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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

30
Mar17

Canuco com Jessica em Até Amanhecer


O Informador

Uma concorrente de reality show e um cantor de kizomba juntos no que dá? Pois, já não é novidade para ninguém que vários cantores recrutam os rostos dos programas da vida real para lançarem novos temas que cheguem assim mais facilmente junto do público, o que nem sempre acontece pelos melhores motivos. 

Agora foi a vez de Canuco Zumby convidar Jessica Lima, a concorrente da primeira edição do Love on Top e que voltou para integrar o atual elenco da quarta temporada do formato. Foi assim lançado o tema Até Amanhecer onde até me parece que Jessica é a cantora que tem como convidado Canuco, é que a sua presença no tema tem muito maior destaque que a do próprio. 

09
Mar17

Sempre a mesma conversa...


O Informador

Dioguinho.png

Os concorrentes repetidos dos reality shows da TVI parecem terem uma cassete riscada consigo para se armarem em «donos disto tudo». Entram numa primeira edição e queixam-se, afirmando não mais voltarem por ganharem pouco para darem audiências ao canal pelas figuras que fazem ao longo de cada dia em jogo. Ameaçam, dizem o que não devem e quando lhes abrem a porta da rua saem e dizem que não voltam mais. Pois, mas basta TVI e Endemol estalarem os dedos e lá estão eles de novo a ganharem praticamente o mesmo, a fazerem as mesmas figuras de sempre e a darem audiências. Qual a razão de tanto reclamarem e ameaçarem que desistem para não voltar se depois estão sempre desejosos que um novo convite chegue para que apareçam e garantam umas presenças durante meses enquanto estão livres das casas dos reality shows?

Eles são expulsos pelo público, pela produção ou desistem de livre vontade e armam discussão ao deixarem o jogo mas voltam sempre que lhes é pedido para voltarem ao mesmo. Será que as pessoas não conseguem ter palavra ou simplesmente têm de fazer o seu show off para continuarem a dar nas vistas por mais umas semanas junto da imprensa e voltarem a ser chamados quando for necessário?

Se querem sair que saiam do jogo porque existem muitos desesperados para aparecer e a TVI já criou ao longo dos anos uma caderneta de cromos que se consegue substituir a qualquer momento para que tudo continue com uma ou duas caras novas a aparecerem de vez em quando para se ir renovado os elencos de mês para mês. 

26
Fev17

Um destaque! Um Obrigado!


O Informador

destaque sapo fevereiro.png

Existem temas que volta e meia lá se tornam destaque e juntar no sapo.pt o desporto com as aulas de fitness em alemão de A Casa da Cabrita e o futebol com a Quinta Emenda, falar de contas com a redução do défice segundo a visão de BandaLarga e terminar no entretenimento televisivo a comentar o flop que está a ser o programa Let's Dance que teve de dar lugar a nova temporada de Love on Top na antena da TVI comigo, é ouro sobre azul. Tudo isto para dizer que mais uma vez fui destaque no site principal do universo dos sapos mais famosos deste pais. Obrigado!

25
Fev17

Let's Flop chama Love on Top


O Informador

Lets Dance Love on Top.png

Estreou há duas semanas e logo deu para perceber que a junção criada em Let's Dance de talento com reality show não iria funcionar. Os primeiros diários e extras deram sinais bem claros de fraca adesão e a segunda gala somente destinada ao talento desiludiu em audiências. A TVI rapidamente agiu e cancelou a componente reality do seu novo programa e avançou com a estreia de uma nova edição de Love On Top, preparada à pressão para que os valores do canal de cabo destinados a este tipo de programas não sofressem mais. 

