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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

22
Jan18

O Escultor da Morte | Chris Carter


O Informador

o escultor da morte.jpg

 

Autor: Chris Carter

Editora: Topseller

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Novembro de 2017

Páginas: 416

ISBN: 978-989-8869-57-9

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: Até a obra de arte estar completa, a morte vai ter de esperar.

Quando a enfermeira Melinda Wallis entra no quarto de um paciente a seu cuidado, mal pode imaginar aquilo que vai encontrar.

Derek Nicholson, um importante advogado de Los Angeles, foi brutalmente assassinado. O homicida mutilou os seus membros e construiu com eles uma escultura.

Chamado de emergência ao local do crime, o inspetor Robert Hunter não percebe as motivações por detrás de um crime tão hediondo. Especialmente porque Nicholson, que sofria de cancro em fase terminal, já não tinha muitas semanas de vida.

Quando um segundo corpo aparece num barco ancorado na marina de Los Angeles, o mistério adensa-se. Trata-se, agora, de um agente da polícia. E o macabro da cena repete-se, com o corpo decepado a criar uma escultura estranha.

Qual será a ligação entre as duas vítimas? Que significado terá a disposição dos seus corpos? O que estará o assassino a querer dizer?

Um thriller vibrante e misterioso, com surpresas e revelações inesperadas ao virar de cada página.

 

Opinião: Já havia tomado conhecimento com Chris Carter como sendo um dos melhores autores a criar policiais onde a psicologia forense tem grande envolvimento com cada caso retratado, ficando na memória após a primeira leitura de uma obra sua, O Escultor da Morte, como um dos melhores do género, diferenciando-se de todos os autores que li até agora. 

Primeiramente e analisando o título o leitor toma conhecimento que toda a ação que se irá desenrolar ao longo das 416 páginas apresentadas estará centrada num assassino que não se deixa ficar pela morte das suas vítimas, mostrando uma originalidade macabra para com a arte. Tenho a revelar que este foi o livro que mais me impressionou na apresentação do primeiro crime a ser desvendado pela equipa do inspetor Hunter. Com uma descrição exemplar, limpa e real, Chris Carter apresenta o local de cada crime como um centro de terror, não se poupando a palavras para mostrar ao leitor como tudo se encontra com a chegada da equipa forense. Mesmo sem que se tenha acesso ao ato praticado pelo vilão e somente com o que é relatado quando os corpos são encontrados, consegue o autor criar arrepios ao leitor que fica a imaginar como tudo acontece, mas agora imaginem que em certas ocasiões, somos também convidados a entrar nos locais do crime enquanto o assassino por lá permanece a fazer o seu trabalho. Se só de perceber como se encontra cada cadáver quando é encontrado já se torna complicado de imaginar a cena macabra sobre como tudo aconteceu, agora imagine-se perceber como o trabalho foi feito, sendo quase possível ouvir os ossos a quebrarem com a tortura que é feita ao longo de horas, noturnas, em que o criminoso faz o seu trabalho e deixa a sua escultura bem visível e de modo a representar uma mensagem para quem a venha a descobrir. 

Hunter é o nosso inspetor responsável por desvendar cada assassinato cometido por este escultor da morte e é com este homem solitário, competente e concentrado no seu trabalho que somos levados pelos meandros do crime, por salas onde a tortura aconteceu e onde cada imagem criada torna-se complicada de assimilar pela complexidade e minuciosidade envolventes em cada cenário onde os sucessivos crimes acontecem.

Após o primeiro crime pensei que a partir daí iria acompanhar a investigação até que se descobrisse quem está por detrás de tão macabro incidente, mas não, Carter consegue colocar a par da investigação novos crimes cometidos com o mesmo método e cria assim um maior envolvimento com a história. A certa altura e após perceber que as mortes que deram origem depois a esculturas com a utilização dos corpos das vítimas, comecei a querer identificar alguém como o assassino em série, conseguindo no final ser surpreendido pela descoberta sobre uma personagem que nem me passou entre as soluções possíveis entre os nomes que mais apontei como sendo o possível homicida de todos os casos retratados. 

