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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Sensacionalismo por Pedrógão Grande

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Nos dias trágicos sobre o acidente de Pedrógão Grande e tudo o que tem surgido depois com uma imensa área territorial a arder, todos os meios de comunicação social viraram sensacionalistas. Acho que não é difícil perceber o que quero dizer já que os factos têm-se refletido pelas reportagens televisivas dos principais canais nacionais e seus parceiros de informação.  

Através da transmissão de imagens chocantes em direto os canais informativos tentaram criar impacto junto do espetador usando e abusando da tragédia de Pedrogão Grande que continua a devastar quilómetros de área onde não é só a mata que fica em cinzas. 

Portugal não está preparado para este tipo de situações e os meios de comunicação social ao apanharem um caso tão forte acabaram por usar e abusar da situação, criando um alarido onde vale tudo para se ser o melhor, para mostrar o que dá audiências, recorrendo a depoimentos de pessoas sensibilizadas e que perderam familiares e os seus bens, optando por mostrar corpos espalhados, feridos a serem socorridos, num autêntico cenário de guerra a ser mostrado em direto nos canais generalistas e informativos nacionais. 

Nos últimos anos assistiu-se a uma alteração no modo de se fazer notícia, tentou-se criar uma informação mais rigorosa que desse outra imagem ao que era feito e transmitido ao espetador, no entanto quando acontecimentos de maior envergadura aparecem, todos acabam por cair no erro do facilitismo com o impacto onde a situação leva a comportamentos controversos e onde os momentos sensíveis, tocantes e polémicos surgem através de profissionais que se desequilibram de um momento para o outro pela pressão de querer ser o melhor e reconhecido nos momentos de aflição. 

Críticos por Pedrógão Grande

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Muito já li pelas redes sociais acerca do tratamento da comunicação social face aos acontecimentos de Pedrógão Grande, essencialmente porque a TVI, tal como todos os canais generalistas, continuou com a sua programação normal ao longo da tarde, só que enquanto RTP tinha futebol e a SIC cinema, como todos sabem no canal quatro o programa de Domingo é o Somos Portugal. Já ao serão foi a vez de ser a SIC a levar com as criticas por ter transmitido o Just Duet. Muitos achavam que seria sensato por parte da direção de cada estação ter cancelado a exibição dos formatos para darem algo não programado ou estarem em direto do local da tragédia, o que foi feito nos canais informativos com e sem rigor. O que me pergunto é, valeria mesmo a pena cancelar tudo o que estava programado quando existia um canal suplementar do grupo que estaria em direto ao longo de todo o dia do local dos acontecimentos, neste caso a SIC Notícias e a TVI24?

Estas criticas fizeram-me lembrar uma situação que vivi e que acabei por recordar um pouco. Falo do dia em que o funeral da minha avó se realizou. Dia esse que também assinalou o aniversário da minha afilhada. O funeral foi ao início da tarde e pensei que não deveria ir ao jantar de família, feito em casa, mas todos me disseram que não havia mal algum em ir jantar com eles porque tinha de comer, ou em casa ou na casa dos meus primos, teria de jantar. E fui, os meus pais e tios aconselharam-me a ir e optei por não desmarcar o que já estava combinado. Claro que o espírito não é o mesmo, claro que não existem festejos como se de outro dia normal se tratasse, mas as coisas acontecem e os que cá ficam têm de continuar a viver, de luto, com um pensamento distante por alguns momentos, mas não é necessário alterar totalmente uma rotina porque um acidente acontece e os que cá ficam têm a obrigação de desfalecer. Não vamos atirar foguetes de alegria, mas existe a necessidade de continuar e tentar voltar rapidamente à rotina, não deixando que os factos menos bons tomem conta do psicológico de cada um. Não queria ir, fui e não me arrependi em algum momento de ter tomado tal decisão. 

Claro que a dimensão dos acontecimentos não tem comparação, mas uma morte toca sempre quem está envolvido e neste caso da devastação de Pedrógrão Grande é um acontecimento que marca o país, que arrecada muitas lágrimas e tristeza e que fez com que este Domingo tivesse sido passado com um pensamento fora do comum, com um tema que ninguém gostaria de ter visto acontecer, mas que infelizmente quebrou várias famílias, aldeias e uma sociedade que agora ter-se-a de reerguer com as faltas que este fatídico incêndio provocou. 

