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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

26
Fev15

Coisas que não se esquecem...

O Informador

Corriam os anos 90 e Ana Malhoa, ainda adolescente, tornou-se uma estrela em ascenção com a apresentação de Buerére, o formato infantil das manhãs de fim-de-semana da SIC, aquele programa que todos víamos e que bateu na altura records de audiência inatíngiveis nos dias de hoje pelo horário em questão.

26
Fev15

«Você droga-se ou injecta-se com lixívia?»

O Informador

A história conjugal de Bárbara Guimarães e Manuel Maria Carrilho parece não mais ter fim, com o ex-casal a atingir-se publicamente e judicialmente. Agora até os apresentadores televisivos, aqueles que não devem revelar as suas opiniões quando estão a dar a cara por um programa que conduzem comental este lavar de roupa suja pela praça pública e imprensa, cor-de-rosa ou não, nacional.

Então não é que Nuno Graciano, pelo seu talk-show matinal na CMTV, questionou o ex-deputado com uma questão que até fica mal ser ouvida? «Você droga-se ou injecta-se com lixívia?». Não estou aqui a defender o político e a sua antiga donzela porque, a julgar com o que tem aparecido pelos meios de comunicação social, ambos têm culpa no cartório, no entanto isto fica mal ser dito num ecrã televisivo, para mais por uma pessoa que tem de manter o seu lugar sereno e sem mostrar partidos numa profissão onde mais cedo ou mais tarde poderá ter de entrevistar algum dos intervenientes. O Nuno deve ser amigo da Bárbara e por isso defende-a, no entanto não acredito que seja só o Carrilho a ter todo o mal do seu lado. Será que a estrela da SIC só tem os bons costumes e valores consigo quanto a esta situação? Dúvido!

26
Fev15

Assim é que as coisas acontecem!

O Informador

Pleno Centro Comercial Colombo com pessoas a circular de um lado para o outro, tal como é normal, passo pelo corredor onde se concentram grande parte das lojas de vestuário infantil, aquele que também tem um parque de diversão ao longo do espaço. O que oiço quando vou a passar e me fez parar para perceber onde os adultos iriam depois? Pois, aquilo que muitos pais fazem sem medir o risco que tal atitude envolve!

Uma criança aí com cinco anos sobe para um dos divertimentos e o pai, muito ocupado sabe-se lá com o quê, diz-lhe «Não saia daqui», acrescentando ainda «Fica só aqui que a gente já vem» e foram, deixando o menor por ali a brincar e a correr as atracções mais próximas. Eles, os pais, enfiaram-se dentro de uma loja cuja montra nem dava para ver o local onde o miúdo se encontrava, ficando aquela criança entregue a si própria, podendo ir para onde quisesse e desaparecer com alguém porque quem olha para os milhares de pessoas que entram pelos centros comerciais diariamente não adivinha quem está por detrás de um rosto.

26
Fev15

Um corte «possível»

O Informador

Fui cortar o cabelo no sítio do costume, entrei, comecei logo a ser atendido e a cabeleireira perguntou-me como queria o corte. Expliquei como habitualmente cortava e acrescentei o que queria fazer agora, deixar mais curto de lado e comprido em cima. O que a moça me disse é que foi algo que qualquer uma me dizia, não fosse uma boa vendedora dos seus serviços, «sim, isso é possível». Oh amiga, claro que tudo é possível, o que queria saber era se tinhas alguma dica para dar e sugestão, não que seria «possível» fazer o corte que queria. Estando a pagar tudo seria «possível» fazer com o meu cabelo.

No final a mudança não ficou bem como queria, não se notando até muito que alterei ligeiramente o que tem sido rotina quando me dirijo ao salão para largar umas gramas de cabelo para o chão do local. Será que a cabeleireira, com todos os truques bem conhecidos das mesmas, não percebeu a minha explicação que seria «possível» ser feita?

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