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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Sarampo e Papeira, o alarme da comunicação social

Primeiro o sarampo, agora apareceram supostamente, ainda sem confirmação, três casos de papeira. A comunicação social faz mais alarido que o necessário em certas situações.

Existe um surto de sarampo e o mesmo está controlado, não sendo necessário fazer soar os alarmes diariamente porque os casos existentes não são milhares nem andam perto. Calma, qual a razão de criarem medo nas pessoas de uma forma tão sensacionalista? 

Agora apanharam que três crianças tinham sido internadas com papeira e o filme começa a repetir-se porque é possível ter existido transmissão do vírus e que todos corremos o risco de apanhar papeira. Foram três casos, o país não está todo infestado nem nada do género. A população que esteve em contacto com as crianças com o vírus terá de ser avisada sim, mas não é preciso fazerem disparar as sirenes de todo o país de forma tão sensacionalista. 

Aeronave de Tires e o Presidente Marcelo

Uma aeronave incendiou e caiu nas traseiras de um supermercado na zona de Tires. Quem aparece pouco mais de uma hora após o acidente? Marcelo Rebelo de Sousa e a sua equipa. 

O Presidente da República não perde mesmo uma, tendo uma agenda de certo bem facilitada para marcar e desmarcar presenças quando quer, já que todos os dias está num local diferente e ainda tem tempo para aparecer em acontecimentos de última hora. 

Marcelo está a mostrar ser o Presidente que se preocupa com a população, mas por vezes não é preciso tanto. Há que dar espaço aos acontecimentos para ver se é mesmo necessário aparecer quando as suas funções não o obrigam a tal. É bom mas nem sempre se torna uma prioridade. 

As carrinhas azuis da CGD

carrinha cgd.jpg

A Caixa Geral de Depósitos irá ver vários, centenas, dos seus balcões fecharem portas pelos próximos anos numa fase de reestruturação do banco público nacional. O mais engraçado de tudo isto é a novidade que Paulo Macedo anunciou onde existe a hipótese, que terá de ser aprovada pelo Banco de Portugal, de existir um serviço móvel de balcões, ou seja, umas carrinhas para prestarem os serviços bancários pelas zonas rurais e junto de populações mais envelhecidas. 

No final de contas a novidade que se quer colocar em prática é um retrocesso no tempo, fazendo lembrar os centros médicos, as carrinhas de venda ambulante, os palhaços itinerantes, a venda de peixe fresco (?) porta a porta e por ai fora. Agora que as estruturas estão montadas pensam então em fechar e colocar os banqueiros a andar por ai, na condução de um carro, convém ser blindado, com milhares de euros no interior. Fazendo bem as contas talvez tenha de existir um bancário ou dois, um condutor, um segurança e mais alguém para auxiliar todo o processo somente para uma carrinha que servirá de banco itinerário a viajar por cada região necessitada por uma CGD por perto, com um serviço mensal ou semanal, com sorte, a passar de forma regular de aldeia em aldeia. 

«Badamerda» para o Bruno de Carvalho

O Bruno de Carvalho é entrevistado por José Alberto Carvalho no Jornal das 8 da TVI. Criticou o canal em direto porque não lhe foi apresentado um pedido de desculpas em tempos por palavras proferidas pelos comentadores desportivos e mesmo assim tem direito a uma reportagem de homenagem toda pomposa sobre a sua carreira. Com os comentários e falta de educação que teve ao entrar em direto sem um «boa noite» aliados ao modo como foi respondendo ao longo da entrevista, deviam era ter cancelado a exibição da dita reportagem e mandá-lo «badamerda». Se não se queria submeter a uma entrevista onde já sabia que lhe iam tocar em temas de que não queria falar porque aceitou para se mostrar de novo publicamente de forma arrogante?

Infelizmente o Bruno de Carvalho é somente um exemplo de muitos dos principais rostos do mundo do futebol. Dizem o que pensam, como pensam e sem pararem para refletir que por serem diretores ou treinadores de sucesso não devem dizer tudo porque têm uma imagem a manter.

