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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

A queimadura de Flávio Furtado

02
Mar15

Na passada sexta-feira o comentador de bancada Flávio Furtado deu tricas e revelou mexericos sobre o convidado da produção da recente edição do Secret Story, José Castelo Branco. Na hora e pelas redes sociais logo se levantaram vozes contra e a favor do que o comentador revelou, gerando polémica junto do público, o que não escapou às malhas da produção que em plena gala dominical confrontou o seu convidado com as imagens de Flávio. O que se pode realmente dizer sobre estes dois?

Ambos querem dar nas vistas, precisam disso para aparecerem e para que isso aconteça conseguem fazer de tudo para mostrarem que estão vivos, nem que para tal tenham que rebaixar uns e outros. O que o comentador fez foi feio, primeiro por levar coisas do passado para onde não era chamado, depois por envolver pessoas extra na história, personagens que nem queriam talvez ver os seus nomes envolvidos no caso, como é normal, por estarem entre os dois conhecidos que lutam pelos seus lugares nos realitys shows nacionais. Num momento de vergonha alheia Marta Cardoso acabou por não controlar a sua mesa de comentadores no serão de Sexta-feira e isso gerou comentários bem atribulados, culminando também na crítica de Castelo Branco a Flávio, chamando o ex-concorrente do Big Brother Vip de tudo menos de santo. Os dois já trabalharam juntos pelo meio que tão bem conhecem, ficaram inimigos e em plena guerra aberta de palavras televisivas revelaram o que queriam e não queriam e quem ficou a perder com isto?

Cyrano de Bergerac

02
Mar15

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No serão de Sábado fui até ao Teatro Nacional D. Maria II para assistir ao tão bem comentado espetáculo protagonizado por Diogo Infante, Cyrano de Bergerac. O que poderei dizer? Coisas boas e más, como quase sempre!

Antes de mais quero destacar pela negativa as péssimas condições da sala teatral, com os lugares bem apertados e com o espaço ideal para os nossos antepassados, não estando nada preparada para receber pessoas dos dias de hoje, altas e com pernas maiores que as gerações de há cem anos. Depois da sala poderei então falar desta produção que tem mantido lotação esgotada desde a sua estreia!

Com um elenco numeroso mas com vários rostos desconhecidos do grande público, Cyrano de Bergerac conta com a interpretação exemplar do seu protagonista que raramente sai de cena, estando ao longo de quase três horas sempre em palco com várias cenas onde personagens saem e entram dando o revirar da acção numa história de amor e guerra. A paixão, o poeta, a filosofia e a religião em tempo de luta pelo bem são os pratos fortes desta produção com uma qualidade cenográfica única, com um décor sempre em movimento com passagens acima do que é normal ser feito pelo nosso país. As personagens circulam por vários cenários exemplarmente bem conseguidos, o que aliado à música e aos figurinos conseguem fazer desta peça a melhor a que já assiste pela sala nos últimos anos. Não posso dizer que tenha adorado, não, nada disso, isto por no início me sentir meio perdido pela história, no entanto na segunda parte consegui apanhar o enredo e perceber as personagens que entretanto evoluíram dentro da acção ao longo do tempo. 

Cyrano de Bergerac é daquelas personagens que só aparecem uma vez na vida de um ator e que Diogo Infante, mestre da representação, agarrou na perfeição com todo o profissionalismo que sempre tem mostrado ao longo da sua carreira! Sem dúvida que este espetáculo tem um rosto que se destaca entre tantos outros, principalmente do elenco feminino que consegue admiravelmente ficar atrás dos rostos masculinos, mostrando que o casting não foi equivalente para os dois lados. 

Gostei mas podia ser melhor! No entanto dentro do estilo bem impresso do Teatro Nacional D. Maria II é o normal, seguindo a mesma linha dos espetáculos anteriores, com tudo estudado e elaborado ao pormenor para mostrar a veracidade do que é representado num cenário deveras bem conseguido!

MasterChef regressou!

02
Mar15

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A segunda temporada do programa culinário voltou aos serões de Sábado da TVI com Manuel Luís Goucha, Rui Paula e Miguel Roucha Vieira a continuarem na condução do formato que tanto agradou o ano passado aos espetadores do canal. Agora o regresso aconteceu com uma nova edição e pelo primeiro episódio tudo indica que a fasquia para com os novos concorrentes está bem superior aos que já se tornaram empresários e chefs de cozinha com os seus próprios negócios em apenas um ano!

Embora não tenha gostado do local escolhido para o grande casting deste ano, a produção voltou a surpreender com o nível de qualidade igual ou talvez até um pouco superior à do ano passado. Tudo com imagens de grandes planos de rua, com jurados a interagirem com os futuros concorrentes com um à-vontade enorme, criando empatia junto do público logo para com alguns dos que irão tornar-se chefs daqui a umas semanas. Tocando na vida de alguns dos participantes, levando até a uma lágrima ou outra, o formato volta a mostrar na sua estreia que não veio para ficar atrás do que conseguiu em 2014, sendo um dos melhores programas televisivos dentro do género que já passaram pelo nosso país. 

Adorei esta estreia, já tenho alguns dos pré-seleccionados como favoritos, como é o caso do casal italiano e da jovem modelo, mas também ainda é cedo para se conseguir perceber o que cada um tem para mostrar daqui para a frente. O que é certo é que a produção está de parabéns pela qualidade imprimida no programa, a TVI idem por voltar a apostar no que é bom e não apenas em programas polémicos, existindo ainda este ano uma forte tentativa de interacção junto dos espetadores, com os hashtags para as redes sociais sempre presentes ao longo da emissão, tal como a criação de uma aplicação especial do MasterChef.