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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

31.08.15

Já vos contei?


O Informador

Dezembro está a aproximar-se e nesse mesmo mês, se as coisas correrem dentro do previsto, serei tio emprestado da Madalena! Yeh, os meus afilhados de casamento estão à espera da primeira filha que já está formada e a ganhar peso dentro da barriga da mamã. 

Já a senti! Já a trato por Madalena e começa a contagem decrescente para poder ir ao hospital conhecer a minha mais recente sobrinha, aquela que vou ver sempre como se fosse da minha família. Faltam três meses e pouco para ela nascer e começar a olhar-me nos olhos, momento em irá perceber quem é o tio fixe que vai andar sempre pela sua vida, umas vezes mais presente, outras mais ausente, mas isso é o normal em mim.

30.08.15

Coitadoooooooooo!


O Informador

Pelo Twitter pode ler-se de um certo indíviduo bem seguido pela rede social...

«Sou a pessoa mais inteligente que conheço. E, acreditem, sou um idiota chapado.»

Tanta pena deste senhor que percebe finalmente que é um idiota daqueles sem ideias de mestre e que não consegue dar uma para a caixa com o que vai partilhando vindo do seu pequeno cérebro!

30.08.15

Costumes dominicais


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Mãe desta casa afirma que ao Domingo não se corre!

Ora bolas que não sabia que os Domingos são uma espécie de dia santo por estes lados onde se afirma que não se pode fazer isto e aquilo porque não se deve! Explicação lógica não existe, só mesmo porque é assim e pronto, nada mais a perguntar porque não existem justificações possíveis! 

30.08.15

O Pátio das Cantigas


O Informador

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A crítica tem sido positiva para com o filme O Pátio das Cantigas de Leonel Vieira, no entanto e embora tenha gostado, várias falhas técnicas estão presentes na produção nacional que tem conquistado o público cinematográfico.

Com um elenco de peso, conhecido da maioria dos espetadores televisivos, O Pátio das Cantigas é um produto que consegue aliar seriedade com diversão num texto que podia ser mais corrido mas que não perde em momento algum o sentido. Notei que por ter várias personagens e todas terem o seu destaque, várias histórias vão-se perdendo ao longo do tempo e acabam por ficar com finais em aberto, parecendo que estamos perante um episódio de uma qualquer série ou novela que na próxima semana irá continuar no mesmo horário. Não existe um corte, um desfecho lógico no que vai sendo contado com praticamente todas as personagens que andam de um lado para o outro com as suas trapalhadas emocionais que acabam por não conseguirem chegar a lado algum.

No que toca ao elenco e tirando um excelente Miguel Guilherme pelo campo masculino, nota-se em geral que as moças estão acima dos atores escolhidos que fizeram mais do mesmo daquilo a que estão habituados, comédia, comédia e comédia. Elas sim, com personagens talvez mais normais, conseguem dar nas vistas com a sua representação que mostra que estão na profissão certa, ao contrário dos humoristas a que não acho piada alguma, mas isso já pode ser coisa minha por não simpatizar com grande parte daqueles cómicos. 

Enredo e elenco relatados, eis que em termos técnicos detetei algumas falhas, entre elas a luz das câmaras quando algumas personagens estão de óculos de sol e nota-se claramente que têm uma câmara à sua frente com a luz ligada em foco. Não custava nada ter retirado aquela situação de cena! Depois algumas sombras em determinadas cenas de pessoas que não estão em cena também vão aparecendo aqui e acolá como se a rua tivesse cheia de pessoas a passarem, o que não era o caso. E outra coisa... Qual a razão de recorrerem a uma Oceana Basílio para fazer de portuguesa que volta do Brasil passados quinze anos quando poderiam ter contratado uma atriz do outro lado do Atlântico que esteja a viver por cá, como é o caso das duas que entram no filme quase como figurantes? Não percebi, tal como não percebi aquela personagem falar claramente de modo brasileiro quando passou mais tempo em Portugal do que do outro lado do oceano, não se perdendo naquele tempo o sotaque como aparentou acontecer. 

30.08.15

Resistência


O Informador

Resisto a uma ida ao Casino há várias semanas seguidas! Estou de Parabéns ou não?

Há semanas, podendo mesmo dizer que há alguns meses, que consigo não colocar os pés dentro de um espaço de gastos fáceis onde a sorte pode aparecer mas onde também é mais fácil perder do que ganhar!

Muitas vezes não me lembro de ir até ao Casino Lisboa, o que fica mais perto de casa, e mesmo se estiver pela zona opto por ir até ao Centro Comercial Vasco da Gama e aplicar o dinheiro que poderia vir a gastar numa máquina qualquer em roupa, sapatos, livros e afins!

29.08.15

Brinde perdido


O Informador

Vou à MultiOpticas comprar líquido para as lentes de contacto. Pego num suposto cartão de pontos que vai dando direito a descontos e ofertas em modo de brinde. Só que no momento do pagamento e de receber o brinde, eis que a balconista diz que não tem brindes na loja naquele momento, só que a mesma situação já tinha acontecido anteriormente.

Será que no quadrado utilizado, se dissesse desconto de 25% ou 2 por 1 também me diziam que não seria possível realizar tal promoção por erros do sistema? Afinal para que serve aquele cartão se depois no momento exato para ser utilizado não existem os supostos presentes para os clientes?

29.08.15

Necessidades contrárias


O Informador

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Existem as loucas que aumentam o peito e tudo e mais alguma coisa, existem as que por não se sentirem bem consigo e com o que têm que tentam aumentar o que não lhes apareceu com o crescimento e depois existem as que por necessidades físicas têm de reduzir o que os genes lhe deram. 

Este é o caso da jovem atriz Ariel Winter, a Alex de Uma Família Muito Moderna, que desde cedo começou a queixar-se de dores nas costas devido ao tamanho do seu peito. Aos 17 anos Ariel vê-se assim livre do que estava a mais no seu corpo, provocando talvez alguma crítica junto das mulheres que gostariam de ter o peito com um volume acima do normal e que não foram fornecidas com tal benção.

Neste caso existem certezas... Ariel ficou melhor do que estava não só a bem da saúde mas também aos olhos de todos nós!

28.08.15

Sheldon Cooper


O Informador

Sheldon Cooper é a personagem mais carismática de A Teoria do Big Bang, a cómica série que comecei a ver e que só a partir do quarto ou quinto episódio consegui ficar rendido devido a esta mesma personagem do físico disparatado e inconveniente. Agora a revista GQ fez um apanhado de algumas das frases da personagem interpretada por um dos atores mais bem pagos do mundo, Jim Parsons. 

 

«As pessoas choram porque estão tristes. Eu choro porque as outras pessoas são parvas, e isso deixa-me triste.»

 

«Tenho uma vasta experiência em Biologia. Em 1988, comprei um Tamagotchi e ainda está vivo.»

 

«Sou excecionalmente inteligente. Licenciei-me na faculdade com 14 anos. Enquanto o meu irmão estava com uma DST, eu estava com um PhD.»

 

«Algumas pessoas dizem que não conseguem viver sem amor. Eu acho que o oxigénio é mais importante.» 

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