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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

04
Fev18

Encontros


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Momentos existem em que não é necessário elaborar, criar ambiente e escolher locais especiais para que um grupo de pessoas se encontre e possa, por algumas horas, partilhar um pouco das suas vidas e experiências com os outros. É necessário não dizer não perante a adesão a novas experiências de partilha e conhecimento com aqueles que são como nós, que não se acham nem mais nem menos que qualquer outro. Com vidas diferentes todos conseguimos agir quando nos sentimos perante pessoas tão normais e que se gostam mutuamente, sentindo-se uma harmonia que nem sempre é possível perante a sociedade em que se vive hoje em dia. 

É bom deixar que nos deixem conhecer a cada um em momentos solitários ou sociais para que se percebam que as pessoas têm essência, verdade e querem criar ligações saudáveis e sem qualquer tipo de complicações. Encontrar pessoas tão reais, com diversas formas de estar na vida mas que no momento de comunhão tudo se percebe que afinal as diferenças ficam conjugadas sem complicações, sem os problemas que os rígidos e insatisfeitos conseguem procurar em momentos vagos e nulos para que não consigam encontrar em si e nos outros formas de bem estar. 

21
Jan18

Divagações


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Hoje apetece-me iniciar o dia a divagar! Divagando sobre tudo e mais alguma coisa porque se o pensamento se deixa levar por outros caminhos acabamos por vaguear por aí, percorrendo territórios e imaginações que nos ajudam a transportar a mente para outros locais onde não marcamos presença física mas conseguimos fantasiar e acreditar que nem todos os momentos reais que acontecem tenham que ser vividos sem uma pitada de esquecimento em momentos onde a mente se deixa levar e ignora situações menos positivas ou que nos deixam menos bem ao longo do dia. 

Divago tanta vez através da criação de histórias mentais que logo terminam e ficam deixadas onde foram criadas, deixando-me levar por longos minutos onde parece que o tempo para quando faço pequenas pausas e me deixo ficar, sem querer pensar em algo de concreto, mas deixando a mente livre para entrar numa realidade existente mas onde não estou naquele momento. Deixo-me facilmente levar para além da realidade, viajando por locais conhecidos, recordando situações e criando vontades que na maioria dos casos não se tornam possíveis no futuro mas que naquele momento me conseguem deixar um pouco mais completo.

É tão bom divagar sem ter um tema em concreto, deixar que a mente flutue e nos leve por ai, caminhando ao acaso e onde a verdade real do momento acaba por ficar num campo afastado e quase fora do contexto que na verdade queríamos estar a viver naquele exato minuto. Divagar é acrescentar um ponto ao ponto fulcral da história, encontrar um rumo desnecessário mas que para cada um, de forma individual, faz sentido. Entrar num caminho distante onde a vontade de criação é um bem necessário para saltarmos fora de um barco que nem sempre nos convém e é aí que tantas vezes somos levados pela nuvem onde o som real desaparece, a visão parece ficar turva e a realidade acaba por ser a que não está no nosso presente físico mas sim no consciente de cada um, tal e qual como é criada de forma individual.

22
Dez17

A verdade escondida do Natal


O Informador

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O Natal é o momento da família, das tradições, das mesas cheias de comida e doces, mas e o que está por detrás de tudo isto? Onde anda o trabalho sobre o qual muitos se queixam para terem tudo perfeito com a finalidade de receberem a família mais próxima em casa? E o que dizer das grandes noites de convívio que muitos dispensam em certas idades mas sobre as quais são obrigados a marcar presença para ninguém se sentir melindrado?

Nesta altura muitas coisas sentimentais são ditas e escritas por ai porque a época parece mexer com o sentimentalismo de cada um, mas na verdade, por trás, nas costas, as queixas são mais que muitas sobre o trabalho que tudo isto dá e o fastio que as uniões da época obrigam em dias em que pouco se faz dentro da normalidade e da vontade de muitos. 

O Natal é isto e aquilo mas também é cozinhar durante horas, encher a casa com pessoas que por vezes não se visitam durante todo o ano, enchendo cada casa naqueles dias com sacos, presentes e no final resíduos sobre o que sobrou de uma noite fria na rua e quente dentro de quatro paredes e de um dia onde é necessário regressar para terminar com o que foi começado e ficar assim a esticar por umas horas a noite natalícia que é tão desejada por muitos mas também tão fastienta para outros tantos.

