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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

02
Fev18

Será uma boa aposta profissional?


O Informador

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Iniciei o mês com uma entrevista de emprego. Sim, eu estou empregado, mas quero mudar e ando a ver o mercado de contratações, tendo sido chamado em dois dias para me sentar nos escritórios de uma Imobiliária.

Gostei do que ouvi por parte do diretor e da responsável comercial que me explicaram todos os procedimentos e métodos de trabalho da empresa. No entanto o facto de não ter um ordenado base incomoda-me um pouco pela instabilidade que isso me dá. Sei que fui praticamente escolhido na entrevista, irão ligar-me na próxima semana para lhes dar a resposta e não sei o que fazer.

Deverei saltar de onde estou com ordenado com valores exatos mensalmente mas onde não estou bem ou partir para uma área onde tenho de aprender e correr o risco de existir um mês sem nada levar para casa como ordenado. Será que o mercado imobiliário está à minha espera ou será uma má aposta esta mudança?

Se alguém conhecer o ramo que me dê alguma dica para me ajudar a decidir nesta hora tão complicada!

30
Jan18

Curtas e Diretas | 118 | Horário


O Informador

O meu horário de trabalho é das 08h00 às 12h30 e das 13h30 às 17h00, sendo bem raro sair pela hora exata ao final do dia. Quando isso não acontece quem fica parece não achar bem que se termine o dia no horário exato. Afinal de contas não ganho isenção de horário e existem dias que percebo que não preciso de ficar mais um pouco para adiantar trabalho. Existe mal em sair a horas de vez em quando?

23
Jan18

Crítica entre Mulheres


O Informador

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Os Homens podem ter muitos defeitos mas a trabalhar em equipa conseguem ser mais pacientes e bem menos críticos entre si que as Mulheres. Por vezes dou por mim a reparar que até um melhoramento para o trabalho entre todos correr bem, mas que seja dado por outra Mulher, das mais recentes na empresa e que dado as suas funções tem tentado alterar vários pontos de funcionamento, consegue gerar falatório durante horas porque a ideia partiu de outra, aquela que chegou e quer assumir a sua posição, fazendo alguma comichão a quem está há anos e pouco fez para a mudança acontecer. 

Será possível as Mulheres conseguirem não perceber quando existem ideias e alterações que podem vir a facilitar futuramente o trabalho, mesmo que estas soluções sejam dadas por outra? As pessoas têm as suas funções e cada um tem a sua forma de pensar, se cada qual se organizar por si e os melhoramentos se completarem tanto melhor, mas criticar quem tenta mudar as coisas que estão mal quando durante anos não o tentaram sequer fazer é daqueles apontamentos sociais que me parecem ser mais dor de cotovelo que outra coisa. 

O que levará o suscitar de criticas automáticas assim que se percebem determinados comportamentos do outro lado quando se identifica claramente que o problema está exatamente em não se querer mudar porque existe receio da evolução e que os outros, aqueles que conseguem mexer nos dados e arrancar os melhores pontos sejam capazes de agarrar as pontas que alguns têm assumido ao longo do tempo por não existir quem o faça com capacidade.

28
Ago17

Elogios animadores


O Informador

Acredito que todos gostaremos de receber elogios na sua vida, mas perceber que o seu trabalho está a ser valorizado por simples palavras espontâneas é positivo e anima qualquer pessoa que possa começar o dia mais cabisbaixo.

É sabido que estou há praticamente três meses no meu segundo emprego, após trabalhar dez anos numa empresa que encerrou, e embora tenha começado esta nova fase bem, depois desanimei porque estava habituado a outro ritmo e a um maior movimento, mas aos poucos percebi que estou bem onde estou e que é naquele espaço que quero continuar pelos próximos tempos. A par disto perceber que os superiores enviam emails positivos sobre o trabalho e que os colegas valorizam a diferença entre o que tinha no passado e o que apresento agora deixa-me contente. Por muito que a pessoa pense que ainda consegue fazer mais e melhor, perceber por palavras diretas e por pessoas que estão há anos na empresa que o trabalho está a ser bem visto é bom, deixa-me contente e com vontade de continuar a fazer o que tenho aprendido muito à minha custa. 

