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O Informador

29
Dez12

A minha carteira é como a das mulheres

A minha carteira, se não tivesse os meus cartões pessoais, podia ser entregue a uma mulher porque está sempre recheada de papéis e mais papéis que vou guardando, nem sei para quê.

Mas por que raio é que guardo todos os talões que me dão e que me saem das caixas multibanco? Eu não me entendo, mas o que é certo é que guardo todos os talões e cupões que me vem parar às mãos na minha carteira que vai enchendo e enchendo até mais não.

A minha carteira leva uma limpeza de dois em dois meses, mais coisa, menos coisa, agora imagine-se como tudo fica ao longo desse tempo, com tudo a ser guardado nos seus compartimentos.

Eu tento controlar o impulso de não guardar alguns talõezinhos, mas não consigo. Quando dou por isso já está guardado como se os fossem pedir uns dias a seguir. Até os extractos da conta eu guardo, depois quando dou por isso já tenho três ou quatro de vários dias, sem necessidade, claro.

Agora vou fazer um esforço reforçado para não acumular tanto lixo na minha carteira, mas vamos lá ver se consigo que esse esforço vá avante. Daqui a umas semanas falarei do assunto!

28
Dez12

Passatempos a caminho de 2013

O Informador adora oferecer coisas e no ano que está a chegar, a promessa para os primeiros dias fica aqui feita... Irei oferecer coisinhas boas para quem gosta de ler e quem sabe também umas idas ao teatro, isto nas primeiras semanas, depois o tempo dirá o que poderei oferecer-vos mais.

Por enquanto, o que já é certo é que logo na primeira semana de 2013 irei lançar por aqui um passatempo em parceria com a editora Guerra e Paz Editores, a quem agradeço desde já a disponibilidade. 

Gosto de partilhar com os outros e gosto que quem me lê diariamente seja presenteado com mimos, como tal irei oferecer um dos mais recentes livros da editora que tal como O Informador, vos deseja uma óptima entrada em 2013, esperando que seja um ano em que se possam ter muitos bons livros pela mesa de cabeceira para serem lidos.

Agora já sabem, fiquem atentos, porque o primeiro dia do ano vai trazer-vos novidades e um passatempo literário que só o mais criativo poderá vencer!

Já agora, que livros da Guerra e Paz Editores gostaria de ter ou que aconselham a quem gosta de ler?
28
Dez12

Facebook agora faz-me perguntas!

O Facebook inventa até mais não! Agora, além de sair a notícia de que anda a ser estudada uma forma de taxar as mensagens que são enviadas para as outras pessoas, a rede social faz-me perguntas diárias!

Então não é que há uns dias para cá começaram a aparecer-me questões colocadas no meu perfil para ver se lhes respondo, incentivando assim a ter a minha conta sempre com post novos e atualizados?

Então é assim, agora na área de Estado aparecem questões como... «O que é que está a acontecer?», «O que se passa?» e «Como te sentes?». Estão a gozar comigo, não? Quem administra o Facebook acha mesmo que eu sou palerma ao ponto de responder às suas diversas questões diárias? Não fazia mais nada!

Inventam mesmo de tudo, mas é pena que por vezes o que colocam para inovarem não resulte junto dos proprietários das milhares de contas mundiais!

Já agora, será que posso questionar o senhor Facebook? «Quem é mesmo o parvo que teve esta ideia das perguntas?».

27
Dez12

O sucesso de Casa dos Segredos

A Casa dos Segredos já conta com três edições e todas se revelaram boas apostas e com bastante polémica. Ao longo dos três anos em que o programa começou a ser transmitido vários foram os concorrentes que se tornaram conhecidos graças ao programa, mas também existiram muitas histórias de vida, reais ou inventadas, a ser contadas pela imprensa.

Depois de vários reality-shows, o Secret Story foi a aposta da TVI para voltar ao mundo dos programas da vida real, e com mais de sessenta concorrentes a terem passado pela casa mais secreta do país, o formato já deverá ter continuação à vista para 2013, devido aos seus bons resultados ao longo das três edições. 

Sempre com grandes boatos, discussões, diz que diz e polémicas associados, a Casa da estação de Queluz não vai sair dos planos dos diretores do canal ainda. É lógico que com os valores que o programa atingiu, sendo uma média bem semelhante entre as três temporadas, onde as galas se manifestaram com um nível de maior atracção este ano, quem lidera os comandos do canal não podia deixar de apostar no programa e na sua apresentadora.

Tenho quase a certeza que em 2013 a aposta na Casa dos Segredos vai acontecer e com concorrentes que adoram discutir. É que se na primeira edição tudo foi mais calmo e levado para a brincadeira e na segunda tudo era mais amoroso e de conflito entre casais, agora as discussões foram gerais, sempre com guerras semanais entre os vários concorrentes que foram trocando de amigos, foram rodando entre com quem se discutia, como se de um guião se tratasse e tivessem sempre algo que fazer para darem que falar.

Este tipo de programa, embora semelhante ao formato do Big Brother, torna-se muito mais interessante porque consegue ser manipulado pela produção da maneira que bem entenderem, colocando os concorrentes menos atrativos fora de jogo assim que quiserem e levando os melhores e mais queridos pelo público até à final ou quase.

2013 vai ser, de certeza, o ano da quarta edição de Secret Story em Portugal e cá para mim não será só em Setembro que o programa vai regressar...

27
Dez12

O Bairro da Estrela Polar

E já comecei a ler O Bairro da Estrela Polar, da autoria de Francisco Moita Flores. O livro já andava por aqui há umas semanas à espera que outros fossem lidos e agora chegou a sua vez.

Antes que comece a ser transmitida na TVI a série com o mesmo nome e trama, eu quis ler as aventuras problemáticas de Diana e dos seus companheiros do mundo da droga, crimes e trafulhices.

Esta é a primeira vez que leio algo de Moita Flores e pelos primeiros capítulos posso dizer que estou a gostar bastante da forma rápida como tudo se passa e acontece.

É um facto que este livro foge do normal no que toca a estes assuntos, já que normalmente tudo é contado na perspectiva das autoridades e do bem e aqui são os traficantes, passantes e criminosos os grandes protagonistas de tudo. Ver as coisas de outro prisma, perceber como se pensa quando se está do outro lado é algo estimulante e que ajuda a perceber que mesmo estando do lado do mal, existem sempre coisas boas para aquelas pessoas agirem da forma como agem.

Vidas de sacrifício, vidas desfeitas, vidas às costas... Todas as personagens de O Bairro têm algo para contar e mostrar porque são assim e porque agem de forma ilegal. Francisco Moita Flores está de parabéns com esta sua última obra literária e espero que a série que a estação de Queluz tarda em estrear esteja tão boa ou melhor que estas 332 páginas da publicação da Casa das Letras.