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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

26
Jan15

40 e Então?, os vencedores

O Informador

A peça 40 e Então? está de volta aos palcos nacionais, desta vez no Auditório dos Oceanos no Casino Lisboa com uma temporada que começa a 29 de Janeiro e tem o seu último espetáculo marcado para 8 de Março. Por aqui, porque gosto de presentear os leitores do blogue, dois bilhetes duplos para a sessão de estreia estiveram em passatempo durante os últimos dias, chegado agora a altura de revelar o nome das duas vencedores sorteadas através do sistema random.org e que irão assistir ao espetáculo da Força de Produção

Quem irá poder aplaudir a performance de Maria Henrique, Ana Brito e Cunha e Fernanda Serrano no dia 29 pela sala lisboeta em boa companhia são as participantes Cláudia Oliveira e Maria dos Anjos Batista. As leitoras irão assistir a esta comédia que une os dramas, amores, sacrifícios, problemas e alegrias das várias personagens que o trio de atrizes vai interpretando ao longo das quase duas horas de cada sessão.

Parabéns às vencedores que irão ser contactadas com a explicação sobre o levantamento dos seus bilhetes! Aos outros fica a promessa que novas oportunidades irão surgir pelos próximos tempos!

40 e então vencedores

Elas estão de volta…

Para acabarem de vez com os tabus.

Aos 40 anos, as mulheres já não são como eram. A vida mudou e elas também. Como é que elas vêm o amor ? o sexo?, a solidão?, envelhecimento?, ou até a forma como lidam com os filhos? São muitas perguntas para uma única resposta: com muita garra, determinação e um imenso sentido de humor.

Ana Brito e Cunha, Fernanda Serrano e Maria Henrique vestem a pele de diferentes mulheres que chegaram aos 40 anos e estão dispostas a tudo. Com textos de Ana Bola, Helena Sacadura Cabral, Inês Maria Meneses, Rita Ferro, Rute Gil e Sílvia Baptista, 40 E Então? regressa a Lisboa para uma curta, mas intensa temporada, no Auditório dos Oceanos, Casino Lisboa.

26
Jan15

Amores e Saudades de um Português Arreliado

O Informador

A única coisa é a vida. A única coisa é a vida de cada um. Sem vida, nada feito. Viver não é a melhor coisa que há: é a única coisa. Cada momento da vida não é único. Mas há momento únicos. A nossa felicidade não é passá-la como quisermos. É dar por ela e aproveitá-la. (...) A única coisa é saber que um dia virá em que nos será tirada a vida. Para sempre. Mas, por sabermos isso, não podemos perder tempo a pensar nisso. (...) A única coisa é estar aqui, agora, a escrever isto. Enquanto posso, enchendo-me de alegria.

Amores e Saudades de um Português Arreliado

Miguel Esteves Cardoso é dos mais aplaudidos autores nacionais pela crítica e para mim era até à leitura de Amores e Saudades de um Português Arreliado um nome conhecido somente através de algumas das suas crónicas publicadas pelo jornal Público. Agora descobri a obra deste lisboeta que trocou a confusão da cidade pela vida no campo em boa hora!

Não posso dizer que Amores e Saudades de um Português Arreliado seja um livro que me tenha conquistado na sua totalidade porque se o fizesse estaria a mentir. Não sou grande fã de pequenas histórias, contos e crónicas, no entanto confesso que acabei por ficar surpreendido com o desenrolar desta obra dividida em cinco atos com várias histórias contadas entre si.

Os ressentimentos para com a malvadez do pai que tanto amou a sua mãe até acabar por magoar quem lhe estava mais próximo! O encontro com a verdadeira paixão ao lado de Maria João, a sua cara metade, não de sempre mas com um desejo de para sempre! O pós dor que surgiu com a doença no seio do lar onde as forças e a harmonia do casal conseguiram levar por diante uma felicidade única! A liberdade da escrita através do tempo, relatando sentimentos e estados de alma! As diferenças entre a vida rural e urbana, onde a pacatez da aldeia conquista através do sossego do lar, dos pássaros a cantarolar, com as manifestações de afecto dos animais de estimação e a vizinhança sempre pronta a colaborar, contrastando com a rebeldia de uma cidade em movimento onde os desconhecidos acabam por se atropelar dia após dia.

Acima de tudo, estas crónicas de Miguel Esteves Cardoso lançadas pela Porto Editora reflectem a alegria de viver do seu autor que descobre todos os prazeres da vida ao lado de «O Meu Amor», a sua Maria João. Juntos trocam as voltas às contrariedades da vida, invadem a perfeição e exprimem a felicidade, sem alaridos e com uma grande admiração mútua. Esta é a parte chave deste conjunto de crónicas, onde toda a dedicação é reflectida pelos textos dedicados à sua amada, do nascer do sol até ao novo amanhecer, vinte e quatro horas do dia sem qualquer interrupção. Dois apaixonados na casa dos cinquenta que se pronunciam com simples gestos que dispensam qualquer tipo de formalidade e comentários!

Um amor único contado por alguém que escolhe no ponto certo cada palavra, Miguel Esteves Cardoso, o português que não parece nada arreliado com a vida que tem!

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