Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Sobe balão, sobe inspiração!

25
Set15

Neste serão sinto-me ligeiramente inspirado! Talvez precisasse de um descanso, de uma pausa só para mim! Depois de um dia bem cansativo e pesado de trabalho, descansei nas últimas horas e acredito que as baterias estão recarregadas. O «Sobe, sobe, balão sobe» da Manuela Bravo foi simplesmente a música que me surgiu na cabeça, sabe-se lá por que carga de água!

Plaza Suite

25
Set15

Plaza.jpg

Alexandra Lencastre e Diogo Infante são as grandes estrelas de Plaza Suite, aquele espetáculo que tem dado que falar por conseguir esgotar a sala do Teatro Tivoli BBVA sessão após sessão. Primeiro e rápido comentário sobre esta comédia... Adorei!

Com dois atos distintos entre si, Plaza Suite é daquelas peças onde o lema «rir é o melhor remédio» marca presença do início ao fim! Com dois casais bem diferentes que desfolham as suas desventuras amorosas ao longo de uma vida perante as circunstâncias atuais em que se encontram, as duas histórias contadas e criadas por Neil Simon, encaixam na vida de tantos pares que andam por ai que é impossível não se fazerem comparações num momento ou outro. 

Quatro personagens centrais, quatro personagens secundárias interpretadas por Helena Costa e Ricardo de Sá e um decor que recebe em momentos distintos as duas histórias que se passam no mesmo local em datas diferentes. Se no início acompanhamos uma mulher que acredita festejar naquele dia o seu aniversário de casamento e faz de tudo para reconquistar o marido que a troca por uma jovem, já na segunda parte a acção, a que mais me conquistou, passasse em torno de uma noiva que se tranca na casa-de-banho do quarto de hotel enquanto os pais entram em desespero pelas contas que estão a pagar naquele dia em que a filha parece já não querer dar o «sim» ao noivo que a consegue convencer no final a abandonar o casulo onde fica durante grande parte do tempo. 

O apalpão!

25
Set15

No outro dia quando já estava de saída do trabalho, eis que a cumprimentar um cliente que entrava acabei por ser apalpado! Não reagi, pensei que aquilo não tinha acontecido e fui de imediato comentar com a colega que estava de frente e que acabou por dizer que tinha visto mas que achou ao mesmo tempo que o cliente não me tinha chegado a tocar!

Tocou e não foi porque sim, foi mesmo porque quis porque a forma como nos cruzamos não dava para a mão ter raspado sem querer. Agora penso que talvez em outras alturas aquele mesmo cliente me tenha tocado e que não tenha dado atenção à situação.