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O Informador

Convites duplos | O Sangue das Palavras

28, 23 e 30 de Janeiro | ArtFeist

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2022 começa com a estreia de um novo espetáculo de Henrique Feist no Auditório do Casino Estoril. Imaginemos Ary dos Santos vivo nos tempos que correm com as redes sociais a fazerem parte do seu dia-a-dia, como praticamente acontece com todos nós. Ary nos tempos modernos é o ponto que dá o mote para o início do espetáculo O Sangue das Palalvras que conta com Henrique Feist, Diogo Leite e Valter Mira no elenco, com Ricardo Castro encarregue da voz de Ary dos Santos e Nuno Feist encarregue pela direcção musical. Esta produção estará em cena de Quinta-feira a Sábado, pelas 21h00, e Domingos, pelas 17h00, e todos podem assistir com as devidas precauções de prevenção pelas próximas semanas a esta nova aposta da ArtFeist. 

Vamos imaginar que o Ary dos Santos ainda hoje era vivo...com Facebook e Instagram. Com acesso às redes sociais. E basta só imaginarmos isto porque o resto, até podemos calcular o que seria. Uma festa. Com tudo à mistura.

É este Ary que nos interessa. A pessoa. O homem. Pois foi do homem que nasceu um dos melhores poetas contemporâneos de Portugal.

O Sangue das Palavras. As palavras de Ary. O dom da palavra do Ary. Palavras ensanguentadas porque poem o dedo na ferida. Porque são uma arma. Mas é nele que também encontramos a nossa alma. A nossa verdadeira alma. Enquanto o ser humano for contra qualquer injustiça, não importa qual ou de que género, haverá sempre um Ary. Somos todos Ary. E o conceito que temos sobre liberdade e justiça vai muito para além da nossa cor política, ou até mesmo de qualquer outra cor.

O Sangue das Palavras acompanha a vida deste poeta, passando por muitos dos seus mais belos poemas cantados.

É este Ary que nos interessa. O Ary das canções que ainda hoje são cantadas. Mas nem o talento nem o dom imensos conseguiram preencher a tristeza e profunda solidão que nele habitavam. E foi essa solidão que pôs fim a esta alma inquieta.

Nos últimos anos O Informador e a ArtFeist têm andado em parceira no lançamento dos novos espetáculos da produtora, como com O Sangue das Palavras - Ary dos Santos não será excepção, tenho convites duplos para oferecer, destinados às sessões dos dias 28, 29 e 30 de Janeiro, Sexta-feira e Sábado, pelas 21h00, e Domingo, pelas 17h00. Para que a participação seja válida tens de seguir os passos que se seguem. Ser seguidor d' O Informador no Facebook e/ou Instagram, tal como da ArtFeist - Facebook e Instagram. Partilhar o link deste texto via Facebook ou nos Stories do Instagram, mencionando O Informador, tal como três amigos nessa mesma partilha numa das redes sociais. Preencher o formulário - AQUI - onde só é permitida uma participação por endereço de e-mail. Esta oportunidade irá estar disponível até às 09h00 do respetivo dia da sessão, e nesse dia serão revelados os nomes dos vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através de sistema automático. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos bilhetes acontecer nas melhores condições.

Citações | 47 | Praticar o bem

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Se queres receber o bem e o bom, pensa no que tens ando a fazer.

Marta Arrais, em Guia para uma vida simples, editado pela Planeta de Livros

A lei do retorno existe e na maioria dos casos nem damos por ela. Certo é que quando os atos e o bem são praticados de forma livre sem segundas intenções a boa vontade acaba por ser devolvida em dobro e em boas quantidades. Nem sempre é no imediato nem com perceção, no entanto quem está disponível para celebrar a boa vontade para com os outros acaba por seguir uma linha de vida que também lhe entrega o positivismo como forma de balança.

Ganha no Instagram | Violeta

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A partir de hoje e até ao próximo dia 01 de Fevereiro, está a decorrer na minha página de Instagram um sorteio onde podes ganhar o novo romance de Isabel Allende, Violeta, publicado em Portugal pela Porto Editora. Sabe mais sobre esta oportunidade AQUI e habilita-te a ganhar um exemplar do novo livro da autora chilena de maior sucesso mundial. 