13
Dez17

Vidas Finais [Riley Sager]


O Informador

vidas finais as sobreviventes.jpg

Autor: Riley Sager

Editora: Topseller

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Outubro de 2017

Páginas: 384

ISBN: 978-989-8869-30-2

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: Para sobreviver a um assassino, é preciso ter um instinto assassino.

Há dez anos, Quincy Carpenter, uma estudante universitária, foi a única sobrevivente de uma terrível chacina numa cabana onde passava o fim de semana com amigos. A partir desse momento, começou a fazer parte de um grupo ao qual ninguém queria pertencer: as Últimas Vítimas. Desse grupo fazem também parte Lisa Milner, que perdeu nove amigas esfaqueadas na residência universitária onde vivia, e Samantha Boyd, que enfrentou um assassino no hotel onde trabalhava.

As três raparigas foram as únicas sobreviventes de três hediondos massacres e sempre se mantiveram afastadas, procurando superar os seus traumas. Mas, quando Lisa aparece morta na banheira de sua casa, Samantha procura Quincy e força-a a reviver o passado, que até ali permanecera recalcado.

Quincy percebe, então, que se quiser saber o verdadeiro motivo por que Samantha a procurou e, ao mesmo tempo, afastar a polícia e os jornalistas que não a deixam em paz, terá de se lembrar do que aconteceu na cabana, naquela noite traumática.

Mas recuperar a memória pode revelar muito mais do que ela gostaria.

 

Opinião: Nada melhor que iniciar a leitura de um thriller pelo início de tudo, pelo momento que deu origem ao presente, e é assim que Riley Sager mostra como a vida de Quincy se alterou no fim-de-semana que passou com os amigos no Chalé dos Pinheiros. 

Recorrendo ao passado onde um narrador ausente relata os acontecimentos que deram origem a tudo, desde a chegada dos jovens estudantes ao local do crime até que as descrições e as memórias de Quincy vão tendo lugar com o decorrer do tempo presente onde se vê confrontada com o aparecimento de Sam, uma Última Vítima que num outro local também conseguiu sobreviver a um massacre quantitativo. Quincy, Sam e Lisa são as sobreviventes de distintos massacres mas com histórias semelhantes e é com a morte de Lisa, que aparece sem vida na banheira de sua casa, que Sam procura pela primeira vez Quincy, para que juntas se apoiem sobre o mal que lhes aconteceu e que sempre continua a atormentar a vida de cada pessoa que passa pelo mesmo tipo de traumas.

Hoje no presente o que terá Sam para dar a Quincy após a morte de Lisa? E Quincy como terá recuperado a sua vida, onde o passado dramático parece ter sido esquecido e limpo da mente logo após o momento dos incidentes? Vidas Finais: As Sobreviventes é daquelas histórias brilhantemente conduzidas entre o passado e o presente, onde o leitor vai percebendo tudo o que aconteceu anteriormente ao mesmo tempo que acompanha a verdade dos dias que correm, aliando-se assim os dois fios condutores de uma história comum que não era possível existir uma sem a outra, porque o presente de cada um depende sempre das escolhas e vivências do passado. 

06
Dez17

Atual leitura... Vidas Finais: As Sobreviventes [Riley Sager]


O Informador

vidas finais as sobreviventes.jpg

Psst! Psst! Querem saber uma coisa? Já comecei a ler um dos sucessos mundiais do ano! Querem saber outra coisa? Estou a gostar! E vamos a mais uma novidade? Vidas Finais: As Sobreviventes além de ser bestseller internacional vendido para mais de vinte países já tem os seus direitos cinematográficos adquiridos pela Universal Pictures e ao que tudo indica será a produtora Anonymous Content a responsável pela adaptação ao grande ecrã desta narrativa. 

Já tinha o livro em fila de espera e a curiosidade acabou por se aguçar um pouco mais ao saber que a história de Quincy, Samantha e Lisa irá ser recriada no cinema. As Últimas Vítimas irão assim aparecer no grande ecrã, tal como aconteceu com outros sucessos literários do género, mas desta vez irei ter um espaço de tempo entre a leitura e a estreia do filme para que me deixe surpreender novamente. 

