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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

19
Fev18

Erro da RTP no Festival


O Informador

Portugal receberá pela primeira vez o Eurovisão da Canção este ano graças à vitória de Salvador Sobral o ano passado. Todos felizes, com mil cuidados e os preparativos para o grande evento musical europeu a ser preparado ao pormenor ao longo dos últimos meses. Eis quando na primeira semi-final do Festival da Canção onde se pretende eleger o candidato português deste ano, a RTP erra e troca as votações. 

No passado Domingo os sete nomes dos primeiros semi-finalistas foram revelados para que na Segunda-feira seguinte os mesmos sofressem alterações. É que um dos supostos finalistas não constava na lista dos mais votados, tendo ficado em décimo primeiro lugar e não em sétimo como foi anunciado pelos apresentadores. Um erro vergonhoso para o canal que está a preparar o evento europeu. O erro só foi assumido após o término do direto, depois de auditoria interna, onde acabou por ser detetado que a votação final divulgada estava incorreta, tendo sido feita mal a transcrição dos pontos do televoto. Ao que parece a RTP assumiu de imediato o erro, mas será que esta falha não terá sido uma tentativa de alteração da escolha do público?

O tema Eu te Amo, interpretado por Beatriz Pessoa e composta por Mallu Magalhães, deixou assim o seu lugar na final para dar espaço a Sem Medo, que conquistou a escolha do público com a interpretação de Rui David de um tema composto por Jorge Palma. Lembro que o derrotado ficou afinal em décimo primeiro lugar e não em sétimo como foi transmitido publicamente.

Os erros acontecem, mas num momento em que a Europa espera saber quem será o representante português no Eurovisão, no ano em que somos os anfitriões, dar este erro numa gala de seleção que antevê os grandes dias? Se falhamos quando fazemos em pequeno, como conseguirão fazer em grande sem gralhas?

13
Fev18

Ainda sou do Tempo | Jogos Sem Fronteiras


O Informador

Quem não se recorda de assistir aos Jogos Sem Fronteiras? Nas semanas quentes de Verão existia um dia que se tornava especial e que adorava por poder assistir ao programa que colocava cidades nacionais a concorrerem por Portugal contra outros países europeus em jogos físicos e de concentração. Mal o genérico começava a passar parecia que tudo parava e as horas seguintes eram passadas no sofá, quieto, a comentar os jogos que os elementos da nossa equipa iam enfrentando. Lembro-me que os portugueses não venciam lá muito os famosos jogos que ficarão para sempre para a história da televisão.

Apresentado ano após ano por Eládio Clímaco, a quem se foram juntando outros rostos ao longo das várias edições, como é o caso de Anabela Mota Ribeiro e Luís de Matos, os Jogos Sem Fronteiras foram durante anos um dos meus programas preferidos.

Na altura não percebia a razão daquele entretenimento que me mantinha atento só durar uns meses, hoje percebo que tudo funcionava por temporadas anuais. Outros tempos em que se apostava em temporadas de programas de sucesso com espaçamento e em certas alturas do ano e não quando dá jeito até gastar o formato pelo cansaço. 

24
Jan18

O polémico SuperNanny


O Informador

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Mais um ano e mais uma fornada de doze meses em que a SIC revela sonhar com a liderança diária, semanal, mensal e anual que há mais de uma década não consegue alcançar. Agora e depois de inúmeras apostas furadas pelos vários horários da programação, eis que a direção decide apostar num formato que não se encaixa com o restante conteúdo que apresenta, optando por acreditar que é com a polémica que conquista o seu público, não percebendo a famosa direção sonhadora que os seus espetadores não são de todo os mesmos da TVI. Mas falemos do aparente sucesso de SuperNanny, o programa que desde que estreou tem estado envolto em polémica. 

Primeiro, convém dizer que este é daqueles formatos que em nada se enquadram no que os responsáveis da SIC têm afirmado ao longo do tempo como boa oferta a quem está em casa. Segundo, o que terá passado pela cabeça de quem reuniu e escolheu este formato para adaptar em Portugal? Expor crianças, com a permissão dos pais é a necessidade dos nossos dias a favor das audiências? Os protagonistas de cada episódio não são fáceis mas esse é o problema a ser resolvido longe das câmaras e de milhões de espetadores que tenham contacto com o formato. É certo que em termos audiométricos este formato é apelativo e entendo quem o comprou para tentar subir os maus valores do canal, mas por muito que se tenha falado, o programa nem tem conseguido valores por aí além, estando acima do que a SIC faz geralmente, mas abaixo dos sucessos da concorrência, o que mostra que não vale a pena infringir regras e recorrer aos problemas educativos de crianças para alcançar o sucesso.

