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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

A Bilha Quebrada [Yellow Star Company]

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A Bilha Quebrada é uma comédia feita de cacos onde uma linda bilha que passou de geração em geração e com história é partida numa noite trágica para a Srª Marta. A partir do momento em que a bilha da viúva é quebrada começa a história que dá vida a esta peça mundial.

Pelos Países Baixos, em pleno século XVIII, o barulho da quebra da bilha faz-se sentir no quarto da filha da Srª Marta. E quem está naquele momento ao lado da jovem solteira e prometida? O seu, também jovem, noivo, mas será que foi o rapaz a partir a bilha da sua futura sogra? Ao mesmo tempo que uma mãe preocupada com a sua bilha se dirige ao tribunal, somos convidados a acompanhar as peripécias de um juiz alcoólico e com segredos sobre uma noite mal dormida e com mazelas pelo meio. Quem terá partido a bilha afinal? Reforcei a palavra bilha até aqui porque esta peça vive muito da bilha tão bem tratada da Srª Marta e que terá sido quebrada por um homem com sede de paixão ou de vontades secretas!

No geral gostei pela história bem composta e onde facilmente o público percebe o final antecipadamente e começa desde cedo a torcer para que algo revelador aconteça para que se passe ao passo seguinte. A história está montada de forma a que se perceba o que irá acontecer de seguida para que se queiram ver as consequências e como determinadas personagens se desenrascam perante cada situação que lhe vai sendo colocada pela frente. 

Um texto histórico celebrado em palco num simples cenário e com um elenco consistente que talvez precise de continuar a percorrer o país para que esta comédia ganhe outro ritmo. Do meu ponto de vista esta interpretação de A Bilha Quebrada está bem conseguida mas existem personagens que poderão ganhar outro fôlego se os atores lhe derem um toque mais cómico em diversas passagens. O talento está lá todo e existem nomes fortes no elenco, basta limar o texto para que tudo se torne mais maleável e acessível junto do público.

The Guest em concerto no Dia da Mãe

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No próximo dia 7 de Maio celebra-se o Dia da Mãe e os The Guest estão a preparar um concerto único para apresentarem pelo dia 8 pelo Teatro Armando Cortez, junto à Casa do Artista, em Carnide.

Numa viagem musical pelos temas da banda numa união com temas imortalizados e dedicados a todas as mães, os The Guest contam com todos para assistirem a um concerto acústico intitulado The Guest Mother Concert. Numa noite recheada de magia e com a apresentação do álbum da banda, Il Mondo, onde a fusão entre o clássico, o fado, o pop e a world music acontece, esta noite promete ser única e especial. Cantado em português, inglês, espanhol, italiano e francês, este álbum é constituído por treze faixas que se juntarão a temas já conhecidos e dedicados a todas as Mães. 

Os 39 Degraus

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O regresso de Rita Pereira aos palcos é um fator irresistível para assistir à comédia teatral Os 39 Degraus, mas esta produção da Yellow Star Company está tão bem conseguida, em termos de encenação e casting, que todo o elenco conquista e rapidamente nos esquecemos do rosto mais conhecido e entramos no mundo misterioso do crime que envolve um gentleman inglês interpretado por Pedro Pernas. 

Em cena no Teatro Armando Cortez, Os 39 Degraus, conta no elenco também com João Didelet, que dispensa apresentações pela sua excelente presença em palco, principalmente em papéis cómicos, e também com Martinho Silva que se mostra bem competente e uma surpresa dentro do estilo. Com uma história meia baralhada e enrolada com o trás e volta, corridas e fugidas para que se mantenha o mistério longe das garras dos inspetores, outrora policiais ou simplesmente capangas do crime, a intenção é proteger o segredo que envolve algo, que não vos posso contar, que é apelidado por 39 degraus. Começa tudo ai, com o solitário inglês a ter contacto com o possível segredo, uma morte e a fuga. Entre fugir e voltar ao local de partida, tudo e mais alguma coisa acontece, cruzando-se esta personagem com várias criaturas humanas bem peculiares e que habitam por lugares tão estranhos como tudo o que acontece ao longo de praticamente cem minutos e talvez uns trinta e nove segundos. 

