por andar de um lado para o outro por me andarem sempre a chamar e que em concreto acabei por não ver o meu corpo a ter grande produtividade ao longo daquelas horas em que estive a tentar fazer alguma coisa em vão!

Existem sempre estes dias em que deixamos o horário laboral e pensamos no que andamos a fazer... No meu caso foi nada de nada! Dizem que faço mas na minha auto análise acabo por pensar que isso não acontece, ficando meio disperso ao longo de manhã e tarde onde todos têm a sua função, como eu, mas onde acabei por andar meio presente no trabalho dos outros e ausente no que tinha em mente desempenhar. 

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