Crimes, de Londres para Barcelos

O Mundo voltou a abanar com o ataque desta semana em Londres onde várias pessoas morreram e umas tantas outras ficaram feridas por um louco que a conduzir e depois de faca na mão atacou quem lhe apareceu pela frente assumindo que se tratava de mais um ato de terrorismo. Cinco pessoas morreram com este crime que voltou a colocar as ameaças mundiais de novo em alerta. Hoje, dois dias depois, em Portugal, um individuo aparentemente com alguns problemas psicológicos atacou quatro pessoas de forma mortal, estando uma delas grávida de sete meses.

Locais diferentes e histórias diferentes com a mesma quantidade de mortos. Um ser que através das suas crenças tenta mudar o Mundo e chama a atenção para tal faz manchetes mundiais com isso e um louco que sai de casa para matar propositadamente as pessoas que se opuseram um dia à sua vontade é somente notícia nacional. O mesmo número de mortos com uma disparidade enorme de influência social. 

Embora tudo se resuma a crimes e mortes, um atentado é sempre um atentado que mete medo, mesmo que a maioria afirme que luta contra isso, o que não acredito. Existirá sempre receio que estes atos continuem a aumentar e que aconteçam cada vez com uma maior proximidade de nós. No outro caso são problemas pessoais que levam a comportamentos sancionados socialmente. Matou e entregou-se. Errou, assustou uma pequena população que se encontra agora de luto por cinco seres que faziam a sua vida como sempre. Se tinham culpas? Tantas como as vitimas de Londres. Nenhumas!

Londres e o Mundo, de novo em alerta!

londres.jpg

Londres está de novo debaixo de fogo com os terroristas a darem sinais de vida com um novo ataque junto ao parlamento britânico. Cinco mortos e quarenta feridos através de atropelamentos e esfaqueamentos entre a ponte de Westminster e o parlamento. 

Sempre iremos viver com o medo instalado. Outrora volta e meia éramos aterrorizados com atentados de forma espaçada, de anos a anos, e com menos gravidade, mas agora e desde que o 11 de Setembro aconteceu que o Mundo mudou. Consecutivamente somos atingidos com homicidas em série que estudam pormenorizadamente o que fazer para causar o terror com várias mortes num só local para que todos fiquem em alerta.

Estes momentos cada vez mais constantes voltam sempre a colocar o sensor pessoal em alerta, pelo menos é assim que funciono, com estas notícias. Os receios de frequentar locais com uma maior quantidade de pessoas e propícios a que este tipo de atentados aconteçam voltam a surgir e quando tudo parece começar a ficar esquecido lá voltamos a ser confrontados com algo do género.

Afinal, o café faz bem!

Uns estudos recomendam o não consumo de cafeína, só que os cientistas da Universidade de Stanford, nos EUA, afirmaram que o café é um dos segredos da longevidade e da saúde. 

Segundo a conclusão do estudo publicado na revista Nature Medicine, as pessoas que ingerem cafeína apresentam menos níveis de inflamação no corpo, o que representa em parte as primeiras causas de doenças como a hipertensão, diabetes, Alzheimer e cancro. «A maior parte das doenças que surgem com o envelhecimento não são provocadas pelo envelhecimento mas por processos de inflamação», explicou David Furman, professor no Instituto para a Imunidade, Transplantação e Infeção da Universidade de Stanford, o responsável pelo estudo onde foram analisadas amostras de sangue de cem pessoas jovens e idosas e onde, como era esperado, os mais velhos tinham maior atividade nos genes relacionados com a inflamação. Só que no grupo de idosos os que apresentaram níveis mais baixos de inflamação tinham em comum o hábito de beberem café diariamente. Ou seja, quanto mais café se beber ao longo da vida com maior proteção se fica.

Metro ajuda sem-abrigo

sem abrigo.png

O Metro de Lisboa irá abrir as portas de cinco estações ao longo de toda a noite para acolher os sem-abrigo durante as noites que se aproximam, onde as baixas temperaturas irão fazer-se sentir. 

As estações do Rossio, Intendente, Saldanha, Oriente e Colégio Militar irão estar de portas abertas durante a noite para que quem passa as horas noturnas a dormir pela rua da capital possa ficar abrigado das baixas temperaturas que irão fazer-se sentir entre os zero e os quatro graus por todo o país. 

