Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

23
Dez16

Natal é concorrência!


O Informador

As cidades deste país estão inundadas de grandes árvores de Natal num concurso sem prémio para se perceber qual a maior de 2016. Na verdade em Portugal tudo tem valor consoante as medidas e luminosidade, entrando-se sempre em corridas e disputas porque, como diz o ditado, «a minha galinha é melhor que a tua». São os presépios, onde a minha vila, Alenquer, tem um dos mais antigos e conhecidos do país, são as majestosas árvores natalícias, os divertimentos, agora os mercados de Natal, os comboios de passeio pelas ruas. De há uns anos para cá o que é certo é que em época de Natal as vilas e cidades começaram a ganhar um novo ânimo, convidando miúdos e graúdos a saírem à rua antes, durante e após os dias festivos para comemorarem ao ar livre e de forma bastante comercial uma celebração cada vez mais consumista. 

Em que cidade está a maior árvore de Natal este ano? E o presépio majestoso de 2016 onde pode ser localizado? Já agora, o bolo rei é rei e senhor em que pastelaria nacional? E os filhoses arrebatadores por onde andam?

O Natal já entra nas disputas territoriais e a procissão iniciada às uns anos ainda vai a meio! Para o ano teremos talvez o Marcelo a fazer de Pai Natal a visitar as pequenas aldeias deste país e a ser bastante requisitado, a Cristina a pousar de lingerie na sua revista como Mãe Natal e em digressão nacional e comercial, a Rita a servir tapiocas natalícias de mercado em mercado, o Malato a cozinhar com as mães deste país os doces tradicionais de cada região numa verdadeira disputa, o Ronaldo a marcar um golo em tons de vermelho e branco e o Sócrates a meter os presentes no saco para os levar para casa e distribuir pelos amigos. 

02
Mai16

Vila bonita para a feira!


O Informador

A vila vai estar enfeirada daqui a uns dias e agora tem sido tão comum ver os empregados camarários todos juntos, como se tivessem em reunião, a trabalharem pelas ruas, jardins, calçadas e pavilhões! Com isto tenho questões a colocar sobre este grupo tão elevado de funcionários que aparecem por estes dias...

Que andam a fazer as centenas de empregados públicos ao longo do ano para agora poderem estar num só lugar durante dias para que tudo esteja bonito para a feira? É que nas outras semanas um ou outro andam por ai mas os restantes nem vê-los! Agora podem arranjar e reparar para que nas restantes épocas tudo fique ao abandono porque as visitas não aparecem sem existirem momentos festivos, é isso? Com estas coisas fico a crer que tal como é comum pensar-se... Que a função pública tem mesmo funcionários a mais ao longo de todo o ano! Podem não estar a mais, mas se não fazem o seu trabalho em condições é porque algo está mal!

03
Fev15

Ir à Vila


O Informador

Casaleiros ou habitantes por detrás do sol posto, é assim que muitas pessoas se referem aos que vivem fora dos grandes centros urbanos, como é o meu caso! Não vivo num local longínquo, no entanto também não vivo isolado do mundo, estando a menos de cinco minutos do centro do concelho. Agora, o que reparei há uns dias em conversa é que quando me refiro em ir até Alenquer, acabo por dizer que vou à Vila. Sim, todos aqui por casa dizemos que vamos à Vila quando saímos de casa, deixamos a aldeia e necessitamos de ir ao centro, onde os supermercados e serviços estão disponíveis a todos.

Ir à Vila é daquelas coisas normais que quem sempre viveu na cidade ou na dita Vila não percebe. Eu, que sempre habitei na aldeia, fui habituado a referir-me a Alenquer como a Vila, aquela que tal como milhares de outras pelo país é o local de encontro de todos os munícipes da zona.