O formato é polémico sim, mas valerá a pena criar problemas em tribunal e com várias entidades em troca de uns minutos de ligeira liderança pela curiosidade e não pela qualidade do produto em si? Assim que o formato estreou as reações partilhadas pelas redes sociais logo se fizeram sentir contra a aposta do canal que logo reagiu a defender o seu programa. Na verdade com tanta forma para ajudarem a educar através de boas apostas pedagógicas em variadíssimos conteúdos de sucesso internacional e a opção foi a pior e das mais polémica que podiam ter escolhido. 

Mais recentemente, surgiu a ideia miraculosa de um debate conduzido por Conceição Lino com base em SuperNanny e só pensei quando passei uns minutos a perceber quem ficaria a perder... A SIC! Um canal que tem psicólogos e sociedade em geral a criticar um programa que expõem a privacidade das crianças que são analisadas em momentos de tensão e stress e ainda convida representantes de várias entidades com responsabilidade social a comentarem o tema, enfrentando Júlia Pinheiro enquanto diretora de conteúdos do canal. Seria mais que óbvio que a apresentadora do Queridas Manhãs ficaria a perder com este debate, tal como a SIC que o criou para levar nas orelhas de forma direta, sem cortes e perante o país. O que vi no debate foi uma Júlia a defender a sua casa, uma Conceição Lino que por momentos mostrou não concordar com a estratégia de apostarem em SuperNanny e psicólogas e responsáveis institucionais a dizerem o que bem quiseram onde a critica negativa esteve praticamente sempre em cima da mesa. 

Estaria a SIC a pensar que um debate sobre a sua aposta revelaria ser a melhor estratégia para limpar a imagem do programa que pretendem valorizar como sendo um produto de responsabilidade social, educativo e de bom entretenimento? O que acabaram por mostrar no dito debate foi que as criticas que se podem ler e ouvir nos últimos dias fazem todo o sentido e ganham dimensão quando quem percebe do assunto o afirma e quer avançar com processos perante o tribunal. 

19
Jan18

Novas tardes da SIC!


O Informador

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A SIC anda há anos atrás dos resultados pela liderança diária e a situação continua complicada em todos os horários. Porém existem formatos que se distinguem por conseguirem atingir números tão baixos que acabam por ser cancelados para serem substituídos por apostas que não lembram a ninguém. 

Com os fracos resultados ao longo das tardes no período semanal, o programa apresentado por João Baião e Rita Ferro Rodrigues, o Juntos à Tarde, irá ter a sua última emissão no próximo dia 23 de Fevereiro e quando se pensava que a direção do canal iria criar algo novo para ocupar a totalidade do horário ocupado pelo talk-show, eis que a surpresa acontece e somente uma das horas irá trazer novidades à grelha do canal.

Anunciado há dias o programa Dr. Saúde para ocupar o horário das 18h00, eis que sabe-se agora que das 16h00 até à chegada do novo formato a opção será repetirem as duas novelas nacionais que são exibidas ao serão. Ou seja, Paixão e Espelho d' Água irão ver os seus episódios do dia anterior serem repetidos pelas tardes, numa suposta tentativa de subirem os horários em que essas repetições acontecem. 

O que me pergunto com esta decisão é se a direção da SIC acredita mesmo em milagres. Se as novelas não conseguem liderar no episódio inédito da noite, ficando atrás da concorrência da TVI, como é que ainda vão apostar na sua repetição? Acredito que a repetição das duas novelas faça igual ou pior do que o Juntos à Tarde tem feito, uma miséria para um canal que luta pela liderança, mas mesmo esse pouco público da tarde poderá pesar ainda mais nos resultados que serão feitos nos episódios da noite. Se agora perdem, com a exibição dupla do mesmo episódio correm o risco de perder um pouco mais.

Já Dr. Saúde não me parece que convença no horário em que vai estrear, acreditando sim que tivesse melhores hipóteses de conseguir ter valores mais elevados se fosse exibido após o Primeiro Jornal, visto não ser um programa sobre doenças e seus derivados o ideal para um formato diário, em que as famílias começam a estar em casa, e ainda sendo antecedido por repetições de novelas, aparecendo como uma quase reabertura de antena no início do final da tarde na grelha do canal. 

