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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Atual leitura... Diário dos Imperfeitos [João Morgado]

Vencedor do Prémio Literário Vergílio Ferreira 2012, Diário dos Imperfeitos é a primeira obra de João Morgado com que irei ter contacto. Já li bons e maus comentários acerca deste romance e não há nada como experimentar para ter a minha visão literária acerca da escrita e criação do também autor de Diário dos Infiéis. João Morgado foi distinguido também com as suas obras, contos, poesia e crónicas com o Prémio Literário António Saraiva 2016, Prémio Nacional de Literatura LIONS 2015, Prémio Literário Fundação Dr. Luís Rainha 2015, Prémio Literário Alçada Baptista 2014 e com Prémio de Poesia Manuel Neto dos Santos 2015.

Diário dos Imperfeitos é a partir daqui a minha atual leitura e mais dia menos dia lá vos voltarei a falar deste livro para vos contar a derradeira opinião. 

O Homem que Sabe Pensar [James Allen]

o homem que sabe pensar.jpg

Autor: James Allen

Editora: Alma dos Livros

Lançamento: Novembro de 2016

Edição: 1ª Edição

Páginas: 72

ISBN: 978-989-997-050-2

Classificação: 2 em 5

 

Sinopse: Um clássico intemporal que tem inspirado milhares de leitores em todo o mundo, influenciado pensadores, filósofos e teólogos ao longo de décadas e, desde que foi publicado, tem sido citado e elogiado vezes sem conta por autores das mais diversas áreas. Mostra-nos que a nossa mente guia os nossos passos ao longo do caminho da vida e que aquilo que pensamos influência diretamente a nossa vida, algo que, muitas vezes, subestimamos. Mas, como começar e onde é que podemos procurar respostas? Como é que alcançamos a clareza de mente necessária que nos traz a iluminação e a felicidade? Este livro oferece respostas claras a essas perguntas.

 

Opinião: O Homem que Sabe Pensar reflete o poder do pensamento na nossa vida e no caminho que cada um, de forma individual, segue. O bem e o mal em opções diárias aparecem de forma coordenada para se seguir em frente e é ai que começam a surgir os caminhos que a mente vai selecionado para que se percorram sentidos derivados dos acontecimentos anteriores. 

Atual leitura... O Homem que Sabe Pensar [James Allen]

Numa fase de mudanças profissionais que acabam por sempre afetar a vida pessoal pela inconstância do momento por não saber como irá agora ser o futuro após dez anos no mesmo emprego, um guia espiritual conseguirá dar alguma ajuda para ver o futuro de outro modo?

Irei tentar perceber as explicações e ideias partilhadas em O Homem que Sabe Pensar, de James Allen, para de certo modo as poder aplicar nas ações e pensamentos, de forma a tentar acalmar um pouco o pessimismo do momento e abrir a mente para o que poderá surgir de bom daqui em diante a nível profissional que consequentemente se traduz num bem-estar pessoal também. 

Em Fuga [Peter May]

em fuga.jpg

Autor: Peter May

Editora: Marcador

Lançamento: Fevereiro de 2017

Edição: 1ª Edição

Páginas: 392

ISBN: 978-989-754-298-5

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: Em 1965, cinco amigos, todos adolescentes, cansados da rotina e temerosos de uma vida previsível, fogem de Glasgow com destino a Londres e o sonho de serem estrelas e de transformar a sua banda de música num sucesso. No entanto, antes do final do primeiro ano, três deles regressam á sua cidade natal na Escócia - e voltam diferentes, danificados, sem que ninguém perceba a razão para tal. Cinquenta anos mais tarde, em 2015, um brutal homicídio na capital inglesa obriga esses três homens, agora com quase 70 anos, a regressar a Londres e a confrontar, por fim, a mancha escura do seu passado da qual tentaram fugir durante toda a vida.

Porém, como perceberá Jack Mackay, eles já não são os rapazes de 17 anos que ambicionavam a fama, e, após terem passado meio século entre o falhanço e a mediocridade, está na altura de recuperar as memórias dos eventos aterradores de 1965 e, em vez de fugir, de as enfrentar de uma vez por todas.

