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O Informador

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31
Mai15

O que ler agora... Ajuda-me!

Preciso de ajuda! Estou prestes a terminar a leitura de Enquanto Salazar Dormia... como tal e porque a lista de livros em espera aqui por casa é maior que aquela que pensava, vou pedir a vossa preciosa ajuda para me escolherem o que começar a ler pelos próximos dias!

Não custa nada! É só ler a lista que se segue dentro de momentos e seleccionar a vossa escolha! Revelarei ainda esta semana as vossas preferências e consequentemente a obra que irei ter como companheira pelos próximos tempos!

Conto contigo, vá!

 

31
Mai15

Morto ou Matado

Tenho andado a ver a segunda temporada da série Elementar e com isso e graças à legendagem colocada pela FOX, surgiu-me uma questão gramatical que queria partilhar com todos vocês para tentar perceber se fui eu que aprendi mal o sentido e uso das palavras Morto ou Matado ou se afinal serão mesmo as legendas da série que são mal feitas.

«Já se encontrava matado» ou «Já se encontrava morto», qual das duas formas é a correta? Somente em Elementar tenha esta dúvida em vários episódios e sempre com as duas mesmas palavras de Morte. No meu entender e pelo que aprendi, a segunda opção é a correta, mas quem faz a tradução das falas das personagens coloca sempre o Matado em destaque não usando uma única vez o Morto em frases deste género. Não percebo se sempre fui eu que estive mal ou se será mesmo a equipa responsável pelas legendas em Portugal de Elementar que não faz uso dos adjetivos de forma correta. 

Morto ou Matado, quando devemos usar um ou o outro?

31
Mai15

Oportunidades

Muito bonito pensar naquelas frases feitas que afirmam que devemos dar oportunidades a pessoas, mesmo que estas errem uma vez ou quando ainda não as conhecemos verdadeiramente para as colocar de lado. Infelizmente não consigo ser assim, indo tal ideia contra as minhas vontades e crenças sociais. 

Primeiro nas primeiras cruzadas não dou logo grandes conversas para que não pensem que surge ali uma amizade espontânea e daquelas que são para a vida. Gosto de analisar as pessoas, perceber o que são, se têm pontos com que nos possamos identificar e saber como são com quem tomou a iniciativa de nos apresentar. Isto se os conhecimentos acontecerem no dia-a-dia e fora do mundo laboral. Já no que toca ao ambiente de trabalho, aí as coisas são diferentes. Não dou nos primeiros dias grande espaço para conversas e só com o tempo é que alguns, mesmo só alguns, conseguem ter um maior à-vontade comigo. Quando não gosto e quando no início percebo que existem várias falhas não vale sequer a pena dar o minímo de espaço para que cheguem mais perto do que o direito exigido pelo local em que nos encontramos. 

30
Mai15

Acabou o sossego!

Final de tarde de Sábado! Chegada a casa por volta das 18h30 porque até aí estive a trabalhar! Tenho estado relaxado, em sossego e com um silêncio profundo como som de fundo! Até que chegam os meus pais e tudo fica alterado!

A mamã, olhem que chique, na maioria dos dias parece que tem o diabo no corpo ou na mente e consegue arranjar mil e um pretextos para implicar com qualquer merdinha que seja. Irra que tem mesmo de existir muita paciência nesta hora!

Depois de um tempinho de final de tarde a solo e em paz chega a turbulência para irritar qualquer simples mortal! Ouço dizer que todas as mães têm o seu toque de irritação, será mesmo verdade?

30
Mai15

Código do multibanco esquecido!

Eis o momento em que a empregada de uma loja de centro comercial me pergunta se quero colocar o contribuinte na factura, respondo-lhe que sim ao mesmo tempo que dou o «ok» no multibanco. Na hora de colocar o código e de ditar o número para a moça, eis que o meu cérebro bloqueia de uma tal forma que acabo por me esquecer dos quatro números que permitem fazer o pagamento das compras. 

Tive de parar, olhar em frente, dizer os números que compõem o contribuinte e depois sim voltar a olhar atentamente para o terminal de multibanco, pensar um pouco, lembrar-me entretanto do código do terminal do trabalho e depois sim pensar naqueles dígitos que me acompanham há uma década como se nunca se tivessem varrido da mente. 

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