Sinto-me calmo, faço tudo ao meu ritmo, com uns dias mais corridos que outros como em todos os trabalhos, mas entrei, tentei perceber o que era para fazer e aos poucos tenho alterado o método que me foi passado para adaptar as situações ao tempo e disponibilidade, tanto que consigo ter tempo, o que parece que o meu antecessor não tinha. Quase todos os colegas com quem trabalho mais diretamente acham que já tinha conhecimentos na área, mas nada disso. Já lhes expliquei como foi o meu passado profissional e os comentários sobre a adaptação e o desenrasque com que entrei e a forma como falam sobre a minha adaptação às funções dizem que parece de alguém que já estava na área e que pouco teve de aprender.

Enganam-se, tudo tive e tenho de aprender. Nomes completamente estranhos para conhecer, materiais que ainda estou a perceber o que são, contas a fazer com tabelas de excel todas elaboradas, emails sempre a aparecer para serem resolvidos e tentar esclarecer tudo para que se siga em frente... Sim, uma das minhas anteriores funções entre várias era fazer a parte de escritório, mas o antes e o agora nada têm haver uma coisa com a outra. Para além disto o salto deu-me responsabilidade porque o processo só avança se passar por mim, não existindo alguém acima a dar ordens e dicas sobre o que fazer. Tenho de decidir, fazer e avançar o quanto antes porque atrás vem gente, ou melhor, trabalho. E parar neste caso é perder dinheiro, o que não pode acontecer!

26
Jun17

Desempregados sem Apoio


O Informador

Fiquei desempregado a meio de Março, só consegui dar entrada como desempregado no Instituto do Emprego e Formação Profissional já passava do meio de Abril e recebi o primeiro subsídio em Maio. Entre tudo isto passaram praticamente dois meses mas isto foi ultrapassável, o que não percebo é a falta de cuidado para com as pessoas que estão desempregadas. 

Neste espaço de tempo, falo principalmente no mês e uma semana em que estive inscrito no Instituto do Emprego e Formação Profissional, não fui chamado uma única vez para uma reunião. Sei que existe uma chamada para nos explicarem os deveres e funções do desempregado e que existe uma outra chamada para perceberem se o desempregado quer iniciar alguma formação. No meu caso isso não aconteceu, não tendo sido contactado para nada nem sido informado de forma oficial sobre o que deveria fazer ao longo do tempo em que estivesse desempregado. O que soube foi pelos colegas que estavam no mesmo processo e que por outros concelhos do país tiveram as ditas reuniões e têm sido chamados pelo instituto público para irem a entrevistas e escolherem formações para fazer.

Não senti qualquer interesse por parte do Estado em me incentivar a procurar emprego e muito menos qualquer auxílio para isso acontecer, detetando uma grande falha nesse sentido. Se existe desemprego e se a intenção é continuarem a baixar o número de desempregados do país porque não tomam medidas e atuam mais junto das pessoas e das empresas para que tal seja possível?

Felizmente e porque em poucas semanas me fartei de estar parado, iniciei o processo de envio de curriculum vitae através de vários anúncios que fui encontrando pelo SapoEmprego, pelo JobRapido e pelo NetEmprego, mas nada com indicações oficiais da entidade que deve ajudar quem está no desemprego a procurar vagas para se iniciar o processo de entrevistas até que se seja selecionado.

Não senti o apoio necessário por parte do Instituto do Emprego e Formação Profissional que tem o dever e a obrigação de estar em cima de quem está sem emprego para os auxiliar num regresso ao mercado de trabalho o quanto mais cedo possível. É por estas coisas que existe muito boa gente a receber subsídios meses a fio por a ação social não estar a funcionar nas melhores condições.

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