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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Dia do Bulldog na Comercial

bulldog dia.png

A Rádio Comercial tem sempre algo a celebrar dia após dia e hoje, Sexta-feira, 21 de Abril de 2017, e porque estão na Disneyland Paris a celebrar os 25 anos do espaço com emissão especial, decidiram celebrar o dia do bulldog. O meu Tomé aparece assim, para vos cumprimentar em língua francesa neste seu dia! 

Xixi do Tomé

Tomé Novembro 2015.JPG

Este menino faz as suas necessidades fisiológicas pela rua, quando de manhã e à noite vai dar a sua volta! Só que hoje ficou tão contente por estar a brincar na cama do dono, território geralmente proibido, que não aguentou a sua bexiga e quando demos por isso já os pingos e a mancha estavam a fazer marcação no edredão azul. 

Oh Tomé, como é que fizeste isto? Uma autêntica criança que com a brincadeira consegue esquecer-me que tem de pedir para fazer xixi no seu local habitual.

Pêlos do Tomé

O que fazer ao Tomé para que deixe de deitar tantos pêlos por onde passa? Passamos-lhe a escova várias vezes por semana, toma banho de três em três semanas, já chegou a tomar uma ampola anti queda e o pêlo contínua a cair por todo o lado. Não cai a ponto de deixar o cão com peladas, tudo dentro do normal, no entanto se não limparmos o chão todos os dias, a pelugem branca nota-se por todo o lado, principalmente onde se deita e passa mais tempo!

O gordo

Tomé Julho.jpg

Na televisão existe «o gordo», em qualquer vila existe quem seja conhecido por «o gordo». Cá por casa existe este «gordo» com um ano e umas semanas!

O Tomé já tem um ano, é teimoso feito eu e também amuado como eu! Até parece que sou o seu pai biológico de tão parecidos com o mau feitio que somos. No entanto é meio enjuado e consegue dormir em maior quantidade de livre vontade que eu, o que é bom e mau em simultâneo!

Adorei a ideia!

Aqui está uma verdadeira boa invenção que não passou pelo Shark Tank da SIC e que dá um imenso jeitão aos donos de pequenos e grandes caninos. 

Adorei a ideia! Pena o meu Tomé, o bulldog francês da família, ser tão pachorrento que se demorasse muito a passar com o chuveiro quando chegasse a meio acabava por já estar deitado e talvez a ressonar!

Bulldog francês, a experiência

Hey Ricardo, tudo bem? Envio-te esta mensagem porque há alguns meses que ando a pensar ter um cão. Primeiro eram os Shih Tzu que me encantavam, mas depois comecei a conhecer melhor os Frenchies (xD) e tenho-me informado. Já li muita coisa boa e muita má, mas nunca falei com um dono de um. Tu que tens o Tomé, podias dar-me algumas informações? Tipo comportamento, inteligência, energia... esse tipo de coisas. Thanks

Há dias esta mensagem chegou-me via Facebook por um ex-companheiro do mundo da internet onde fóruns acabaram por nos dar a conhecer. Respondi de imediato com a minha mais recente experiência canina, o Tomé, bulldog francês que veio de Espanha no Verão passado para fazer as suas tropelias cá por casa. 

O que falei sobre o que aprendi da raça ao longo destes meses foi algo talvez genérico, não sei. Então o que contei... O cachorro é calmo e conforme vai crescendo mais calmo tem ficado, não necessita de ir à rua por ser molenga e não gostar lá muito de andar, é meigo e vai aprendendo, talvez não tanto como outras raças, mas com calma, gosta de brincar ao seu ritmo, adorando dormir, mas também largado algum pêlo. Que mais posso dizer além de ser casmurro quando é contrariado, ficando amuado quando não o deixamos fazer o que quer?

Teremos de ter aulas?

Tomé Março 2015.jpg

Tem menos de um ano, um garoto ainda, e se entende praticamente tudo, sendo até obdiente quando quer algo em troca, no que toca ao resto por vezes esquece-se da hierarquia que existe por aqui!

Então não é que num passeio matinal, quando ia solto ao meu lado ou um pouco à larga sem fugir muito do radar, e quando começa a aparecer um carro ao longe o começo a chamar, ele, o Tomé, me começa a correr no sentido inverso ao meu? Chamei ainda mais e comecei a apressar o passo para corrida o que acabou por ainda piorar a situação com o menino a achar que estávamos na brincadeira e tinha de fugir para se tornar ainda mais divertido. No final quando o alcancei e agarrei, voltou para a trela e pelo caminho até casa ficamos em modo «zanga» sem brincadeiras e à-vontades. 

Vacina da leishmaniose, sim ou não?

Na última ida ao veterinário com o Tomé foram-me explicadas as razões para lhe ser administrada a vacina da leishmaniose no início do próximo ano. A questão que agora coloco é... Dou ou não a vacina que protegerá, mas que não é totalmente eficaz, contra esta doença quase fatal que provoca também febre, queda de pêlo e peso, lesões cutâneas e problemas nas unhas dos animais?

Falando com outros donos de cachorros, todos estão com a mesma indecisão sobre a administração da vacina nos cães ou não. O veterinário afirma que a mesma não é totalmente certa caso a picada de um mosquito mais insistente aconteça, será que valerá mesmo a pena gastar quase duzentos euros no primeiro ano para proteger o Tomé de algo que há uns anos não era falado?