Neste espetáculo o que destaco mesmo é, sem margem para dúvidas, a boa prestação dos atores que têm uma encenação fantástica ao encargo de Cláudio Hochman que com pequenos pormenores e comentários aliados a expressões faciais e corporais, que parecem estar fora de contexto mas que acabam por encaixar no desenrolar da história, conseguem convencer e entreter com bom tom o público do início ao fim. Rita Pereira, quem não a vê como atriz multifacetada que lhe coloque os olhos em cima e depois volte a opinar. João Didelet, o homem dos palcos e com visão de encenador. Pedro Pernas rigoroso e competente. Martinho Silva, o ator que é a surpresa com bonecos bem realizados. 

Vanya e Sonia e Masha e Spike

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A Yellow Star Company presentou os espetadores neste início de ano com uma hilariante comédia de Christopher Durang, que ao ter pegado em várias personagens de Anton Tchékhov, construiu um divertido trabalho que tem despertado o interesse do público pelos países por onde tem passado, após conquistar a Broadway e ser eleita como a vencedora de vários troféus teatrais.

Com encenação de Paulo Sousa Costa, Vanya e Sonia e Masha e Spike conta no elenco com Helena Isabel, Heitor Lourenço, João Mota, Marina Albuquerque, Mané Ribeiro e Mafalda Luís de Castro que ao longo de duas horas divertem o público através deste espetáculo onde a sátira e os afetos convivem lado a lado com a presença num seio familiar primeiramente disfuncional e onde tudo parece correr da pior maneira. Uma estrela televisiva, dois irmãos que se aturam durante anos sem ideias quanto ao futuro, um jovem aspirante a ator, uma empregada com visões e comportamentos fora do comum e uma jovem sonhadora constituem os anfirtrões deste trabalho inspirado nas personagens de Anton Chekhon. Mesmo quem não conheça a malévola Arkádina e o seu irmão Piotr Sórin, a Nina de A Gaivota, o tio Vânia com a sobrinha Sónia e as Três Irmãs consegue tirar partido desta comédia do início ao fim, acabando por receber mensagens pessoais para com os comportamentos humanos que ao longo do tempo se podem transformar mas na verdade acabam por nunca mudar. 

Uma comédia divertida, bem disposta e que arranca de forma fácil o riso são os componentes de Vanya e Sonia e Masha e Spike que tem tudo para se transformar num dos novos sucessos da produtora que não tem medo de arriscar em produções que várias vezes fogem do que se sabe ser um sucesso logo à partida. Um elenco extremamente coeso e que tenho a confessar que acabei por ficar surpreendido por vários motivos. Primeiro Helena Isabel é a divã do palco neste espetáculo, brilhando e mostrando porque sempre tem estado ligada ao longo de todos estes anos. Mané Ribeiro é para mim a surpresa do elenco, primeiro porque a atriz está bastante associada a comédia mas com personagens fúteis, graças às variadas séries televisivas em que entrou e aqui, embora volte a fazer comédia, a sua Sonia tem uma fonte sentimental e de tristeza que passa tão bem para o público. Heitor Lourenço é o ator que sem dar muito nas vistas ao longo dos anos, sempre tem marcado o seu lugar e neste espetáculo acaba por ser um pouco a balança que consegue ter tudo ao seu redor. Marina Albuquerque ficou talvez com a personagem mais excêntrica do momento, encaixando-lhe na perfeição a Cassandra que vai de encontro ao perfil da atriz como se tivesse sido escrita precisamente para si. Mafalda Luís de Castro é das jovens promessas que mostra a razão pela qual dá cartas desde pequena, sendo um dos rostos do futuro. E João Mota, o meu pequeno receio, é a revelação e que me levou a pensar em qual seria a razão da sua escolha. Afinal de contas João Mota virou mesmo um ator, cada vez mais completo e que encaixa neste elenco com anos e na maioria décadas de profissionalismo em cima como se nada tivesse acontecido. Grande surpresa, confesso!

Vencedores de Vanya e Sonia e Masha e Spike [04 e 05-02-2017]

A partir de 2 de Fevereiro e até 26 de Março, o Teatro Armando Cortez receberá de Quinta a Sábado pelas 21h30 e aos Domingos pelas 18h00, Vanya e Sonia e Masha e Spike, um espetáculo da Broadway produzido em Portugal pela Yellow Star Company.

