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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

15
Fev18

Conclave | Robert Harris


O Informador

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Autor: Robert Harris

Editora: Editorial Presença

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Janeiro de 2018

Páginas: 272

ISBN: 978-972-23-6148-4

Classificação: 5 em 5

 

Sinopse: O Papa morreu.

Por detrás das portas trancadas da Capela Sistina, cento e dezoito cardeais vindos de todo o planeta preparam-se para votar na eleição mais secreta do mundo.

São homens santos. Mas têm ambições. E têm rivais.

Ao fim das próximas setenta e duas horas, um deles tornar-se-á a figura espiritual mais poderosa da Terra.

 

Opinião: Robert Harris não para e com cada obra que lança surpreende pela sua fantástica capacidade de criação e elaboração de histórias que cativam pelo seu conteúdo mas também através da forma como são contadas. É assim que do início ao fim me senti rendido a Conclave, a surpresa que o autor me fez numa narrativa que explora o ato da escolha do próximo Papa após a morte de outro. 

A Igreja na literatura, geralmente, é um dos temas que não me consegue atrair, no entanto todo o mistério criado através dos olhos de Lomeli após a morte do Papa e perante a organização do próximo conclave onde a eleição do próximo responsável pela Igreja será feita cativou-me de forma total, não existindo margem para dúvidas sobre esta excelente obra de Harris. 

O cardeal Lomeli, próximo do agora anterior Papa é surpreendido pela notícia de que o ciclo terminou e o próximo Conclave terá de ser marcado. Assim começa esta narrativa que junta cento e dezoito cardeais, de todo o Mundo, na Casa de Santa Marta para que ao longo de três dias seja eleito, por votação sigilosa, pessoal e segundo as regras, o próximo responsável da Igreja. Lomeli com esta repentina notícia fica encarregue de tomar as rédeas sobre a preparação do Conclave, fazendo as convocatórias necessárias e recebendo na véspera do primeiro dia de votação os nomes que irão eleger e entrar na disputa pelo lugar. Um a um ou acompanhados, os cardeais chegam para descansarem, conversarem e reunirem ideias para que pela primeira vez que tenham de escolher um nome tenham a certeza sobre em quem vão votar. Uma votação feita, duas votações e a eleição tarda em acontecer e será a partir daí que as intrigas ocorridas ao longo do período de isolamento surgem, ficando segredos do passado a descoberto com mistérios revelados e vidas paralelas a serem colocadas em questão, gerando várias mudanças súbitas nas votações seguintes onde é necessário eleger um nome. 

Este é daqueles livros onde apetece contar tudo o que se vai passando, desde a chegada de um nome desconhecido para todos os restantes que acreditam que o elenco está completo e reunido até à descoberta de um pecado físico que se acaba por juntar a várias listas de dinheiro passado de mão em mão para que os votos num momento importante como o de um Conclave sejam dirigidos a determinado nome. Os pecados da Igreja vão passando de século em século e nem num dos momentos mais importantes os factos obscuros de alguns são deixados de lado, já que a intriga e a verdade deve andar de mão dada para que o lugar seja ocupado pelo melhor, o que realmente merece e tem poderes para honrar o que deverá ser a Igreja perante os fiéis. 

05
Fev18

Marcada Para Morrer | Peter James


O Informador

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Autor: Peter James

Editora: Clube do Autor

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Janeiro de 2018

Páginas: 472

ISBN: 978-989-724-409-4

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: Se há livros capazes de suspender a respiração normal do leitor, este é um deles. Tal como a obra anterior de Peter James, Marcada para Morrer é um thriller que promete dar que falar (e noites sem dormir).

Escutou-a a gritar. Um grito aterrador. Depois, surgem os corpos assassinados, uns no passado e outros no presente. No final, a perversidade por trás destes crimes vai surpreendê-lo e arrepiá-lo.

Até que ponto um passado tortuoso é capaz de gerar uma mente monstruosa e vingativa? O que fazer quando o pior mal existe naqueles em quem mais confiamos?

