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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Alterações alentejanas

Visito o Alentejo, zona de Évora, com maior regularidade de há seis anos para cá e desde então que a diferença nos campos se nota.

No início da década os terrenos pareciam meio abandonados, com culturas esporádicas aqui e acolá, sem existir uma continuação do que está a ser cultivado ou criado. Agora podemos andar por quilómetros e quilómetros e a criação de gado, principalmente de bovinos, parece ser o grande forte desta zona que já não se resume a criar vacas somente de uma espécie, a castanha. Nos dias que correm, além dos terrenos estarem maioritariamente cuidados, graças também aos subsídios do estado, a criação animal acontece e as vacas que são vistas pelas áreas agrícolas já não se ficam somente pelo tom acastanhado. As leiteiras, os touros escuros e os grandes bovinos de terras nortenhas já são criados também pelo Alentejo que se tem mostrado uma região de grande investimento do que melhor existe pela zona. Existe território a ser explorado e os seus proprietários já utilizam todo o espaço que têm ao seu dispor para diversificarem as suas apostas.

Como poupar na Cultura

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Quem não gosta de passear, mergulhar na cultura do seu país e, acima de tudo, adora Lisboa? Caso a tua resposta seja positiva, segue-se uma lista com uma dicas culturais a ter em conta...

Atualmente está cada vez mais difícil ter acesso a grande parte da cultura feita no nosso país. A equipa do ComparaJá.pt fez uma breve lista de sítios ou locais a visitar sem ter que despender (muito) dinheiro, podendo desta forma, guardar o mesmo para aquelas despesas fixas ao final do mês.

 

Cinema

Durante o Verão, tem várias zonas de Lisboa, patrocinadas pela Câmara de Lisboa, que promove o cinema ao ar livre e que na maioria das zonas, a entrada é livre, sujeita a lotação.

Para além deste tipo de iniciativas, os sortudos podem sempre contar com o famoso cartão “mágico” da NOS, que confere ao titular, filhos ou cônjuge, usufruir de dois bilhetes ao preço de um, ou então um bilhete e menu que contempla, uma bebida e pipocas para a sessão.

Para quem tem tempo e gosta, os passatempos de ante-estreias ocorrem todas as semanas por vários espaços da web, normalmente à terça e quarta-feira. Ao participar nos variadíssimos passatempos, ficas habilitado a um convite duplo, isto é, terás dois bilhetes de forma gratuita. Como sabes um bilhete de cinema varia entre os 6€ e os 8€; caso ganhes o tal bilhete duplo, irias ter uma poupança aproximada de 15€.

 

Teatro

O Teatro é provavelmente das áreas de cultura mais caras que existe em Portugal, seguidas da música e pintura. Rara é a peça de teatro, cuja entrada seja menos de 12€. A melhor forma de tirar partido deste tipo de cultura é aproveitar os descontos que uma série de entidades parceiras conferem aos titulares dos cartões (por exemplo: cartão Lisboa Viva, cartão jovem, maiores de 65 anos, desempregados com comprovativo, etc). Por vezes é pena, a cultura não funcionar como os supermercados e, poder acumular os descontos.

França, Japão ou TAP?!

Em França existiu um tiroteio com vários mortos como resultado final. No Japão um sismo de 7.0. E em Portugal a preocupação do dia é a venda da TAP onde a direita seguiu em frente e a esquerda quer precisamente o contrário. Logo agora que todos iríamos viajar na recém-privatizada empresa para um outro país da Europa ou pela Ásia é que também tudo tem de acontecer por terras internacionais!

Entrada livre em Museus e Monumentos

Sabias que os Museus e Monumentos da nossa capital no primeiro Domingo de cada mês estão com entrada livre? Ah pois é, não sabias e agora já estás a repensar os planos que tinhas para o fim-de-semana que se aproxima, não é?

Podes ficar a saber mais informações sobre a iniciativa pelas páginas que se seguem...

Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves

Museu de Arte Popular

Museu do Chiado - Museu Nacional de Arte Contemporânea

Museu da Música

Museu Nacional de Arqueologia

Museu Nacional de Arte Antiga

Museu Nacional do Azulejo

Museu Nacional dos Coches

Museu Nacional de Etnologia

Museu Nacional do Teatro

Museu Nacional do Traje

Palácio Nacional da Ajuda

Mosteiro de Jerónimos

Panteão Nacional

Torre de Belém

Feira do Livro de Lisboa, quase a chegar!

