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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Vencedores dos convites duplos para O Último Dia de um Condenado [09 e 10.12.2017]

08.12.17Publicado por O Informador

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Virgílio Castelo está de regresso aos palcos com o monólogo O Último Dia de Um Condenado, que acabou de estrear no Teatro Armando Cortez, sendo este espetáculo uma das novas apostas da Yellow Star Company para os próximos tempos pela sala lisboeta.

Comemorando os 150 anos da Abolição da Pena de Morte em Portugal (1867-2017) esta produção conta com setenta minutos de duração onde o texto de Victor Hugo é excelente interpretado pelo ator português que foi encenado por Paulo Sousa Costa. De Quinta a Sábados pelas 21h30 e aos Domingos pelas 18h00, O Último Dia de Um Condenado está bom e recomenda-se e é por isso que estiveram convites duplos em sorteio junto dos visitantes do blog.

Segue a lista dos vencedores para as sessões de Sábado à noite e Domingo à tarde, respetivamente, que foram selecionados através do sistema random.org. Sérgio Dias, Ana Maria Morais, Maria Gonçalves, Manuel Diniz e João Vasconcelos foram os vencedores dos convites para a sessão de Sábado, 09, pelas 21h30. Já Ana Salomé, Luís Costa e Silva, Tânia Venâncio, Gisela Dias, Natália Guia, Carlos Ribeiro e Cristina Gaspar ganharam os bilhetes destinados à sessão das 18h00 de Domingo, 10 de Dezembro.

Parabéns aos vencedores e Muito Obrigado a todos os que tentaram a sua sorte e partilharam esta oportunidade pelas redes sociais!

"Uma adaptação a partir da obra homónima de Victor Hugo, que versa as últimas horas de um homem que está no “corredor da morte”, com o fim iminente à sua espera. É uma crítica mordaz à pena de morte, onde o autor questiona a justiça por tamanha barbaridade que é tirar a vida a um ser humano, mesmo que seja culpado por um crime de sangue. É um manifesto a favor da abolição da pena de morte, publicado em 1862. Esta obra teve repercussões em todo o mundo, contribuindo para a proibição da pena capital. Portugal foi o primeiro país da Europa a abolir a pena de morte e o romancista francês Victor Hugo referiu esse facto, congratulando o feito e dizendo “Portugal dá o exemplo à Europa, que imitará a vossa nação. Morte à Morte. Guerra à Guerra. Viva a vida! Ódio ao ódio! A Liberdade é uma imensa cidade da qual todos somos concidadãos”.