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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Juntos por Todos - 760 200 200

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Após os incidentes na zona de Pedrógrão Grande onde dezenas de pessoas perderam a vida ao fugirem das chamas e centenas de famílias viram as suas casas e bens serem destruídos, os artistas, as rádios e as televisões nacionais uniram-se em torno de uma missão. Juntos por Todos será a homenagem às vítimas dos incêndios e que irá juntar vinte e cinco artistas em palco, vários rostos dos principais canais televisivos e centenas de personalidades num só espaço para ao lado do público unirem esforços no sentido de ajudar quem mais precisa neste momento. 

Hoje, Terça-feira, 27 de Junho de 2017, no MEO Arena, em Lisboa, todas as receitas que forem feitas através do espetáculo Juntos por Todos no recinto com os bilhetes para poderem assistir no local já todos vendidos, existindo bilhetes solidários para quem quer contribuir e ver em casa, sendo que também é possível ligar para o número 760 200 200, que já se encontra disponível para ajudar e sem que o valor do IVA seja cobrado, uma medida logo colocada em prática pelo Governo excecionalmente para esta situação. As receitas irão reverter a favor da União das Misericórdias que depois terá o poder de o atribuir a quem mais precisa pela zona dos fatídicos incêndios. 

64 mortos e mais de 200 feridos num dos maiores acidentes que Portugal já assistiu e que acaba por ser motivo para por uma vez todos se juntarem em torno de uma causa. O evento Juntos por Todos será transmitido em simultâneo pela RTP, SIC e TVI e por várias das rádios nacionais, sendo a primeira vez que televisões e rádios garantem uma cobertura conjunta de um espetáculo. 

Quem também deu as mãos neste momento foram as editoras Sony Music Portugal, Universal Music Portugal, Valentim de Carvalho e Warner Music Portugal que ao lado das promotoras Sons em Trânsito e Nação Valente, juntam no palco do MEO Arena vários dos seus artistas. Salvador Sobral, Ana Malhoa, David Fonseca, Paulo Gonzo, D.A.M.A., Carminho, Raquel Tavares e Diogo Piçarra são alguns dos cantores que irão abrilhantar esta noite mágica e de união. 

Sensacionalismo por Pedrógão Grande

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Nos dias trágicos sobre o acidente de Pedrógão Grande e tudo o que tem surgido depois com uma imensa área territorial a arder, todos os meios de comunicação social viraram sensacionalistas. Acho que não é difícil perceber o que quero dizer já que os factos têm-se refletido pelas reportagens televisivas dos principais canais nacionais e seus parceiros de informação.  

Através da transmissão de imagens chocantes em direto os canais informativos tentaram criar impacto junto do espetador usando e abusando da tragédia de Pedrogão Grande que continua a devastar quilómetros de área onde não é só a mata que fica em cinzas. 

Portugal não está preparado para este tipo de situações e os meios de comunicação social ao apanharem um caso tão forte acabaram por usar e abusar da situação, criando um alarido onde vale tudo para se ser o melhor, para mostrar o que dá audiências, recorrendo a depoimentos de pessoas sensibilizadas e que perderam familiares e os seus bens, optando por mostrar corpos espalhados, feridos a serem socorridos, num autêntico cenário de guerra a ser mostrado em direto nos canais generalistas e informativos nacionais. 

Nos últimos anos assistiu-se a uma alteração no modo de se fazer notícia, tentou-se criar uma informação mais rigorosa que desse outra imagem ao que era feito e transmitido ao espetador, no entanto quando acontecimentos de maior envergadura aparecem, todos acabam por cair no erro do facilitismo com o impacto onde a situação leva a comportamentos controversos e onde os momentos sensíveis, tocantes e polémicos surgem através de profissionais que se desequilibram de um momento para o outro pela pressão de querer ser o melhor e reconhecido nos momentos de aflição. 

Críticos por Pedrógão Grande

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Muito já li pelas redes sociais acerca do tratamento da comunicação social face aos acontecimentos de Pedrógão Grande, essencialmente porque a TVI, tal como todos os canais generalistas, continuou com a sua programação normal ao longo da tarde, só que enquanto RTP tinha futebol e a SIC cinema, como todos sabem no canal quatro o programa de Domingo é o Somos Portugal. Já ao serão foi a vez de ser a SIC a levar com as criticas por ter transmitido o Just Duet. Muitos achavam que seria sensato por parte da direção de cada estação ter cancelado a exibição dos formatos para darem algo não programado ou estarem em direto do local da tragédia, o que foi feito nos canais informativos com e sem rigor. O que me pergunto é, valeria mesmo a pena cancelar tudo o que estava programado quando existia um canal suplementar do grupo que estaria em direto ao longo de todo o dia do local dos acontecimentos, neste caso a SIC Notícias e a TVI24?