 

Opinião: Em Fuga marca a minha estreia para com Peter May, supostamente um dos melhores autores de thrillers mas que não me conseguiu conquistar assim tanto como previa. 

Percorrendo dois períodos temporais com cinquenta anos de diferença e com dois tipos de narração também distintos entre 1965 e 2015, Em Fuga distingue assim o presente das memórias marcantes de um passado que alterou a vida de um grupo de jovens sonhador que não tiveram a sorte do seu lado. Primeiramente partem em busca de um objetivo que em união com a fuga da vida atual os leva a percorrerem caminhos onde a sociedade não é assim tão hostil como pretendiam e acreditavam encontrar. Mas é quando tudo se parece encaminhar após vários percalços pelo caminho que as suas vidas voltam a dar a volta perante um acidente que os leva a recuar com as suas ideias de independência longe do ambiente familiar e da cidade que os viu crescer, isto sem que o leitor perceba ao certo o que se terá passado. O que levará jovens adolescentes que acreditam nos seus objetivos, mesmo que para isso passem por situações desconfortáveis a alterar os seus planos de um dia para o outro? Ao mesmo tempo que somos convidados a voltar ao local dos acontecimentos no presente vamos acompanhando o mesmo percurso e experiências do passado e as situações vão-se conjugando de forma a que a noção temporal seja colocada perante o leitor que vai tentando resolver todo o mistério.

Um livro infantil... Amarguinha tem um irmão

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2005 assinalou o lançamento da primeira edição de Amarguinha tem um irmão através da Editorial Presença. Agora com Tiago Rebelo entre os autores da ASA, eis nova edição deste livro que conta a história de uma menina cheia de curiosidades próprias da idade onde a família e amigos ajudam a criar uma infância feliz e a perceber todo o ciclo da chegada de um irmão. 

Confesso que há anos que não lia um livro infantil do início ao fim e assim que este chegou dediquei-lhe uns minutos e deixei-me levar pelas aventuras de Amarguinha! Uma obra educativa, não estivesse esta coleção inserida no Plano Nacional de Leitura.

Velhas amizades

Os velhos amigos são os melhores.

Domingos Amaral, in Enquanto Salazar Dormia...

Tão, mas tão verdade minha gente! Os amigos são como diz o ditado, «quanto mais velhos melhor», neste caso é «quanto mais antigos melhor». Não digo que quem apareceu nos últimos anos não tenha vindo a ganhar o seu cantinho no meu coração, no entanto não existe nada como quem já cá anda há anos e anos e não arreda pé nem nos maus momentos. 

São poucos e também é dificil a lista aumentar de forma rápida, no entanto quando deixo que alguém bata à porta da amizade e continue por lá é porque existe algo especial que tem de ser formado para que daqui a uns anos esta citação de Domingos Amaral se torne também real para quem está há menos tempo comigo. 

Atual leitura... Em Fuga

Um policial? Um romance? um thriller? Afinal em que categoria se encaixará a mais recente obra de Peter May onde os sonhos de adolescente podem dar origem a confrontos pessoais que se entrelaçam por amizades, omissões e segredos? A premissa de que «o passado vai persegui-los» dá o mote para o livro que será a minha atual leitura pelos próximos dias. 

Alguém tem opinião acerca da obra de Peter May? 

O Livreiro de Paris

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Autor: Nina George

Lançamento: Fevereiro de 2017

Editora: Editorial Presença

Páginas: 328

ISBN: 978-972-23-5961-0

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: Jean Perdu é proprietário de um negócio tão especial quanto extraordinário: a Farmácia Literária, uma livraria instalada num barco atracado no rio Sena, em Paris. Ao invés de vender medicamentos, receita livros como remédio para os males da alma. Porém, embora saiba aliviar a dor dos outros, não consegue atenuar a sua própria dor. O que Monsieur Perdu não sabe é que a descoberta de uma carta do seu passado está prestes a mudar-lhe o destino. Depois de a ler, Jean encontra-se numa encruzilhada: continuar uma existência sombria e dolorosa ou embarcar numa viagem ao Sul de França, até à Provença, ao encontro da reconciliação com o passado e da beleza da vida.

