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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

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Somos Livros na Bertrand

Publicado por O Informador, 03.08.13
https://www.youtube.com/watch?v=r-bI1eP3hrQ

A Bertrand lançou uma nova campanha pelas redes sociais através deste vídeo que mostra a essência do gosto pela leitura. Andar pelos corredores das livrarias Bertrand sabe sempre bem a quem ama livros e que também não se importa nada de passar horas a descobrir o que existe pelos milhões de páginas existentes pelas mais variadas estantes e recantos.

De Fernando Pessoa a José Saramago, do terramoto de Lisboa à queda do muro de Berlim, a Bertrand mostra a história através de todos os nomes, locais e situações porque parte da história para as histórias e conta o passado através da imaginação e das marcas.

Da tradição à opinião, sem esquecer a vocação, as livrarias Bertrand têm o nome do autor e estão na mão dos bons leitores porque todos nós Somos Livros!

Recebi o IRS

Publicado por O Informador, 03.08.13

Este ano, quando entreguei a declaração de IRS nas Finanças, foi-me dito que não iria receber o valor que me estava destinado por ser um montante pequeno, 14,31€, e que até aos 25€ não pagavam, sendo que o estado ficava com o que era meu por direito. Agora apercebi-me e tenho uma surpresa na conta! Em que ficamos então? Os ministros das finanças mudaram e já alteraram também a lei dos pequenos pagamentos?

Pois, parece que o que me foi dito acabou por não se aplicar e os meus 14,31€ acabaram por vir mesmo até mim. Não é muito dinheiro e já nem contava com ele, mas é meu e se veio é bem-vindo!

O que não percebo é a razão de no ano passado não me terem pago os 7€ e pouco que me eram devidos pela mesma justificação e agora darem-me o dinheiro que me pertence quando me tinham dito que não o iriam fazer. País louco com finanças ainda mais loucas!

Vou ler Depois de Morrer Aconteceram-me Muitas Coisas

Publicado por O Informador, 02.08.13

depois de morrerPróximo companheiro literário, o primeiro de Agosto... Depois de Morrer Aconteceram-me Muitas Coisas, da autoria de Ricardo Adolfo. A escrita deste autor português é nova para mim e embora já tenha sido avisado que Adolfo sobe e desce na acção e transforma uma história numa montanha russa incrível, acredito que estou preparado para este seu romance que tem recebido muitos aplausos da crítica, especialmente de outros autores.

Pelo pouco que li sobre este livro, tudo me leva a crer que ao longo de vinte e quatro horas um homem vive uma aventura que contraria o seu pensamento contraditório do ciclo natural da vida. Confuso? Pois, poderá ser teoricamente uma ideia confusa, mas quando tentamos contrariar um teimoso poderemos andar em ciclos viciosos porque o tira teimas custa a terminar e começa a desfiar-se nos seus meandros.

O melhor é apresentar a Sinopse de Depois de Morrer Aconteceram-me Muitas Coisas...

Sinopse

Brito é imigrante ilegal numa cidade que não conhece e cuja língua não fala. Um domingo à tarde, depois da volta das montras, perde-se a caminho de casa com a mulher e o filho pequeno. E como acredita que para tomar uma decisão acertada tem de fazer o contrário daquilo que acha que está correcto, o regresso a casa revela-se impossível.

Depois de uma noite na rua, Brito percebe que se não pedir ajuda pode ficar perdido para sempre, mas se o fizer pode arruinar o sonho de uma vida nova.

Em pouco mais de vinte e quatro horas, Depois de morrer aconteceram-me muitas coisas explora o que é viver imigrado dentro de si mesmo - mais difícil do que qualquer exílio.

Quando terminar de ler esta minha estreia com Ricardo Adolfo darei a minha opinião, como já é habitual!

Rui Maria Pêgo

Publicado por O Informador, 02.08.13

Rui Maria Pêgo, o filho de Júlia Pinheiro e Rui Pêgo, tem em televisão, e mesmo na rádio, um futuro promissor, mas o rapaz irrita-me pelas redes sociais. Como se pode achar graça a uma pessoa num espaço e em outro odiar? Ele consegue fazer isto comigo!

Dentro do universo SIC e comparando os jovens apresentadores do canal, o Rui é o melhor, em termos masculinos e mesmo João Manzarra fica atrás de si, embora seja mais popular e tenha conseguido dar o salto para o canal generalista mais cedo e com sucesso. Acredito que o futuro do filho de Júlia vai ser promissor no pequeno ecrã porque além de ter boa imagem, saber falar e estar, é um bom conversador e sabe gerir bem as conversas para que se prepara com o seu trabalho de casa.

Não percebo é a razão de nas redes sociais o apresentador ser uma personagem diferente e se mostrar assim como um bobo da corte sem a mínima piada e que só estraga a imagem que aparenta ter. Não consigo encontrar um ponto para poder aplaudir os seus sucessivos comentários pelo Twitter, comentários esses que só me levam a pensar que são elaborados para chatear e dizer mal de alguém ou alguma coisa, nada mais!