Estas criticas fizeram-me lembrar uma situação que vivi e que acabei por recordar um pouco. Falo do dia em que o funeral da minha avó se realizou. Dia esse que também assinalou o aniversário da minha afilhada. O funeral foi ao início da tarde e pensei que não deveria ir ao jantar de família, feito em casa, mas todos me disseram que não havia mal algum em ir jantar com eles porque tinha de comer, ou em casa ou na casa dos meus primos, teria de jantar. E fui, os meus pais e tios aconselharam-me a ir e optei por não desmarcar o que já estava combinado. Claro que o espírito não é o mesmo, claro que não existem festejos como se de outro dia normal se tratasse, mas as coisas acontecem e os que cá ficam têm de continuar a viver, de luto, com um pensamento distante por alguns momentos, mas não é necessário alterar totalmente uma rotina porque um acidente acontece e os que cá ficam têm a obrigação de desfalecer. Não vamos atirar foguetes de alegria, mas existe a necessidade de continuar e tentar voltar rapidamente à rotina, não deixando que os factos menos bons tomem conta do psicológico de cada um. Não queria ir, fui e não me arrependi em algum momento de ter tomado tal decisão. 

Claro que a dimensão dos acontecimentos não tem comparação, mas uma morte toca sempre quem está envolvido e neste caso da devastação de Pedrógrão Grande é um acontecimento que marca o país, que arrecada muitas lágrimas e tristeza e que fez com que este Domingo tivesse sido passado com um pensamento fora do comum, com um tema que ninguém gostaria de ter visto acontecer, mas que infelizmente quebrou várias famílias, aldeias e uma sociedade que agora ter-se-a de reerguer com as faltas que este fatídico incêndio provocou. 

Não percebo a indignação das pessoas que criticaram os canais, principalmente a TVI, por não alterarem a sua programação, sendo que muitos desses críticos foram certamente para um arraial festejar ou para a praia desfrutar do dia quente que se fez sentir, não se lembrando nesse caso que o país está em luto nacional durante três dias. Há que ter noção sobre o que se diz porque quando hoje se criticam atitudes as mesmas podem muito bem ser feitas pelos próprios em ocasiões semelhantes. 

Neste caso os canais já tinham as suas programações definidas, existem os canais informativos para estarem em direto do local dos acontecimentos constantemente, qual seria a necessidade de estarem dois canais de cada grupo a transmitirem de manhã à noite a mesma emissão? Por essa lógica muitos dos canais de Cabo tinham fechado a sua emissão porque os seus programas não estão de todo de acordo com o que esses críticos chamam de dias de luto onde não comem, não conversam, não saem de casa, não exprimem um sorriso e não tentam descomprimir, ficando somente a matutar na dor que fica para sempre mas que pode muito bem ser tranquilizada com as rotinas do dia-a-dia.

À Conversa com... Filipe de Albuquerque

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Filipe de Albuquerque começou cedo a pisar os palcos nacionais mas tem sido nas produções de Filipe La Féria que nos últimos anos tem conquistado os aplausos do público pelo seu talento. Neste momento a dar vida a Passepartout na comédia musical A Volta ao Mundo em 80 Minutos, no Salão Preto e Prata do Casino Estoril, onde também tem o papel de assistente de encenação, o jovem ator, bailarino e cantor é o típico homem dos sete ofícios em palco e é assim que pretende continuar. Sendo feliz a representar abraçou recentemente uma participação especial em televisão, área que gostaria de continuar a experimentar, tal como o cinema onde ainda não tocou mas que pretende conquistar assim que tiver oportunidade. Vamos descobrir um pouco mais sobre Filipe de Albuquerque, uma das estrelas do teatro musical nacional.

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Iniciou a sua carreira profissional como bailarino no Parque Mayer. Como foi o seu percurso de criança e jovem adolescente até pisar um palco com maior visibilidade?