 

Opinião: Primeiramente o leitor começa por se apaixonar pelo mundo criado por Jean Perdu na sua embarcação transformada em livraria num porto do rio Sena, em Paris. Para quem gosta de livros logo a premissa consegue conquistar, só que depois com o passar de cada capítulo rapidamente percebemos que por detrás da dedicação de Perdu existe uma solidão causada por um acontecimento do passado e aí tudo se começa a transformar. 

Confesso que ao perceber que aquela embarcação iria sair do seu lugar para viajar em busca de uma verdade que o leitor já conhece não consegui aproveitar e saborear o momento, achando desnecessário o desapego ao local que sempre acolheu o médico literário que dá conselhos sobre que obra deve ser lida perante as circunstâncias de cada cliente. Engoli em seco, perdi um pouco de interesse e fiquei a naufragar na leitura, só que a dado momento e depois de pensar como a descrição de cada local visitado era feita de forma rápida sem revelar grandes pormenores, acontece o virar da história. De um momento para o outro tudo muda e se existem livros que podem não estar a conquistar mas que na reta final conseguem dar a volta a toda a situação, O Livreiro de Paris é um deles. 

Atual leitura... O Livreiro de Paris

Um lançamento das Grandes Narrativas da Editorial Presença é geralmente sempre um bom livro, isto segundo a opinião de quem passou os últimos anos de adolescente somente a ler obras lançadas nesta colecção e nada mais. Como era estranho e sem querer abrir horizontes, não é?

Neste momento já tenho em mãos a leitura de O Livreiro de Paris, da autoria de Nina George. Para quem gosta de ler como poderia deixar passar esta narrativa de lado quando o mundo das palavras está em destaque? Vamos lá ver o que me reserva esta obra que já conta com segunda edição.  

O Anjo da Morte

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Autor: M. J. Arlidge

Lançamento: Fevereiro de 2017

Editora: TopSeller

Páginas: 336

ISBN: 978-989-8855-43-5

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: Helen Grace, até aqui considerada a melhor detetive do país, é acusada de homicídio e aguarda julgamento na prisão de Holloway. Odiada pelas restantes prisioneiras e maltratada pelos guardas, Helen tem de enfrentar sozinha este pesadelo. Tudo o que deseja é conseguir provar a sua inocência. Mas, quando um corpo aparece diligentemente mutilado numa cela fechada, essa revela ser, afinal, a menor das suas preocupações.

Os macabros crimes sucedem-se em Holloway e o perigo espreita em cada cela ou corredor sombrio. Helen não pode fugir nem esconder-se por atrás do distintivo. Precisa agora de ser rápida a encontrar o implacável serial killer? se não quiser tornar-se a sua próxima vítima.

 

Opinião: Ao longo dos últimos tempos tenho-me deixado conquistar por autores que desconhecia e dentro do thriller então as surpresas têm sido várias. Agora e sem saber que O Anjo da Morte pertence a uma série com livros já publicados, peguei neste último lançamento de M. J. Arlidge e encontrei aqui um autor que não tem nada a esconder com a sua escrita e narrativas tão bem criadas que conseguem prender o leitor do início ao fim sem que se perceba quem na verdade possa ser o rosto que será descoberto perto do final para que tudo fique esclarecido e se possa seguir em frente. 

Atual leitura... O Anjo da Morte

2015 e 2016 foram os anos em que me comecei a viciar um pouco no thriller literário graças a obras como A Rapariga no Comboio, Deixei-te Ir e Numa Floresta Muito Escura. Em 2017 não quero deixar este estilo de lado e nada melhor que conhecer um nome internacional bem comentado e com obra feita. O Anjo da Morte é o mais recente lançamento, da autoria de M. J. Arlidge, que a TopSeller colocou no mercado nacional. Após Um, Dó, Li, Tá, À Morte Ninguém Escapa, A Casa de Bonecas, A Vingança Serve-se Quente e Na Boca do Lobo, que não conheço, eis que chega O Anjo da Morte que, só pelos primeiros e rápidos primeiros capítulos, já me está a conquistar. 