Não percebo a indignação das pessoas que criticaram os canais, principalmente a TVI, por não alterarem a sua programação, sendo que muitos desses críticos foram certamente para um arraial festejar ou para a praia desfrutar do dia quente que se fez sentir, não se lembrando nesse caso que o país está em luto nacional durante três dias. Há que ter noção sobre o que se diz porque quando hoje se criticam atitudes as mesmas podem muito bem ser feitas pelos próprios em ocasiões semelhantes. 

Neste caso os canais já tinham as suas programações definidas, existem os canais informativos para estarem em direto do local dos acontecimentos constantemente, qual seria a necessidade de estarem dois canais de cada grupo a transmitirem de manhã à noite a mesma emissão? Por essa lógica muitos dos canais de Cabo tinham fechado a sua emissão porque os seus programas não estão de todo de acordo com o que esses críticos chamam de dias de luto onde não comem, não conversam, não saem de casa, não exprimem um sorriso e não tentam descomprimir, ficando somente a matutar na dor que fica para sempre mas que pode muito bem ser tranquilizada com as rotinas do dia-a-dia.

Pesadelo na Cozinha versus O Mirante

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A primeira temporada do programa de sucesso Pesadelo na Cozinha terminou ontem e não é que ao folhear o jornal O Mirante achei uma notícia sobre a forma como o episódio que foi gravado no restaurante Tejá em Santarém tinha sido feito? Irrisório, tal como podem também ler na imagem!

Primeiramente começam por dizer uma verdade com o título sobre as «cenas chocantes» que passaram no ecrã, partem para a introdução onde revelam que o formato da TVI «conseguiu transformar um restaurante, situado num dos lugares míticos da cidade, num verdadeiro caixote do lixo, gerido por pessoas que pareciam atores de um filme de terror». O que questiono desde já é! Os donos e gestores do restaurante não concorreram para tentarem recuperar o Tejá? Os mesmos proprietários do restaurante não deram a cara e assumiram tudo o que se estava a passar onde comida imprópria para consumo estava a ser servida aos clientes que nem sabiam que a cozinha do espaço estava minada de moscas que se faziam passear pelos alimentos que ficam ao ar durante horas e com o lixo depositado na sala ao lado? Tudo isso passou e ninguém, por muita fama que quisesse, deixaria que o seu negócio ficasse tão mal visto se a situação não fosse real. Por algum motivo vários restaurantes que passaram pelo programa foram encerrados por falta de higiene e qualidade que apresentaram perante a produção. 

Ao longo da notícia falam que «milhares de pessoas que assistiram a um verdadeiro escândalo na cozinha do restaurante» ficaram chocadas com a forma como «a colaboração dos proprietários do restaurante fez acreditar, mesmo os mais incrédulos, que tudo aquilo que vimos e ouvimos no ecrã era verdade». Se estava perante os olhos e as câmaras queriam que as pessoas dissessem o quê? A comida estava podre!

Na notícia falam ainda sobre «alguém perdeu o juízo para que a televisão pudesse humilhar tanta gente, desde os administradores do espaço até os empregados que pareciam baratas tontas a acenarem com a cabeça a tudo o que o animador do programa precisava para chocar os espetadores». 

À Conversa com... Maria João Costa

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Maria João Costa, a autora da novela de sucesso da TVI, Ouro Verde, aceitou o meu convite e partilhou um pouco da aventura que foi escrever a sua primeira trama para televisão. Com formação além fronteira e com uma carreira onde sempre deixou que as suas ideias e sonhos falassem mais alto, Maria João revela-se nesta longa entrevista onde para além do seu trabalho em televisão falamos do passado e do futuro, das amizades e das paixões de um nome que conquistou Portugal e não só com a novela que logo ao primeiro episódio apaixonou o público. 

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Ouro Verde foi a sua primeira novela. Alimentar um projeto de sucesso do início ao fim foi um trabalho árduo?

