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O Informador

30
Abr13

Estou? Está multado!

«Um tipo decide vender o carro e, como já é usual, utiliza o método de colocar um anúncio com o número de telemóvel no vidro traseiro do carro. Dirige-se para o trabalho e conduz muito tranquilamente a 50Km/h. De repente toca o telemóvel: -Bom dia, fala de uma unidade móvel da Brigada de Trânsito da G.N.R. e estamos atrás de si. O senhor não sabe que é proibido atender o telemóvel enquanto conduz? Encoste por favor!»

Encontrei esta anedota pelo mundo facebookiano e achei-lhe graça, como tal decidi partilhá-la por aqui. Fiquei foi com uma dúvida... Será que esta piada é mesmo só uma piada ou aconteceu de verdade? É que se for verdade mostra que o Passos Coelho quando ordena que se arranje dinheiro por todo o lado anda a fazer os serviços de autoridade arranjarem outras formas de caça à multa!

Quem estiver a pensar vender o seu carro e colocar-lhe um anúncio pelos vidros que desligue o telemóvel enquanto conduz ou então deixe-o tocar porque nunca se sabe quem vem atrás de nós pronto para nos multar através da armadilha que o próprio vendedor criou para si!

30
Abr13

Dormir para não discutir

A vida nem sempre é fácil de ser levada e existem momentos em que mentalmente preciso de me sentir bem comigo próprio para também poder estar em pleno com os outros. Quando algo não está bem entre mim e as outras pessoas tenho que o resolver porque se não o fizer vou guardando no meu interior e depois quando a bomba rebenta é bem pior para mim, porque digo o que quero e não quero, e para quem me atura. Não vale mais tentar dormir quando se está prestes a ficar nervoso para não se cair no risco de se fazer uma discussão acesa que trará as suas consequências futuras? Aprendi que sim!

Há dias, depois de um assunto de que não gosto falar porque sempre me enervo, acabei por fechar os olhos para descansar a vista e adormeci mesmo. Quando acordei ainda tinha a pessoa com quem estava a ter a conversa por perto, mas o assunto não voltou nas horas seguintes e ainda bem. Optei por me deixar dormir porque sei que me ia chatear se a conversa continuasse naquele momento. Assim conversamos, e embora o resultado não tenha sido conclusivo, por aquelas horas a conversa ficou terminada e não existiu chatice.

Vou começar a adoptar mais vezes esta estratégia para não me irritar tanta vez... Quando tiver prestes a irritar-me, vou dormir para descansar o cérebro e depois lá se resolvem as coisas com mais calma. Porque se começo a irritar-me depois dá chatice, assim se sentir que a irritação está a aparecer, tento dormir e ela desaparece por uns tempos, conversando depois já com as ideias postas no sítio e com mais calma.

29
Abr13

Amor de pato

Há dias estava eu com uma parte do meu gang amigável numa esplanada de Alenquer na conversa durante uma boa tarde de sol e eis que somos visitados por um grupo de patos, sim não eram dois nem três, mas para aí uns dez. O que andavam eles a fazerem ali junto das pessoas? Simples, voaram uns metros do rio até ali em busca da pata que todos queriam!

E foi assim, em plena tarde de Primavera, numa esplanada bem instalado, que vi uma pata a ser praticamente violada por uma dezena de patos. Todos a queriam, coitada, ela era uma, eles eram muitos, mas só um (de cada vez) lá se conseguia colocar em cima dela e fazer alguma coisa como as suas intenções mandavam.

Ela coitada bem fugia e mostrava não querer aquele ataque masculino, mas eles não a deixaram em paz assim tão facilmente como se previa. Não sabia uma coisa que fiquei a saber, quando os patos estão a acasalar, ele morde-lhe o pescoço para que ela não consiga fugir de onde está e não resista assim tanto como se estivesse livre. E o mais engraçado ainda é que os outros que não tinham, mas queriam ter, também a mordiam no pescoço para ajudarem o grande herói!