Por agora só vos posso dizer que Riley Sager, o pseudónimo do autor, deverá estar bem orgulhoso do seu trabalho porque pelo que já li... Temos thriller!

04
Set17

A Salvo Comigo [K. L. Slater]


O Informador

a salvo comigo.jpg

Autor: K. L. Slater

Editora: Topseller

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Maio de 2017

Páginas: 384

ISBN: 978-989-8800-99-2

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: Há treze anos, alguém destruiu a vida dela.

Agora, a vingança está ao seu alcance?

Anna é uma rapariga solitária que procura o equilíbrio na sua vida apoiando-se nas rotinas diárias. Não gosta de se aproximar das outras pessoas, pois conhece demasiado bem os danos que elas podem causar.

Até que, um dia, testemunha um acidente e reconhece a culpada: é Carla, a mulher que arruinou a sua vida no passado. Esta é a sua oportunidade de vingança. O primeiro passo é aproximar-se de Liam, o homem ferido no acidente, para poder seguir de perto a investigação policial.

Quando Carla também se aproxima de Liam, Anna percebe quais são as reais intenções de Carla: manipulá-lo? Mas ela não deixará que isso aconteça e tudo fará para proteger Liam e desmascarar esta impostora.

À medida que a obsessão de Anna por Carla se intensifica, outros segredos vão sendo revelados, mostrando que o perigo, afinal, pode vir de onde menos se espera.

 

Opinião: Entrando na leitura de A Salvo Comigo conhecemos Anna, a nossa narradora que marca presença na história e que nos vai relatando de forma estranha o que vai acontecendo à sua volta e também os seus pensamentos acerca dos vários acontecimentos em que se vê envolvida e a que assiste. De início logo é percetível que na atual vida desta carteira existe um passado marcado que vai sendo recordado ao longo da narrativa para que se consiga perceber os atuais comportamentos de uma pessoa que desconfia e luta pela verdade dos factos assim que tem oportunidade.

A história começa com um acidente ao qual Anna assiste, mas rapidamente e no local percebe que um rosto conhecido do seu passado marcado pela perda está presente nesse mesmo cenário. Carla é a mulher desaparecida há treze anos e que culpa para toda a vida por factos que o leitor vai descobrindo aos poucos. Para que esta mulher não volte a fugir e a sair ilesa mais uma vez, Anna aproxima-se estrategicamente de Liam, o acidentando, para que a pressão perante a justiça seja feita sobre a culpada do acidente. E começa aqui um thriller com pontos romanceados que baralha o leitor a certo ponto. 

Se Anna começa como a salvadora que tudo quer descobrir para incriminar Carla, aos poucos as coisas vão mudando porque afinal os bons nem sempre conseguem manter a sua linha, mas será esta mulher culpada de alguma coisa? E quem será Carla no meio de um turbilhão de acontecimentos? Não andará há treze anos Anna a culpar uma pessoa de um crime que não cometeu? Liam, o acidentado que vive com a sua avó Ivy, é assim tão inocente no caso e nos atos que comete na relação que inicia com Anna enquanto Carla se aproxima para se manter a par do seu estado de saúde?

22
Ago17

Atual leitura... A Salvo Comigo [K. L. Slater]


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Internacionalmente K. L. Slater é a autora que com o seu primeiro thriller psicológico conseguiu alcançar as tabelas de vendas. Por cá A Salvo Comigo está a dar os seus primeiros passos num estilo que começou a ganhar um outro destaque com sucessos como A Rapariga no Comboio da também outrora estreante Paula Hawkins.

Após romance, fantasia, história e cultura, regresso a um estilo que tanto me agrada ler, o thriller psicológico onde a envolvência com cada personagem é fulcral para o desenvolvimento e gosto pela leitura. Neste estilo literário gosto de me deixar levar por uma ou duas personalidades e perceber que mistérios as mesmas podem esconder num enredo que se quer complexo e cheio de suspense.

Espero que A Salvo Comigo seja uma nova conquista literária e que me faça continuar a acreditar que dentro da literatura e seguindo os mesmos moldes de outros autores existe sempre algo a acrescentar de forma a atrair o leitor. 

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