Também foi dito na explicação que os animais de rua necessitam de um melhor cuidado para com as picadas indesejadas e o que é certo é que por aqui o coqueluche só vai há rua acompanhado e poucos minutos, não saindo muito da zona de casa, onde não existem riachos e locais com águas paradas, onde geralmente os mosquitos gostam de acampar com uma maior intensidade. 

Esta vacina contra a leishmaniose só lhe pode ser dada no início de Janeiro, até lá e como ainda faltam algumas semanas, vou pensar e pesquisando um pouco mais sobre a mesma. Alguns conselhos a darem sobre a administração ou não desta vacina?

Já não é um bebé!

Tomé Outubro 2014Já não vejo o Tomé como um cachorro! No espaço de um mês o até agora pequeno bullgod francês cresceu e está praticamente do tamanho de um adulto! Já deve andar a rondar os sete quilos, está com a altura dos adultos da sua espécie e só a sua cara acaba por denunciar que ainda é um jovem!

O corpo cresceu rapidamente e a cabeça ficou pequena, parecendo os humanos loucos por ginásios que ganham bastante músculo e que acabam por ficar desproporcionais porque tudo o que está acima do pescoço não cresce, não ganhando a massa muscular como tronco e pernas! Assim está o Tomé... O corpo grande, praticamente como se já tivesse um ano e a cabeça a destoar do restante!

Como a criatura que trouxe de Espanha veio tão pequenina para cá e em tão pouco tempo se transformou num adolescente endiabrado com este tamanho? Está mesmo grande o magano e de bebé já não tem quase nada! No entanto continua fofo e irrequieto como sempre! Adoro!

Primeiro vídeo do Tomé e do blogue!

http://youtu.be/gAFZycoH2ck

Já tenho conta no Youtube há algum tempo mas tenho-a mantido inactiva. Agora que arranjei uma boa aplicação - Hiperlapse - no telemóvel para fazer pequenos vídeos e também a câmara do mesmo ajudam à qualidade de imagem, chegou a altura de abrir caminho às imagens com movimento, aliando as mesmas às palavras escritas e fotografias!

Para começar, partilhei um pequeno e rápido vídeo do Tomé a brincar com a parede e a querer o telemóvel assim que o viu! Os vídeos chegaram ao blogue e a partir de agora podem contar com pequenos apontamentos esporádicos até os mesmos poderem ser desenvolvidos para algo mais formal e com maior qualidade!

Divirtam-se!

Os «novos filhos» de estimação

fotografia (27)Jessica Athayde é, ao lado do seu Júlio, a estrela da capa da revista Visão desta semana com o artigo que mostra o crescimento dos números de adopção de animais de estimação por parte das famílias portuguesas. Eu, que me revejo nestas famílias com animais domésticos, consigo perceber quando a atriz da TVI revela alegremente que «O meu Júlio já passa na passadeira», como se fosse um feito do seu filho. Os animais estão cada vez mais presentes nas casas de todos nós e o canto que antes tinham reservado para si agora já não existe, tendo sido substituído por todo o espaço onde nós, os pais humanos, podemos circular. O poder do amor transmitido nesta união tem revelado uma maior qualidade de vida dos animais que se tornam presença obrigatória nas saídas sociais, quer estejam presentes ou somente em pensamentos transformados em conversas!

Os animais, sejam eles cães, gatos, pássaros ou até espécies exóticas, estão a tomar conta dos lares nacionais de forma bastante expressiva, estando os valores desta partilha de afectos a subir significativamente pelos últimos anos, talvez também pelo modo de vida que tem sido adoptado pelas pessoas. Os animais estão a deixar de ser vistos como os companheiros de quintal que ajudam a proteger a casa e estão a ganhar o seu verdadeiro espaço dentro da habitação, sendo muitas vezes o centro das atenções por parte das famílias que já os consideram como membros.

Não sou pai e sinto-me magoado quando o Tomé tem algum problema ou tem de ir ao veterinário, sabendo que existe uma grande diferença entre os «filhos de estimação» e os verdadeiros filhos, no entanto as dores aparecem e o entendimento de ambas as partes está cada vez mais em sintonia.

Neste momento além de clínicas e lojas especializadas, também já existem centros de beleza e bem-estar para os animais de estimação, sendo que alguns são exclusivamente dedicados a determinadas espécies. A comida está a ficar com uma maior qualidade, os acessórios e brinquedos a ganharem destaque pelas superfícies comerciais e os serviços a especializarem-se nos cuidados para com os companheiros de habitação. Aos poucos ter um animal de estimação torna-se tão essencial como fazer qualquer terapia, isto porque quer se queira quer não, um cão, gato, pássaro ou um simples peixe ajuda a que o humano, que tem a obrigação para consigo, lhe dedique algum do seu tempo, distraindo-se e ficando com uma maior disposição pela partilha e energia que é transmitida pelo companheiro animal.

Os «novos filhos» de estimação estão a conquistar os lares portugueses de forma bastante expressiva e embora não sirvam como um substituto conseguem ser um bom complemento familiar!

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