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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

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25.06.13

Hotel Myriad, um sonho!


O Informador

Hotel MyriadO Parque das Nações, em Lisboa, tem um encanto bem recente e que chama a atenção de quem por lá passa. Falo do hotel Myriad, pertencente ao grupo Sana! Isto sim é uma tentação aliada ao luxo e requinte que deixa os cidadãos como eu a soluçar por uma boa noite neste fantástico espaço há beira Tejo.

Não escondo que um dia gostaria de viajar por este belo edifício onde poderia depois repousar durante umas horas e desfrutar de tudo a que tinha direito como um bom cliente merece. O Myriad olha para mim, emparelhado com a Torre Vasco da Gama, e sempre me pisca o olho quando por ele passo. Acredito que no seu dialecto me deve dizer algo como «entra e desfruta do que tenho para te dar» e eu adorava fazer isso, mas os preços não são assim tão baratos como em outros hotéis da nossa capital e por isso, por enquanto, o meu desejo não poderá passar disso mesmo.

Mas gostava tanto... Um hotel cinco estrelas e cheio de boas características e conforto espera por mim e não o posso usar. Isto não é justo!

25.06.13

Portugal em Festa, um erro!


O Informador

Eu já tinha avisado antes da estreia de Portugal em Festa ter acontecido que esta aposta não era nada boa ideia e agora, após dois programas terem ido para o ar chega a confirmação de que a direcção da SIC deu um tiro no pé em ter retirado o programa Fama Show, as séries e o cinema das tardes de Domingo. Rita Ferro Rodrigues e José Figueiras não têm culpa, mas neste momento apresentam uma aposta flop nas tardes dominicais do canal.

A direcção do canal de Carnaxide quis apresentar nas suas tardes de Domingo um programa semelhante ao sucesso da TVI, Somos Portugal, no entanto é claramente visível que o seu público não é o mesmo do canal concorrente e que se por um lado os telespetadores da quatro gostam deste tipo de formatos em directo com animação, música e prémios, quem sintoniza habitualmente a três não vai na mesma onda e prefere ver ao fim-de-semana um bom filme ou um formato mais internacional.

É certo que na SIC luta-se para se conseguir roubar público à TVI, mas o que está a acabar por acontecer com este tipo de estratégia é que não rouba quem vê o Somos Portugal e ainda perde o público que tinha com as séries e cinema.

O Portugal em Festa teve a sua primeira emissão a 16 de Junho e perdeu para o concorrente mais directo, tendo até ficado atrás da oferta da RTP, agora e com a segunda edição do programa a ser transmitido os valores foram ainda piores e nem metade do resultado do programa apresentado por Iva Domingues e Nuno Eiró a Rita e o José conseguiram fazer.

E agora? Será que esta aposta furada vai mesmo continuar no ar até ao final de Agosto? É que os valores só estão a ficar piores do que um bom filme andava a fazer. Será mesmo necessário ser tão casmurro e continuar a querer dar festa aos portugueses quando estes não a querem ver?

A SIC tem um público que não gosta da cópia do Somos Portugal, eu percebi isso logo quando soube que este programa ia arrancar, mas quem gere a programação do canal só quer derrubar os outros e não pensa em quem está em casa diariamente a sintonizar a sua estação. Depois dá asneira!

24.06.13

Amar pessoas


O Informador

O amor é complicado e a sexualidade mais ainda! Em pleno século XXI como é que ainda existem pessoas que se ofendem pelos outros terem gostos diferentes dos tradicionalmente convencionais? O amor acontece entre pessoas e não entre o sexo desses seres!

Acredito cada vez mais que amamos pessoas, sejam elas do mesmo género ou não que nós! Somos unidades com sentimentos que nos podemos sentir atraídos por quem quer que seja, sem termos que dar satisfações ao mundo sobre o que queremos e desejamos. Amar não é complicar, mas sim descomplicar e se o nosso coração apela por ter ao seu lado uma pessoa com o mesmo sexo que nós, por que razão o temos que contrariar, não admitindo os nossos verdadeiros sentimentos só porque os outros nos vão olhar de lado por terem mentes retrógradas e que não vivem em paz consigo próprios?!

O amor tem de ser vivido em pleno, seja com quem for. Pode ser do mesmo sexo, raça, cultura ou ter tudo ao contrário de nós, desde que o sentimento exista e as pessoas sejam compatíveis não existe nada mais a afinar. Só os dois têm que saber o que querem e não pensarem nos outros. Estamos no momento da sociedade perceber que se amam pessoas e não o sexo oposto como lhes foi sempre incutido.

Amar o outro, seja ele quem for, é o mais importante, isto depois de nos amarmos a nós próprios! Que se lixe o que os outros pensam e querem para as suas vidas, mesmo que sejam infelizes! Eu amo pessoas e não alinho no tradicionalmente correcto, pode ser?!

24.06.13

Camisa da Pull&Bear


O Informador

Camisa1Antes do início dos saldos deixei-me levar por esta camisa na Pull&Bear porque já estava em promoção e só paguei 12,99€. Agora quero vesti-la assim que o momento propício chegar para poder andar por aí todo florido!

