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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Simpatia precisa-se!

Os comportamentos das pessoas que são mal formadas por natureza acabam por se revelar sempre e existem seres que logo de início não me conseguem dar boas impressões com a sua falsa simpatia que se nota por vezes à distância. Há dias tive um caso bem notório daqueles que revelam na verdade o que as pessoas são quando só pensam no dinheiro em tempo real e cagam literalmente para o que possa acontecer no futuro quando vivem com uma falta de bom senso incrível. 

Durante meses e todos os meses pagava uma mensalidade num certo local da zona que frequentava com regularidade. O proprietário cumprimentava-me muito bem no local e fora dele, chegando a tratar-me pelo nome quando me via pela rua ou em algum sítio. Hoje, uns meses depois e ao ter percebido que já não frequento o seu negócio e não lhe dou assim o meu dinheiro, sendo ainda primo de uma ex-funcionária que saiu a mal do local com o patronato, eis que o mesmo senhor passa por mim, olha-me de frente e consegue não me responder a um simples «boa tarde». Será esta atitude normal?

Não lhe fiz mal nenhum e a mim também não me fizeram nada, simplesmente optei por sair por falta de tempo e por os horários não conjugarem mas parece que por ter deixado e não pagar assim mais nenhuma mensalidade passei de bom cliente a um desconhecido invisível que passa na rua e que as pessoas em questão não conseguem ver nem ouvir. Isto é um comportamento normal para com as regras da boa educação?

Simpatia alentejana

De cada vez que visito a zona alentejana mais rendido vou ficando a estas terras pacatas e onde se respira tranquilidade. Tudo por aqui consegue encher a alma de uma pessoa!

As pessoas, os locais e o conforto que se vai sentido ao longo dos dias que por aqui se passa conseguem ser únicos. Acordar e espreitar um sol que vai para lá do horizonte e onde não existem correrias de veículos de um lado para o outro. Sair pela rua, distribuir sorrisos e acabar por dar dois dedos de conversa com quem vamos conhecendo de vista e sente curiosidade pelos visitantes da aldeia. Conhecer, mostrar interesse e dar a perceber aos outros a verdade, aquela verdade que nos faz sentir bem num local acolhedor e onde existe vontade de viver.

Confesso que nada me parece faltar por este interior onde nada me chateia e onde penso que conseguiria permanecer, no entanto percebo que nos dias que correm ainda seja cedo para acalmar de vez e fugir das zonas urbanas para viver num local onde existe necessidade de percorrer quilómetros para locais em busca de movimento.

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