Ou seja, a SIC tira do ar um talk-show que nunca conseguiu liderar para colocar a repetição das suas principais novelas da noite. Sai um flop para criarem possivelmente um novo duplo problema, tentando melhorar as tardes, o que não acredito, e correndo o risco de perderem algo à noite. 

17
Jan18

Criar ilusões no Eurovisão? Não concordo!


O Informador

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Muitos foram os famosos e anónimos, como eu, que comentaram a decisão de Portugal colocar na apresentação do Festival Eurovisão da Canção 2018, a decorrer no nosso país pela vitória do ano passado de Salvador Sobral, um quarteto somente composto por mulheres. Foi o caso de Rita Ferro Rodrigues que concorda com a escolha das quatro apresentadoras, não entendendo é o facto de não existir um rosto negro entre as escolhas da RTP. 

Se na minha opinião ver Catarina Furtado, Daniela Ruah, Filomena Cautela e Sílvia Alberto juntas na condução deste evento é um erro pela desnecessidade de existir dispersão na apresentação, sendo depois um erro não ter entre estes nomes um dos rostos masculinos do canal, já para a apresentadora do ainda existente, mas já com dia final marcado, Juntos à Tarde, da SIC, a questão é somente outra.

Líder do movimento e da plataforma Capazes, Rita Ferro Rodrigues comentou o facto da escolha ter recaído somente em «mulheres brancas». Foi pela sua conta no Twitter que a apresentadora relembrou que em «2017 foram só homens a apresentar a final da Eurovisão, 2018 só mulheres. Nada a apontar», mostrando apoio ao ver quatro mulheres na condução do evento, tal como tanto defende, não dando assim hipótese à igualdade de género que Portugal não quer mostrar à Europa. O que Rita não percebe e acha como «grave é o facto de ambos os painéis serem compostos apenas por pessoas brancas. Por tudo o que isto significa ao nível das oportunidades e da representatividade. Falamos sobre isso?». 

Podemos falar sobre isto sim! Como é que queriam que a RTP apostasse para um evento especial em algo que não faz ao longo do ano? Quantos apresentadores de cor negra é que a estação pública tem nos seus principais programas para agora, de um momento para o outro, poderem ser aposta num evento que toda a Europa vai transmitir? Pelo que percebo neste comentário da apresentadora, a vontade era que a direção do canal e Portugal, por consequência, mostrasse aos outros que um dos principais rostos televisivos do canal público tem outro tom de pele, o que não acontece. Existem jornalistas que representam outras nações, mas não são os principais pilares que dão a cara diariamente pelo canal que se diz ser «de todos nós» e se assim é não há que depois tentar mascarar numa situação especial algo que não acontece perante os olhos dos telespetadores que passam os seus olhos pela programação do canal. 

09
Jan18

Festival das Mulheres


O Informador

cataria furtado filomena cautela silvia alberto da

A RTP revelou agora, após muitas especulações, quem serão os rostos escolhidos para apresentarem o Festival Eurovisão 2018 que este ano acontecerá em Portugal após a vitória de Salvador Sobral. Surpreendendo em parte pela escolha, a direção do canal revela assim que além de serem quatro os rostos anfitriões do espetáculo, ainda conseguiram entregar a emissão somente a mulheres. Se concordo? Não!

Percebo a escolha de Catarina Furtado, o principal rosto feminino da RTP, e de Filomena Cautela por estar ligada nos últimos anos ao Festival e aos eventos musicais com transmissão no canal. Agora chamarem Sílvia Alberto e ainda mais surpreendentemente Daniela Ruah? A Daniela surge por ser um rosto internacional, não entendendo tal necessidade, quando o interesse da Eurovisão são os representantes que cada país envia como concorrentes e não os anfitriões do espetáculo. E depois a Sílvia Alberto para quê? É que será só mais uma apresentadora que não irá dar nada de especial à emissão, só mesmo atrapalhar! Quatro apresentadoras que pouco destaque têm na emissão e que se irão ofuscar assim entre si de forma completamente desnecessária!