Esta divertida comédia da autoria de Christopher Durang, vencedora do Drama Desk Award e do Tony Award (os Óscares da Broadway) para Melhor Peça, chega assim até nós através de Paulo Sousa Costa, encenador e responsável pela adaptação e conta com Helena Isabel, Heitor Lourenço, Mané Ribeiro, Marina Albuquerque, Mafalda Luís de Castro e João Mota no elenco. A crítica norte-americana elogiou esta produção e agora será a nossa vez de ver para comentar a forma as personagens de Anton Chekhov debatem de forma bem-humorada cada tema presente no espetáculo. 

Ao longo dos últimos dias estiveram em passatempo aqui pelo blog dez convites duplos divididos por dois dias e eis chegado o momento de revelar a lista de vencedores. 

Bilhetes para Vanya e Sonia e Masha e Spike [04 e 05-02-2017]

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A Yellow Star Company apresenta Vanya e Sonia e Masha e Spike, a primeira novidade da produtora em 2017 e O Informador, mais uma vez, tem convites duplos para oferecer para as primeiras sessões desta divertida comédia vencedora do Drama Desk Award e do Tony Award (os Óscares da Broadway) para a Melhor Peça.

Com encenação e adaptação de Paulo Sousa Costa e texto de Christopher Durang, Vanya e Sonia e Masha e Spike conta com Helena Isabel, Heitor Lourenço, Mané Ribeiro, Marina Albuquerque, Mafalda Luís de Castro e João Mota no elenco. A crítica norte-americana elogiou esta produção que agora conta com uma adaptação portuguesa onde os temas são tratados de forma bem-humorada através das personagens de Anton Chekhov. 

A partir de 2 de Fevereiro e até 26 de Março, o Teatro Armando Cortez receberá de Quinta a Sábado pelas 21h30 e aos Domingos pelas 18h00, Vanya e Sonia e Masha e Spike e tu poderás ser um dos primeiros a aplaudir esta nova aposta com o selo de qualidade da Yellow Star Company. Como? Pois é, tenho dez convites duplos para oferecer aos leitores do blog! São dez duplos divididos por dois dias! Cinco para dia 4 de Fevereiro, Sábado, pelas 21h30, e outros cinco para dia 5, Domingo, pelas 18h00. Como participar? Ora então, basta continuar a leitura...

Vencedores de As Vedetas [09-12-2016]

As Vedetas estão de volta e desta vez convidam o público a visitar o Teatro Armando Cortez de 09 a 18 de Dezembro para uma temporada onde as peripécias de Simone e Sylvie voltam a estar em destaque. Com Sofia Arruda e Joana Alvarenga em palco, esta produção da Yellow Star Company está repleta de boa disposição e humor, levando o público a passar uma sessão bem disposta do início ao fim.

O Informador teve em passatempo dois convites duplos de As Vedetas para a sessão de dia 9 de Dezembro, Sexta-feira, pelas 21h30, e eis chegado o momento de revelar o nome dos vencedores! Maria Helena Amaral e Iva Nogueira foram as sorteadas através do sistema random.org e irão ser contactadas via email para que o levantamento dos convites possa ser feito! 

Bilhetes para As Vedetas [09-12-2016]

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A primeira temporada de As Vedetas no palco do Cinema São Jorge correu tão bem que Sofia Arruda e Joana Alvarenga estão de regresso com esta peça mas desta vez no Teatro Armando Cortez de 09 a 18 de Dezembro.

Com produção a cargo da Yellow Star Company e encenação de Paulo Sousa Costa, As Vedetas conquistaram o público graças à boa disposição que este espetáculo desperta ao longo de hora e meia. Duas atrizes a representarem duas atrizes, Simone e Sylvie, que são amigas (?) e que lutam por um lugar ao sol nas artes do espetáculo. Alguma conseguirá triunfar e manter o que as tem unido quando existem homens pelo meio e entre as duas?

Uma divertida comédia que poderás ir ver ou rever pelo próximo dia 9 de Dezembro, Sexta-feira, pelas 21h30 com a ajuda d' O Informador! Eu vi e aconselho, sendo agora a tua vez! Participa!

Vencedores de A Mãe Biológica de Marilyn Monroe [20-10-2016]

 

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A Mãe Biológica de Marilyn Monroe encontra-se em cena no Teatro Armando Cortez até ao final de Outubro. O Informador que viu, gostou e partilhou o comentário sobre este espetáculo protagonizado por Maria Emília Correia, Núria Madruga e Sara Salgado e com o selo de qualidade da Yellow Star Company teve a oportunidade de oferecer cinco convites duplos aos leitores do blog.