Desde que me entendo como gente que quis ser artista. Comecei no coro do meu colégio D. Maria Pia fazíamos espetáculos aos fim de semana por todo o país essa foi a minha primeira experiência, depois veio o grupo de dança Batoto-Yetu era um grupo muito popular pois tinha ganho o Bravo Bravíssimo cá em Portugal então eles tinham imensos espetáculos tanto fazíamos a abertura dos Globos de Ouro como as festas de verão de Oeiras. Estas duas experiências fizeram-me perceber que o palco era a minha casa! Antes do Parque Mayer fiz uma revista na Academia de Santo Amaro, depois fiz audições para o Maria Vitória não entrei à primeira e voltei o ano seguinte e fiquei, assim começou o meu percurso profissional.

 

Do bailado começou aos poucos a representar em teatro musical onde integrou vários projetos. Ser ator era um dos objetivos ou o sonho inicial não passava da dança?

Eu sempre quis ser cantor mas sempre que cantava mandavam-me calar, comecei a dançar um pouco por acidente e a representar também…

 

Somando sucessos pelos palcos com Fame, A Gaiola das Loucas, Um Violino no Telhado, Grande Revista à Portuguesa e Portugal à Gargalhada, entre outros, como existe a preparação diária para enfrentar um público sempre diferente a cada sessão?

Sim existe, eu tento sempre estar o mais aquecido possível mesmo quando o papel não o exige… Faço uma preparação física e vocal, assim sinto-me mais “desperto” é um ritual que tento manter.

 

Aos poucos tornou-se num dos rostos do espetáculos de Filipe La Féria, provando que o talento existe e está a ser recompensado. Trabalhar com um dos melhores e mais exigentes encenadores nacionais é das melhores formações que se pode ter?

É sem dúvida, tenho o privilégio de trabalhar há quase 10 anos com o Sr. Filipe La Féria como ator e há um ano como assistente de encenação e é uma aprendizagem constante todos os dias conheço novos atores, pintores, músicos, compositores… Sinto-me como se estivesse a tirar um curso sem pagar propinas!

Pesadelo na Cozinha versus O Mirante

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A primeira temporada do programa de sucesso Pesadelo na Cozinha terminou ontem e não é que ao folhear o jornal O Mirante achei uma notícia sobre a forma como o episódio que foi gravado no restaurante Tejá em Santarém tinha sido feito? Irrisório, tal como podem também ler na imagem!

Primeiramente começam por dizer uma verdade com o título sobre as «cenas chocantes» que passaram no ecrã, partem para a introdução onde revelam que o formato da TVI «conseguiu transformar um restaurante, situado num dos lugares míticos da cidade, num verdadeiro caixote do lixo, gerido por pessoas que pareciam atores de um filme de terror». O que questiono desde já é! Os donos e gestores do restaurante não concorreram para tentarem recuperar o Tejá? Os mesmos proprietários do restaurante não deram a cara e assumiram tudo o que se estava a passar onde comida imprópria para consumo estava a ser servida aos clientes que nem sabiam que a cozinha do espaço estava minada de moscas que se faziam passear pelos alimentos que ficam ao ar durante horas e com o lixo depositado na sala ao lado? Tudo isso passou e ninguém, por muita fama que quisesse, deixaria que o seu negócio ficasse tão mal visto se a situação não fosse real. Por algum motivo vários restaurantes que passaram pelo programa foram encerrados por falta de higiene e qualidade que apresentaram perante a produção. 

Ao longo da notícia falam que «milhares de pessoas que assistiram a um verdadeiro escândalo na cozinha do restaurante» ficaram chocadas com a forma como «a colaboração dos proprietários do restaurante fez acreditar, mesmo os mais incrédulos, que tudo aquilo que vimos e ouvimos no ecrã era verdade». Se estava perante os olhos e as câmaras queriam que as pessoas dissessem o quê? A comida estava podre!

Na notícia falam ainda sobre «alguém perdeu o juízo para que a televisão pudesse humilhar tanta gente, desde os administradores do espaço até os empregados que pareciam baratas tontas a acenarem com a cabeça a tudo o que o animador do programa precisava para chocar os espetadores». 

À Conversa com... Maria João Costa

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Maria João Costa, a autora da novela de sucesso da TVI, Ouro Verde, aceitou o meu convite e partilhou um pouco da aventura que foi escrever a sua primeira trama para televisão. Com formação além fronteira e com uma carreira onde sempre deixou que as suas ideias e sonhos falassem mais alto, Maria João revela-se nesta longa entrevista onde para além do seu trabalho em televisão falamos do passado e do futuro, das amizades e das paixões de um nome que conquistou Portugal e não só com a novela que logo ao primeiro episódio apaixonou o público. 

