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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

20
Set17

Elenco de Novela na Primária


O Informador

Agora que o regresso às aulas acontece por todo o país as lembranças surgem e apetece-me divagar um pouco convosco sobre as horas, dias e semanas que passava com os meus companheiros escolares da primária a elaborar listas sobre os elencos das novelas da altura. 

Ir para a escola nos primeiros dias do ano escolar sempre tinha o seu encanto, não porque iria rever os amigos porque ao viver numa aldeia mesmo nas férias sempre conseguíamos estar juntos ao longo dos períodos de pausa, mas porque existia algo a aprender onde os intervalos se tornavam mágicos e as aulas com os seus tempos mortos transformam-se em verdadeiro entretenimento.

Existiam alturas, anos escolares mesmo, em que ao longo de horas vazias dentro da sala de aula passávamos longos momentos a copiar e a fazer listas sobre elencos de novelas, as brasileiras na altura. Fazíamos a lista sobre todos os atores que integravam um elenco, por ordem alfabética, e depois íamos copiando até mais não. Na altura a ficção nacional estava muito longe do que é feito atualmente pelos diversos canais e nós vibrávamos com as histórias importadas do Brasil, sabíamos os nomes de cada personagem e os nomes dos seus respetivos atores. As professoras essas não se importavam de ver as ditas e famosas listas e deixava-nos estar com as nossas curiosidades porque ao mesmo tempo aperfeiçoávamos a escrita através da cópia. Na altura parecia estranho podermos fazer aqueles trabalhos em plena sala de aula, mas hoje percebe-se que tal era possível porque ao mesmo tempo que fazíamos algo que gostávamos aprendíamos também e emendávamos os erros de cada um através de cópias atrás de cópias. Os momentos sobre o elenco de cada novela demoravam horas, mesmo dias e semanas e na altura éramos tão felizes a fazer coisas que nos dias que correm parecem que não fazem qualquer sentido.

30
Jun17

À Conversa com... Patrícia Resende


O Informador

patrícia resende 3.JPG

Patrícia Resende não se recorda da primeira vez em que o pano subiu e enfrentou o público, mas sabe que foi a partir daquele momento que começou a perceber que o seu futuro estava na representação. Hoje, quase duas décadas após ter integrado o elenco da primeira temporada do musical Amália continua nos palcos e já experimentou as lides televisivas e do cinema onde pretende voltar sempre que for possível. Assumindo um grande carinho por Filipe La Féria e por vários colegas de representação com quem teve o gosto de trabalhar ao longo do tempo, é como atriz que se sente feliz e no caminho certo para continuar. Vamos conhecer um pouco sobre Patrícia Resende, uma profissional que vai muito para além do Teatro Politeama!

patrícia resende 1.JPG

Cedo triunfou pelos palcos nacionais dando vida a Amália pequena na primeira temporada do musical Amália, produzido por Filipe La Féria. Ainda se lembra como foi ver o pano subir pela primeira vez no palco do Teatro Politeama para a primeira grande experiência que durou anos em cena?

Não me consigo recordar especificamente da primeira vez que o pano subiu mas, lembro-me de ainda estar nos ensaios e alguém me dizer "antes de entrares em cena respira fundo 3 vezes e os nervos vão-se embora", e eu passei a fazer sempre isso. E funcionava. Eu vinha lá de cima da plataforma e, antes dela começar a descer, eu respirava fundo 3 vezes.

 

A partir de Amália não mais parou e foram vários os projetos teatrais em que entrou. Chegar aos dias que correm com tantos sucessos pelos palcos é obra sua e de quem não deixou de acreditar no seu talento. Que projetos distingue ao longo do percurso profissional?

O musical Amália, sem dúvida. A peça A Flor do Cacto, que foi a minha primeira protagonista enquanto mulher adulta. Recordo também os anos que trabalhei na companhia Palco 13, porque me deram a oportunidade de me desafiar a mim mesma, ao fazer textos diferentes, géneros diferentes. O Meu Pé de Laranja Lima no Teatro Turim, encenado pelo Rui Luís Brás, visto que fazia o papel de um menino brasileiro de 6 anos, o que foi um grande desafio para mim como atriz, sem dúvida. As revistas que fiz foram muito importantes para mim, aprendi imenso com aquele género, e aprendi muito com a Marina Mota. E é claro, As Árvores Morrem de Pé, pelo texto, pelos atores com quem trabalhei, pela partilha em palco, pelo ambiente em bastidores.

