Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

02
Fev18

Ministério Público arquiva Centeno


O Informador

mário centeno luís filipe vieira.jpg

O Ministério Público andou a rondar Mário Centeno pelos últimos dias devido aos bilhetes oferecidos para ir ver um jogo do Benfica em troca da isenção de IMI do filho de Luís Filipe Vieira, presidente do clube da Luz, só que os dias passaram e agora arquivam o processo. 

O que me chateia neste caso é o facto de não terem dado explicações a todos nós sobre esta investigação. Se andaram a rondar e com suspeitas é porque existiam indícios e agora, do pé para a mão terminam tudo, como se o assunto nem tivesse existido e sido comentado em praça pública. 

Com Luís Filipe Vieira na Operação Lex, o Ministério Público deixa assim passar um caso que podia vir a queimar em Portugal e na Europa o Ministro sorridente e com ar de que tudo faz pela calada. Mais um caso político de possível corrupção onde se fala e nada é verdadeiramente investigado.

Afinal de contas o que aconteceu ao IMI do filho de Vieira para ter ficado esquecido logo na semana em que os bilhetes foram atribuídos? Existiu tramoia para ser tudo abafado ou afinal não passou tudo de um mal entendido e nem existia perdão ao dito valor do IMI?

Nada contra a oferta por parte do Benfica de bilhetes a quem quer que seja, o que me deixa com a pulga atrás da orelha é mesmo a conta que havia, supostamente, para pagar às Finanças e que talvez tenha desaparecido, caso tenha existido. Alguém um dia me conseguirá explicar o que aconteceu então no meio de toda esta situação que estava a começar e quando demos conta já foi?

30
Jan18

Autoritarismo de António Costa


O Informador

antónio costa mário centeno.jpg

António Costa continua a liderar o Governo e quem o constitui tem de prestar contas ao Primeiro-Ministro, normal, o que não é assim tão normal são os pedidos de saída dos vários cargos a serem recusados e assumidos publicamente. Costa exige que os Ministros se mantenham e depois quando lá decide que já chega percebe através da comunicação social que a pressão para aguentarem no barco acabou por correr pior do que o previsto. 

Após Constança Urbano de Sousa, no ano passado, só conseguir uns meses depois deixar o Governo após o seu pedido de saída, porque o todo poderoso não a queria fora do seu posto, revelando posteriormente a senhora o seu pedido que caiu em vão porque foi feita pressão para continuar no cargo, agora foi Mário Centeno que já deixou a dica. Caso venha a ser arguido na investigação sobre os bilhetes para assistir ao jogo do Benfica opta por abandonar o seu lugar como Ministro das Finanças. Perante este desabafo, António Costa, do alto dos seus sapatos brilhantemente elegantes já se fez pronunciar e voltou a afirmar algo que já começa a ser usual nas suas expressões quando um elemento da sua equipa pretende abandonar a carruagem. Para Costa, Mário Centeno «se manterá em funções» porque «quem decide sou eu e mantenho toda a confiança» no Ministro. António Costa revela ainda que «o que está em causa não coloca em causa o bom nome, a seriedade e a credibilidade do professor» porque pelo que percebo a corrupção dentro da ideia do "uma mão que limpa a outra" é tudo uma coisa normal de acontecer no seio político que o governante frequenta e onde aprendeu a liderar os caminhos com certos tesouros a serem encontrados pelo caminho. 

António Costa a mostrar uma vez mais que quem manda é o senhor, o rei todo poderoso que chegou para liderar e ter todos aos seus pés. Alguém pode ousar querer deixar o seu lugar? Não, têm de aguentar até o senhor Primeiro-Ministro assim achar correto porque a partir do momento em que entram no atual Governo o destino é somente chegar ao final como a arca de noé sem grandes baixas para que se possa afirma que António chegou à sua Costa ereto e com toda a sua formatura bem fortalecida, mesmo que por trás existam tantas desconfianças e podres que só mais tarde serão descobertos nas profundezas onde os segredos por vezes são colocados.

16
Dez17

Costa leva novo chá de Marcelo


O Informador

marcelo rebelo de sousa e antónio costa.png

Portugal é um país bem ligado às memórias, embora por vezes o nosso Primeiro-Ministro se esqueça que todos sabemos o que se passou ontem, a semana passada e ao longo do ano. 

Há uns dias António Costa proferiu uma frase que lhe ficou tão bem como outras reações que foi tendo ao longo do ano. O nosso governante afirmou junto da comunicação social que «Este foi um ano particularmente saboroso para Portugal». Foi? Sabores e coisas boas aconteceram ao longo de 2017 e as polémicas e o flagelo dos incêndios ficam onde no meio de tanta coisa agradável que Costa tem visto?

Ouvi tal profanação e pensei que o senhor voltou a deixar escapar nova ideia absurda perante o país! Eis que umas horas depois Marcelo Rebelo de Sousa, senhor Presidente da República que não deixa nada escapar, reagiu e já deu novo chá, de modo suave, ao querido governante que necessita de uns bons comprimidos para a memória. Marcelo apelou para que «haja memória daquilo que aconteceu», frisando que «não haja ideia de que o ano foi todo muito bom, com um pequeno problema que foram as tragédias. Não é verdade. Houve neste ano o melhor e o pior».

Parece-me que António Costa volta não volta tenta limpar os temas desagradáveis que têm marcado o seu tempo de governação com um bom tira nódoas mas em vão. Neste momento ninguém anda tapado e o Presidente Marcelo está tão atento que atira logo o seu alfinete para mostrar que não se podem tapar os maus momentos com os positivismos que muito querem mostrar mas que pouco nos convencem. 