 

Opinião: Agarrando a série de Roy Grace a meio, rapidamente entrei na cena do crime para me deixar levar por misteriosos desaparecimentos onde cada local é marcado e vigiado para que o assassino seja rapidamente descoberto. Com base na vida do detetive Grace, o centro de toda a ação, fui levado por caminhos e descobertas macabras onde cada desaparecimento dá o mote para se seguirem pistas baseadas em pouco mas que com o tempo e como se um puzzle fosse sendo montado, conduzirão ao verdadeiro autor de todos os mistérios de Marcada para Morrer. 

Não conhecia a escrita de Peter James, não acompanhando até aqui a vida de Roy Grace enquanto personagem central de policiais mas fiquei interessado através desta criação onde o mistério de cada caso é tão bem elaborado que por muito que os dados sejam lançados ao longo do que é contado perante a investigação e do outro lado de cada caso, os passos dados e revelados acabam sempre, mas mesmo sempre, por surpreender por conseguirem mostrar que as dicas lançadas não passam disso mesmo, um mero abrir de apetite do que se passa verdadeiramente dentro do que é descoberto sobre o que foi feito. 

Em Marcada para Morrer encontramos desaparecimentos súbitos de jovens mulheres, todas com a mesma aparência, onde uma descoberta do passado que também se reflete sob a mesma base une cada caso. Grace é convidado a assumir o cargo maior da investigação, tudo ao mesmo tempo em que se encontra num período de mudanças familiares, onde um bebé chega à família e a compra de uma nova casa é feita, sendo necessário criar condições para a alteração de residência. Mas como tudo pode acontecer com um grande mistério em mãos para ser desvendado e a morte de uma colega para valorizar num momento onde as contradições sobre o bom senso e as vontades se fazem sentir por não se conseguir chegar a todo o lado ao mesmo tempo? E o que fazer no caso de Roy quando subitamente a sua ex-mulher, desaparecida há vários anos para parte incerta, poderá estar de volta? Tudo acontece na vida do detetive que acaba por enfrentar um período difícil ao longo de poucas semanas, mostrando que na realidade quem está nesta profissão por gosto tem muito para enfrentar, correndo o risco de perder vários apontamentos importantes da sua vida pessoal por um caso mais intrincado e exigente. 

28
Jan18

Antes Que Seja Tarde | Margarida Rebelo Pinto


O Informador

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Autor: Margarida Rebelo Pinto

Editora: Clube do Autor

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Novembro de 2017

Páginas: 272

ISBN: 978-989-724-400-1

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: Neste novo livro de Margarida Rebelo Pinto encontramos três mulheres de gerações diferentes, desde os anos 60 até aos dias de hoje, com vidas sentimentais atribuladas e algo em comum: a atração pelo proibido. 

Antes que seja tarde é um romance sobre o lado mais selvagem do amor, quando a paixão manda mais do que a razão e os sentidos falam mais alto. Os amores proibidos nunca caem na rotina, mas serão o caminho certo para o verdadeiro amor? O que fazer quando não se pode construir uma vida com quem se ama? 

O destino cruzado destas 3 mulheres leva-nos a uma viagem alucinante sobre o lado obscuro das relações, onde a mentira, a traição e o adultério andam a par com a dignidade de uma grande história de amor.

 

Opinião: Divertido, sarcástico, atual e vertiginoso! É assim que posso descrever Antes Que Seja Tarde, o romance de Margarida Rebelo Pinto onde os amores se alimentam de casamentos com traições que dão origem a desamores através de conquistas extra-conjugais onde o que está fora acaba por ser mais interessante que a vida matrimonial que se dá a conhecer perante uma sociedade que critica mas que no fundo consegue seguir os mesmos caminhos de atração física entre relações rápidas e espontâneas.

