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O Informador

Pobres com vida de ricos

Isto é uma das velhas questões... Quem não tem poder monetário para ter uma vida razoável é quem faz vida de rico, não tendo medo de comprar tudo o que lhe aparece pela frente, não tendo medo de ter filhos e mais filhos, sempre com um sorriso na cara e coisas novas por perto.

Faz-me confusão como é que um casal com três filhos, com uma casa com condições menos boas e em que só um membro da família trabalha, passa a vida de um lado para o outro, indo mais que cinco vezes ao café, sempre com os miúdos a comerem alguma coisa de que não era necessário... Depois ainda vejo essas crianças com telemóveis novos e a falarem que os pais compraram isto e aquilo! No que toca à roupa podem ter algo novo nos seus corpos porque é dada por quem tem pena, menos mal...

Faz-me mesmo confusão como estas cinco pessoas vivem diariamente só com um ordenado que não deve passar os mil euros, pagam renda de casa e todas as despesas a si associados.

Um rapazito que não faz nada, uma miúda que estuda e a mais pequena que anda todo o dia a ser empurrada no seu carrinho pelos irmãos ou mãe. Faz-me uma certa relutância como aquele homem consegue ganhar, nos dias que correm, para poderem beber tantos cafés e minis acompanhados por batatas fritas e afins a qualquer hora do dia.

Sabe-se que as refeições se baseiam, na maioria dos casos, em enlatados, e embora não sendo isso a melhor solução para os três menores, eles têm sobrevivido.

É realmente ingrato falar disto, mas o que vejo é que as famílias que têm menos condições sociais e económicas, são as que fazem uma vida mais despreocupada, sem pensarem se amanhã existe dinheiro ou não. Compram, pedem emprestado, ficam a dever, mas o que é certo é que eles sobrevivem.

Nós que andamos a lutar contra a crise e sempre com medo que o dinheiro nos falte sentimos essas preocupações afinal sem necessidade, não?!

Maxim vs. Playboy

As revistas Maxim e Playboy destinam-se aparentemente para o mesmo público, no entanto, para quem tem comprado as duas publicações desde o seu início, as diferenças são visíveis e parece-me que está na hora de optar por continuar a seguir só uma delas... Ou não!

Analisando as duas revistas masculinas percebe-se logo que a Playboy é muito mais elitista que a Maxim, sendo feita para um público com maior poder de compra e requinte. A Maxim nesse aspecto vai mais de encontro ao que procuro quando leio uma revista deste estilo.

Ambas são conhecidas por despirem as mulheres, mas o interior das suas páginas conta bem mais que isso. Em matéria de imagens com as musas de capa, a Playboy é a grande vencedora, sem querer dizer com isto que a revista concorrente não tenha boas imagens. E só neste ponto a Playboy é a minha eleita, em tudo o resto perde para a Maxim...

Pois é isso mesmo, as entrevistas, reportagens, artigos de moda, sugestões e crónicas são, a meu ver, de destacar as da revista Maxim, sendo mesmo o que gosto de ler quando mensalmente compro estas duas revistas. O mesmo tipo de artigos da Playboy deixa muito a desejar.

Depois ainda existe o facto de na Playboy, e por questões orçamentais, uma vez que as meninas de capa cobram mais que as da concorrente revista, se encontrarem demasiados anúncios publicitários, o que acaba por me irritar, uma vez que compro a revista para a consumir e não para ser comprado pela publicidade das grandes marcas.

No duelo Maxim vs. Playboy parece que a minha grande favorita é mesmo a primeira, no entanto, ainda tenho dúvidas se vou mesmo deixar de comprar a segunda, uma vez que existe sempre algo que me atrai!