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King Sky

King SkyOs perfumes caros nem sempre podem ser a principal escolha tanto pelo cheiro como pelo seu preço. Agora encontrei este perfume bem barato, daqueles que dizem ser equivalente a outros e por um preço inimaginável. O King Sky é um dos frascos que agora consta pela minha gaveta de perfumes e cremes por ser barato, ficar pelo corpo e roupa, ao contrário do que é dito destes produtos mais baratos, e ainda poupei umas boas dezenas de euros!

Com 100ml, este eau de toilette frutado tem o seu centro de produção em França, de onde partem grande maioria das fragrâncias mais vendidas pelo mundo e agora já se encontra pelo mercado nacional. Eu já o tenho por aqui e pelos próximos dias contarei adquirir outros produtos da mesma colecção porque esta primeira experiência passou com nota positiva.

Além de ter um bom preço, mesmo muito bom, nem chegado aos dois dígitos de euro, adoro o seu cheiro que permanece ao longo de todo o dia!

King Sky, o meu novo perfume!

Carteiro piadolas

Será que um certo funcionário dos CTT, aquele a que chamamos de carteiro, tem assim tanto tempo livre para andar a passear na sua carrinha de trabalho, podendo fazer compras e ainda lhe sobra tempo no horário de expediente para se dar ao luxo de se sentar e proferir algumas piadas básicas para meter conversa com quem não gosta de tais parvoíces e muito menos da pessoa de onde chegam?

O carteiro que tenho de ver quase todos os dias é uma das pessoas com quem tenho de falar por obrigação e da qual detesto! Já mostrei cara de poucos amigos, já dei a entender que não gosto de conversar com a pessoa em questão e mesmo assim o homem não se enxerga de que a sua função é deixar o correio e ir embora, sem ter que dizer muito mais que um simples «bom dia», que até dispenso!

O carteiro irrita-me, para mais quando ainda tenho que o encontrar pela papelaria a ler o jornal que não vai comprar, no café a dar trela a quem passa e até no supermercado a comprar algo para si mas no horário em que devia andar a distribuir o correio. Odeio o carteiro que calhou em sorte na volta onde o meu trabalho se encontra e há anos que aquele homem aparece com aquele ar de parvo, com cartas na mão e com palavras tristes sobre o estado do tempo e sobre as mulheres com quem se cruza.

O homem deve ter falta de algo na vida, mas os outros, principalmente eu, não o tenho que aturar porque o detesto! Por mim e devido àquele ser, o serviço dos carteiros poderia terminar! Que homem nojento!

Judite e André

As palavras de uma mãe que viu a sua vida mudar em pouco tempo! Primeiro uma separação que a deixou sozinha mas sempre acompanhada pelo seu menino. Agora a perda do único filho, o André! Judite de Sousa, a jornalista e diretora de informação da TVI deixou uma carta pelo seu mural de Facebook onde revela a dor e os múltiplos sentimentos deste momento pelo qual foi obrigada a passar!

Perdi o meu filho. O meu único filho. A luz que dava sentido à minha vida. O meu santo que tantas alegrias me deu. Bom filho, bom estudante, inteligente. Com uma carreira de sucesso. Não sei como vou ultrapassar esta dor. O que sei é que uma parte de mim morreu com o meu André. Interrogo-me sobre o sentido da minha vida. As minhas escolhas, a minha vida focada no trabalho, na escrita, tendo sempre presente que o meu filho era quem mais se orgulhava do que eu fiz e construí ao longo da minha vida. Fiz tudo para que nada faltasse ao meu André, mas não consegui salvar-lhe a vida. Um fracasso e uma tragédia. Estranha vida a minha! Realizada profissionalmente, dramática pessoalmente. O último ano foi penoso. Apenas existía o meu André que me dizia muitas vezes: " Mãe, não vais ficar sózinha". E eu acreditava. Acreditava. Eram palavras ditas pelo meu filho, um jovem ponderado e sensato. 

Esta conversa vai longa. Pretendo apenas, por este meio, agradecer as muitas mensagens e emails que recebi nas últimas 48 horas. Nâo tenho palavras para expressar a minha gratidão. A todos. Do fundo do meu coração.

Não existem palavras de reconforto neste momento para um mãe que tem de ver o seu filho partir por razões inaceitáveis!

Alma social

«A alma escolhe a sua própria sociedade. Depois fecha a porta.»

Emma Donoghue em O Quarto de Jack

Encontrar um caminho nem sempre é tarefa fácil, no entanto ao longo de um percurso, seja ele feito de umas maneiras ou outras, cada ser vai escolhendo os seus bens essenciais, os seus parceiros, a sua cultura e a sua localização privilegiada. Ao longo de uma vida vários são os confrontos, barreiras e obrigações que vão sendo colocados pela frente desse ser, porém, é a conquista, a teimosia e as escolhas que ajudam o sentido das opções a tornarem-se reais e concretas.

Definindo as crenças e as rejeições sem hesitações, a alma vai seleccionando a sua sociedade, o seu local, as suas presenças e os seres que quer ter perto de si. Ao longo de vários percursos são várias as metas que vão sendo estabelecidas, sendo sempre necessário abrir e fechar portas ou optar por espreitar por uma janela, sem querer voltar a dar as oportunidades a erros do passado. Quando as certezas existem assinam-se contratos, estabelecem-se ligações, enfrentam-se adversários, mas acima de tudo, protege-se o que se quer ter por perto por bons períodos de tempo.

A escolha é unilateral e a continuação perante a sua aproximação só depende de cada ser, se consegue auto conquistar-se a si para ter o que mais quer e deseja do seu lado.

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