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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

09
Mai15

Quem sou eu?!


O Informador

Sim, quem sou eu no meio de um mundo recheado de estrelas e abismados sonhadores que sabem que caminhos seguir e que trilhos percorrer? Sou eu, sei o que significo como pessoa para comigo, no entanto também sei que não tenho terreno marcado para deixar marcas sobre a minha presença entre vós. Deixar um trabalho para a posteridade e poder ser recordado por muitos e bons anos é o objetivo de alguns, aqueles que pensam e lutam para o conseguirem, atingindo tais objetivos a longo prazo. Eu sei que não consigo lutar e também não tenho tais intenções para o fazer porque não existem razões nem objetivos. 

Estou feliz, estável e a viver quase um dia de cada vez, não pensando que sou aquele piolho único a bailar na cabeça de um careca. Não me sinto a última bolacha da terra e não consigo matar a fome pelo mundo que vive de terror e tormento pela guerra insana do Homem.

Quem consegue mudar o Mundo e deixa que a devastião permaneça com tantos erros políticos e democráticos não tem vida e muito menos sentido para continuar em frente com a consciência tranquila. Não consigo mudar o pensamento de outrem, no entanto há muitos que conseguem alterar o percurso de milhares de vidas e que nada fazem para ficar na História como os especiais heróis.

18
Abr15

Vazio


O Informador

Vazio é a palavra que consegue descrever situações e estados de alma imperfeitos através de várias perspectivas. Os Vazios que se cruzam e dão trabalho conseguem sempre deixar uma mensagem, mesmo sendo ela imperfeita e vã.

Acreditar que existe sempre algo melhor para cada um. Perceber o quanto os que nos fazem mal conseguem pagar para serem seres inúteis na sociedade. Pensar no tempo perdido passado em redor de um Vazio sem nexo e lugar certo. Acreditar na mentira de quem não consegue existir por si só. O Vazio, tudo isto ronda o Vazio!

O Vazio, o ser que não consegue ter objetivos e pensamentos capazes de raciocinar sobre o que está a preparar a pensar no amanhã. O Vazio, aquele que nada tem e também nada teme por não conseguir estar na vida e acreditar na felicidade e na convivência para com os outros. O Vazio não interessa a ninguém, nem mesmo a si próprio por acabar por ser algo inexistente onde nem a curiosidade tem lugar e causa transtorno. Ele, o buraco negro de cérebro não tem razão, não tem bom senso e muito menos consegue ter atitude para assumir o quanto mal anda a fazer à sociedade.

O mundo é composto por peças compactas, puzzles imperfeitos e Vazios mal nascidos, onde cada humano encaixa neste trio de portas é sempre a luta que irá definir cada qual ao longo da sua curta ou longa permanência enquanto ser que habita fisicamente o planeta ou algum local inexistente para muitos.

10
Set14

O ano começava agora!


O Informador

A verdade é só uma! O ano começa a 1 de Janeiro, no entanto desde pequeno que fui habituado a começar algo de novo em Setembro! Foi no nono mês que entrei para a escola ano após ano, é no nono mês que os grandes programas e renovação de temporadas televisivas acontecem e é também em Setembro que se começam a fazer escolhas e a criar ilusões do que poderemos começar a fazer assim que mudar o calendário anual!

Setembro é realmente o mês que indica que algo novo está para começar, seja para os estudantes, seja para os trabalhadores que andaram de férias e a substituir quem foi de férias, começando a ficar a equipa completa para os meses mais frios do ano. Em Setembro tudo começa a ser preparado pelos pais que querem ver os seus filhos a entrarem com o pé direito em mais um ano lectivo, os filhos que gostam de ter tudo perfeito nos primeiros dias de aulas...

Para mim este mês sempre simbolizou a mudança e o início de algo que iria durar pelas próximas estações. Assim foi durante anos e assim continua a ser, agora não tenho tantas mudanças para serem feitas, mas há coisas que gostava de melhorar e reciclar na vida para recomeçar de novo!

Setembro é o mês da mudança para a maioria dos portugueses e eu não era excepção. Serei agora?

31
Dez13

Balanço de 2013


O Informador

O ano de 2013 trouxe-me coisas boas e más, tendo sido um ano de surpresas e de desgostos q.b. Se por um lado tive os momentos que me marcaram e que ficarão na memória de forma a serem relembrados com um sorriso no rosto, por outro existe o esquecimento que me faz apagar o que não foi digerido da melhor maneira.