Para além disto também a Câmara de Lisboa se encontra a distribuir refeições quentes, alimentos e agasalhos juntamente com as instituições e grupos solidários que o fazem ao longo do ano. 

A questão que aqui coloco é só uma! Está bastante frio e os institutos públicos e público-privados só assim se lembram das centenas de pessoas que dormem pelas ruas da capital? Não estará na altura da autarquia assumir um novo papel para com este flagelo que é bem notório pelas portas recônditas de edifícios e bancos de jardins ao longo de todo o ano? É necessário assumir que os sem-abrigo existem e a ajuda tem de ser feita para além das refeições e mantimentos, é preciso ajudar a dar volta, acompanhar psicologicamente, encaminhar estas pessoas para casas de acolhimento onde aos poucos comecem a refazer a sua vida com um trabalho assalariado e futuramente a sua independência com acompanhamento institucional para que não voltem a cair. 

Violência doméstica não é crime na Rússia

Da Rússia nem bons ventos nem boas políticas! Então não é que agora o parlamento russo aprovou com 368 votos com 1 voto contra e 1 de abstenção a lei que descriminaliza vários atos de violência doméstica?

De acordo com a nova lei as agressões físicas que não obriguem a vitima a procurar tratamento hospitalar e a faltar ao trabalho não serão consideradas crime caso ocorram uma vez por ano. Ou seja, passando isto por outros termos, os agressores podem uma vez por ano espancar os companheiros sem que se possa considerar um crime. Caso existe agressão mais que uma vez no mesmo ano então ai sim, poderá ser apresentada queixa junto das autoridades. Isto não é um absurdo?

O pior é que existe mais! Então a senhora, não sei se a poderemos considerar como tal, deputada Yelena Mizulina não defende a medida como uma forma de preservar «a tradição da autoridade parental»? A mesma deputada tão defensora desta nova medida russa vai ainda mais longe e afirma que «Não queremos que as pessoas sejam presas por dois anos ou consideradas criminosas para o resto da vida por causa de uma chapada».

São estas as medidas, que um país com mais de 36 mil mulheres agredidas diariamente, segundo dados governamentais de 2013, implementa para que tudo continue na mesma, sendo agora legal espancar uma vez por ano, talvez num dia especial ou consoante a disposição do agressor. 

Tio Soares

Mário Soares continua mal, muito mal, em coma no hospital da Cruz Vermelha e de há uns dias para cá com as notícias sobre violência e desaparecimentos, eis que a imprensa televisiva e escrita acabou por deixar para segundo, terceiro ou mesmo quarto plano as últimas sobre o estado do Presidente. 

Sabemos que a família pediu silêncio para com o aparato excessivo que estava a ser feito, com o hospital a marcar sessão atrás de sessão para comunicar o estado de Soares e com o primo, a estrela da família que adora aparecer, sempre a dar o seu contributo para fazer notícia volta não volta. Mas uma coisa é dar em demasia notícias que não passavam de mais do mesmo, outra completamente diferente é passarem dias sem falarem de Mário Soares. Acreditamos que esteja tudo na mesma, mas pelo menos podiam fazer uma reportagem um dia por outro com a avaliação do momento do Presidente ou não?

Geringonça, a Palavra do Ano

palava do ano.JPG

A Porto Editora lança a partir de 2009 o desafio a todos os portugueses para ajudarem a encontrar a Palavra do Ano. 2016 não foi exceção e é agora sabido que os votos de quem passou pelo portal destinado a esta selecção acabaram por eleger «Geringonça» como Palavra do Ano.

O vocábulo usado para designar a coligação parlamentar que apoia o atual governo de esquerda foi eleito como o que melhor define o ano de 2016 para todos os portugueses. 

Votei, tal como tenho votado nos últimos anos, e tenho a dizer que fui um dos que ajudou a fazer esta eleição!

O último ano é assim designado pela geringonça política que o país atravessou e continua a atravessar graças ao acordo de esquerda que existe no parlamento para que as decisões nacionais possam ser tomadas em maioria e com apoios. Uma autêntica geringonça política! 

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