Violeta del Valle é a primeira rapariga numa família de cinco irmãos truculentos. Nasce num dia de tempestade, em 1920, quando ainda se sentem os efeitos devastadores da Grande Guerra e a gripe espanhola chega ao seu país natal, na América do Sul.

Graças à ação determinada do pai, a família sairá incólume desta crise, apenas para ter de enfrentar uma outra: a Grande Depressão. A elegante vida urbana que Violeta conhecia até então muda drasticamente. Os Del Valle são forçados a viver numa região selvagem e remota, onde Violeta atinge a maioridade e viverá o primeiro amor.

Décadas depois, numa longa carta dirigida ao seu companheiro espiritual, o mais profundo amor da sua longa existência, Violeta relembra desgostos amorosos e apaixonadas relações, momentos de pobreza e de prosperidade, perdas terríveis e alegrias imensas. A sua vida será moldada por alguns dos momentos mais importantes da História: a luta pelos direitos da mulher, a ascensão e queda de tiranos, os ecos longínquos da Segunda Guerra Mundial.

Contado a partir do olhar de uma mulher determinada, de paixões intensas, com uma vida plena de sobressaltos, Violeta é um romance épico, inspirador e emotivo, ao melhor estilo de Isabel Allende.

 

 
 
 
 
 
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Famosos com Amor e Guerrilha

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Cristina Ferreira de roxo, que me pareceu azul, numa noite de dilemas e de conversas sérias num estilo muito calmo e tranquilo que tão bem tenho gostado de ver a senhora diretora da TVI a assumir, mostrando que para fazer um bom programa de televisão não é necessário fazer-se brilhar acima dos concorrentes, dando espaço e mostrando que até os silêncios valem audiências. 

A gala começou com o esperado. Bruno e Liliana, Liliana e Bruno. As voltas trocadas que a entrada no reality show provocou a ambos, a aproximação entre duas pessoas que entraram com paixões no exterior e que acabaram por perceber que dentro de uma casa transformada em programa de televisão tudo se pode transformar. Liliana pediu desculpa à sua namorada até então. Bruno seguiu a mesma linha. Cristina conduziu a conversa a três de forma bem calma no confessionário, dando espaço ao casal para poderem revelar o que sentem sem pressão numa explicação que até me pareceu cair bem junto do público. Dentro do jogo e em isolamento o controlo que pensaram ter conseguiu descarrilar e as mudanças surgiram de forma que pareceu inesperada para ambas as partes. Como se não chegasse o momento Curva da Vida esteve também do lado de Bruno de Carvalho com os altos e baixos perante o amor, a vida profissional como empresário a partir dos 20 anos, o nascimento das filhas, a presidência do Sporting e a ida para a prisão com a falha que cometeu para com a filha mais velha que assistiu à sua detenção e viu toda a casa ser remexida. A auto definição como filho e pai acaba por ser o ponto que destaca na sua vida onde no fim da exibição da sua curva da vida fala na busca do amor que fique e não seja passageiro. 

No BBPlay a sessão começou com Jaciara Fatal com as imagens a revelarem os tiros que a concorrente deu para com vários concorrentes. Tiros de tentativa de arranjar casal primeiramente com o Nuno, depois com o Jay e virando-se numa terceira tentativa para o Kasha. Por outro lado também deu tiros para criar confusão de forma a se destacar no jogo, levando-me a acreditar que pensa que o Big Brother português segue os passos da edição brasileira do programa que vive com polémica com alguma violência verbal e sexo em grande destaque. O filme Eu é que Sou o Presidente surgiu e logo percebemos que Nuno Homem de Sá foi o líder da revolução contra as primeiras horas de Bruno de Carvalho como Presidente na casa. Bruno definiu tarefas contra os restantes, picou-se com o Nuno e os dois deram o chamado canal ao longo da semana, parecendo os dois galos a quererem o mesmo poleiro da capoeira. Se um canta o outro pica, se um deixa o espaço vazio o outro logo o vai atacar. Era Uma Vez no Big Brother foi a última película da noite com Nuno Homem de Sá como protagonista a contar a história do que vai acontecendo na casa, quem está para sair, quem irá cair, os que ficarão desiludidos, segundo a história contada pelo ator sobre os supostos peões do jogo. Também os comentários de uns sobre outros foram vistos neste vídeo com Kasha a debater a forma como Bruno está na relação com Liliana sem que a cantora consiga ter espaço para se dar a conhecer aos outros concorrentes. 