Não refiro que vou à Vila com mais nenhum local porque tudo o resto é normal. Vou ao Carregado, a Azambuja, ao Cartaxo, todas vilas mas nenhuma como a minha, aquela onde sempre fui habituado a viver, aquela a que todos nos referimos e percebemos qual o verdadeiro significado da palavra. Qual a diferença de dizer que vou à Vila ou que vou até Alenquer? Nenhuma mesmo, no entanto ir até à Vila ou ir até ao Carregado já é bem diferente. A razão? Simples, Alenquer é a Vila e o Carregado mesmo sendo Vila não passa do Carregado!

Algo confusa a explicação? Nada disso, sendo que a confusão neste caso só existe em quem não percebe o verdadeiro sentido de viver numa aldeia próxima de tudo mas que os outros acham que fica no final do mundo!

Vou indo, ou melhor, vou até à Vila porque já devem estar cansados de tanto ler a mesma palavra num só texto!

27
Mai14

XXXII Feira da Ascensão


O Informador

Ascensão

Alenquer, a vila que sempre me acolheu, está em festa com a trigésima segunda edição da Feira da Ascenção, que sempre coincide com o fim-de-semana da quinta-feira da Espiga. Este ano conto andar pelas ruas da vila por alguns serões destes dias, ao contrário do que tem acontecido pelos últimos!

Deixo aqui a programação diária do evento para quem quiser dar um saltinho até Alenquer pelo próximo fim-de-semana para conhecerem a Feira da Ascensão, uma montra do que se anda a fazer culturalmente pelo concelho que há uns anos deixou a tradição de lado, entregando-a aos comerciantes locais para seguirem em frente com este fim-de-semana onde todos se conhecem e encontram pela zona da Romeira.

Exposições, dança, canto, diversão, comida e bebida prometem não faltar ao evento e mesmo não tendo convidados e atracções de topo, a feira de Alenquer será sempre a feira da minha vila!

Ascensão 2

24
Mar14

Curiosidade alentejana


O Informador

Férias numa aldeia alentejana também simbolizam muita curiosidade dos seus habitantes para com os novos seres que estão a habitar por uns dias a casa da rua tal, estando na vizinhança da não sei quantas e próximos do café central. Pois, ao longo da estadia de uma semana em terras desertas do nosso país, fui percebendo que a presença de desconhecidos pelas ruas da pequena vila causa desconforto aos seus habitantes, isto porque querem saber informações sobre tais extraterrestres que apareceram sem avisar na pacatez do seu círculo de conhecidos. Sempre se disse que a curiosidade matou o gato... Ai os alentejanos!

Os olhares, o «desculpe, mas posso fazer-lhe uma pergunta?» e as conversas em baixo som vão sendo feitas pela passagem dos tais seres desconhecidos que frequentam por uns dias cafés, lojas, biblioteca e ruas mais antigas que os transeuntes que as percorrem constantemente através das obrigações e das lides domésticas e comerciais que se fazem sentir regularmente. As pessoas sentem a presença de desconhecidos nestes pequenos centros rurais, que tendem a decair ao longo dos anos, e ficam com algum tormento que as levam a crer saber mais para também poderem partilhar com os vizinhos, aqueles que irão aparecer logo de seguida e que irão colocar as mesmas questões sobre de quem se trata aquele carro que não é habitual estar estacionado por tais paragens!

A curiosidade não é inata dos seres humanos, mas que é bem notória, lá isso não é de duvidar, para mais em locais pequenos e onde pouco ou nada acontece!

Mais sobre mim

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Comentários Recentes

Mensagens

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D

Segue-me...

Facebook ___________________________________________________________ Instagram ___________________________________________________________ Twitter ___________________________________________________________ Pinterest Visita o perfil de O Informador no Pinterest. ___________________________________________________________ Goodreads
Envelhenescer
Três Homens Num Barco
Confissões de Inverno
O Templário Negro
Larga quem não te agarra
As Desaparecidas
Sentir
A Livraria
A Magia do Acaso
Hotel Vendôme
A Química
Não Gosto de Segundas Feiras
___________________________________________________________ BlogsPortugal
___________________________________________________________ Bloglovin Follow _____________________________________________________

 Subscreve O Informador