Antes Que Seja Tarde revela a história de três mulheres, de diferentes gerações mas com algo em comum, o amor pelo outro, numa relação teoricamente proibida e onde não existem barreiras nem metas a atingir porque o tempo exige que se desfrute do atual sem pensar no amanhã. A rapidez com que cada relacionamento acontece, a perceção de que não se pode exigir algo mais a quem está na sua cama, numa tarde quente de Verão mas que à noite tem uma família à espera porque a família continua a ser o porto seguro de quem comete a traição mas não deixa a estabilidade de sempre, pensando nas aparências e nos filhos. Procurar prazer por fora, não querendo algo duradouro e fugindo do amor verdadeiro são os pecados dos tempos modernos, pecados esses tão bem descritos e contados por Margarida Rebelo Pinto nesta sua nova paixão literária onde os prazeres carnais, os sonhos, a realidade e a fuga avançam e recuam como se cada personagem se encontrasse numa roda viva entre o correto e a tentação de pisar o risco. 

22
Jan18

O Escultor da Morte | Chris Carter


O Informador

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Autor: Chris Carter

Editora: Topseller

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Novembro de 2017

Páginas: 416

ISBN: 978-989-8869-57-9

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: Até a obra de arte estar completa, a morte vai ter de esperar.

Quando a enfermeira Melinda Wallis entra no quarto de um paciente a seu cuidado, mal pode imaginar aquilo que vai encontrar.

Derek Nicholson, um importante advogado de Los Angeles, foi brutalmente assassinado. O homicida mutilou os seus membros e construiu com eles uma escultura.

Chamado de emergência ao local do crime, o inspetor Robert Hunter não percebe as motivações por detrás de um crime tão hediondo. Especialmente porque Nicholson, que sofria de cancro em fase terminal, já não tinha muitas semanas de vida.

Quando um segundo corpo aparece num barco ancorado na marina de Los Angeles, o mistério adensa-se. Trata-se, agora, de um agente da polícia. E o macabro da cena repete-se, com o corpo decepado a criar uma escultura estranha.

Qual será a ligação entre as duas vítimas? Que significado terá a disposição dos seus corpos? O que estará o assassino a querer dizer?

Um thriller vibrante e misterioso, com surpresas e revelações inesperadas ao virar de cada página.

 

Opinião: Já havia tomado conhecimento com Chris Carter como sendo um dos melhores autores a criar policiais onde a psicologia forense tem grande envolvimento com cada caso retratado, ficando na memória após a primeira leitura de uma obra sua, O Escultor da Morte, como um dos melhores do género, diferenciando-se de todos os autores que li até agora. 

Primeiramente e analisando o título o leitor toma conhecimento que toda a ação que se irá desenrolar ao longo das 416 páginas apresentadas estará centrada num assassino que não se deixa ficar pela morte das suas vítimas, mostrando uma originalidade macabra para com a arte. Tenho a revelar que este foi o livro que mais me impressionou na apresentação do primeiro crime a ser desvendado pela equipa do inspetor Hunter. Com uma descrição exemplar, limpa e real, Chris Carter apresenta o local de cada crime como um centro de terror, não se poupando a palavras para mostrar ao leitor como tudo se encontra com a chegada da equipa forense. Mesmo sem que se tenha acesso ao ato praticado pelo vilão e somente com o que é relatado quando os corpos são encontrados, consegue o autor criar arrepios ao leitor que fica a imaginar como tudo acontece, mas agora imaginem que em certas ocasiões, somos também convidados a entrar nos locais do crime enquanto o assassino por lá permanece a fazer o seu trabalho. Se só de perceber como se encontra cada cadáver quando é encontrado já se torna complicado de imaginar a cena macabra sobre como tudo aconteceu, agora imagine-se perceber como o trabalho foi feito, sendo quase possível ouvir os ossos a quebrarem com a tortura que é feita ao longo de horas, noturnas, em que o criminoso faz o seu trabalho e deixa a sua escultura bem visível e de modo a representar uma mensagem para quem a venha a descobrir. 