Outro destaque negativo que dou a esta escolha é o facto de serem quatro rostos os escolhidos e por acaso nenhum ser do sexo masculino. Se fossem dois os apresentadores ainda aceitava a escolha de duas mulheres, dois homens ou um par misto. Agora em quatro escolhas nem uma ser um homem? A direção da RTP quer mostrar defender o feminismo perante a Europa com esta escolha ou não acredita nos seus apresentadores masculinos para assumirem um destes quatro lugares?

20
Dez17

Quem apresenta o Secret Story 7


O Informador

secret story 7.jpg

Um ano sem Secret Story no ecrã da TVI, que optou por criar e inventar reality shows low cost para tentar vender ao público que se encontra mais atento que nunca. Agora e depois de esgotarem o formato do programa agendaram para o início de 2018 uma nova temporada da Casa dos Segredos, a 7, mas deixo já aqui a minha premonição... Não vai correr bem!

Primeiro, ao longo de praticamente mais de dois anos os reality shows não pararam de ser transmitidos na TVI e pelo canal exclusivo Zon, o TVI Reality, esgotando desde logo o formato. Se depois pensarmos nas apostas furadas que foram as sucessivas edições do Love On Top onde os cromos eram os mesmos de mês para mês com entradas e saídas forçadas para sempre andarem na roda viva que a produção tanto gostou de criar e do estilo de jogo criado que manchou o formato por completo após as duas primeiras temporadas. Após as polémicas do programa mais aldrabado da vida real, eis que voltaram a inventar e colocaram famosos dentro da casa do Secret Story que virou um mini e mal amanhado centro comercial com quatro negócios geridos por rostos conhecidos do público. Quem se lembra de criar um reality show com famosos, tentar que o mesmo vivesse em torno dos negócios e colocar a casa e tudo em seu torno num deserto, fora das grandes cidades? TVI e Endemol, claro!

Erro atrás de erro em matéria de programas da vida real com invenções caseiras e mal confecionadas, num argumento de que seria para um horário de menor consumo e para ocupar o TVI Reality. Demoraram tanto tempo a perceberam que nada resultou e agora, após o cancelamento do Biggest Deal o que fizeram? Anunciaram desde logo uma nova temporada do Secret Story. O que fez Teresa Guilherme, que supostamente já tinha arrumado os sapatos para este tipo de programa, onde foi rainha durante anos? Disse que não voltava a apresentar o formato por ter talvez um pouco de sensatez e perceber que não irá correr bem por culpa da má gestão do canal para com estes programas nos últimos anos e por saber que a produção irá fazer mais do mesmo e não alterar o método do jogo para o mesmo se voltar a tornar complexo e rigoroso como outrora. 

Com Teresa a não querer voltar, os rostos sonantes do canal também estão fora de questão, principalmente Cristina Ferreira e Manuel Luís Goucha que apresentam diariamente o Você na Tv!, tendo a apresentadora o Apanha Se Puderes para gravar novas temporadas e a dupla a preparar uma nova edição de A Tua Cara Não Me É Estranha. Fátima Lopes seria talvez a hipótese mais rápida dentro da TVI, mas ao que parece não foi a escolhida pelo perfil que tem junto do seu público das tardes. Se os que rendem melhores valores não podem e também não querem, os outros parecem nem ser sequer opção, talvez pelas idades, querendo a produtora e o canal uma opção mais velha para comandar o regresso do reality show. Eis que de fora e pela imprensa surge o nome de José Carlos Malato para saltar da RTP e apresentar a nova temporada da Casa dos Segredos no canal quatro. Se era boa aposta? Podia ser, mas não simpatizo assim tanto com o Malato. Ao que parece o convite para se mudar foi recusado após duas reuniões com a direção da TVI, surgindo assim o nome de João Baião, que ao ficar sem o seu programa da tarde na SIC irá ficar na prateleira em termos de apresentação no canal para o qual se transferiu há uns anos e onde ainda não conseguiu ter uma aposta de sucesso. Se ficar na SIC o destino de Baião é a ficção, mas a imprensa insiste no nome do comunicador para ser o apresentador da Casa onde os Segredos nas últimas temporadas contaram pouco para o jogo. Se vejo o João na condução de um reality? Talvez! Se fosse diretor do canal apostava no apresentador? Não, mas se surgir na TVI com o estilo que tinha na RTP, deixando as macacadas de lado, poderia correr bem, mas espero que tal contratação não aconteça, para mais para apresentar um reality show com história marcada inicialmente por Júlia Pinheiro e depois com o regresso de Teresa Guilherme. 

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