Bom, na prática a novela ainda não acabou pois vai continuar no ar por mais uns meses, apesar de eu ter a terminado de escrever. Faço figas para que essa sua frase esteja certa e este consiga manter-se como um projeto de sucesso do início ao fim. O trabalho foi árduo sim, como suponho que seja sempre o de qualquer novela. Tendo em contra o número de episódios de que estamos a falar, este acaba por ser um desafio que vai muito para além da nossa capacidade intelectual. Diria mesmo que há um momento em que o tema é mais físico do que mental. Pelo menos no meu caso que sou obsessiva com o trabalho: escrevo todas as grelhas detalhadamente, edito todos os episódios, releio-os sempre que posso mais do que uma vez, apesar de admitir que se chega a um momento em que torna impossível olhar para trás... Aí já estamos a falar de uma espécie de trabalho de circo em que temos de continuar a manter várias bolas no ar, mas agora de olhos tapados. Como digo sempre, este é um trabalho absolutamente “braçal”, onde não há muito por onde fugir: esteja-se bem ou mal disposto, inspirado ou não, os episódios têm de aparecer feitos dia após dia, o que nos obriga a uma grande disciplina física e mental.

 

Já com o final escrito, como resume este projeto na sua vida?

O balanço parece-me naturalmente positivo e importante. Por outro lado, e tal como já escrevi algures, por se tratar de uma primeira novela, o processo foi vivido por mim como se de uma primeira grande paixão se tratasse, com direito a todo o tipo de excessos no caminho. Será sempre marcante por isso também, pelo tipo de emoções que conseguiu despertar em mim.

 

Terminada a escrita desta produção, qual a sensação com que o autor fica ao despedir-se das personagens?

Sinceramente?... Toda a gente me dizia que depois de terminar algo assim ficaria um vazio enorme dentro de mim; diziam que me ia custar imenso a desapegar deste universo e destas personagens, mas, curiosamente, aconteceu-me exatamente o contrário. Depois de, confesso, cinco minutos de nostalgia após a escrita da última cena, já a altas horas da madrugada, durante os quais não resisti a mandar uma mensagem de despedida com um tom quase “amoroso” para a minha equipa de escrita talentosa e dedicada (Mª João Vieira, Roberto Pereira e Sebastião Salgado), fiquei felicíssima por ter terminado. Acho que o cansaço físico falou mais alto, ou então talvez a enxaqueca que não me largava há dias e que me deu, finalmente, descanso. (risos) Agora a sério: fiquei sobretudo feliz por ter conseguido levar esta história com ritmo até ao final. Acho que o público vai notar que a tensão se mantém até ao último momento. E diria mesmo que os três últimos episódios são imperdíveis.

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Uns bons meses após o início do projeto Ouro Verde e já com o final escrito, como é o dia-a-dia de um autor que está constantemente a criar a trama que não pode parar por tudo estar a ser gravado muito em cima da fase de escrita?

O dia-a-dia, na verdade, acaba por se revelar muito simples e desinteressante, especialmente nos últimos três meses de escrita: no meu caso passava por escrever, comer e dormir (aliás, dormir tornou-se vital, mais do que comer para alguém como eu que dorme pouco. Descobri que todos os momentos se podem revelar bons para tirar uma sesta. Nem que seja de 15 minutos apenas e com direito a despertador). Além disso, e ainda no meu caso, com isso encadeava apenas umas idas ao ginásio, ao osteopata e à acupunctura, todos necessários para conseguir manter a energia e saúde necessária até ao final. De resto... Vida social e cultural muito próxima do zero, o que foi bastante redutor. No momento tenho mil coisas para pôr em dia (entre filmes e séries que quero ver, livros que venho acumulando para ler, espetáculos que tenho perdido, amigos que mal tenho visitado, viagens que quero fazer, novos cursos). Em resumo, estou a precisar de renovar o meu stock de conhecimentos, emoções e vivências. Na minha opinião, um autor tem de viver mais do que escreve.

 

Muito do sucesso da novela acontece não só pela escrita mas muito também pelo elenco. Poderemos dizer que Ouro Verde tem o elenco certo para o projeto líder que é?