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Ouro Verde foi a sua primeira novela. Alimentar um projeto de sucesso do início ao fim foi um trabalho árduo?

Bom, na prática a novela ainda não acabou pois vai continuar no ar por mais uns meses, apesar de eu ter a terminado de escrever. Faço figas para que essa sua frase esteja certa e este consiga manter-se como um projeto de sucesso do início ao fim. O trabalho foi árduo sim, como suponho que seja sempre o de qualquer novela. Tendo em contra o número de episódios de que estamos a falar, este acaba por ser um desafio que vai muito para além da nossa capacidade intelectual. Diria mesmo que há um momento em que o tema é mais físico do que mental. Pelo menos no meu caso que sou obsessiva com o trabalho: escrevo todas as grelhas detalhadamente, edito todos os episódios, releio-os sempre que posso mais do que uma vez, apesar de admitir que se chega a um momento em que torna impossível olhar para trás... Aí já estamos a falar de uma espécie de trabalho de circo em que temos de continuar a manter várias bolas no ar, mas agora de olhos tapados. Como digo sempre, este é um trabalho absolutamente “braçal”, onde não há muito por onde fugir: esteja-se bem ou mal disposto, inspirado ou não, os episódios têm de aparecer feitos dia após dia, o que nos obriga a uma grande disciplina física e mental.

 

Já com o final escrito, como resume este projeto na sua vida?

O balanço parece-me naturalmente positivo e importante. Por outro lado, e tal como já escrevi algures, por se tratar de uma primeira novela, o processo foi vivido por mim como se de uma primeira grande paixão se tratasse, com direito a todo o tipo de excessos no caminho. Será sempre marcante por isso também, pelo tipo de emoções que conseguiu despertar em mim.

 

Terminada a escrita desta produção, qual a sensação com que o autor fica ao despedir-se das personagens?

Sinceramente?... Toda a gente me dizia que depois de terminar algo assim ficaria um vazio enorme dentro de mim; diziam que me ia custar imenso a desapegar deste universo e destas personagens, mas, curiosamente, aconteceu-me exatamente o contrário. Depois de, confesso, cinco minutos de nostalgia após a escrita da última cena, já a altas horas da madrugada, durante os quais não resisti a mandar uma mensagem de despedida com um tom quase “amoroso” para a minha equipa de escrita talentosa e dedicada (Mª João Vieira, Roberto Pereira e Sebastião Salgado), fiquei felicíssima por ter terminado. Acho que o cansaço físico falou mais alto, ou então talvez a enxaqueca que não me largava há dias e que me deu, finalmente, descanso. (risos) Agora a sério: fiquei sobretudo feliz por ter conseguido levar esta história com ritmo até ao final. Acho que o público vai notar que a tensão se mantém até ao último momento. E diria mesmo que os três últimos episódios são imperdíveis.

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Uns bons meses após o início do projeto Ouro Verde e já com o final escrito, como é o dia-a-dia de um autor que está constantemente a criar a trama que não pode parar por tudo estar a ser gravado muito em cima da fase de escrita?

O dia-a-dia, na verdade, acaba por se revelar muito simples e desinteressante, especialmente nos últimos três meses de escrita: no meu caso passava por escrever, comer e dormir (aliás, dormir tornou-se vital, mais do que comer para alguém como eu que dorme pouco. Descobri que todos os momentos se podem revelar bons para tirar uma sesta. Nem que seja de 15 minutos apenas e com direito a despertador). Além disso, e ainda no meu caso, com isso encadeava apenas umas idas ao ginásio, ao osteopata e à acupunctura, todos necessários para conseguir manter a energia e saúde necessária até ao final. De resto... Vida social e cultural muito próxima do zero, o que foi bastante redutor. No momento tenho mil coisas para pôr em dia (entre filmes e séries que quero ver, livros que venho acumulando para ler, espetáculos que tenho perdido, amigos que mal tenho visitado, viagens que quero fazer, novos cursos). Em resumo, estou a precisar de renovar o meu stock de conhecimentos, emoções e vivências. Na minha opinião, um autor tem de viver mais do que escreve.

