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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

15
Jan18

Meteoro nos Sonhos


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meteoro.jpg

Sonho muito pouco, pelo menos é muito raro lembrar-me de qualquer sonho ou pesadelo que tenha, mas esta semana sofri uma aventura noturna que ao acordar recordei e até me ri. Na verdade o que sonhei podia e devia ser descrito como um pesadelo, mas não o senti como tal. 

O que recordo assim de concreto vou passar a enumerar como se estivesse a assistir a toda a situação porque existiram momentos em que as imagens surgiram como se estivesse como espetador dos acontecimentos.

Duas pessoas seguem num carro numa estrada junto ao mar, a noite já se instalou e além da conversa que parece seguir divertida, a rádio ajuda a fazer companhia. De repente, sem nada que fizesse prever, no horizonte começa a surgir uma luz bastante viva, luz essa que se move, a grande velocidade. O carro continua a andar, ficam atentos ao que se aproxima do planeta terra e do nada, em meros segundos, aquela luz que afinal é um meteoro está literalmente em cima do carro, passa e embate de imediato no solo que se revolta, criando uma cratera que estremece tudo o que está à sua volta, o veículo é atirado para o mar com o levantar dos terrenos que ficam num estado de destruição autêntico.

24
Mai15

#EuGostavaMesmoDe


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#EuGostavaMesmoDe prolongar o dia de descanso por um, dois, três dias ou mesmo semanas! Um dia de folga sabe sempre a pouco, tal como as férias que quando damos por isso já estão a terminar como um vento que sopra e dá cabo de tudo o que foi construído e que dá prazer!

Gostava tanto mas tanto de poder prolongar o dia de hoje, um Domingo daqueles que estica, estica e estica como se tivesse pilhas duracel, com o coelhinho sempre a andar sem conseguir parar porque a sua pilha continua ativa. Prolongar um Domingo para sempre seria o meu sonho, aquilo que gostava mesmo muito que acontecesse!

04
Mar15

Vontades...


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A vontade de ter uns dias seguidos de descanso é enorme! Penso apanhar um comboio sem saber o destino final, pegar na mala com os bens necessários para uns dias isolados do mundo, carteira e telemóvel no bolso e ficar por algum destino incerto.

Preciso de desligar do mundo real, ficando somente com as minhas coisas, sem preocupações e pensamentos sobre o dia-a-dia que consome o mortal mais ressistente. Ser livre de horários, não ter obrigações e poder trabalhar quando e como quisesse seria ouro sobre prata numa vida que foi formatada como tantas outras por aí onde um dia depois do outro surge muitas vezes sem nada de novo a acontecer, esperando que sempre chegue aquela hora em que a campainha tocaria se existisse e o destino é um, o de casa. A partir desse momento e até uma cama apelar por mim, porque as pestanas se começam a fechar, aproveito, nem sempre da melhor maneira por andar cansado, mas sinto-me livre e bem, desde que não pense que passadas umas horas o tempo de estar fechado volta a aparecer para mais um dia de trabalho fora da liberdade de poder percorrer uma esfera que gira em torno do sol. 

09
Out13

Vida: Realidade e Sonho


O Informador

Ao longo da vida todos passamos por períodos em que as decisões sobre os vários caminhos, que são colocados à disposição, têm de ser tomadas e embora nunca seja fácil fazer a escolha, tentando-se agarrar todas as oportunidades que nos são propostas, existem motivos que pesam mais e que nos levam a optar por um só carreiro.

Ter um sonho de triunfar numa área e ser-se impedido por tal, devido ao emprego que se tem e que nos ajuda a ter, dia após dia, a comida na mesa e as despesas pagas, é bem complicado. Se por um lado se quer atingir um objetivo, se fazem tentativas para agarrar as oportunidades e espera-se que as respostas sejam positivas, por outro existe o facto dos «ses». Pois, «se» as tentativas de mudança correrem bem e revelarem que afinal o que se sonha poderá tornar-se realidade, o que se faz depois com o emprego que nos tem dado dinheiro e nos transmite alguma segurança? Tentar as duas coisas ao mesmo tempo é complicado, mas manter o local de trabalho e querer lutar por sonhos nem sempre é compatível e isso pode deixar mazelas. O que fazer quando se luta, consegue-se e depois se sentem os cortes nas pernas por não se poder seguir em frente com o que tanto se quer?

Será que o risco compensa e a decisão em mudar é o melhor, mesmo podendo o futuro ditar que afinal a escolha foi a errada? E se correr bem e o sonho se tornar finalmente realidade, tendo-se tomado a decisão certa quando se optou por seguir o que o coração quer em detrimento da segurança do momento?