Eu acho que uma novela é, antes de mais, um enorme projeto coletivo onde o talento de cada uma das peças desta enorme engrenagem, faz toda a diferença. Ouro Verde teve o mérito de conseguir reunir um elenco de luxo que funciona muito bem entre si e onde todos tentam dar o seu melhor. É muito bom ver os atores felizes com os seus papéis, dos mais pequenos aos maiores. Muda totalmente o empenho com que trabalham. E isso é interessante de assistir pois quando vemos algum ator agarrar o que escrevemos e fazer aquilo crescer percebemos a importância que um bom elenco tem, para além de uma boa história, para o sucesso de uma novela. Também acredito, ao contrário, que um ótimo elenco com uma má história, não convence.

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Ter Diogo Morgado, Joana de Verona e Ana Sofia Martins como protagonistas foi uma surpresa ou existia uma vontade sua junto da produtora em conseguir algum destes nomes no elenco?

Este projeto sempre foi tratado como uma grande aposta do canal, por isso sempre foram pensados nomes relevantes para Ouro Verde. O caso do Diogo Morgado é um bom exemplo disso. Eu mesma me atrevi, uma vez, a dizer em voz alta ao José Eduardo Moniz que “bom, bom, era se conseguíssemos ter o Diogo a fazer o papel de Jorge”. Pensei que tal seria difícil, tendo em conta o percurso internacional que o ator tem vindo a fazer, mas quer dizer... o não está sempre garantido. Por que não tentar? Fiquei feliz quando soube que ele aceitou. Assim como estou muito feliz com o trabalho que a Joana de Verona tem feito, muito credível, acho-a uma atriz muito talentosa, assim como a Ana Sofia, que se tem revelado muito no papel da Vera (o seu ar louco às vezes mete-me medo, de tão bem feito que está). Mas além desses nomes que referiu temos outros que se têm revelado grandes surpresas e que eu adoro ver, tais como Dina Felix da Costa, como Rita, Nuno Pardal como Antonio, Vitor d’Andrade como Lucio, Ana Saragoça como Laurinda. E depois temos pessoas como Manuela Couto que faz de Amanda, que é uma atriz excepcional, José Wallenstein que parece ter nascido para inspetor corrupto da PJ (de tal modo encarnou bem a personagem), temos a Sofia Nicholson como Judite, assim como Luis Esparteiro como Miguel (que tem sido um excelente vilão) e vários outros atores em outros papéis que dão peso e credibilidade ao elenco, como o Rui Mendes, o Nuno Homem de Sá. E ainda temos o elenco brasileiro que, especialmente com Zeze Motta e Silvia Pfeiffer vieram dar uma consistência ao todo interessante. Mesmo em papéis pequenos temos tido atores muito bons, como foi o caso do Gracindo Junior, Cassiano Carneiro e da Mafalda Vilhena. Na verdade, acho que foi uma sorte enorme poder contar com um grupo de atores tão talentosos e empenhados.

Maria João Costa em entrevista n' O Informador

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O espaço À Conversa com... teve há uns meses uns especiais a serem publicados aqui pelo blog, mas agora, e talvez porque o Verão faz destas coisas, eis que o espaço está de regresso e com uma publicação regular ao longo dos próximos tempos. A primeira entrevistada será Maria João Costa, autora de Ouro Verde, a quem agradeço desde já pela simpatia e disponibilidade que apresentou desde logo para falar comigo e não ter receio de enfrentar uma longa entrevista de um blogger. 

Próxima Sexta-feira de manhã, o À Conversa com... Maria João Costa será publicado e é favor partilhar por tudo o que é rede social porque desde já vos digo que estou orgulhoso de conhecer um pouco mais esta autora que com o seu primeiro trabalho televisivo alcançou o sucesso! Ouro Verde e muito mais como destaque numa entrevista cativante, sincera e reveladora!

Últimas confirmações do Grupo Porto Editora na Feira do Livro de Lisboa

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O espaço do grupo Porto Editora na 87ª edição da Feira do Livro de Lisboa está cada vez com um maior número de eventos a decorrer e semana após semana têm sido confirmados autores para sessões de autógrafos e conversa com os leitores. Eis os últimos nomes confirmados, onde posso desde já destacar Cristina Ferreira, Luísa Ducla Soares e José Rentes de Carvalho. 