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A Feira do Livro de Lisboa 2015 já está a ser preparada para que de 28 de Maio a 14 de Junho possa abrir portas a alfacinhas e visitantes que esperam por este evento para adquirirem obras que acabaram de ser lançadas e também aproveitar as boas promoções que sempre vão aparecendo ao longo dos dias de feira com determinadas editoras a colocarem os seus sucessos a preços abaixo dos que geralmente são praticados ao longo do ano. 

A 85ª edição da montra literária lisboeta contará com perto de cem mil títulos distribuídos por mais de duas centenas de pavilhões e centenas de editores, chancelas, alfarrabistas e livreiros que prometem dar continuidade a toda a festa dos livros que tem sido mantida ano após ano pelo Parque Eduardo VII. 

Adeus aos pecados

Os deuses andam loucos e o Papa vai atrás! Agora surge a informação que o Papa Francisco concedeu indulgência plenária ao santuário de S. Bento da Porta Aberta, em Terras de Bouro. Ou seja, a partir de agora os fiéis pecadores que visitarem o local e cumpram determinados requisitos conseguem ver os seus erros perdoados depois de confissão.

A romaria a partir de agora vai começar com autocarros e mais autocarros a viajarem de todo o país para Terras de Bouro com a finalidade dos inúmeros pecados nacionais serem perdoados para que se possa seguir em frente e pensar que o céu está bem mais próximo que o inferno. 

Eu, que não sou nada religioso, acabo por me divertir e achar uma certa graça a estas informações católicas. Então se nos formos confessar até ao santuário de S. Bento da Porta Aberta conseguimos ficar livres religiosamente dos erros do passado e com o pensamento que o futuro será bem melhor com a comunhão entre um corpo perdoado e o bem?

Convento de Mafra

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O Domingo foi dia de passeio! Convento de Mafra, o local histórico que serviu como base para a história central de Memorial do Convento, da autoria de José Saramago. Este é daqueles locais que marcaram o nosso país. Com um edifício com um cem número de corredores, alas e salas, o Convento de Mafra, património nacional, é detentor de um grande lote de mobiliário e arte com que viveram os nossos sucessivos reis ao longo das estadias por Mafra onde passavam algumas das temporadas quentes ano após ano. Um local emblemático que vale a pena visitar!

 

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Café do Paço

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No passado fim-de-semana conheci pelo Paço da Rainha o Café do Paço, o restaurante acolhedor que está aberto das 19h00 às 02h00 e onde é possível saborear pratos excelentemente bem preparados, com um toque único e servidos exemplarmente por uma equipa bem acima da média pelos espaços nacionais de restauração. 

Com a tradição do século XIX, este espaço bem acolhedor tem um requinte único onde a privacidade marca presença ao longo de uma refeição calma e acompanhada pelo bom serviço dos funcionários de sala, o que aliado aos pratos bem confeccionados torna o Café do Paço num espaço único da cidade de Lisboa. 

Coleção Franco Maria Ricci

http://videos.sapo.pt/b4azeniEpAP16siGpWc8No passado fim-de-semana visitei o Museu Nacional de Arte Antiga que está de 29 de Novembro até 12 de Abril com a exposição da coleção de Franco Maria Ricci.

Uma abertura do espólio pessoal do italiano chegou a Portugal através desta exposição que foi a que mais agradou das que vi pelo Museu Nacional de Arte Antiga pelos últimos anos. Com mais de uma centena de obras, divididas entre pintura e escultura, o percurso do século XVI ao XX é visível através da viagem que os visitantes do espaço lisboeta são convidados a fazerem. Com trabalhos dos mais variados artistas ocidentais, Franco Maria Ricci reuniu uma verdadeira obra, porém foi no vídeo de apresentação, a que assisti pelo final do percurso, que acabei por perceber este sonhador nascido em 1937.

Uma exposição que não tem do seu lado um toque chamativo como as anteriores que estiveram presentes pelo Museu Nacional de Arte Antiga mas que vale a pena visitar, existindo ainda a hipótese de entrar na Biblioteca do espaço que regularmente está fechada aos visitantes.

