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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

22
Out16

Zonas de inflação


O Informador

O que acontece no momento em que se constata que o mesmo produto tem preços bem dispares em zonas diferentes do país?!

É irrisório perceber que o preço do mesmo produto consegue variar tanto de local para local dentro do mesmo país, basta mudarmos de zona ou por vezes só mesmo sair da cidade para a aldeia. As coisas são feitas no mesmo espaço, são transportadas nas mesmas condições e depois os estabelecimentos, inflacionados pelo local onde se encontram e seu público alvo marcam como querem os produtos para que o lucro seja tão elevado. Na noite então as alterações são tão distantes que o gasto é visível e bem na carteira. O consumo pode ser praticamente o mesmo mas na hora de pagar percebe-se que a capital e zona algarvia conseguem disparar com os valores de forma absolutamente absurda e sem qualquer nexo explicativo em comparação com as outras zonas do país. Como por vezes os preços conseguem quadruplicar e a qualidade do serviço consegue sair por cima onde tudo é mais barato?

10
Set16

Fadista da madrugada


O Informador

O que fazer quando os vizinhos do lado lembram-se de cantar o fado de madrugada?

O tempo está quente e por aqui existe a tendência, embora não o faça, de dormirem com as janelas abertas para que entre um pouco mais de ar. Por estes dias, talvez por adormecerem tarde ou acordarem cedo demais, a vizinhança lembrou-se, com a janela aberta, de cantar o fado.

Já havia quem se tivesse queixado há uns dias sobre esse facto, mas aqui por casa nada ouvimos na altura, porém desta vez foi diferente! Cantou-se a viva voz para que toda a aldeia, caso tivesse algum interesse, pudesse apreciar o momento!

Acreditamos que a bebida faz mal a muitas pessoas e que num fadista dentro de quatro paredes os copitos tenham ajudado na festa noturna!

24
Ago16

As noites já não são o que eram!


O Informador

De há uns dias para cá que os serões já não estão como estavam há umas semanas atrás! O tempo quente continua a fazer-se sentir ao longo do dia e o sol a convidar para umas belas horas de praia ou piscina, no entanto quando o final de tarde começa a surgir e o crepúsculo aos poucos se vai aproximando as temperaturas começam a alterar-se e mostram que esta segunda quinze de Agosto já não faz parte da época alta que decorria ao longo de vinte e quatro horas sempre com temperaturas altas, seja dia ou noite. 

As noites já não são o que eram há uns dias atrás e quanto a isso não nos podemos opor porque quando nos deitávamos só surgiam queixas sobre o calor, agora que chegou o fresco ao serão aguentamos e não resmungamos. 

24
Mar16

Deitado em lágrimas


O Informador

Quantas.jpg

Chorar baixinho, no escuro da noite e embrulhado nas mantas para que ao longe ninguém consiga reparar que sozinhos desabafamos com os botões próprios de cada um. Lembranças que provocam más energias e que transportam a mente para campos indesejados e que dão sinal em noites mal dormidas e recheadas de pensamentos inoportunos! 

Quantas vezes que deitar não significa um repouso absoluto da mente? Quantas e quantas... Chorando baixinho!

24
Fev16

Não acredito, mas... Aconteceu!


O Informador

Há uns dias, enquanto já estava deitado e mesmo na fase em que estou praticamente a dormir, aconteceu uma coisa que não levei a sério, nem me conseguiu assustar, mas que me deixou a pensar por ao mesmo tempo não acreditar no que ouvi e senti. 

Ah pois é! Virado para um dos lados e já de olhos fechados e cérebro praticamente adormecido, ouvi uma voz com um «socorro», isto enquanto senti algo a tocar-me no ombro. Virei-me, claro que não vi nada, não pensei no tema, voltei a voltar ao estado adormecido em que já estava e só nos dias posteriores tenho pensado naquele acontecimento.

Não acredito no que não vejo mas fiquei a pensar porque o senti e ouvi, sabendo até a quem pertencia aquela voz. Estas coisas do misterioso mundo do além existem mesmo ou não passa tudo de pura imaginação que por vezes ultrapassa os limites da acreditação pessoal?

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