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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

15
Set15

Bilhetes para As Raposas

O Informador

As Raposas.jpg

As Raposas estrearam na Sala Azul em pleno mês de Junho, tendo recebido aí os aplausos do público que foi ao Teatro Aberto até ao final de Julho assistir a este espetáculo de Lillian Hellman e com encenação de João Lourenço. Tive a oportunidade de assistir a uma das últimas sessões da temporada, tendo adorado esta produção que conta com nomes bem conhecidos do público em palco. Agora e porque o que é bom regressa e pode desta vez ser partilhado, eis que surge a oportunidade de atribuir dez convites duplos para a sessão de Quinta-feira, 17, pelas 21h30. Vais querer perder esta oportunidade de te encontrares com As Raposas que estão de regresso ao palco da sala lisboeta para uma nova temporada de sucesso?

Sinopse:

Uma família de grandes proprietários quer expandir o seu negócio para aumentar o seu capital e, assim, realizar tudo aquilo que o dinheiro parece poder comprar. Na luta pelo poder dentro da família, revelam-se diferentes maneiras de pensar e agir: quem olha a meios e quem só olha a fins, quem se adapta ao presente, quem se agarra ao passado, quem vence pela força e quem espera pelo momento certo, quem é pragmático, quem escuta o coração. No fim, quem leva a melhor?

Esta versão, que transporta para os nossos dias a acção desta peça de 1939, salienta as paixões desencadeadas pela ânsia de poder e de dinheiro e questiona os valores que regem as sociedades globalizadas em que vivemos.

Ficha Artística:

Versão: João Lourenço | Vera San Payo de Lemos

Dramaturgia: Vera San Payo de Lemos

Encenação: João Lourenço

Cenário: António Casimiro | João Lourenço

Figurinos: Dino Alves

Vídeo: JP Fazendeiro

Luz: João Lourenço

Com: Diana Nicolau | Eurico Lopes | Gracinda Nave | João Perry | Luisa Cruz | Marco Delgado| Pedro Caeiro | Sofia Cabrita | Virgílio Castelo 

Este passatempo decorrerá até às 20h30 de 16 de Setembro e para se habilitarem a um dos bilhetes duplos que tenho para sortear só têm de:

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  • Preencher o formulário que se segue onde só é permitida uma participação por endereço de e-mail.

15
Set15

Buscando... Carros

O Informador

Já tinha pensado em comprar carro novo! Ando com o antigo do meu pai, que data de 1994, e a mudança tinha de acontecer mais cedo ou mais tarde para não esperar por problemas de maior! Agora, depois do pensamento inicial, a busca começou!

Digamos que ando em modo de procura por um carro a gasóleo, com data de matrícula entre 2007 e 2010 sem saber ainda bem que marca e modelo quero na realidade. Andamos a ver, não é necessária pressa porque se tenho vivido ao longo dos dez anos de carta de condução com o Opel Corsa cinzento não será agora por mais um ou dois meses que morrerei sem ter um automóvel novo, nas minhas mãos, à porta. 

Já visitamos stands, vimos alguns preços, andei pela internet em pesquisa e é continuar assim pelos próximos tempos até aparecer, sem comprar a primeira coisa que apareça pela frente, aquele carro que me conseguirá fazer companhia pelos próximos anos. Não vou comprar novo, não quero uma alta máquina, quero simplesmente um carro mais moderno do que o que tenho, sem problemas e com quatro rodas para circular de um lado para o outro. 

15
Set15

Velhas amizades escolares

O Informador

Os amigos de infância ficaram pelo caminho na minha vida! Etapa a etapa fui desprendendo laços escolares e hoje quando passo por quem se sentou ao meu lado pelos primeiros anos de escola cumprimentamos-nos com uns simples «bom dia» ou «boa tarde» e «está tudo bem?», nada mais. Seria necessário para bem de qualquer felicidade permanecer pelas vidas uns dos outros?

Cada qual seguiu o seu caminho, pelo que percebo não existem ligações entre os sete ou oito que frequentávamos o mesmo ano escolar na escola da aldeia na altura. Uma pequena civilização, menos de uma dezena de crianças que assim que entraram na fase do ensino preparatório começaram a abrir os seus horizontes e nunca mais olharam para trás, para os que foram ficando pelo caminho sem qualquer pena.

O que será feito da vida de cada qual? Só nos cruzamos, mal falamos e não existe qualquer sentimento de culpa pelo abandono, pelo menos deste lado, para com os antigos parceiros de turma. Todos mudamos, todos conhecemos novos companheiros que optamos por ter connosco por serem talvez o bem de que sempre procuramos ao longo de uma vida. Substituições, ao fim e ao cabo foi isso que aconteceu naquele tempo, fomos substituído uns e outros e hoje não passamos de antigos colegas de escola, que brincamos tantas horas juntos e onde nos dias que correm passamos uns pelos outros com simples acenos de mão que simbolizam que existiu algo entre nós, algo que marcou um passado que todos recordamos como positivo mas que foi ficando, sem mágoas e com glórias triunfais.

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