Infelizmente já tive que fazer opções entre o trabalho e os sonhos e na altura optei por quem me dá um ordenado mensalmente. Hoje talvez fizesse a mesma opção, mas teria lutado por manter ambas as coisas até ao meu limite. Atingir os objetivos não é fácil, mas quando se está com um pé para esses objetivos poderem ser concretizados e se tem que recuar devido a algo, o melhor é fazer o esforço para conciliar ambas as situações até se perceber qual a que nos vai dar uns melhores tempos no futuro, esperando que seja o que tanto gostamos a levar a melhor!

10
Jul13

A Vida no Céu


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A Vida no CéuJosé Eduardo Agualusa não é um dos novos autores que aparece e passado um tempo já poucos sabem quem é! Este homem veio para ficar na literatura e através de A Vida no Céu percebi isso mesmo... A grandeza do poder de escrita que nos leva a voar através de um mundo real que acontece pelos ares, numa história que poderia ser imaginada por qualquer um mas que só quem sabe a conseguiu contar de forma a conquistar os seus leitores. 

Através de um contador que fala na primeira pessoa para quem segue a sua narrativa, em A Vida no Céu somos levados de Paris ao Rio de Janeiro num ápice e através do mundo real que é criado pelos ares, em balões de ar quente que se transformam em cidades, vilas e aldeias quando o dilúvio bíblico da atualidade acontece. Carlos, o grande anfitrião deste romance conta a sua busca, de balão em balão, que é como quem diz, de cidade em cidade, pel' O Voador, o seu pai. Uma procura pelo progenitor que serve de mote para se contarem vidas onde se consegue perceber que é bem fácil sonhar porque sem o sonho não existe futuro e sem futuro não existe realidade. A Ilha Verde é um caso bem real desse sonho de que todos falam mas só os mais destemidos e perspicazes conseguem encontrar.

Um mundo real mas passado em outro nível da terra, os ares! Agualusa conseguiu encaixar neste romance a atualidade na perfeição com as guerras de conflitos a não ficarem para trás, tal como não ficaram as redes sociais, os campeonatos de futebol e os locais mais emblemáticas do planeta que também marcam a sua presença nos balões mais luxuosos e requintados onde os pobres podem não ter lugar. Na terra como no céu, existem as diferenças culturais e raciais e isso nunca mudará porque quando se dá um passo em frente para um lado, depressa aparece alguém a dar dois passos de recuo.

Felizmente existem os sonhos que comandam a vida e é com essa mensagem que o autor nos brinda neste fantástico romance que me conquistou do início ao fim e que me levou pelos céus deste nosso pequeno e grande mundo que tem muito por descobrir pelas suas várias vertentes naturais e sociais.

Sinopse

A Vida no Céu é um romance distópico, num futuro que se segue ao Grande Desastre, e em que o Mundo deixou de ser onde e como o conhecemos. Encontrando-se o globo terrestre inteiramente coberto por água, e a temperatura, à superfície, intolerável, restou ao Homem subir aos céus. Mas essa ascensão é literal (não é alusiva ou simbólica): a Humanidade, reduzida agora a um par de milhões de pessoas, habita aldeias suspensas e cidades flutuantes – dirigíveis gigantescos denominados Tóquio, Xangai ou São Paulo -, e os mais pobres navegam o ar em pequenas balsas rudimentares. Carlos Benjamim Moco é o narrador da história. Tem 16 anos e nasceu numa aldeia, Luanda, que junta mais de cem balsas. O desaparecimento do pai fará com que Benjamim decida partir à sua procura.

«O melhor da viagem é o sonho.»

«As nuvens, asseguram eles, foram criadas para os sonhadores.»

José Eduardo Agualusa

17
Mar13

Sonhos, não os tenho!


O Informador

Todos dizem que quando dormem sonham bastante e depois lembram-se de tudo. Eu raramente sonho e mesmo que isso aconteça todos os dias, então eu nunca me lembro de nada.

É muito raro, e quando digo muito raro, é mesmo porque só de longe a longe acordo e me lembro do que se passou na minha mente durante as horas em que estive a descansar. Eu não sonho, digo isto e ninguém acredita, mas é verdade. Na minha mente existe algo que me bloqueia e não me deixa partir para outras bandas através do pensamento durante o tempo em que estou a descansar. Porque razão isto acontece, não sei, mas o que é certo é que é mesmo verdade... Eu não sonho!

O que acontece por vezes é que nas últimas horas de sono, naquelas em que estamos prestes a acordar, estou a viver um pesadelo terrível e aí quando acordo lembro-me do que sonhei. Esses pesadelos geralmente retratam os meus medos do dia-a-dia fazendo também com que tenha umas horas com algum mau feitio porque estou sobre o efeito do que andou pela minha mente, e como são coisas de que não gosto, só piora a situação com o meu mau feitio.

É raro eu acordar e lembrar-me dos meus sonhos e quando me lembro é porque estive num pesadelo e não num sonho onde tudo é belo e idílico.

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