Hunter é o nosso inspetor responsável por desvendar cada assassinato cometido por este escultor da morte e é com este homem solitário, competente e concentrado no seu trabalho que somos levados pelos meandros do crime, por salas onde a tortura aconteceu e onde cada imagem criada torna-se complicada de assimilar pela complexidade e minuciosidade envolventes em cada cenário onde os sucessivos crimes acontecem.

Após o primeiro crime pensei que a partir daí iria acompanhar a investigação até que se descobrisse quem está por detrás de tão macabro incidente, mas não, Carter consegue colocar a par da investigação novos crimes cometidos com o mesmo método e cria assim um maior envolvimento com a história. A certa altura e após perceber que as mortes que deram origem depois a esculturas com a utilização dos corpos das vítimas, comecei a querer identificar alguém como o assassino em série, conseguindo no final ser surpreendido pela descoberta sobre uma personagem que nem me passou entre as soluções possíveis entre os nomes que mais apontei como sendo o possível homicida de todos os casos retratados. 

12
Jan18

Deus Não Mora em Havana | Yasmina Khadra


O Informador

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Autor: Yasmina Khadra

Editora: Editorial Bizâncio

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Fevereiro de 2017

Páginas: 256

ISBN: 978-972-53-0586-7

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: No momento em que o regime castrista perde o alento, «Don Fuego» continua a cantar nos cabarés de Havana. Outrora, a sua voz electrizava as multidões. Agora, os tempos mudaram e o rei da rumba tem de ceder o seu lugar. Entregue a si próprio, conhece Mayensi, uma jovem «ruiva e radiosa como uma chama», pela qual se apaixona perdidamente. Mas o mistério que cerca essa beldade fascinante ameaça o seu improvável idílio.

Cântico dedicado aos fabulosos destinos contrariados pela sorte, Deus não Mora em Havana é também uma viagem ao país de todos os paradoxos e de todos os sonhos.

Aliando a mestria e o fôlego de um Steinbeck contemporâneo, Yasmina Khadra conduz uma reflexão nostálgica sobre a juventude perdida, incessantemente contrabalançada pelo júbilo de cantar, de dançar e de acreditar em amanhãs felizes.

 

Opinião: Yasmina Khadra convida o leitor, como o próprio título da obra indica, a viajar até Havana para conhecer Don Fuego, um otimista artista que aos sessenta anos enche salas de espetáculos com público que surge de todos os cantos do Mundo. Só que nem tudo é controlado na vida de todos nós e de um momento para o outro o cantor que já teve Fidel, Leonid Brejnev e Pérez Pardo pela sua plateia percebe que uma mudança súbita na liderança do cabaret onde brilha todas as noites irá alterar o seu percurso profissional e consequentemente a sua vida pessoal. 

Começou assim o meu conhecimento enquanto leitor para com a vida de Juan del Monte Jonava, Don Fuego, uma personagem rica e verdadeira para com os seus sentimentos no tempo do regime de Fidel Castro. A música e os sonhos do cantor em união com a força de um povo onde a família e os valores são tornados como base importante para a sociedade acabam por ser a base desta história onde rapidamente consegui perceber que estava perante um bom romance. 

Com a vida do avesso mas sem perder a verdadeira esperança de começar de novo, Don Fuego consegue mesmo assim olhar para quem se encontra em pior situação e é assim que se cruza com Mayensi, uma jovem que o conquista facilmente pela sua beleza e forma de trato. O tempo vai passando, a situação profissional vai sofrendo os seus altos e baixos e a jovem descoberta continua sob a sua alçada, redescobrindo o nosso herói o amor onde o companheirismo e a cumplicidade são descobertos ao mesmo tempo que se vai procurando reencontrar um lugar social que foi perdido de um momento para o outro. Mas quem será Mayensi, que misteriosamente aparece para mexer com a vida de Juan, e que não me inspira grande confiança logo de início?