Bilhetes para A Mãe Biológica de Marilyn Monroe [20-10-2016]

Maria Emília Correia, Núria Madruga e Sara Salgado compõem a tripla que dá vida à peça A Mãe Biológica de Marilyn Monroe, em cena no Teatro Armando Cortez. Com produção a cargo da Yellow Star Company, texto de Armando Nascimento Rosa e encenação de Paulo Sousa Costa, este espetáculo já foi visto por mim e agora tenho a oportunidade de oferecer cinco convites duplos aos leitores do blog para a sessão do próximo Sábado, dia 22, pelas 21h30. 

A Mãe Biológica de Marilyn Monroe

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Comédia e intriga invadiram o Teatro Armando Cortez pela mão da Yellow Star Company! Maria Emília Correia é a mãe, Núria Madruga a diva de Hollywood e Sara Salgado a empregada! Um trio de atrizes bem conhecidas do público que se junta em palco com a finalidade de criar falsas identidades que o público é convidado a identificar ao longo de cada sessão. 

Tudo começa com a chegada de Marilyn a casa de sua mãe e um pedido bem particular à jovem empregada «Deixe-me a sós com a minha mãe». A partir deste momento a conversa entre mãe e filha desenrola-se entre momentos de nostalgia, comédia e algum afeto, num carrossel de emoções que convoca a assistência a estar preparada para saltar do drama para o riso de forma fácil, como se um simples clique aconteça. Basta para isso dizer que a mãe, Gladys, da loira mais famosa do cinema é uma figura completamente desconcertante e com grandes saltos de humor ao longo de um serão que se queria familiar e de reencontro, em paz e comunhão. 

O abandono, as causas do sofrimento enquanto jovem, a perturbação de mãe e filha, os esquemas de uma empregada aparentemente inocente, a vida sexual misturada com a fama, o poder, a figura e acima de tudo o amor não correspondido. Tudo serve como base para conversas, desabafos e confrontos entre duas pessoas com um passado em comum e que no presente mal se conhecem pelas frustrações pela qual as duas foram passando ao longo do tempo.

Faz-te ao Largo

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Carlos Cabral escreveu, Rui de Matos encenou e Alberto Villar e Carlos Quintas protagonizam a peça Faz-te ao Largo que se encontra em cena no Teatro Armando Cortez de 1 a 18 de Setembro, numa curta temporada por Lisboa a anteceder a digressão nacional que já começa a ficar agendada.

Um grupo de amigos decidiu avançar com um projeto para dar visibilidade aos autores nacionais que tantas vezes são esquecidos pelo nosso teatro em detrimento da aquisição de textos de sucesso internacional. Assim nasceu a peça Faz-te ao Largo, através do esforço de pessoas que acreditam que o teatro em Portugal está vivo e há que dá valor ao que é feito por cá do início ao fim. 

Com um cenário simples, a pensar na digressão do espetáculo, e somente com dois atores em palco do início ao fim, esta comédia une dois antigos conhecidos de guerra num só espaço, um quarto alugado a uma senhoria que embora ausente também faça parte da história. 

O convívio e conhecimento de outros tempos dão o mote para que tudo se inicie quando Zorba e Anselmo se encontram pela primeira vez em Lisboa, várias décadas depois dos contactos anteriores. Se de início as coisas não correm bem, ao longo da sessão o público é convidado a assistir a bons momentos entre os dois mas também a várias quezílias, tudo devido à insistência de Zorba para a falcatrua em forma de burla que ao ser confrontado com os cuidados de Anselmo percebe que não conseguirá dar o golpe do baú a mais um, como tem feito ao longo da sua vida. Vários momentos de brincadeira, conversa e discussão são vividos em palco através dum reencontro após quarenta anos da estadia por uma ex-colónia portuguesa. 

Uma comédia da Jafes Produções com a ajuda da Yellow Star Company que viu assim a luz do dia e que convida o público a presenciar duas vidas tão distintas, a de Zorba que assim que vê algum dinheiro não resiste a esbanjar e a de Anselmo, o homem controlado nas contas e que não cai em armadilhas, mesmo de velhos conhecidos com olho para o engano. 

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