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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

28
Jan18

Antes Que Seja Tarde | Margarida Rebelo Pinto


O Informador

antes que seja tarde.jpg

Autor: Margarida Rebelo Pinto

Editora: Clube do Autor

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Novembro de 2017

Páginas: 272

ISBN: 978-989-724-400-1

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: Neste novo livro de Margarida Rebelo Pinto encontramos três mulheres de gerações diferentes, desde os anos 60 até aos dias de hoje, com vidas sentimentais atribuladas e algo em comum: a atração pelo proibido. 

Antes que seja tarde é um romance sobre o lado mais selvagem do amor, quando a paixão manda mais do que a razão e os sentidos falam mais alto. Os amores proibidos nunca caem na rotina, mas serão o caminho certo para o verdadeiro amor? O que fazer quando não se pode construir uma vida com quem se ama? 

O destino cruzado destas 3 mulheres leva-nos a uma viagem alucinante sobre o lado obscuro das relações, onde a mentira, a traição e o adultério andam a par com a dignidade de uma grande história de amor.

 

Opinião: Divertido, sarcástico, atual e vertiginoso! É assim que posso descrever Antes Que Seja Tarde, o romance de Margarida Rebelo Pinto onde os amores se alimentam de casamentos com traições que dão origem a desamores através de conquistas extra-conjugais onde o que está fora acaba por ser mais interessante que a vida matrimonial que se dá a conhecer perante uma sociedade que critica mas que no fundo consegue seguir os mesmos caminhos de atração física entre relações rápidas e espontâneas.

Antes Que Seja Tarde revela a história de três mulheres, de diferentes gerações mas com algo em comum, o amor pelo outro, numa relação teoricamente proibida e onde não existem barreiras nem metas a atingir porque o tempo exige que se desfrute do atual sem pensar no amanhã. A rapidez com que cada relacionamento acontece, a perceção de que não se pode exigir algo mais a quem está na sua cama, numa tarde quente de Verão mas que à noite tem uma família à espera porque a família continua a ser o porto seguro de quem comete a traição mas não deixa a estabilidade de sempre, pensando nas aparências e nos filhos. Procurar prazer por fora, não querendo algo duradouro e fugindo do amor verdadeiro são os pecados dos tempos modernos, pecados esses tão bem descritos e contados por Margarida Rebelo Pinto nesta sua nova paixão literária onde os prazeres carnais, os sonhos, a realidade e a fuga avançam e recuam como se cada personagem se encontrasse numa roda viva entre o correto e a tentação de pisar o risco. 

27
Ago16

Quando Voltares Para Mim


O Informador

Autor: Margarida Rebelo Pinto

Data: Junho de 2016

Editora: Clube do Autor

Número de páginas: 240 páginas

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: "Vale sempre a pena viver uma história de amor até ao fim", diz Margarida Rebelo Pinto a propósito do seu novo livro. "Quando Voltares para Mim" reúne um conjunto de cartas entre cinco mulheres. É um livro que tem borboletas e pipocas, escrito tanto com a razão como com o coração, aceitando tão bem o sonho como a realidade, refletindo sobre as relações amorosas e tudo o que está ao nosso alcance para sermos felizes, acrescenta a autora. Vale quase tudo desde que haja amor. E de que falamos quando falamos de amor? Falamos de nós e daqueles que amamos, dos nossos sonhos e segredos, medos e desejos, relembra a autora, que regressa neste livro a um dos seus registos preferidos, à semelhança de "Diário da Tua Ausência" e de "O Dia em que te Esqueci". «No amor e na guerra vale tudo? Não. A guerra dentro do amor faz-se quando é preciso, mas no fim ninguém ganha. Levar um amor para a frente só tem sentido se for levado pelos dois, se for carregado a quatro braços quando se torna pesado, até recuperar a leveza. E só se entra em guerra quando já não há paz possível.» A autora traça neste livro um mapa das relações afetivas, nas suas mais diversas formas, com seriedade, humor, lucidez e emoção em doses iguais. Catarina, Matilde, Laura, Joana e Paula relatam nas cartas que trocam entre si as suas certezas e dúvidas, segredos e confissões, e tudo aquilo que as faz continuar a acreditar que o amor pode mudar a nossa vida para sempre.

 

Opinião: Através de um conjunto de cartas e emails Margarida Rebelo Pinto encontrou o mote para a sua mais recente obra, lançada pelo Clube do Autor. Cinco amigas que nem sempre se encontram fisicamente partilham o seu dia-a-dia através das redes sociais ou recorrendo à maneira antiga, as cartas enviadas via correio. Esta é um obra, talvez a mais marcante, destinada essencialmente ao público feminino, isto porque enquanto nos romances da autora os homens conseguem perceber como o mulherio lida e pensa perante determinadas situações conjugais, em Quando Voltares Para Mim isso também ocorre, mas o que acontece essencialmente é que passamos todo o livro, correspondência atrás de correspondência, a identificar situações das mulheres que nos são mais próximas através de Matilde, Paula, Joana, Catarina e Laura, sem esquecer que ao longo das mais de duzentas páginas também os desabafos e pensamentos da autora são revelados acerca das peripécias que são vividas dentro da experiência de um grande amor. 