Os salvos da noite começaram por ser revelados em dupla com Jorge Guerreiro a somar somente 1% para ser expulso e Marta Gil com 2%. Mais tarde Mário Jardel é salvo com 3% na corrida entre os três nomeados restantes, deixando para mais tarde Jaciara a ser salva com 39% e Nuno Homem de Sá a ser expulso com 61%, ao contrário do que tinha previsto após a queda de popularidade da concorrente nas duas últimas semanas onde se baralhou toda no jogo com a vontade desesperada de querer aparecer, estando também esta votação totalmente a mostrar valores opostos ao que todas as sondagens indicaram ao longo da semana, o que me faz voltar a pensar no quanto fidedignos são os valores apresentados.

Presidência entregue novamente a Catarina Siqueira, que volta assim a assumir a liderança da casa, poder que tem intercalado com Bruno de Carvalho e que desta vez foi conquistado com uma prova de rebentar balões e recolher moedas para cofres individuais entre os concorrentes Jorge, Marta, Kasha e Catarina. Nomeações começaram com Jay a ser nomeado quando Jaciara ao ser salva teve de escolher dar imunidade a Kasha e nomeando assim o seu outro amor da semana. A Jay juntaram-se através de nomeações em dupla do nomeia e retira nomeado o Bruno, o Jorge e a Marta, no entanto a Presidente Catarina ainda teve de nomear de forma direta um outro concorrente e como tem evitado nomear mulheres, acabou por escolher Jardel para se juntar aos já nomeados. Ficam assim a lutar pela permanência na casa Jay, Bruno, Jorge, Marta e Jardel, acreditando que a próxima saída possa ser disputada entre Jay e Jardel, mas como sempre, certezas são sempre as últimas a chegar também neste tipo de formatos da vida real. 

Citações | 46 | Crítica de ensinamento

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Tenta receber as críticas de coração aberto. Talvez tenham qualquer coisa para te ensinar.

Marta Arrais, em Guia para uma vida simples, editado pela Planeta de Livros

Saber escutar e refletir sobre a crítica que vem dos outros por vezes ajuda a melhorar comportamentos e formas de estar perante cada situação. Certo e cada vez mais percebo isso, que existem críticas positivas que devem quase sempre ser valorizadas, no entanto também as negativas devem ter destaque na linha de pensamento, existindo um mínimo plausível para se retirar o que de bom essa crítica pode fornecer a cada um, reforçando e ajudando a melhor um futuro comportamento semelhante de forma a perceber onde se pode estar mal perante o olhar dos outros que também não são os donos da razão mas que nos pratos da balança podem dividir do mesmo modo uma melhor forma de agir no futuro perante determinadas situações.

Se um dá o mote e se acabamos por perceber que talvez, nem que seja bem pouco, conseguimos alterar de certo modo o que nos foi reforçado já estamos a ganhar, se assim entendermos que devemos tentar alterar algo na nossa forma de estar para próprio bem e por entender o que nos é sugerido por quem nos quer bem.

Citações | 45 | Pessoa «tóxica»

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Todos nós conseguimos reconhecer, ao longo do nosso percurso de vida, o surgimento de uma ou outra pessoa «tóxica». As pessoas tóxicas ou venenosas são aquelas que nunca estão contentes com absolutamente nada. Tudo é passível de ser reclamado ou contestado. Para este tipo de pessoas não há nada suficientemente bom, válido ou, até, valioso. Tudo lhes parece medíocre, fraco, pouco importante. 

Marta Arrais, em Guia para uma vida simples, editado pela Planeta de Livros

Oh, a falta de assunto!