08
Jan18

Nenhuma Verdade Se Escreve no Singular | Cláudia Cruz Santos


O Informador

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Autor: Cláudia Cruz Santos

Editora: Bertrand Editora

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Setembro de 2017

Páginas: 248

ISBN: 978-972-25-3478-9

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: A vida pessoal de Amália encolhe ao mesmo ritmo que a atenção prestada à sua vida profissional se expande. Na sua sala de julgamentos entram homicidas, ladrões, traficantes de droga, jogadores de futebol corruptos, deportados ou vítimas de crimes sexuais. Em sua casa, deixou de entrar o homem que ama, e Marta, a menina que acolheu, sonha regressar ao bairro social onde vivia antes de ser institucionalizada. 

Amália passa as noites acordada, presa nas suas muitas perguntas sem resposta, a olhar para um quadro misterioso onde uma mulher engaiolada segura, inerte, as chaves que poderia usar para se soltar — até que resolve, ela própria, ir à procura do que significa a palavra liberdade.

 

Opinião: Primeiramente conhecemos Amália, uma profissional realizada mas que na sua vida intima perdeu a pessoa que amava sem qualquer explicação, tendo ficado para trás, sozinha, com amigos e conhecidos por perto e sem uma vida familiar, sendo no presente uma figura carente e fria. Posteriormente aparece Marta, uma jovem que ao entrar na vida de Amália, tudo altera para bem das duas. Rodeada de problemas familiares e a necessitar de apoio, Marta é acolhida por Amália, mas em seu redor circulam um avô protetor da jovem e um pai onde problema é a sua principal definição. De um momento para o outro a vida de Amália é alterada e as certezas perante a solidão são colocadas em causa, transformando o seu dia-a-dia em torno dos cuidados para com Marta, uma jovem que conquista pela sua força de vontade mas que acaba por se mostrar vulnerável pela vida que já passou onde o abandono lhe provocou fragilidades mas ao mesmo tempo uma maturidade com bases vem vincadas. Com Marta em seu redor é necessário lutar contra a individualidade a que está habituada e esse é um dos pontos fortes desta história. Aprender a partilhar para saber cuidar sem esquecer que quem está do outro lado tem as suas próprias ambições, desejos e vontades. 

Com uma história simples e contada de forma lenta, Nenhuma Verdade se Escreve no Singular é daqueles livros que contam uma história onde não existe vontade de terminar, fazendo com que o leitor se deixe embalar pelas palavras que mostram dois universos femininos que se cruzam em determinados momentos das suas vidas para se ajudarem mutuamente a descobrirem novos horizontes e capacidades. Esta narrativa tem uma particularidade rara de convidar o leitor a desfrutar pausadamente da história criada, absorvendo cada personagem para que se reflita um pouco sobre o que faria se estivesse em determinada situação, não existindo pressa para que se termine a leitura porque a vontade de conhecer o desfecho tem de ser adiada pela força do pressentimento sobre o que poderá acontecer.

A par da história central e por influência da autora, que tem um passado profissional e literário ligado à justiça, ao longo do que é contado somos convidados a conhecer outras vidas, as histórias que são relatadas em julgamento para que sejam avaliadas por Amália. As reflexões da jurista sobre as decisões a tomar e os problemas dos outros são tomados como parte importante desta narrativa por aparecerem em uníssono com as alterações que lhe estão a ser impostas na sua vida particular. 

03
Jan18

O Último Dia de Um Condenado | Vencedores | 04, 05, 06 e 07-01-2018


O Informador

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Virgílio Castelo regressou aos palcos com o monólogo O Último Dia de Um Condenado, em cena no Teatro Armando Cortez, estando este espetáculo a abrir o ano da Yellow Star Company junto do público.

Comemorando os 150 anos da Abolição da Pena de Morte em Portugal (1867-2017) esta produção conta com setenta minutos de duração onde o texto de Victor Hugo é excelente interpretado pelo ator português que foi encenado por Paulo Sousa Costa. De Quinta a Sábados pelas 21h30 e aos Domingos pelas 18h00, O Último Dia de Um Condenado está bom e recomenda-se e é por isso que estiveram convites duplos em sorteio junto dos visitantes do blog.

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