De 1 a 18 de Junho são dezenas de autores nacionais e internacionais a terem lugar cativo no espaço Autores que nos Unem no certame do Grupo Porto Editora com lançamentos, tertúlias, workshops, sessão de autógrafos, showcookings e conversa com os leitores, muita coisa irá acontecer ao longo dos dias de Feira e até os mais pequenos terão o seu espaço com complementos ao longo do evento. 

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Eis os autores que foram confirmados mais recentemente para estarem presentes na Feira do Livro este ano. Luís Naves, autor do livro 43 Anos e 6 Meses de Má Política (3 de Junho), Onésimo Teotónio Almeida, com o recentemente lançado A Obsessão da Portugalidade (3 de Junho), Paulo M. Morais com Voltemos à Escola (3 e 4 de Junho), José Rentes de Carvalho com o lançamento de A Sétima Onda (3 e 4 de Junho), Pedro Correia e Rodrigo Gonçalves estarão com o livro Política de A a Z (3 de Junho), António Marujo e Rui Paulo da Cruz com A Senhora de Maio: Todas as perguntas sobre Fátima (3 de Junho), João Pedro George, autor da biografia de Mota Pinto (4 de Junho), Helena Garrido com o livro A Vida e a Morte dos Nossos Barcos (4 de Junho), Maria da Conceição, coautora de Uma Mulher no Topo do Mundo (4 de Junho), Francesc Miralles, um dos autores de Ikigai (4 de Junho), Filipa Fonseca Silva, lança o livro Amanhece na Cidade (7 de Junho), Guilherme Valadão, autor de Era Uma Vez em Angola (10 e 15 de Junho), Isabel Valadão, autora de O Rio das Pérolas (10 e 15 de Junho), Pedro Andersson com o livro Contas-Poupança (10 de Junho), Cristina Ferreira, a apresentadora da TVI e autora de Sentir (13 de Junho), André Freire, autor de Para lá da «Geringonça» (17 de Junho), João Pedro Porto, autor do romance A Brecha (17 de Junho), Álvaro Laborinho Lúcio com O Homem que Escrevia Azulejos (18 de Junho), Sara Cardoso, com Escolho Ser Feliz (18 de Junho) e Dulce Regina, autora de Descubra as Suas Vidas Passadas com a Astrologia Kármica (18 de Junho).

Valorizar as estrelas

Muito se criticam certos apresentadores por destacarem a sua vida profissional além do que fazem no pequeno ecrã nos seus programas diários. O que essas pessoas que criticam não percebem é que esses mesmos apresentadores ao mostrarem que são mais do que rostos do pequeno ecrã conseguem ter outros alicerces extra de sucesso e que têm outros afazerem para além das horas diárias que nos entram pela casa dentro.

Falo disto com um sentido que me levou a pensar sobre este tema! Muito leio sobre o facto de certos apresentadores sempre mostrarem e falarem dos seus blogs, das revistas, perfumes, eventos a que vão e por ai fora e que o canal ao qual pertencem nada faz para que não se auto valorizem em direto. Acho mesmo que a direção do canal até lhes agradece por passarem minutos de um programa líder a valorizarem-se, dando muitas vezes tempo extra que não tem de ser ocupado com conteúdos próprios do programa, para além de que ao serem as estrelas provam que estão em várias frentes e não se redimem somente aos programas que apresentam na televisão. A par disto fui a um evento onde uma figura de um outro canal foi o centro de todas as atenções e esse canal nem um repórter e um câmara enviou para cobrir o dito evento. Ou seja, se os líderes o fazem e o público gosta que mostrem o que andam a fazer nas horas em que não estão a dar os bons dias ou boas tardes na televisão, porque os outros canais não seguem o exemplo para valorizarem e mostrarem que os seus apresentadores são mais do que figuras da caixa mágica?

Cristina entrevista Judite Sousa

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Finalmente a revista Cristina terá Judite Sousa como rosto principal na segunda edição do terceiro ano da publicação.