 

Voltando anos mais tarde a incorporar o elenco do renovado Amália, que está atualmente em cena no Teatro Politeama, é como voltar a casa sem nunca de lá ter saído?

Não. É uma experiência completamente diferente, mas completamente. Por motivos vários, porque a peça levou várias mudanças, porque o meu papel é outro, nada tem a ver com o de Amália pequena. Porque a idade é outra e a bagagem também. É uma peça única, apesar de já a ter feito há 17 anos atrás.

30
Mai17

Maria João Costa em entrevista n' O Informador


O Informador

À Conversa com... Maria João Costa.png

O espaço À Conversa com... teve há uns meses uns especiais a serem publicados aqui pelo blog, mas agora, e talvez porque o Verão faz destas coisas, eis que o espaço está de regresso e com uma publicação regular ao longo dos próximos tempos. A primeira entrevistada será Maria João Costa, autora de Ouro Verde, a quem agradeço desde já pela simpatia e disponibilidade que apresentou desde logo para falar comigo e não ter receio de enfrentar uma longa entrevista de um blogger. 

Próxima Sexta-feira de manhã, o À Conversa com... Maria João Costa será publicado e é favor partilhar por tudo o que é rede social porque desde já vos digo que estou orgulhoso de conhecer um pouco mais esta autora que com o seu primeiro trabalho televisivo alcançou o sucesso! Ouro Verde e muito mais como destaque numa entrevista cativante, sincera e reveladora!

14
Jan17

Aguinaldo Silva a piscar o olho à TVI


O Informador

Aguinaldo Silva a revelar em direto no Jornal das 8 da TVI que tem uma sinopse de novela pensada para ser feita em Portugal. Um jantar com atores com o selo atual TVI, maioria a integrar o elenco de Ouro Verde, e um direto no Jornal das 8 no novo restaurante lisboeta do autor. José Eduardo Moniz onde andas neste momento? Ouviste bem a dica do Aguinaldo?

08
Jan17

Ouro Verde, a estreia


O Informador

ouro verde.jpg

Há muito tempo, anos mesmo, que não via uma estreia de novela nacional tão boa como a que aconteceu com Ouro Verde. 

Diogo Morgado voltou a Portugal para ser protagonista desta novela da TVI que é gravada entre o nosso país e o Brasil e o trabalho feito no primeiro episódio da trama tem muito cuidado, tanto a nível de história como de imagem, texto e atuação. Excelente e bem acima do que tem sido apresentado! A qualidade define e este Ouro Verde parece vir com tudo para conquistar. Histórias para existir continuidade existem, o texto bem elaborado marca presença, o elenco é mais do que bom e com provas dadas em televisão e não só.

04
Set16

A estreia de A Impostora


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aimpostora (1).jpg

A TVI estreou nova novela, A Impostora, e se no início do primeiro episódio as coisas poderiam parecer paradas e com uma história onde o arranque estava demorado, ao longo de quase duas horas tudo se adensou e esta nova produção da autoria de António Barreira acabou por ter uma das melhores estreias de sempre de uma novela do canal.

Um texto exemplar, imagem a um nível sem igual até ao momento numa novela portuguesa, interpretações de aplaudir de pé com um elenco de grandes estrelas onde se tem de destacar, sem dúvida alguma, Dalila Carmo que com duas personagens gémeas conseguiu diferenciar tão bem Verónica de Vitória, as duas guerreiras do início desta trama com tanto passado para ser contado e desfiado ao longo dos trezentos episódios já totalmente gravados. 

Uma novela que parte de Portugal para Santiago do Chile, Moçambique e Maputo, numa produção do Mundo e com uma história que tem muito para contar e onde nem foi preciso uma grande movimentação de personagens logo na estreia para que a trama conseguisse cativar!

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