10
Ago16

Atual leitura... Quando Voltares Para Mim


O Informador

Na adolescência li Margarida Rebelo Pinto e acabei por abandonar as obras mais recentes de uma das autoras de maior sucesso nacional em detrimento da descoberta de outras formas de escrita onde os enredos amorosos continuam a ser o destaque. Agora, a meio de 2016, deu-me para voltar a pescar nas elaboradas e pomposas histórias criadas por Margarida. Quando Voltares Para Mim é o mais recente romance da autora de Sei Lá, lançado pelo Clube do Autor e com a premissa de que «Vale sempre a pena viver uma grande história de amor até ao fim». Conseguirei deixar-me levar por uma história contada no feminino e destinada maioritariamente às mulheres de todas as idades, desde que queiram conhecer uma história de amor com cartas trocadas entre amigas, confidentes e secretas mulheres cheias de certezas e dúvidas?!

05
Mar15

Margarida Rebelo Pinto, palavra política!


O Informador

Este vídeo remete-nos para 2013, no entanto só agora tive conhecimento sobre o mesmo através das redes sociais! A autora de romances cheios de preliminares e tias mostrou-se na altura do lado do governo de Passos Coelho, defendendo a forte austeridade que foi implementada no país há uns anos, criticando ainda a pouca inteligência da civilização por não compreender tais decisões. 

Sim, também defendo que era necessário apertar o cinto e que várias das medidas implementadas tinham que aparecer mais cedo ou mais tarde, isto porque estávamos e continuamos mal, só que se nada fosse feito acabariamos por ficar ainda numa pior situação com um retorno à normalidade bem mais complicado.

Agora continuamos mal, não tanto como há uns tempos, a economia começa a mexer de forma muito lenta e os comentários sobre a opinião de Margarida continuam a surgir deitando abaixo estas declarações de forma rude. Será que a autora não tinha mesmo razão no que disse? Eu vejo que sim e sei de muita boa gente que afirma publicamente que todas as medidas são exageradas mas que no fundo percebem que as mesmas tinham de ser feitas para um futuro talvez mais sólido. Mal já estávamos, continuariamos a piorar e o mal estava feito, tentou-se dar uma mãozinha à crise a médio prazo e as coisas parecem ter resultado. 

10
Abr14

Sei Lá


O Informador

Sei LáMargarida Rebelo Pinto lançou o livro Sei Lá há quinze anos! Agora, em 2014, as palavras escritas deram origem ao filme com o mesmo nome e protagonizado por Leonor Seixas, Ana Rita Clara, Patrícia Bull e Gabriela Barros. Depois de gozar um pouco com este lançamento no cinema, não resisti e lá quis assistir ao produto cuja realização esteve a cargo de Joaquim Leitão. O que dizer assim por alto e desde já? Gostei!

Com uma obra literária de sucesso que colocou muitos autores já reconhecidos de parte e com certa inveja na altura, Margarida Rebelo Pinto criou as suas personagens femininas num forte enredo onde o amor e os homens são adereços que quebram corações, tendo conquistado os leitores desde cedo pelo seu fantástico poder descritivo e complexo sobre como o mundo feminino analisa as atitudes masculinas. Isto em Sei Lá, o livro!

Agora a adaptação para cinema saiu e não podia ter corrido melhor para uma produção nacional, onde o público é muitas vezes ignorante por achar que o que é feito em Portugal não pode correr bem. Foi bem feito e a prova está à vista! Uma década e meia depois do tempo em que os acontecimentos acontecem, Sei Lá vê a luz do dia na grande tela, já vindo tarde, isto porque o mundo mudou e as atuais produções cinematográficas e de televisão já correm em outros patamares, estando o tema das amizades femininas para enfrentarem os homens já fora de moda por já ser algo bem batido entre as criações audiovisuais de todo o mundo.

No entanto e porque há que falar do que foi visto, da produção ao som, dos atores à escrita, esquecendo que a história central já aparece tarde entre nós, tudo corre bem. Um texto fantástico e corrido, com alguns clichés bem característicos das personagens da autora que mostra como certas faixas sociais reagem ao mais ínfimo desaire da vida. Quatro mulheres diferentes entre si, com ideias fixas e com problemas bem vincados nas suas vidas cruzam-se com o amor e com os imprevistos que as relações sempre enfrentam ao longo do tempo. A separação, a traição, a busca, a crença, a amizade, as palavras, o carinho... Sei Lá é uma criação misteriosa que junta ao quarteto principal os atores Rita Pereira, António Pedro Cerdeira, Rui Unas, David Mora e Pedro Granger, tendo uma excelente banda sonora bem características do início do século e uma imagem excelente, embora com alguns deslizes que podem passar ao lado do público em geral.

Tenho pena somente por este filme aparecer fora do seu tempo, deixando-se comparar assim à banalidade do que tem aparecido ao longo dos anos porque na altura certa o sucesso estaria sem dúvida do seu lado por ser inovador e não apenas mais um, ou melhor, aquele filme que a Margarida escreveu e que o Leitão realizou!

Sei Lá é assim um bom filme fora de época!

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