02
Dez17

Curtas e Diretas #97


O Informador

A comunicação social adora mesmo andar atrás do Presidente da República. Acredito até que existam guerras internas em algumas redações sobre os escolhidos para acompanharem o tio Marcelo diariamente. Será que ainda teremos uma grande reportagem com o título «Realidade do Presidente Marcelo», num acompanhamento exaustivo, 24 sobre 24 horas, em modo reality-show, sobre a vida do senhor? Falta muito pouco, tão pouco até!

10
Nov17

Cartaz político vira lixo urbano


O Informador

cartaz.jpg

Umas semanas já passaram após as eleições autárquicas e é mau constatar que por várias e grandes zonas do país ainda resistem cartazes políticos espalhados e a fazerem lixo urbano pendurados por todo o lado e mais algum que os senhores candidatos a autarquias, juntas de freguesia e assembleias municipais espalharam com as suas equipas eleitorais. Isto acontece sempre e em pleno século XXI já não será tempo de existir uma lei sobre as eleições para que estes painéis poluentes sejam tirados na semana imediatamente após o ato eleitoral?

Acho completamente vergonhoso o tempo que já passou após o dia d e tudo continuar espalhado por ai como se tivéssemos de continuar a ver vencedores e vencidos a toda a hora, como se tal visão fosse um desejo bem particular de cada um. São cartazes em modo xl nas paredes, são placas encostadas a esquinas, são plásticos pendurados em árvores. Já não chega o tempo ao longo da campanha em que todos temos de levar com imagens por vezes ridículas espalhadas por todos os locais e depois essas mesmas imagens conseguem ainda perdurar no tempo, perdendo cor e começando a ficar rasgadas, tudo porque os respetivos partidos só pensam no antes porque o depois «que se lixe»?!

Este é o Portugal político dos nossos tempos que pensa na conquista do poder mas que depois ao perceberem os resultados ficam nem ai para tudo o que foi feito e prometido antes. É necessária uma lei de limpeza após a campanha eleitoral com a finalidade de se retirar todo o lixo deixado para que não andemos a ver os senhores que já andam sentados nas cadeiras do poder a toda a hora pendurados por ai e com frases ao seu lado mais lidas e inspiradoras que os seus próprios rostos. 

14
Out17

Animais nos estabelecimentos


O Informador

animal estimação.jpg

Partido Animais e Natureza, Bloco de Esquerda e Partido Ecologista os Verdes levaram a votação na Assembleia da República o projeto para que seja possível a permissão de animais de companhia em estabelecimentos de restauração, para além dos cães de assistência já autorizados por lei. O projeto foi aprovado mas eu, enquanto cidadão, dono de um cão, não consigo concordar com este novo facto.

É certo que cada proprietário de estabelecimento poderá decidir se autoriza ou não os animais de estimação entrarem nos seus espaços a partir de agora mas analiso esta aprovação parlamentar como um passo atrás no que havia sido feito. Primeiro tiram os animais de locais onde existe comida para que não se criem complicações desnecessárias com pelos e questões de higiene, agora uns anos depois voltam atrás com a palavra só porque ter um animal de estimação parece estar na moda. Não posso concordar com esta alteração de pensamentos dos nossos deputados, tal como não concordava se voltasse a ser possível fumar em todos os locais públicos. Se conseguiram colocar as leis a favor da higiene e saúde, agora conseguem fazer exatamente o contrário do que havia sido feito. 

Não tenho de estar num restaurante com um animal a sacudir-se e a fazer com que os seus pelos fiquem no ar durante minutos com os pratos de comida por perto. Eu tenho o meu cão mas não existe sequer hipótese de o colocar dentro de um estabelecimento de restauração por respeito aos outros, sabendo no entanto que com esta aprovação irei a partir de agora ver cães  a deixarem os seus vestígios junto de montras cheias de bolos, por exemplo. Não, isto não faz sentido em pleno século XXI num país desenvolvido. Podemos gostar muito dos nossos animais mas cada um tem de perceber o espaço do humano e do seu amigo de quatro patas para respeitar os outros.

Os deputados que votaram a favor desta lei devem certamente de ter animais que os acompanham em alguns passeios de rua mas de certo que não pensaram no desagradável que será ter um cão a ladrar ao ver um gato dentro de uma pastelaria ou de ter um cachorro ainda não ensinado a fazer as suas necessidades mesmo junto à mesa de quem está a comer um belo bife.

Os projetos do PAN são muito bonitos e em certas situações fazem sentido mas andar para trás no tempo e anular praticamente uma lei de 2015, que havia impedido os animais de companhia de entrarem em estabelecimentos é daquelas coisas que não irei perceber e sobre a qual irei fazer cara feia quando me sentir incomodado pela presença de um animal que esteja presente num local onde queira comer descansado e sem pelos. Existem animais e animais e não vamos tapar os olhos porque a limpeza de casa ao se ter um animal não é a mesma da de um local onde entram várias pessoas diariamente e poderão assim entrar vários animais que nem sempre usufruem da higiene que o meu cão tem. 

Sobre mim

foto do autor

Ganha

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Comentários recentes

Mensagens

Pesquisar

Segue-me...

Facebook ___________________________________________________________ Instagram ___________________________________________________________ Twitter ___________________________________________________________ Pinterest Visita o perfil de O Informador no Pinterest. ___________________________________________________________ Goodreads
Envelhenescer
Três Homens Num Barco
Confissões de Inverno
O Templário Negro
Larga quem não te agarra
As Desaparecidas
Sentir
A Livraria
A Magia do Acaso
Hotel Vendôme
A Química
Não Gosto de Segundas Feiras
___________________________________________________________ BlogsPortugal
___________________________________________________________ Bloglovin Follow _____________________________________________________

 Subscreve O Informador