Com tão boa imagem que me cria no ecrã e depois com tão má impressão que me deixa pelo que escreve no mundo dos internautas! Será que o Rui quer fazer-se passar por quem não é? A questão coloca-se na minha mente sobre qual o verdadeiro rapaz que existe dentro do rosto da SIC, o que se mostra visualmente ou o que escreve por trás de um computador ou telemóvel secreto? É que ambos são bem diferentes!

Leituras de Julho

Publicado por O Informador, 01.08.13

A Rapariga Que Roubava Livros, Vida no CéuQuando Lisboa Tremeu formaram a minha tripla literária do mês de Julho. Três livros bem diferentes entre si, onde o passado histórico se misturou com a ficção e ainda existiu lugar para pelos ares poder sonhar com um mundo real visto através de outra perspectiva.

A Rapariga que Roubava LivrosA Rapariga Que Roubava Livros

Markus Zusak é o autor deste bom livro para os amantes dos acontecimentos históricos da Segunda Guerra Mundial e como já tenho más experiências com este tema, tentei dar a volta ao assunto e ver se me conseguia aproximar da época e deste passado conturbado da sociedade mundial, mas não há volta a dar. Com uma escrita fascinante, A Rapariga Que Roubava Livros é um livro que faz contar a sua história através de um narrador bem diferente do habitual, a Morte. A Morte que passa por todos e que escolhe as pessoas que vai levar consigo ao longo do seu percurso pelo mundo dos vivos. A narrativa que o autor criou com esta obra está bem pensada e com um bom encadeamento ao longo de todo o livro, só que como o tema não me fascina, posso dizer que não gostei do que li e não me consegui envolver com as personagens como pensei inicialmente que ia acontecer. No entanto, não posso deixar de destacar que está aqui um bom livro para os amantes históricos e especialmente desta época!

A Vida no CéuA Vida no Céu

José Eduardo Agualusa já tinha conquistado Portugal há alguns anos, mas só agora este excelente autor chegou até mim e só tenho uma coisa a dizer sobre a sua escrita... Arrebatadora! A grandeza do seu poder de escrita é revelada neste A Vida no Céu que nos leva a voar através de um mundo real que acontece pelos ares, numa história que poderia ser imaginada por qualquer um mas que só quem sabe a conseguiu contar de forma a conquistar os seus leitores. Com um percurso pelo mundo, mas através de uma perspectiva bem diferente à que estamos habituados, com esta excelente obra somos transportados de Paris a Nova Iorque e daqui ao Rio de Janeiro através de fantásticas viagens de balões que se transformam em cidades, vilas e aldeias onde tudo acontece e existe, tal como na terra que em A Vida no Céu não existe. Um livro recomendado, sem dúvida alguma, e que me fará voltar a ler Agualusa em breve!

Quando Lisboa TremeuQuando Lisboa Tremeu

Domingos Amaral já não é uma novidade para mim porque através de Verão Quente fiquei apreciador da sua escrita e agora ao pegar em Quando Lisboa Tremeu, a opinião sobre o autor não só se manteve como ainda saiu reforçada! Um bom autor português que sabe escrever para todos e não para uma mancha da sociedade literária. Através do envolvimento dos factos históricos com personagens ficcionais, Domingos transporta o leitor para o terramoto que assolou Lisboa em 1755 e consegue mostrar tão bem a realidade dos acontecimentos que surge uma empatia entre as suas criações e quem as acompanha, torcendo-se pelo seu futuro e ficando com a curiosidade sobre os seus desfechos num local bem devastado pelo fogo, mar e pelas mãos dos homens. Um bom romance histórico é contado neste livro que através de seis principais personagens consegue passar por toda a capital destruída e catastrófica onde a fome e a miséria se cruzam com os corruptos e ladrões da sociedade daquela época.

Livraria em Igreja

Publicado por O Informador, 01.08.13

Igreja ou LivrariaÓbidos, a conhecida vila que realiza o Festival do Chocolate, a Feira Medieval e a Vila Natal todos os anos, tem algo fora do vulgar... Uma igreja que foi transformada em livraria. Uma coisa estranha e que não é aceite pelos mais religiosos!

Esta igreja, situada mesmo no centro da vila e antes da entrada nas muralhas do castelo já não serve os fins religiosos, tendo-se transformado numa livraria fora do comum mas com um ambiente que deixa os seus visitantes curiosos e com vontade de saberem a razão deste espaço se ter transformado em algo para que não estava destinado.

No seu exterior, tudo está como igreja, já no seu interior, só mesmo a estrutura se mantém, porque os altares estão lá para serem ocupados não por peças religiosas mas sim por corridos bancos ou cadeiras e algumas mesas onde se pode colocar a leitura em dia. Um piano no seu centro também existe, tal como uma longa estante cheia de artifícios para que os visitantes da agora livraria possam andar pelo espaço à descoberta do que procuram realmente. Com um primeiro andar feito recentemente para poder abarcar um maior número de exemplares, este espaço remodelado cria alguma incerteza a quem o conhece.

Só entrei nesta antiga igreja e atual livraria pela curiosidade da transformação do espaço e embora não seja tão religioso assim, tenho que confessar que me fez alguma espécie ver esta realidade um pouco impensável pela minha mente. Como pode uma antiga igreja ter no seu interior tantos livros que falam do pecado e do mal? Uma boa questão!

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