Pessoalmente nunca fui grande apreciador do Natal! Não tenho tradição natalícia desde pequeno e isso fez com que esta época seja um pouco chata, com dias monótonos e parados onde nada apetece fazer. Se na minha vida o Natal é uma altura completamente dispensável, para outros sei que esses dias, por muito que aleguem que gostam, acabam por ser cansativos e trabalhosos. É que enquanto uns desfrutam, falo dos que vivem mesmo a época sem nada se preocuparem, os outros, os que ficam na retaguarda, têm de fazer todos os preparativos para que tudo esteja pronto e com os melhores sabores, com os presentes bem escolhidos para as pessoas indicadas para que nada falhe e todos, ou quase todos, se alegrem na hora de descobrirem os seus embrulhos. Quem desfruta será que ouve os desabafos de quem tudo faz para ver a família reunida, aquelas pessoas que se levantam bem cedo nos dias anteriores para que esteja tudo muito bem elaborado para receber os convidados em sua casa, com os lugares contados, mesa posta, peru bem temperado, bacalhau no ponto e o melhor bolo rei na mesa ao lado de todos os sonhos feitos ao longo da tarde da véspera de Natal para que ainda estejam quentes e fofos na hora de serem apreciados por todos, mesmo por quem os fez e já está com uma paciência quase nula no momento de se sentar e pensar em descansar. Mas descansar de quê? É que depois existe bastante mais louça que no dia-a-dia para lavar, existe uma casa para limpar, lixo para recolher e tudo dentro de pouco tempo porque umas horas depois é dia de regressar ao trabalho e convém deixar tudo perfeito para que nada fique por fazer ao longo da semana laboral, onde a pessoa continua cansada e sem paciência, querendo tirar aquele dia para si para descansar dos dias em que deveria estar em pausa mas que fez de tudo e acabou por não respirar para aproveitar um pouco do que gosta mas que lhe dá trabalho.

01
Set17

Consciência da Moda


O Informador

Por vezes cruzo-me com pessoas que deixam a consciência e a moda falhar e acabam por cair no ridículo, mas num estado super avançado que até custa a acreditar, para com o modo em como colocam o corpinho a andar pelas ruas deste país.

Existe cada disparate andante por ai que até penso por vezes que não seja verdade. Será que as pessoas não têm consciência que nem tudo lhes fica bem ou cada qual deverá sair há rua como bem lhe apetece, mesmo que isso choque os outros?

Há uns dias cruzei-me com uma senhora de meia idade, uns sessenta avançados, que além de vestir uns calções curtos acompanhados por umas botas semi transparentes quase até aos joelhos, conseguiu ainda conjugar uma camisa branca com um soutien preto de folhos. Linda e jeitosa que a madame andava na rua. Olhei, pensei em toda a beleza da conjugação, mas depois também refleti que aquela jovem de meia idade só se pode sentir bem com aquela vestimenta porque caso contrário tinha escolhido outro modelito. Então se a pessoa se sente bem tem é de usufruir da moda como acha correto, mesmo que acabe por dar nas vistas e não esteja dentro do tipicamente normal. Mas afinal de contas o que será o tipicamente normal? É que para mim é uma coisa que para ti ou mesmo para aquela senhora será outra. 

Mentalmente julguei a indumentária mas depois também me acabei por julgar porque de certo que nem sempre estou vestido de acordo com os padrões da maioria das pessoas com quem me cruzo. A consciência da moda é uma coisa lixada e ridícula porque cada qual tem de andar como se sente bem, mas será que devemos circular com livre trânsito de modo a fazer figurinhas para que meia sociedade olhe, pense, reflita e por vezes até comente em voz alta? Todos acabamos por ser ridiculos neste campo, tanto quem anda como quer e sabe que os outros olham como os olheiros que não percebem os gostos diferentes e distantes de cada um. 

25
Jul17

Pressentimentos


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A noite cai e com o aproximar da hora de deitar começo a sentir uns pensamentos que não são bem pensamentos, mas sim uns pressentimentos estranhos, talvez os possa descrever como uma angústia que não consigo explicar da melhor maneira sobre algo que possa estar para acontecer.

Tenho andado com pressentimentos de que algo menos bom possa estar para surgir. Sei que andar mais calmo e cabisbaixo não ajuda a puxar boas energias mas também não sinto que tenha motivo que me leve a ter este estado de espírito acerca de algo que poderá vir a acontecer. 

Na verdade é uma sensação estranha que me surge mais pela noite e que me leva a pensar sobre coisas e acontecimentos maus que possam estar a surgir. Uns pensamentos e mal estar que não consigo descrever em palavras nem mostrar a quem me rodeia por ser algo que se sente e que não consigo deitar para fora para que os outros o entendam. Parece que o coração tem andado apertado e angustiado com alguma coisa que não aconteceu e que não encontro explicação para o que poderá ser sequer. 

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