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Não existindo assunto o melhor é não refletir para forçar a existência de tema. O tempo de vida ensina cada um a manter os silêncios, a precaver que se não existe tema para lançar conversa poderá ser somente a tradução de que talvez quem está do outro lado não mereça a presença e a procura para manter uma conversa meramente de circunstância. Perceber que quando se está frente a frente e não existem perspetivas do que poder falar para manter a companhia atenta acaba por ser uma boa demonstração de que não vale a pena forçar de forma triste, já que se não existe assunto com quem se está por breves momentos então somente convém perceber que existem pessoas que podem ter sido importantes mas que passaram para a história. Valerá a pena forçar certas companhias só para se parecer simpático? Já dei para essa peditório!

Somos o Super Mário do Covid19

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Praticamente dois anos após o Covid19 entrar em Portugal com alguma força e perante o surgimento de várias vagas e variantes do vírus a atacar a nossa população, é agora, em 2022, que vejo os casos positivos com alguma aproximação junto de pessoas que conheço mais de perto e em maior número.

Até aqui o Covid19 atacou conhecidos ou vizinhos assim mais distantes mas com a variante Omicron parece que os casos se aproximam. Todos agora conhecemos alguém que esteja a fazer quarentena por estar positivo perante o vírus ou porque vive com alguém infetado. Antes as sucessivas variantes pareciam atacar de forma mais dispersa mas neste início do ano parece que os casos estão tão próximos que o pensamento começa a ser que desta vez será mais difícil escapar ileso.

Concentração em fuga

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Sempre fui um leitor regular e continuo a ser, no entanto deteto que nos últimos anos vários fatores digitais têm atormentado os momentos literários, principalmente o tempo de paragens que faço para pegar no telemóvel e dedicar uns minutos, a meio da leitura, às redes sociais e não só. 

Leio umas páginas e percebo pelo frenesim do pensamento que tenho de fazer uma breve paragem para dar um olho ao que está a acontecer pelo Instagram. Volto uns minutos depois à leitura para umas páginas em diante fazer nova pausa e perceber o que tanto se comenta no Twitter. Volta e meia e vou confirmar o email e o blog para perceber se existem novidades e novos comentários para serem respondidos. Ou seja, no espaço de uma hora, que em tempos era dedicada somente ao livro que me andava a fazer companhia, agora percebo que esse tempo é dividido entre o livro e o telemóvel que mesmo sem querer, porque tento contrariar estas paragens, me apanha cada vez mais na curva, quebrando a concentração que tanto desejo. 

Big Brother, a saída de Leandro

O preto, o branco e na terceira gala do Big Brother Famosos a senhora diretora e apresentadora da TVI surgiu de verde lima para não deixar ninguém indiferente ao início da noite que assinalou a desistência de Laura Galvão do jogo e a saída por vontade do público do Leandro. Cristina brindou o público de verde lima, relembrando o fato de treino que Bruno de Carvalho usou e celebrizou na primeira semana de programa. 

Laura Galvão logo de início comunicou a sua desistência, abrindo-se assim o suposto alçapão que Ana Garcia Martins celebrizou para com os concorrentes que deixam o jogo por vontade própria ou para os que pouco ou nada fazem na casa do reality show. Duas semanas após entrar na aventura, uma semana após perceber que Marta Gil não lhe deu a hipótese de ouvir a voz da filha após uma semana de programa, a atriz desiste, levando-me a concordar com a comentadora perante os desistentes que tiveram a oportunidade de entrar no jogo enquanto outros tantos que não a têm e depois em poucos dias decidem deixar o lugar vago. O alçapão para a Laura deveria ser aberto logo com a sua entrada para não se arrastar por tantos dias de peluche na mão e conversas transversais.