Pobre pata que foi atacada por aqueles machos todos, mas pronto, daqui a umas semanas lá deverá colocar uns ovos que irão trazer novas crias para que o nosso rio de Alenquer continue a ser habitado pela pataria que já faz sucesso entre a população do concelho e seus visitantes.

Quantas mulheres não dariam tudo para ter tantos homens atrás de si e nem um conseguem ter? Aquela tinha logo dez e não queria nenhum!

29
Abr13

Roberto Zucco

A Formação Teatral apresenta Roberto Zucco e O Informador esteve na plateia para ver a turma de 2012/2013 a mostrar o que foi adquirindo nos últimos meses de aprendizagem. No geral, estão aprovados, embora ainda exista muito para se trabalhar com alguns dos jovens atores que estão a estudar para se transformarem em nomes do teatro.

Roberto Zucco, a personagem central deste enredo é apresentado como um assassino que matou o pai e posteriormente, e já em cena, a mãe. Sendo uma pessoa solitária, inteligente e indiferente aos outros, Zucco tem medo da sociedade que o aterroriza no dia-a-dia. A morte ronda esta personagem, seja porque a comete, seja com medo que a própria morte o ataque.

As fugas, o entrar e sair em vários locais onde outras personagens se cruzam consigo, mostrando-lhe a realidade que é vivida e que tanto teme, sendo também mostrado por essas personagens que o medo atormenta tudo e todos e não apenas este Zucco que é uma representação da sociedade que o criou.

Uma família com os seus problemas com o álcool, a virgindade, a prostituição, a protecção familiar, as forças de autoridade, mas acima de tudo, as pessoas que sentem medo de morrer mas que não o demonstram. Roberto Zucco mata para conseguir ultrapassar os seus obstáculos do momento, mas a prisão persegue-o. No entanto e no final, com a queda de todas as outras pessoas que enfrentaram Zucco de algum modo, este liberta-se para a vida com energia, vitalidade e força de espírito.

Mário Trigo é o encenador de Roberto Zucco, tendo esta peça os actores, André Filipe, Andreia Lima, Andreia Susano, Beatriz Oliveira, Gonçalo Romão, Jaqueline Rodrigues, João Cruz, Patrícia Leal, Paula Pereira, Pedro A. Rodrigues, Pedro Pais, Pedro Paz, Rui Raposo e Telma Grova. Eu vi este trabalho no Centro Cultural Franciscano no Largo da Luz, em Lisboa, mas o Clube Estefânia e o Teatro Bocage também já a receberam.

Para quem quiser saber um pouco mais sobre este grupo intitulado de Formação Teatral pode consultar o seu blog em http://www.formacaoteatral.blogspot.pt/.

Roberto Zucco

28
Abr13

Feira do livro sem fatura

Chegou-me aos ouvidos que numa feira do livro que foi realizada numa biblioteca pública do nosso país, as faturas ou o talão de compra eram inexistentes. Então a função pública não dá o exemplo do que é pedido a todos os cidadãos deste país?

Vamos a um café e somos obrigados a trazer o talão com ou sem o nosso contribuinte com o que consumimos. Mas depois vamos a uma feira do livro, dentro de um edifício municipal e organizada pelo pelouro da cultura, compramos alguns livros, saímos com umas boas leituras, com menos dinheiro, mas sem o comprovativo do nosso pagamento.

As coisas no nosso país nunca correram bem e nunca vão correr. Se a função pública é a própria a fugir às obrigações a que todos somos obrigados como é que depois querem fazer com que as empresas privadas façam tudo certo?

Se quem tem de dar o exemplo não o faz, por que razão os outros o terão que fazer? Estas autarquias não concordam é com as medidas do governo e devem fazer que nem sabem das novas leis que foram implementadas, já que o partido até é o do adversário... Vamos longe assim!

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