 

Muito do sucesso da novela acontece não só pela escrita mas muito também pelo elenco. Poderemos dizer que Ouro Verde tem o elenco certo para o projeto líder que é?

Eu acho que uma novela é, antes de mais, um enorme projeto coletivo onde o talento de cada uma das peças desta enorme engrenagem, faz toda a diferença. Ouro Verde teve o mérito de conseguir reunir um elenco de luxo que funciona muito bem entre si e onde todos tentam dar o seu melhor. É muito bom ver os atores felizes com os seus papéis, dos mais pequenos aos maiores. Muda totalmente o empenho com que trabalham. E isso é interessante de assistir pois quando vemos algum ator agarrar o que escrevemos e fazer aquilo crescer percebemos a importância que um bom elenco tem, para além de uma boa história, para o sucesso de uma novela. Também acredito, ao contrário, que um ótimo elenco com uma má história, não convence.

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Ter Diogo Morgado, Joana de Verona e Ana Sofia Martins como protagonistas foi uma surpresa ou existia uma vontade sua junto da produtora em conseguir algum destes nomes no elenco?

Este projeto sempre foi tratado como uma grande aposta do canal, por isso sempre foram pensados nomes relevantes para Ouro Verde. O caso do Diogo Morgado é um bom exemplo disso. Eu mesma me atrevi, uma vez, a dizer em voz alta ao José Eduardo Moniz que “bom, bom, era se conseguíssemos ter o Diogo a fazer o papel de Jorge”. Pensei que tal seria difícil, tendo em conta o percurso internacional que o ator tem vindo a fazer, mas quer dizer... o não está sempre garantido. Por que não tentar? Fiquei feliz quando soube que ele aceitou. Assim como estou muito feliz com o trabalho que a Joana de Verona tem feito, muito credível, acho-a uma atriz muito talentosa, assim como a Ana Sofia, que se tem revelado muito no papel da Vera (o seu ar louco às vezes mete-me medo, de tão bem feito que está). Mas além desses nomes que referiu temos outros que se têm revelado grandes surpresas e que eu adoro ver, tais como Dina Felix da Costa, como Rita, Nuno Pardal como Antonio, Vitor d’Andrade como Lucio, Ana Saragoça como Laurinda. E depois temos pessoas como Manuela Couto que faz de Amanda, que é uma atriz excepcional, José Wallenstein que parece ter nascido para inspetor corrupto da PJ (de tal modo encarnou bem a personagem), temos a Sofia Nicholson como Judite, assim como Luis Esparteiro como Miguel (que tem sido um excelente vilão) e vários outros atores em outros papéis que dão peso e credibilidade ao elenco, como o Rui Mendes, o Nuno Homem de Sá. E ainda temos o elenco brasileiro que, especialmente com Zeze Motta e Silvia Pfeiffer vieram dar uma consistência ao todo interessante. Mesmo em papéis pequenos temos tido atores muito bons, como foi o caso do Gracindo Junior, Cassiano Carneiro e da Mafalda Vilhena. Na verdade, acho que foi uma sorte enorme poder contar com um grupo de atores tão talentosos e empenhados.

Valorizar as estrelas

Muito se criticam certos apresentadores por destacarem a sua vida profissional além do que fazem no pequeno ecrã nos seus programas diários. O que essas pessoas que criticam não percebem é que esses mesmos apresentadores ao mostrarem que são mais do que rostos do pequeno ecrã conseguem ter outros alicerces extra de sucesso e que têm outros afazerem para além das horas diárias que nos entram pela casa dentro.

Falo disto com um sentido que me levou a pensar sobre este tema! Muito leio sobre o facto de certos apresentadores sempre mostrarem e falarem dos seus blogs, das revistas, perfumes, eventos a que vão e por ai fora e que o canal ao qual pertencem nada faz para que não se auto valorizem em direto. Acho mesmo que a direção do canal até lhes agradece por passarem minutos de um programa líder a valorizarem-se, dando muitas vezes tempo extra que não tem de ser ocupado com conteúdos próprios do programa, para além de que ao serem as estrelas provam que estão em várias frentes e não se redimem somente aos programas que apresentam na televisão. A par disto fui a um evento onde uma figura de um outro canal foi o centro de todas as atenções e esse canal nem um repórter e um câmara enviou para cobrir o dito evento. Ou seja, se os líderes o fazem e o público gosta que mostrem o que andam a fazer nas horas em que não estão a dar os bons dias ou boas tardes na televisão, porque os outros canais não seguem o exemplo para valorizarem e mostrarem que os seus apresentadores são mais do que figuras da caixa mágica?

