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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Cheira-me...

06
Abr15

Analisando pelas diversas partilhas nas redes sociais que têm circulado pelas últimas horas prevejo que daqui a pouco, mesmo muito pouco tempo, começara a chover por estas paragens também. O país está debaixo de aguaceiros logo nesta semana em que estou de férias. Poderia dizer que sou uma pessoa sem sorte se estivesse a pensar em ir até à praia, mas como isso não passou pelos pensamentos tanto me dá, só sendo mesmo chato por ter de conduzir e andar na rua também com chapéu de chuva atrás.

Estou de férias!

06
Abr15

Primeiras férias de 2015 a começarem agora! Uma semana de descanso espera-me e o Alentejo será o destino para passar os próximos dias, longe de tudo e todos e onde a correria e stress do dia-a-dia não existem!

Estou de férias, o sol não tem marcação para aparecer, o que é uma grande pena, mas o que interessa é que vou estar em descanso absoluto sem ter muito para me preocupar e sem ter de pensar que todos os dias terei de acordar para passar oito horas a trabalhar. Como é bom poder dizer que por estes dias até me sabe bem acordar só para pensar que não tenho obrigações marcadas, podendo decidir o que fazer, onde ir e quando ficar em repouco absoluto. 

Crianças ignoradas

06
Abr15

Não sou pai, é um facto, mas acredito que se fosse não lidaria com as crianças como se por vezes fossem completos inúteis. No passado fim-de-semana vi uma situação que me deixou a pensar sobre este tema por um simples facto. Dois miúdos, percebi que estavam com dez e oito anos de idade, estavam entregues em férias escolares aos seus avós. Foram os quatro a um café onde os amigos dos avós estavam ou iam passando e faziam questões que geravam conversas sobre os pequenos como se eles não estivessem ali e não compreendessem o que se estava a dizer. A sério mesmo? Sério!

Será que aqueles dois senhores já adultos e os seus amigos e conhecidos do chá das cinco esquecem-se que as crianças ouvem e percebem o que é dito sobre si ou os seus pais? Já são grandinhos e não gostam de perceber que estão a ser comentados por pessoas que nem conhecem e a que são forçados a cumprimentar. Os avós queixam-se dos seus comportamentos, dizendo qual era o pior e que já estavam cansados e a desejar que as férias escolares terminassem para poderem voltar ao descanso. Será que isto é mesmo verdade? É e a alegria dos menores deve ter ficado em altas por perceberem que estão a mais na casa dos pais dos seus pais que se queixam a todos os que passam, contando as tropelias próprias da idade que cada qual foi fazendo por esses dias de descanso escolar.