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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

14
Mar15

Tempestade interna

O Informador

Não sei que dizer e de como exprimir os meus pensamentos! Ando a leste, meio ausente deste planeta de conflitos sociais e internos. Que estrela guia deverei seguir para estar bem e acabar por não sair magoado de decisões rápidas e intempestivas?

O caminho do ciclo da vida deu-me uma oportunidade duradoura de auto conhecimento com um par perfeito, sintonizados no mesmo sentido e em comunhão com a vida. Viajamos na mesma direcção durante tempo suficiente para perceber que estávamos no caminho certo só que nem sempre as longas viagens acabam em bom porto, existindo oscilações de percurso onde as sinuosas estradas causam estragos. A solidão, a percepção que sozinho também se está bem, a noção que tudo já foi bem melhor do que nos últimos tempos e a saturação para com a rotina levam a desfechos nem sempre queridos e desejados pelas várias partes. O que fazer para não cair na tentação de estragar tudo o que foi construído mas onde já não idolatramos viver?

O tempo, o afastamento, a procura pessoal e o reconhecimento que existem fronteiras próprias que ainda não tinham sido descobertas ajudam a deitar tudo a perder para voltar atrás no tempo, recuperar o entusiasmo próprio e querer caminhar com as aprendizagens obtidas mas sem os pesos que acabaram por estragar aquele ciclo tão importante mas que teve o seu desfecho com hora marcada, talvez há algum tempo reservado mas sem ser anunciado previamente. 

14
Mar15

Ups! Perdi o carro!

O Informador

Não, eu não sou despistado nem esquecido, simplesmente estava distraído e a memória apagou por momentos o que tinha feito duas horas antes! Perdi o carro num parque de estacionamento público e de rua, será possível? Comigo é!

Estacionei, fui às compras pelo Vasco da Gama, passei pelo Casino e quando estou de regresso ao carro, por sinal com a carteira um pouco mais recheada, comecei a entrar em pânico. Ao longe e conforme me dirigia ao local onde achava que tinha deixado o veículo logo comecei a ter noção que não o estava a ver, no entanto resolvi aproximar-me, já meio confuso e a pensar se me tinham levado o Opel só por embirração por ainda não ser uma máquina dos tempos modernos. Mesmo não o vendo fui praticamente ao lugar onde acreditava que tinha estacionado, já meio bloqueado dos nervos e a pensar no que fazer naquele momento sem carro, sozinho e no meio de Lisboa. 

Isto até que me lembrei que tinha encontrado lugar logo à chegada e que isso fez-me estacionar muito antes do local onde é hábito, esquecendo-me por completo daquele ato quando estava de regresso para tentar voltar a casa. A lembrança apareceu, retomei o caminho desejado, encontrei o veículo, entrei e «bora lá» para casa que já se faz tarde! 

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