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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

04
Jan18

#NãoAdotoEsteSilêncio


O Informador

não adoto este silêncio.jpg

A série informativa e de investigação O Segredos dos Deuses estreou e mostrou uma realidade bem escondida sobre o passado da Igreja Universal do Reino de Deus em Portugal onde crianças foram retiradas às suas famílias para serem adotadas de forma ilegal por bispos do grande monopólio milionário que a IURD gera.

Mais de década e meia após o início de todo o processo, as jornalistas da TVI, Alexandra Borges e Judite França investigaram e mostraram a verdade a Portugal e ao Mundo, embora no Brasil, local central da IURD, ainda tentem esconder este crime, talvez por interesses maiores. A revolta instalou-se no nosso país e logo foi lançado o movimento Não Adoto Este Silêncio, que todos devem partilhar e comentar para que esta causa sobre a realidade do que aconteceu seja exposta e tenha sanções para os culpados que infringiram livremente as leis portuguesas com ou sem ajudas de quem estava nos locais certos na altura em que tudo aconteceu.

Um trabalho exímio de investigação que chocou assim que foi anunciado e que continua a ser investigado pela comunicação social e agora também pelas autoridades nacionais que se encontram a procurar explicações a partir do momento em que o trabalho jornalístico O Segredo dos Deuses foi tornado público. 

Deixo-vos com os episódios iniciais de O Segredos dos Deuses num manifesto #naoadotoestesilencio que todos devem partilhar!

 

12
Dez17

Raptos no Reino de Deus


O Informador

o segredo dos deuses.jpg

O início da investigação internacional sobre as adoções de há décadas dos bispos e grandes senhores da Igreja Universal Reino de Deus para com crianças de famílias desfavorecidas começou a ser transmitido e a informação não podia ser mais clara. 

Durante a década de 90, quem sabe se ainda não acontece nos tempos que correm, os grandes senhores da IURD proclamaram que para se atingir um estatuto superior dentro da hierarquia do clã, os homens tinham de fazer uma vasectomia que lhes tirava a possibilidade de terem filhos para que não se distraíssem perante as suas obrigações religiosas. Liderar um grande grupo de cidadãos que se revertiam em seguidores de crenças proferidas pelo bispo Edir Macedo, criador brasileiro desta religião, era o bem necessário para se subir na hierarquia e assim foi. Muitos homens foram operados e até os seus futuros genros o fizeram por um lugar de topo. Tudo mudou nos ditos do senhor Edir quando as suas duas filhas quiseram ser mães e eis que a partir daí passou a ser obrigação para todos os casais sem filhos a de adotarem crianças, mesmo que não o quisessem. Todos tinham que adotar para continuarem a fazer parte do universo tão verdadeiro deste reinado. E foi assim que crianças colocadas num lar ilegal em Portugal, criado pelo seio da Igreja Universal Reino de Deus, começaram a ser levadas para várias partes do Mundo para serem adotadas, após serem afastadas das suas famílias e consequentemente raptadas. O silêncio que surgiu com o medo e com a incapacidade de famílias frágeis atuarem na altura fez com que o escândalo ficasse bem guardado, mas agora, mais de vinte anos depois, descobre-se que além de vários jovens saberem que foram adotados num esquema internacional por bispos e ex-bispos da IURD, também os netos de Edir Macedo, o criador deste marasmo, são portugueses e foram levados enquanto crianças para o seio da sua família, onde cresceram, esquecendo um passado.

A Igreja Universal Reino de Deus raptou crianças portuguesas para alterar a história do que defendia, mostrando que assim as filhas do fundador da IURD podiam ter filhos como forma de apoiar crianças desfavorecidas. Vergonha alheia numa investigação da TVI que já está a dar bastante que falar em Portugal e pelo Mundo sobre o homem forte da Record que até agora, mesmo com muitas investigações internacionais em cima sobre suspeitas de corrupção, continua a ser o homem forte que milhões veneram e a quem dão verdadeiras fortunas para que continue a fazer a sua vida de luxo onde parecem não existir barreiras para o crime organizado. 

13
Jul17

Agressões banalizadas?!


O Informador

Há uns dias numa reportagem acerca de um homicídio onde o marido matou a sua esposa numa aldeia algures pelo país o jornalista questionou três vizinhos acerca da convivência do casal e as respostas não podiam ser mais unânimes. O problema é que fiquei a pensar no quanto complicado deverá ser aquele bairro.

