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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

16
Fev19

Ainda sobre o espetáculo Zoom

| O Informador

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Já me ia esquecendo de vos transmitir um apontamento sobre o espetáculo Zoom, que se encontra em cena no Teatro da Trindade, em Lisboa. 

Sandra Faleiro, João Reis e Virgílio Castelo são atores de mão cheia e com provas mais que dadas, mas em Zoom a Sara Matos surpreende em palco e a ideia televisiva que tinha da moça que namora com Pedro Teixeira só veio melhorar ainda mais pela simplicidade que transmite em cada cena que faz, do humor ao drama, mas sempre bem. A Sara é mesmo uma das jovens atrizes com mérito próprio que mostra que chegou onde chegou graças ao seu trabalho e não por ser simplesmente um rosto bonito e por estar ligada a namoros bem badalados pela imprensa. 

 

15
Fev19

Trotinetas, os novos ratos da cidade

| O Informador

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Há umas décadas as grandes cidades tinham o flagelo dos roedores e do lixo. Agora, em pleno 2019, são as trotinetas elétricas que de um momento para o outro despoletaram como pipocas pelas ruas da capital e aos poucos se têm espalhado por várias cidades de Portugal.

Neste momento são já várias as empresas a operar no nosso país e a colocarem trotinetas a circularem por avenidas, ruas e jardins como autêntico lixo urbano. Em circulação este novo modo de viagem urbana é aceitável, embora já tenha dado alguns problemas de atropelamentos em poucos meses. O que acho que começa a ser exagerado são o quase abandono das trotinetas em torno de prédios, lojas e centros comerciais. Este veículo urbano dos tempos modernos é o típico descartável que se pode usar e deixar em qualquer lugar, sem existirem ainda regras definidas para que o abandono das trotinetas não aconteça como tem vindo a acontecer. Em Lisboa neste momento é raro andar pelas principais avenidas e não ver espalhadas pelos passeios várias trotinetas que foram deixadas em espera que o mesmo ou outro utilizador lhes pega e as leve até outro ponto da cidade para a voltar a abandonar. É sabido que a autarquia está a definir regras para a utilização e principalmente estacionamento destas placas com rodas, mas até que definam lugares próprios de paragem, como acontece com as bicicletas elétricas, parece que vamos continuar a ver as belas viaturas aqui e acolá, completamente abandonadas e a causar um certo distúrbio visual às ruas das cidades que ficam assim invadidas por estes veículos como se fossem lixo em espera para ser recolhido. 

14
Fev19

Zoom | Teatro da Trindade

| O Informador

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Zoom, da autoria de Donald Margulies, chega a Portugal através do Teatro da Trindade que ao encargo de Diogo Infante aposta assim também como encenador nesta história de amor onde Sandra Faleiro, João Reis, Sara Matos e Virgílio Castelo dão vida a quatro personagens bem consistentes e formadas para agitar a vida e os pensamentos umas das outras. 

Destacando a relação de Sarah, uma fotojornalista que chega ferida da Guerra do Iraque, e do seu namorado, James, jornalista que a acompanha como repórter de guerra, em Zoom o debate surge a partir do momento em que o casal se apercebe que existem divergências entre a vontade e a forma de estar e assumir o futuro entre ambos. Se para Sarah, e mesmo após o acidente que a lesionou, o futuro é continuar a enfrentar o caos e a morte dos outros para os mostrar ao Mundo, já para James é tempo de parar e refazer a sua vida como alguém que possa trabalhar com horários, tendo dias de pausa, férias, optando por uma paragem para pensar em criar família e ter filhos. Os debates como casal com divergências começam aqui e os sentimentos começam a ser revelados num momento em que as diferenças no seio da relação surgem.  

Ao mesmo tempo que Sarah e James começam a revelar as suas fragilidades como casal, ambos vão recebendo em casa o editor de fotografia com quem trabalham. Steve apresenta a sua nova namorada, Mandy, alguns anos mais nova e com uma aparente ingenuidade do seu lado que a leva a colocar o dedo na ferida em vários momentos de conversa cruzada entre os quatro. A forma como Mandy olha para a vida e para as relações de forma descontraída acaba por influenciar a decisão de Sarah e James perante o que lhes está pela frente. Afinal de contas viver de forma livre e saudável é andar a correr o Mundo atrás do mal dos outros? Construir uma vida não é só ver trabalho pela frente, o que os comentários inofensivos e desconcertantes de Mandy acabam por levar Sarah a ter reações que tudo mudam perante o seu estado de normalidade onde retratar a realidade como uma paragem é o seu dever contra a normalidade de quem só quer ser feliz. 

13
Fev19

Private Lives | Vidas Privadas

| O Informador

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Nöel Coward é o criador de Private Lives, a comédia que agora chegou a Portugal através da adaptação a cargo de Suzana Borges e com o título literalmente traduzido para Vidas Privadas, como assim tinha de ser. 