Uma camisa branca e com flores em tons de azuis espalhadas por todo o pano faz bem lembrar o estilo dos casacos de Manuel Luís Goucha, não é verdade? A mim faz, mas nos dias que correm já podemos andar como queremos e com o que queremos vestir porque já ninguém leva a mal!

É certo que houve quem tenha franzido a testa quando viu a minha escolha, mas eu gosto, tem mal? Não, não tem! Então pronto, gostei, experimentei e lá trouxe a camisa comigo!

23.06.13

Já tenho a Granta Portugal


O Informador

Granta Portugal DomingoUmas semanas depois do seu lançamento e de muito ter procurado nas livrarias nacionais onde sempre me diziam que a Granta  Portugal estava esgotada ou onde nem chegou a ser vendida, encontrei o meu exemplar que faz parte da terceira edição deste primeiro volume nacional. Estou contente e pronto para a sua leitura!

Quando entrei na Fnac do Centro Comercial Vasco da Gama e me dirigi à secção dos livros em busca da Granta perdida, ali estava ela, mesmo junto às novidades e bem perto do top. Suspirei de alívio, escolhi a minha, uma assim toda perfeitinha, e não a larguei mais para não correr o risco de me a roubarem.

Com o tema central a ser o pronome pessoal Eu, esta Granta conta com sonetos inéditos de Fernando Pessoa e com textos que vão desde o Prémio Nobel Orhan Pamuk a Valter Hugo Mãe, existindo espaço neste volume para treze artigos de escritores bem conhecidos do público e que deixaram ou estão a deixar obra feita no que toca à boa escrita mundial.

Boas leituras me esperam e além dos tradicionais livros que me acompanham sempre, a partir de agora terei a Granta do meu lado para me adocicar o interesse pela boa literatura!

23.06.13

4 números e 1 estrela


O Informador

O sorteio do Euromilhões não me tem sido favorável, mas um dos últimos poderia ter saído bem perto de mim e sei que ficaria bem na vida se tal sorte tivesse calhado à minha tia madrinha. É que foram 4 números e 1 estrela que saíram naquele boletim e a confirmação estava a ser feita ao mesmo tempo que o sorteio foi transmitido na televisão. Imagino aqueles corações!

Foi no mega Jackpot da última sexta-feira, o de 166 milhões de euros, que os meus tios - tio e madrinha - ficaram a ganhar 200 e poucos euros, no entanto chegaram a pensar que estavam a caminho do grande prémio que estava a ser sorteado nesse dia e a ser revelado por Iva Domingues no ecrã da TVI. Todos os primeiros números que saíram estavam no boletim, menos o último, com as estrelas, a falha também aconteceu com uma. Com duas escolhas erradas ficaram com o quinto prémio do sorteio, o que equivale a uma grande diferença do valor que lhes chegou a passar pelas cabeças numa fracção de segundos.

Sei que se o Euromilhões lhes tivesse saído, neste momento não seriam só eles a estar bem e também a minha vida iria levar uma voltinha para melhor. Ai, porque aquele número e aquela estrela não estiveram do lado da nossa família naquele momento? Seria tão bom, mas mesmo bom, a jeito de fantástico!

22.06.13

Tanta desistência no Big Brother


O Informador

A atual e remodelada edição do Big Brother, em versão Vip, tem contado com novidades todas as semanas e em doses industriais no que toca às mudanças e alterações das regras a que os concorrentes estão sujeitos para entrarem, nomearem, saírem e serem expulsos do jogo. Serão estas trocas e baldrocas que têm levado tantos concorrentes a deixarem a casa mais vigiada do país por vontade própria? É que não são um, nem dois... Já três concorrentes abandonaram o jogo!

Marta Melro, Liliana Queiroz e Francisco Macau foram os concorrentes que entraram no primeiro dia para dentro da casa da TVI e que ao longo da sua estadia foram mostrando sinais que a desistência podia acontecer... Até que os avisos se tornaram realidade! Os três jovens concorrentes decidiram deixar este jogo da vida real, bem modelado pela produção, e saíram do Big Brother mostrando que tinham mais para fazer cá fora do que dentro de quatro paredes e vigiados por inúmeras câmaras.

O que terá levado a estas três desistências? Não me parece que tenham sido as vidas que esperavam cá fora, onde a realidade acontece, mas sim a estratégia de jogo que a Endemol e a TVI adoptaram para os concorrentes dentro da casa. Este jogo já não é virgem como as primeiras edições dos reality shwos em Portugal foram. Agora tudo pode ser provocado e feito para criar polémica, nem que para isso se tenham que pisar vidas e provocar emoções em pessoas normais como nós, com a diferença de estarem fechadas dentro de um programa televisivo.