Então não é que as três pessoas inquiridas pelo jornalista com a questão se ao longo do tempo ouviam o casal a discutir afirmaram que sim e que isso é o normal acontecer entre casais! Primeiro, não ando a ouvir os casais que vivem ao meu redor a discutir porque se o fazem não deverá ser aos gritos para todo o prédio e rua acompanharem e depois dizerem que é normal isso acontecer é logo meio caminho andado para mostrarem o que dentro das suas próprias casas se passa.

Sim, ok, todos os casais têm as suas quezílias, mas que tenha dado conta não se anda aos gritos para que a vizinhança, como era aquele caso, possa ouvir o que se passa dentro de quatro paredes. Depois os inquiridos além de dizerem que sabiam, mais ou menos, o que se passava ainda conseguiram deixar escapar palavras reveladoras acerca das suas próprias vidas conjugais.

28
Ago16

Assustado com o futuro sismo em Lisboa


O Informador

Jantava e seguia as notícias através do Jornal das 8 da TVI, eis quando surge uma reportagem com base numa entrevista feita em estúdio a João Duarte, investigador do Instituto Dom Luiz, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Na reportagem em questão a jornalista deixou claro, com base no que foi dito, que Lisboa sofrerá um grande sismo pelos próximos anos. 

Explicando que não existem datas, previsões ou ideia de quando tal acontecerá, o que ficou certo naquela reportagem, que me deixou assustado, é que mais ano menos ano Lisboa terá um sismo tão ou mais grave que o de Itália e o número de mortes poderá ser bem maior, devido ao nível populacional da cidade. 

Lisboa tem várias falhas de construção urbana com falta de fiscalização e edifícios antigos sem pilares que foram retirados para poderem ser feitas grandes montras, falta de estruturas e poucos melhoramentos ao longo do tempo, sendo ainda que a maioria dos edifícios não estão construidos para enfrentarem fortes atividades sísmicas. 

A entrevista pode ser vista aqui, já a dita reportagem não a consigo encontrar online neste momento, mas a jornalista que a fez não zelou pelo bem-estar atual da população, deixando a mensagem que irá acontecer num amanhã que tanto pode estar próximo como longínquo um sismo de elevadas dimensões que não deixará Lisboa como pode ser vista atualmente. Concordo que devemos estar informados acerca do que pode acontecer, mas... Não existia necessidade de criar um alarme no presente do que só poderá acontecer daqui a umas décadas!

12
Jun16

Frexting, as fotos sensuais para os amigos


O Informador

Já tinha ouvido falar da nova moda de nome Frexting, mas não tinha percebido ao certo a sua intenção. Agora ao ler um artigo da revista Cristina, a que tem Fernando Mendes na capa, percebi que agora o que está a dar, principalmente entre as raparigas, mas não só, é o envio de fotos sensuais, em trajes menores, para as pessoas mais próximas. 

A intenção do Frexting parece ser aproximar os amigos de forma intima, partilhando imagens privadas com quem mais se confia, recebendo em troca da imagem uma imagem semelhante de quem está do outro lado ou um emoji expressivo com um elogio. A sociedade nos dias que correm sente necessidade de se mostrar para receber comentários positivos do outro lado.

Se as raparigas inquiridas na reportagem revelam que o fazem quando vão às compras para pedirem uma opinião ou quando estão em casa e percebem que estão mais magras e que conseguem vestir outro tipo de roupa, já os rapazes mostram que esta nova moda de partilha da imagem não lhes agrada, pelo menos não pensam e não se revêem a enviar imagens intimas aos melhores amigos, no entanto se receberem da melhor amiga uma imagem mais pessoal já não se importam de comentar ou até mesmo mostrarem aos seus parceiros do sexo masculino.

A ideia do Frexting parece ser o envio e retribuição de uma imagem sensual e mais intima para que a amizade seja reforçada. Sinceramente isto não me faz sentido algum mas percebo a razão do mulherio em ter de partilhar as suas intimidades com as amigas para que se sintam melhor com o seu corpo, mostrando por vezes alguma maldade para com as outras que recebem uma imagem de um corpo por vezes muito mais chamativo socialmente que o seu.

18
Jun15

Matadouro


O Informador

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Jornal i mostrou uma História de uma morte anunciada em fotoreportagem, revelando como um matadouro em Santarém funciona. Com cerca de 500 animais a serem abatidos diariamente, entre novilhos e borregos, existe, tal como é referindo por um trabalhador anónimo, quem não se orgulhe de trabalhar naquele local. 

Confesso que este seria um dos locais onde não conseguiria sobreviver enquanto trabalhador por muitas horas! Sangue, sons de animais a chorar, «o que mais me custa é ouvir o choro dos borregos antes de morrerem. Parecem bebés autênticos», é revelado por um funcionário anónimo da empresa. 

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