Continuar mas com desconto...

Dei-vos conta de que andava a analisar a oferta dos vários operadores de televisão e internet para deixar o MEO e saltar para a Vodafone, no entanto e após uma longa conversa telefónica com uma operadora da primeira, eis que optei por permanecer mas com uma baixa no valor do pacote que continua a ser o mesmo que outrora mas com um maior desconto. 

Estava praticamente convencido a alterar de operadora e passar pelo processo de instalação pelos próximos dias, no entanto sabia de antemão que ao ligar para fazer o cancelamento do acordo que mantive até agora que me iriam tentar manter como cliente e assim foi. Primeiramente deram a indicação que não poderiam baixar o valor contratual, antes mesmo de saberem a razão para querer sair. Depois quando expliquei que tinha uma oferta bem melhor feita pela concorrência começaram a mudar de discurso e após duas propostas falhadas, eis que acabei por aceitar ficar a pagar o mesmo que iria ser praticado pela concorrência, mantendo o pacote que tenho mantido ao longo dos últimos três anos. 

Ou seja, fico praticamente com um desconto de 23€ mensais assim do nada e somente porque querem manter o cliente. Não percebo como as empresas de telecomunicações não optam por praticar uma maior concorrência direta e obrigam de certo modo a que nós, enquanto utilizadores, sejamos obrigados a ver as ofertas e a falar com o outro lado da barricada para tentarmos ficar a ganhar com o mesmo tipo de serviço. Só nesse momento e após perceberem que têm de agir é que fazem propostas para se baixarem os acordos. 

Mudança de Operador

Pelos últimos dias andei a analisar as ofertas disponíveis para o sistema de Televisão, Internet e Telefone (que não utilizo) e vou ou pelo menos tenciono alterar e sair do MEO para dar preferência ao serviço da Vodafone que além de oferecer praticamente os mesmos canais de televisão e um melhor serviço de Internet, em modo Fibra, o preço faz a diferença.

Neste momento tenho televisão via Satélite e Telefone e Internet por ADSL, sendo que se mudar mesmo fico com tudo com Fibra e a um preço mais baixo. Estou a pagar 48,98€ há anos e teimam em não me quererem baixar a mensalidade e agora que a Vodafone chegou à aldeia por 28,90€ é de aproveitar. Fico melhor servido e com uns euros a mais no bolso mês após mês.

No Sábado liguei para a Vodafone para saber todas as informações necessárias e fiquei totalmente esclarecido, tendo agora de dar baixa do MEO para fazer o novo contrato. Ontem, Domingo, liguei para o MEO e o esclarecimento que tive para finalizar o serviço deles foi que ao fim-de-semana não prestam aquele serviço, tendo ficado agendado para me ligarem na manhã de hoje para resolvermos a situação. Acham que acreditei que me iam ligar? Claro que não acreditei e daqui a pouco, após o almoço tomarei de novo a iniciativa de ligar para ver o que irão complicar para não me deixarem desistir dos seus serviços aos quais já não estou fidelizado.

A minha nova série... Superstore

Estreou pelos Estados Unidos em 2015 e agora chegou à televisão portuguesa através da FOX Comedy. Como sabem que não consigo, um trauma qualquer, ver séries online, agora estou a deixar-me conquistar pela novíssima Superstore pelo pequeno ecrã.

Com uma primeira temporada de 11 episódios e a segunda com 22, estando a terceira série confirmada com outros 22 episódios, Superstore é a série que junta America Ferrera, a eterna Betty Feia e Ben Feldman, de Mad Men, na mesma produção, sendo Amy e Jonah, respetivamente. Eles encontram-se em Cloud 9, uma superfície comercial que vende um pouco de tudo e onde cada funcionário tem as suas particularidades bem hilariantes. 

Para ver na FOX Comedy de segunda a sexta-feira pelas 23h30 e repetição nas madrugadas de Sábado do canal. Ao que parece as temporadas já disponíveis serão transmitidas de seguida, o que é bom para quem, como eu, gostar dos primeiros episódios e deixar-se levar pelos primeiros capítulos de uma só vez. 

Leve, descontraída, super engraçada e com personagens bem particulares e com uma certa pancada, Superstore é uma série para todos que se queiram divertir por uns momentos em frente ao televisor. 

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