A manipulação do jogo e as estratégias adoptadas pela produção, estação e pelos próprios concorrentes dentro da casa podem ser os principais motivos para tantas desistências terem acontecido, mas como isso não é admitido publicamente, os telespetadores ficam com a ideia que os três concorrentes saíram por estarem com saudades da família e com projetos à sua espera no mundo bem real e também complicado! Eu não acredito nas desculpas adoptadas para as desistências, fazendo-me tudo crer que foi a pressão que levou a tais acontecimentos, no entanto, isto é a minha singela ideia!

22.06.13

Inveja amigável


O Informador

Não sofro inveja pelo que as pessoas de quem gosto têm ou fazem, mas percebo que exista quem não se sinta bem quando os seus amigos preferem, em determinadas alturas, outras pessoas que não elas próprias. Mas na vida existe sempre tempo para quem queremos, nem que sejam cinco minutos, porque quem gosta e pode ser chamado de Amigo está sempre lá, seja em que circunstância for e há hora que for.

Até hoje não me lembro de sentir ciúmes dos meus amigos e também não sinto que seja alvo disso, mas vejo situações em que penso... «Comigo esta relação não resultava» e por muito que gostasse da pessoa, existem limites porque amigos amigos, invejas e ciúmes aparte.

As pessoas têm que perceber que os outros não vivem à sua volta e talvez por não terem quem as ature e valorize, achem que aqueles seres que vêem como amigos e de quem estão mais próximos têm que estar sempre ao seu dispor e à sua espera para o que der e vier. Isso não pode acontecer sempre porque todos temos as nossas vidas e conhecemos outros humanos com quem gostamos de estar e conviver e ao longo da nossa existência na terra não vivemos exclusivamente em função de uma ou duas pessoas.

Primeiramente vivemos para nós próprios e para o nosso próprio bem-estar e depois gostamos de partilhar a nossa vida com quem gostamos e aí não entram só uma ou duas pessoas, mas sim várias, a que nos estimam e as que merecem estar nos nossos sentidos.

«Tu hoje não me disseste nada!» ou «Vais ter com os outros e não queres saber de mim!»... Isto é o quê? Para mim coisas deste género poderão ser chamadas de amizades obsessivas e só mostram o quanto uma pessoa está depende de outra. Aqui não falo em amor nem nada disso porque aí tudo é diferente, mas quando se trata de amizade tudo tem que ser entendido como um bem essencial que todos precisamos para viver, mas tudo tem limites e quando uma pessoa cerca outra e a quer só para si já se torna complicado de lidar com a situação.

Ter um amigo que só nos quer para ele não dá, mas é que não dá mesmo, e quando a pessoa obsessiva não percebe o quanto desconfortável está a ser poderá entrar num caminho bem chato em que quando der por isso já será tarde porque aí o afastamento começa a ser cada vez maior porque quem está a ser perseguido inicia a fase de planear tudo e a pensar que não quer a sua sombra nos seus arredores.

Invejas amigáveis que não me batam à porta porque vejo que são bem chatas e não sei lidar com elas!

21.06.13

Rapariga do Euromilhões com má disposição


O Informador

As pessoas de manhã são bem mais complicadas que ao longo do resto do dia, não é verdade? Cada vez sinto que pertenço mais a este grupo e revejo-me com quem me cruzo diariamente. A rapariga que trabalha na papelaria onde costumo apostar no Euromilhões tem uma má disposição matinal bem complicada, no entanto, tem algumas diferenças com o disfarce em relação a mim!

Arrogante e sem olhar para os clientes são dois dos tiques que aquela rapariga tem logo de manhã. Será que custa assim tanto às pessoas que lidam com o público ter um certo cuidado com o que mostram aos outros? Eu lido com pessoas diferentes todos os dias e mesmo que me esteja a custar, tento sempre disfarçar, para quem não me conhece, que aquelas primeiras horas da manhã não são nada fáceis. Porque os outros não fazem o mesmo?

Parece-me que começarei a ir a outro local para colocar a chave mágica porque de maus modos está o mundo cheio, mas posso sempre fugir de alguns, não é verdade? Assim pode ser que tenha também mais sorte ao jogo!

21.06.13

Crematório


O Informador

A partida de uma pessoa para o além não é fácil para quem fica, mas existem formas de despedida que doem mais que outras... Pela primeira vez tive um familiar que optou pela cremação na hora da sua despedida e embora não custe tanto no último adeus, fica um sentimento de «já está?», isto ao mesmo tempo que se ouvem os sons que saem de uma sala onde tudo está a acontecer!

Enquanto num enterro se observa a descida do corpo e se vivem os últimos momentos da pessoa perante os nossos olhos, no espaço do crematório o que existe de tempo para as despedidas é algo tão rápido, que o caixão rapidamente entra numa passadeira para de lá não mais sair. Aquele entrar significa o «até sempre» e está feito!

Restou depois ouvirem-se os barulhos, a conversa de ocasião e posteriormente, já fora da capela, e para os mais atentos, o que pode mexer mesmo com os sentimentos, a saída do fumo por uma fuga... Dizem que aquele fumo não é do corpo, mas sim só do caixão, mas não é isso que os pensamentos obtém naquele momento!