[caption id="attachment_10440" align="aligncenter" width="640"]Jesus por Filippo Mazzola Jesus por Filippo Mazzola[/caption][caption id="attachment_10439" align="aligncenter" width="640"]Cabeça de São João Batista Cabeça de São João Batista[/caption][caption id="attachment_10437" align="aligncenter" width="640"]Vítor Amadeu de Saboia e Maria Antonia Fernanda de Bourbon Vítor Amadeu de Saboia e Maria Antonia Fernanda de Bourbon[/caption]caveira morte

Ir à Vila

Casaleiros ou habitantes por detrás do sol posto, é assim que muitas pessoas se referem aos que vivem fora dos grandes centros urbanos, como é o meu caso! Não vivo num local longínquo, no entanto também não vivo isolado do mundo, estando a menos de cinco minutos do centro do concelho. Agora, o que reparei há uns dias em conversa é que quando me refiro em ir até Alenquer, acabo por dizer que vou à Vila. Sim, todos aqui por casa dizemos que vamos à Vila quando saímos de casa, deixamos a aldeia e necessitamos de ir ao centro, onde os supermercados e serviços estão disponíveis a todos.

Ir à Vila é daquelas coisas normais que quem sempre viveu na cidade ou na dita Vila não percebe. Eu, que sempre habitei na aldeia, fui habituado a referir-me a Alenquer como a Vila, aquela que tal como milhares de outras pelo país é o local de encontro de todos os munícipes da zona.

Não refiro que vou à Vila com mais nenhum local porque tudo o resto é normal. Vou ao Carregado, a Azambuja, ao Cartaxo, todas vilas mas nenhuma como a minha, aquela onde sempre fui habituado a viver, aquela a que todos nos referimos e percebemos qual o verdadeiro significado da palavra. Qual a diferença de dizer que vou à Vila ou que vou até Alenquer? Nenhuma mesmo, no entanto ir até à Vila ou ir até ao Carregado já é bem diferente. A razão? Simples, Alenquer é a Vila e o Carregado mesmo sendo Vila não passa do Carregado!

Algo confusa a explicação? Nada disso, sendo que a confusão neste caso só existe em quem não percebe o verdadeiro sentido de viver numa aldeia próxima de tudo mas que os outros acham que fica no final do mundo!

Vou indo, ou melhor, vou até à Vila porque já devem estar cansados de tanto ler a mesma palavra num só texto!

É Lisboa pois então!

2014 foi o ano do Porto ter sido a cidade escolhida como Melhor Destino Europeu numa votação mundial. Agora e porque Portugal continua na berra do turismo, há que votar na nossa capital para que o prémio continue por estas bandas.

Lisboa é uma das cidades nomeadas para Melhor Destino Europeu 2015, numa eleição que decorre no site www.ebd2015.com até 10 de Fevereiro. Lisboa volta assim a disputar o lugar que já foi seu em 2010 com cidades como Madrid, Barcelona, Amesterdão, Berlim, Praga, Roma, Londres, Paris, Viena e Istambul.

Que ganhe a melhor, a nossa pois então!

Finalmente!

Anos e anos em obras e finalmente parece existir data para a inauguração do novo Museu dos Coches, em Lisboa, bem perto do antigo, aquele que celebra 110 anos no dia da abertura do seu substituto.

O novo edifício do Museu dos Coches tem data para abrir ao público a 22 de Maio, conforme afirmou o secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, por estes dias à imprensa. Este novo edifício tem sofrido vários adiamentos sobre os seus anúncios de abertura, parecendo que agora as coisas estão definitivamente definidas, o que já não era sem tempo.

Dois edifícios com quatro pisos, duas salas de exposição permanente, uma sala de exposições temporárias, auditório, serviço educativo, laboratório, oficinas, zonas técnicas e administrativas formam o novo Museu dos Coches lisboeta, num espaço de 15.177 metros quadrados junto ao Palácio de Belém, onde estavam situadas as antigas Oficinas Gerais do Exército.

Este projeto idealizado pelos ateliês MMBB Arquitetos, Bak Gordon Arquitetos e Nuno Sampaio Arquitetos irá assim receber a colecção criada pela rainha D. Amélia de viaturas de gala e passeio dos séculos XVII a XIX e que pertenceram em grande maioria à casa real portuguesa.

Vários anos depois do início da obra, o novo Museu dos Coches tem assim data definida para a sua abertura ao público. Já não era sem tempo, não é bem verdade? Em Portugal o que pode ser feito num prazo menor consegue prolongar-se, sempre com os cofres a desembolsarem mais e mais dinheiro. É neste país que todos vivemos, há beira mar plantando e onde as pressas para o término das obras nunca existem!

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