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O Informador

Norte e agora Algarve?!

No início deste ano passei umas boas semanas na zona Norte do país a trabalhar. Agora começa-se a falar que poderei passar os próximos meses pelo Algarve e a cabeça já começou a trabalhar!

Gostei da experiência de ter estado longe de casa a trabalhar, a dormir num hotel e sem preocupações com refeições e dinheiro, mas agora pensar que poderei voltar a repetir a experiência por um tempo mais alargado e pela zona algarvia já me começa a fazer alguma comichão! Não me custa ir e estar por lá porque sei que estarei a trabalhar e nas horas livres estarei bem, o que me deixa a pensar é o que posso deixar por cá e que me poderá voltar a dar chatices como anteriormente.

Nas próximas semanas lá veremos o que o último trimestre do ano me pode esperar! Por um lado quero ir e sinto-me preparado para tal, mas também tenho que confessar que os receios existirão sempre! O tempo ditará para onde ir e com que pensamentos estarei na altura! Vamos lá ver!

Uma dança sem par!

Dançar acompanhado durante anos e perceber com o tempo que a música que passa não corresponde aos pensamentos que outrora estiveram unidos mostra que tudo está a desafinar!

A dança é um envolvimento mútuo ao longo do tempo de partilha e aprendizagem, só que por vezes o sentido do som começa a ser diferente para o parceiro de pista, aquele que guiou e foi guiado por vários sentidos. Perceber que nada já está ritmado e que existem pedras pesadas pelo meio a queimarem os pés de baile num espaço de sentido único deixa antever o fim. Caminhar ao som da dança e deixar cair o verdadeiro sentido da emoção de união acaba por ajudar a desfalecer todas as crenças desejadas ao longo da ligação sintomática.

Uma boa dança sem par existe, o que não pode existir é um par desencaixado com a realidade que os uniu em outros tempos! Se ambos sabem dançar porque não conseguem agora brilhar na pista da verdade dos sentimentos que ainda conseguem ter em comum?!