No BBPlay da noite surgiu o filme As Três Ameaças, novamente com Leandro como o grande vilão, como na semana anterior. Atirou contra Bruno de Carvalho e Liliana, ameaçou, criou polémica e mostrou novamente que é um concorrente que gera controvérsia mas uma pessoa difícil de aturar e com quem não gostaria de privar. No segundo filme E Tudo o Nuno Espantou foi Nuno Homem de Sá a afastar todos os concorrentes de si, picando os miolos de quase todos para o olharem como um dos vilões da edição e ter assim tema de conversa que lhe desse destaque ao longo da semana. Quem reagiu a esta estratégia de Nuno foi Jaciara que o enfrenta e que mostra que foi para o Big Brother também com a noção do que é necessário fazer para se mostrar, provocar audiência e polémica para dar nas vistas e ser comentada, seja pelo lado mau ou bom. Sim, acho a Jaciara uma concorrente perigosa que cria enredo e muitas vezes chega a roçar pontos que podem vir a correr mal com as acusações que faz e o show que deu em direto na casa a chorar por perceber que o Nuno continuava na casa mostrou que está no jogo para se fazer de coitada por estar a ser prejudicada, o que é bastante perigoso perante o que diz contra o concorrente. Até a Barraca Abana revelou o diz que disse dentro da casa entre todos e mais alguns e lá surge novamente a Jaciara a atacar o Nuno Homem de Sá após a visualização do vídeo, gerando um novo bate boca entre os dois. Liliana também questionou Jardel pela razão de a achar falsa, sem conseguir obter resposta e justificação para tal afirmação do brasileiro. A relação de Bruno de Carvalho e Liliana também foi colocada nas imagens, mostrando que poucos acreditam no que une os dois concorrentes com a Liliana a revelar e a enfrentar Leandro sobre gostar de mulheres e que nenhum dos outros tem que questionar a sua aproximação para com o ex diretor do Sporting. A cantora revelou que está no programa sem medos e receios de dizer o que pensa e sem esconder a sua forma de estar na vida e dentro da casa do Big Brother. Gostei da sua defesa e tenho a aplaudir a personalidade que tem mostrado desde que entrou no reality show. 

Jorge Guerreiro mostrou a sua curva da vida, valorizando a presença da mãe na sua vida, os sonhos para se tornar cantor, o grande amor que iniciou aos 25 anos, a morte do pai com cancro em 2017, os problemas com a voz em 2019, a perda de um irmão em 2021, o grande amor terminou também no ano que terminou e a entrada na casa do Big Brother surgiu como um ponto de mudança perante a qual admite ainda não estar preparado para deixar o passado e as perdas para trás. Tal como a curva da vida do Francisco na primeira semana, também o Jorge acabou por revelar um lado menos conhecido da fama, acabando por ganhar uns pontos com este momento. 

Ao longo da noite as votações foram sendo suspensas e numa primeira fase Jay Oliver foi salvo com somente 3% dos votos enquanto quatro concorrentes a lutarem pela continuação do jogo. Se fiquei surpreendido por Jay ser o primeiro salvo da noite? Claramente, mas a percentagem entre os três menos votados era mínima e qualquer um entre três poderia ser. O segundo salvamento foi de 8% entre três e acabou por ser entregue a Nuno Homem de Sá, o que me surpreendeu por achar que o ator seria o último a ser salvo da noite. No final da possibilidade de votar, Bruno de Carvalho foi salvo com 13% e sem surpresas o público entregou a expulsão ao detestável Leandro com 87%, tendo o cantor obtido um dos maiores valores de sempre da história dos reality shows em Portugal para abandonar o jogo por vontade dos espetadores. Saiu, como estava mais que visto que iria acontecer, ainda surgiu com um discurso de que queria sair e mesmo no final ainda tentou mostrar que esteve a jogar e em personagem para tentar que alguém acreditasse no que disse mas totalmente em vão por não conseguir convencer grupo e público, numa falta de coerência geral do próprio. 

Jardel, em substituição do expulso Leandro, Nuno e Bruno disputaram a prova do líder onde tinham de continuar a cantar alguns temas conhecidos que paravam de tocar, num momento constrangedor para os três concorrentes e que só mostrou a incapacidade da produção da Endemol em criar provas engraçadas e divertidas para o público na eleição do Líder agora chamado de Presidente da casa. Bruno de Carvalho foi o eleito e volta assim a ter imunidade e algum poder no jogo durante a próxima semana.