Num espetáculo sobre o amor e com a paixão representada das mais diferentes formas, neste espetáculo os hábitos, costumes e tradições de uma relação são debatidos de alto a baixo, entre o bem e o mal. Com base num casal divorciado e que refaz as suas vidas perante novas relações, Amanda e Elyot voltam a cruzar-se precisamente no primeiro dia da lua-de-mel dos seus novos casamentos. Separados há cinco anos, o ex-casal volta a encontrar-se justamente no hotel onde ficam hospedados com os seus novos companheiros. E o que será que este reencontro trará de bom para os mais recentes noivos e para os seus pares que nada têm com a vida em comum que Amanda e Elyot tiveram no passado? É aqui, nestes inesperados encontros que o amor que foi sentido volta a reacender e os levas a deixar os respetivos companheiros no hotel de Deauville e a partirem para Paris para uma tentativa de regresso ao que foi bom e acabou mal. Será que todas as relações estão condenadas a terminar e a não terem hipótese de uma segunda oportunidade ou com tanta oscilação há que tentar aceitar a diferença do outro e deixar que o fogo da paixão leve uma relação de amor/ódio em diante?

12
Fev19

Rendimento Social de Idiotas | Santiago Xande

| O Informador

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Título:  Rendimento Social de Idiotas

Autor: Santiago Xande

Editora:  Manufactura

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Março de 2018

Páginas: 160

ISBN: 978-972-559-365-3

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: Hilariante, sarcástico, burlesco; tão burlesco que até mete dó…

São pessoas que recebem o Rendimento Social de Inserção. Portugueses. Idiotas?

É um técnico do dito Rendimento, que passa para o papel o que de mais inesperado e inacreditável vai sucedendo, dia após dia, nessa negra e ingrata tarefa de explicar ao beneficiário o que significa beneficiário. Um livro polémico, sem dúvida. 

A crítica, por vezes mordaz e sempre demolidora, que neste livro implicitamente se faz, é acima de tudo um portentoso exercício de humor satírico.

Sem filtros, o dia-a-dia de um técnico de Rendimento Social de Inserção (RSI), confrontando-se com situações estranhas e caricatas, e com comportamentos bizarros ou até inacreditáveis, mas que, afinal, retratam simplesmente a realidade

Algumas das histórias mais idiotas do RSI - antigo Rendimento Mínimo Garantido -, contadas por alguém que passou por elas e que sobreviveu a todas com apenas algumas escoriações profundas e queimaduras graves.

As histórias que aqui se contam são todas reais, mas algumas são difíceis de aceitar. Lá está, são idiotas.

 

Opinião: Rendimento Social de Idiotas é daqueles livros que pode não ser apelativo pela primeira aparência mas que assim que se começa a sua leitura conquista pela boa disposição e os bons apontamentos comportamentais que vão sendo dados. 

Essencialmente e de forma resumida, o narrador das várias histórias incorporadas em Rendimento Social de Idiotas são contadas por um antigo funcionário do serviço de Rendimento Social de Inserção, que teve de ouvir, respirar fundo e voltar ao ativo perante várias situações inusitadas que lhe foram aparecendo pela frente ao longo dos anos em que trabalhou no serviço onde é atribuído o pagamento que vai para além do subsídio de desemprego para quem não tem qualquer rendimento.

11
Fev19

Tudo volta nesta vida

| O Informador

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Parece que tem data certa para acontecer, é incrível, assim como todos os meses vem a conta de luz, assim como vem a lua nova a cada quatro semanas e tão certo como chegam as outras estações do ano, os entupimentos acontecem de forma periódica em casa, como se estivessem programados. Existe coisa mais desagradável que entupimentos caseiros? Mau cheiro, dificuldade no escoamento da água e o transbordo de ralos, e quando surge tudo junto a situação não é nada agradável. Estes são só alguns dos transtornos causados pelo entupimento, que acabam por resultar na visita de uma empresa profissional para um desentupimento de esgoto.

Por que digo que tudo volta? Na verdade, quem dizia isso era a minha avó, sábia mulher. Ora, bem simples, no wc, por exemplo: o vaso sanitário e as suas respetivas canalizações não foram feitos para receber materiais/objetos/lixo. Por isso, nunca deito absorventes, preservativos, fio dental, pontas de cigarro, restos de comida nem nenhum outro material inapropriado, pois entopem mesmo a canalização e acabam por voltar atrás. A solução é ligar para uma empresa desentupidora que venha retirar aquilo que foi deitado na semana anterior ou durante o mês passado!

No lavatório, os grandes vilões são os pelos da barba e cabelos. Por isso, em casa não deixo, após desfazer a barba ou de me pentear, recolhendo tudo o que fica na superfície do lavatório para o lixo. Caso contrário, já se sabe que uns tempos depois, eles vão voltar e voltar a entupir.

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