A jornalista da TVI será o destaque da próxima edição da revista de Cristina Ferreira e a conversa, além da sua vida profissional, girará em torno da morte do filho da pivô do Jornal das 8. A assinalar três anos após a morte do jovem, Judite Sousa fala assim livremente sobre o peso da perda de um filho.

Justa Nobre pisca o olho a Pesadelo na Cozinha

O sucesso inesperado do programa Pesadelo na Cozinha fez com que Ljubomir Stanisic virasse uma pessoa apetecível junto da imprensa e do público em geral, o que o chef com provas dadas não gosta. Com uma muito provável segunda temporada do formato já pensada devido aos bons valores do programa, Ljubomir já fez saber que será difícil voltar para tentar acalmar a fama que se gerou à sua volta. Agora já existem rostos conhecidos da nossa praça prontos a entrarem em ação, pelo menos a darem dicas de que estão disponíveis para fazerem tão bem ou melhor ainda. 

Justa Nobre foi uma das pessoas que ao comentar o formato de forma positiva pela imprensa fez saber que «se eu me deparasse com tanta imundice como ele tem visto, ainda seria pior do que ele», como revelou à revista TvGuia. Acrescentando que Ljubomir «Está a prestar um bom serviço (…) Aliás, o programa em si mostra o que infelizmente não se devia ver: toda a porcaria que existe por aí e a falta de respeito pelo próximo. Se fosse eu, acho que era tão dura ou até mais do que ele. O Ljubomir adapta-se muito bem a este papel (…) Ele é muito exigente e recto, mas, por outro lado, é muito humano. Só que é direto, como eu!». Acrescentando no entanto que «Acho que ele até é muito meiguinho...».

Se Ljubomir Stanisic não der um sim à segunda temporada de Pesadelo na Cozinha, talvez já agendada para a grelha da TVI de início de 2018, teremos então Justa Nobre capaz de enfrentar tanta porcaria, teimosia e más condutas que andam pelos restaurantes deste país? Esperemos que Ljubomir continue a ser o rosto do programa, mas se não o for, acredito que o canal e a produtora consigam arranjar um outro rosto certo dentro do seu estilo!

O (re)começo da revista Cristina

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Dois anos após o lançamento da primeira edição da revista Cristina, eis que um novo relançamento acontece, agora com Cristina Ferreira também à frente de uma equipa que é sua e só sua onde foi criada uma editora, a Treze7, pela própria apresentadora para não ter que estar sobre a alçada de ninguém. Cristina aprendeu, viu como fazer, percebeu que se tornava muito mais rentável e ágil ficar na frente do projeto a solo e criou... Levou os melhores e de confiança consigo e a 7 de Abril de 2017 começa o terceiro ano da revista Cristina. Se tudo se tratasse de um programa televisivo, iniciava-se assim a terceira temporada de um projeto de sucesso!

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Com Cristina Ferreira na capa ao lado de Manuel Luís Goucha que a entrevistou, o que para mim não é surpresa porque desde que Goucha abriu as portas do seu monte alentejano para se deixar fotografar pela equipa da revista e entrevistar pela sua companheira das manhãs que esta troca de papéis era esperada. Agora para iniciar a nova etapa da «sua» revista a sessão fotográfica de capa não podia ter sido melhor escolhida, num local que também se encontra em obras para que possa dar vida a novos desafios pelos próximos tempos, o Palácio do Marquês do Alegrete, em Lisboa. Tudo se constrói mas há também que achar o momento, quando assim é necessário, para se fazerem retoques e se possa seguir em frente e esse é o objetivo tanto da Santa Casa da Meisericórdia que pretende fazer deste local lisboeta uma residência para idosos e uma unidade residencial para jovens, como da revista Cristina que além de iniciar assim o seu terceiro ano, parte também para uma aplicação de telemóvel. Cristina Ferreira não pára no pequeno ecrã e é há anos a estrela maior, garantindo bons valores à TVI com todos os programas para que dá a cara. Se uns não gostam de Cristina como apresentadora pela sua forma de estar, a maioria aplaude como mostram os números. Mas no que toca à vertente empresarial não há que negar... A saloia da Malveira é uma visionária e empresária de sucesso desde que começou a colocar as mãos para além do seu papel de apresentadora. 

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