De momentos positivos traço vários atos e fases que fui passando ao longo de todo o ano. Antes de mais o reaproximar de forma consistente dos meus amigos. Sempre andamos por perto, mas existiram momentos em que estivemos mais afastados e isso não nos andava a fazer nada bem. Com o pouco afastamento que fomos tendo sentimos que não era isso que queríamos e o tempo fez com que nos juntássemos de novo para partilharmos juntos o que só nós conseguimos uns com os outros. Amo-os um a um de diferentes formas e eles são os meus bichos de estimação que estando bem eu estou bem também. Conheci pessoas e reforcei novas relações que quero manter se continuarem a surpreender como o têm feito até aqui, querendo conhecer cada pessoa que me tem agradado de outra forma para um dia poder dizer que aquele ser me pertence como os outros. Fui convidado para ser padrinho de casamento de uma das minhas melhores amigas e isso deixou-me com um sentimento de responsabilidade enorme, fazendo com que a nossa relação a partir daquele momento se tenha alterado porque me sinto além de amigo, um membro da sua família... Algo estranho para ser explicado! Percebi que estou a ficar velho e ando mais caseiro, com saídas pelas redondezas onde se bebe um copo aqui ou ali e nada de chegar tarde porque o dia seguinte espera-me e torna-se pesado se as horas de sono não forem bem geridas. Conheci novos lugares e passei férias em boa companhia, a companhia que eu quero ao meu lado mas que por vezes não sei dar valor. Cresci, a nível pessoal, este ano serviu para dar um pulo, sinto-me mais confiante comigo próprio e ao sentir-me amado e acarinhado pelos outros tenho conseguido fazer com que a auto-estima se eleve. Festejei, coisa que raramente faço, o meu aniversário com alguns dos meus amigos que me mimaram como gente grande num serão calmo e bem agradável. Foram doze meses que se foram passando de forma evolutiva, onde aprendi a partilhar momentos de outra forma e abri o meu cantinho a quem andava a ser recusado por não gostar de me dar a conhecer aos outros. Surpreendi e fui surpreendido, dei e recebi, partilhei e fui partilhado... Existiram momentos únicos que jamais irei esquecer e cada qual sabe o que me tem feito de bem para me continuar a pertencer.

No que toca às coisas más que me foram acontecendo ao longo de 2013, prefiro não ter lembranças, mas sei que elas existiram. Tive conflitos com pessoas de quem gosto que só o meu mau feitio sabe responder a razão pela qual aconteceram. Magoei e saí magoado, embora as palavras proferidas tenham virado restos do passado na minha mente. Senti a falta de quem já não está connosco, principalmente dos meus avós maternos que partiram ambos em 2012 e deixaram saudade, mesmo sabendo que olham por mim através da minha estrela protetora. Fiz birras e irritei-me a mim próprio. Não lutei por algumas coisas que me podiam ter proporcionado um futuro com outros moldes, mas acredito que tudo tem o seu tempo e a minha sorte chegará...

Os momentos bons compensaram os maus de 2013 e no novo ano que agora vai começar só tenho o desejo que os meus pedidos sejam concedidos e que os momentos positivos consigam superar os negativos, dando-me asas para mais e melhor. 2013 foi melhor que 2012 e espero que 2014 siga na mesma linha ascendente!

22
Nov13

Novas categorias do blogue


O Informador

Há algum tempo que tenho vindo a pensar em alterar algumas categorias d' O Informador que me pareciam ter os nomes incorrectos ou serem muito vastas, podendo ter alguns temas o seu próprio espaço. Agora e porque tive umas horas mais livres, resolvi colocar mãos à obra e arrumar a casa!

Continuando a ter as categorias Confidencial, Passatempo(s), Pensamento(s) e Sociedade, agora optei por extinguir o Lazer e apostar em novos espaços individuais! A partir de agora o blogue conta com o espaço de Cinema, o Fama, o Local, a Literatura, o Teatro e a Televisão! Estes novos espaços juntam-se aos já existentes para comporem os dez magníficos que fazem as honras da casa do blogue!

Para os leitores que me visitam isso não tem grande importância, mas para mim o facto desta arrumação acontecer ajuda-me a manter a casa com outra orientação! Sinto-me assim mais arrumadinho...

08
Set13

Luz


O Informador

CandeeiroAnoitece, a luz que se encontra à espera para entrar em acção percebe que chegou a sua hora e floresce no seu lugar eterno. A luz que nos ilumina nas noites frias de Inverno e nos serões escaldantes de Verão é a mesma que assiste ao desfile dos seres que consigo se cruzam com os seus afazeres e através da sua rotina diária ou passageira.

A luz que nos aquece com a sua presença e que nos ajuda a percorrer o caminho da felicidade ou a tormenta de espadas está sempre presente, ao longo das suas horas de trabalho e para que a sua estadia seja notada por todos quando por ela passam e percebem que sem si todas as vidas seriam feitas com uma maior escuridão.

A luz dos candeeiros que nos rodeiam tornam-nos tudo mais brilhante, com uma maior luminosidade e claridade enquanto que à nossa frente o mundo gira e começa a preparar-se para voltar a dar o descanso diário ao sol criado pelo homem, aos raios fingidos e colocados em locais propositados para nos facilitarem as vidas.

A luz, sempre a luz que nos persegue e encaminha pelas ruas mais recônditas do mundo, aquelas que todos devemos percorrer para podermos crescer enquanto pessoas através dos percalços da vida.

A luz, a amiga das horas vagas, que nos vê a pensar através do nosso dia-a-dia de corredores atarefados e com esperança de um amanhã melhor é a mesma luz que nos pode ver a afundar de um momento para o outro num ápice.

A luz sempre presente em todas as vidas, tendo significados diferentes para cada ser, género ou criação é a luz que nasceu para nos acompanhar.

A luz...

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