As causas das falhas de Let's Dance! Primeiro querem alterar o estilo dos programas da vida real que apresentam e colocar os concorrentes a aprender algo. Tudo bem, mas existem concorrentes e concorrentes e tenho a certeza que com um caché mais elevado conseguiriam encontrar pessoas que dariam um bom show no dia-a-dia dentro da academia e depois conseguiriam impressionar nas danças. O que fizeram? Jovens miúdos que não querem discutir e dar «canal» a viverem em comunidade numa casa, onde muitos já se conheciam de outras paragens. O que daria isto? Um grupo de amigos que vai passar férias numa bela mansão e que aproveita para aprender com profissionais a dançar. Depois uma Fátima Lopes que tem mérito como apresentadora mas que neste tipo de programas tem de improvisar mais e ser espontânea, o que não mostrou. Existe um guião, mas há que fugir do que está escrito e brincar com as situações, criar história, realizar pontos que formem notícia. Nada disso foi feito. Terceiro ponto negativo, a fraca promoção do canal a revelar que Let's Dance era não só um talent show mas também que existiria a versão da vigilância 24 horas por dia com diários e extras no canal principal para o público poder acompanhar os ensaios e preparação para a gala mas também o acordar e a convivência entre os concorrentes. 

O resultado disto é o cancelamento do reality, ficando somente o talento e com aperto, já que não acredito que este programa dure os três meses como foi primeiramente revelado. Encurtaram o espaço em antena e agora só dará ao Sábado, também com menor duração, com Fátima Lopes que vê assim o seu primeiro reality a ter maus resultados. No que isto deu? Regressa Love on Top em três, dois, um... O programa low-cost apresentado por Teresa Guilherme ao longo da Primavera e Verão do ano passado foi resgatado para aparecer de surpresa e sem qualquer aviso para uma quarta temporada. Com vinte e quatro horas de ligação direta à casa, Isabel Silva a apresentar os Extras e agora também as galas que passam a ser às Sextas-feiras, este formato não é uma bomba de audiências mas também ao longo dos meses em que esteve no ar não se mostrou um fracasso. Para o horário em que foi transmitido rendeu e por isso o seu regresso agora sem qualquer aviso, o que é um erro.

04
Ago16

Love on Top, de Portugal para o Mundo


O Informador

love on top.jpg

A imprensa especializada no mundo televisivo em Portugal avança com a informação de que o reality show low cost da TVI está a despertar interesse pelo mercado internacional. Austrália, Alemanha, China, Dinamarca, Estados Unidos da América, França e Itália são alguns dos países que viram grupos televisivos a mostrarem algum agrado pelo programa Love on Top, estando neste momento a TVI a negociar com várias produtoras e operadoras a internacionalização do formato.

O que poderemos dizer sobre isto? Um programa barato onde os concorrentes ganham pouco e não se inibem de fazer nada. Das conversas picantes às cenas de sexo e pancada, o lote escolhido em cada edição, já se podem contar três, é sempre polémico e quando não o é de início consegue tornar-se.

Qual a razão de pelos outros países não quererem comprar um programa que consegue render, custa pouco, tem polémica, atrai o público e ainda alcança o mundo das aplicações de telemóvel?! Nenhuma!

28
Mar16

A Quinta não foi da Xaroca


O Informador

As preferências dos portugueses para com os concorrentes de A Quinta - O Desafio pelos últimos dias recaiam no Luís e na final do programa o alentejano foi mesmo o vencedor do reality show que serviu como um tapa buracos pelos primeiros meses de 2016 na TVI. 

Com concorrentes já bem conhecidos do público, eis que ao longo das semanas de programa, a grande protagonista foi a Bernardina, mais conhecida no momento pela Xaroca, mas devido ao seu comportamento, palavreado e falta de bom senso para com as conversas, o prémio acabou por lhe fugir, embora veja que este programa foi dela, podendo-se mesmo dizer que esta foi A Quinta da Xaroca. 

Bernardina não ganhou mas ficou em segundo lugar num programa com histórias repetidas, novos envolvimentos e tentativas para que surgissem outros rostos fortes em matéria de reality shows polémicos. Os novatos foram fracos e os bonecos do costume voltaram a dar canal para que existisse conteúdo mais que visto mas que serviu para tapar uma lacuna pela má escolha dos concorrentes da primeira edição de A Quinta. 

Acredito que dentro da TVI surjam agora vários suspiros de alívio por este programa ter chegado ao fim como cumpridor mas não com os resultados que poderia ter obtido se a estratégia dos últimos meses de 2015 tivesse corrido bem. 

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