Sensibilidade e Bom Senso

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Autor: Jane Austen

Lançamento: Março de 2017

Editora: Bertrand Editora

Páginas: 480

ISBN: 978-972-25-3352-2

Classificação: 5 em 5

 

Sinopse: Marianne e Elinor Dashwood, com 17 e 19 anos respetivamente, são irmãs, mas não podiam ser mais diferentes. Marianne é toda ela coração, sensibilidade e romantismo; Elinor é a encarnação da razão, do bom senso e da reserva. Por entre reveses e amores, cada uma delas será posta à prova e terá de encontrar um equilíbrio - entre a sensibilidade e o bom senso - que lhes permita ser felizes.

 

Opinião: Jane Austen é um nome incontornável da literatura mundial mas infelizmente ainda não conhecia a sua obra com experiência enquanto leitor. Agora e para iniciar a opinião acerca de Sensibilidade e Bom Senso poderei desde já dizer que este foi o primeiro romance que li de Austen mas não será o último com toda a certeza.

Pegando no início do século XIX e numa família com jovens com idade para assumirem as obrigações do casamento, eis que duas irmãs, bem distintas entre si, assumem o protagonismo deste romance excelentemente bem desenvolvido com uma simplicidade tão notória onde a fluídez da narrativa surge sem cansar em algum momento o leitor. Elinor, a irmã mais velha é apta para analisar os comportamentos dos outros, mantendo a calma e pensamendo de forma racional, ao contrário de Marianne que embora sensível, deixa-se facilmente levar pelas primeiras impressões o que nem sempre corre bem para quem acredita que tudo é perfeito. Se uma tem Bom Senso a outra tem a Sensibilidade à flor da pele e está aqui dado o ponto de partida para esta obra que transborda verdade nos factos que não passam de ficção a demonstrar a realidade de outros tempos mas que ainda hoje pode ser vista através de distintos contornos para com a sociedade dos tempos modernos. 

Dia Mundial da Poesia

Literatura, que vasto mundo de palavras que têm lugar no mundo dos livros, entre páginas recheadas de palavras corridas encontramos também a poesia, que não agrada à maioria dos leitores até se encontrar o momento ideal para nos deixarmos apaixonar por um verso mais audaz, um poema de amor ou uma quadra perfeita com que nos identificamos. Hoje, dia 21 de Março, assinala-se o Dia Mundial da Poesia e que tal todos colocarmos no pensamento que pelos próximos tempos teremos de ler uma obra poética?!

De Fernando Pessoa a Sophia de Mello Breyner, Portugal é um país de poetas eternos que fizeram suspirar no seu tempo e deixaram marcas que ainda hoje nos tocam e amanhã continuarão a ser relembrados como figuras maiores da literatura nacional. Há que agarrar nos poetas de todos os tempos e não os deixar esquecidos no tempo e pelas estantes dos livreiros. 

Vencedor de Io Appolloni – Biografia sem tabus

Irreverência, liberdade, frontalidade, energia e talento são algumas das características que marcaram a carreira de Io Appolloni, a atriz que nos seus tempos áureos pisou os grandes palcos nacionais, entregou-se ao mesmo tempo ao cinema e foi uma mulher de amores que nunca deixou nada por dizer. Hoje, mais calma e sempre frontal, Io vê o seu amigo Carlos Quintas, também ator, relatar sem tabus e de forma biográfica a sua vida onde nada é esquecido. Os amores, as traições, os segredos de bastidores e conflitos profissionais ao longo do tempo. Nada parece escapar em Io Appolloni - Biografia sem tabus, a obra lançada pela Guerra e Paz e cujo um exemplar teve em sorteio aqui pelo blog.

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