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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

A Chiado Editora na Feira do Livro de Lisboa

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A 87º Feira do Livro de Lisboa 2017 está prestes a começar e as editoras nacionais estão a preparar-se para não defraudarem os seus leitores no maior evento nacional de literatura. 

A Chiado Editora marcará mais uma vez presença no certame que decorrerá de 1 a 18 de Junho, no Parque Eduardo VII, em Lisboa, contando com um dos maiores espaços e também variadíssimos eventos de sempre da editora.

Além dos seis pavilhões e mais de trezentas sessões de autógrafos diárias, numa área de autores alargada este ano, a presença da Chiado Editora cresce na Feira do Livro de Lisboa para reforçar a oferta cultural junto de leitores e curiosos que visitem o espaço.

 

Nutella invade Évora

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Eis que uma pessoa chega ao Alentejo e depara-se com uma notícia bem gulosa. Então não é que a The Original - Nut Shop, o espaço que já havia invadido a zona de Lisboa com crepes, waffles, churritos e croissants recheados de Nutella chegou a Évora este mês?!

Vem uma pessoa de férias a pensar em bons hábitos alimentares, descanso e passeios e uma notícia destas logo parece querer estragar os planos. Como é que estando na zona de Évora irei resistir aos crepes recheados com Nutella, compota, doce de maça e canela ou fruta e Nutella? Os waffles também lá andam com os churros e nesta nova The Original - Nut Shop até pizzas e bolos de Nutella com bombons Ferrero Rocher existem há disposição do cliente. 

Como se tudo isto não fosse uma atração suficiente, eis que ainda existem pelas mais variadas ofertas a possibilidade dos extras onde o chantilly, que dispenso, a compota, topping de morango, caramelo ou chocolate, bolacha Oreo, coco ralado, Kit Kat ou bolacha Oreo podem ser aplicados.

Feira do Livro de Lisboa já com data

A 87ª Feira do Livro de Lisboa já tem data afixada para abrir e fechar as suas portas pelo Parque Eduardo VII. Este ano o certame decorrerá de 1 a 18 de Junho e espera-se que tenha ainda mais participantes que os 123 inscritos pelo ano passado, o que correspondeu a 277 pavilhões. 

Sem ainda terem sido reveladas as novidades para a edição deste ano, o que se sabe até ao momento é que a aplicação gratuita para Android e iOS criada e lançada o ano passado terá nova atualização para abranger outro tipo de conteúdos para todos os que quiserem visitar e saber um pouco mais acerca da Feira do Livro. 

Neste momento ainda nos encontramos a cerca de três meses da abertura do evento mas os amantes literários ficam já em alerta para que comecem a poupar com a finalidade de passarem as primeiras semanas de Junho a circular de sacos cheios de boas e baratas obras pela 87ª Feira do Livro de Lisboa.

Lisboa linda de rabo de fora!

Lisboa, a capital cada vez mais turística, está também cada vez mais arranjada. A autarquia tem feito ao longo dos anos um bom trabalho de planeamento pelas principais vias, as turísticas, por sinal, para que o trânsito diminua quase por obrigação, os lugares de estacionamento sejam reduzidos, os jardins e passeios aumentem e todos fiquem a ver uma Lisboa perfeita, daquelas cidades que dão vontade de visitar e voltar por ter bom tempo, boa gastronomia, bons preços, boas estadias, bons acessos e boas infra-estruturas. Pois tem tudo, mas e o resto?

Onde estão as obras prioritárias nos bairros mais antigos onde ruas estreitas, em calçada, não levam obras? Por onde andam os apoios para não deixarem destruir vários, muitos até, imóveis em ruínas e que colocam em risco a vida de quem passa ou vive mesmo ao lado por esses bairros? Tudo é muito bonito pelas vielas centrais e de maior movimento mas onde existe a qualidade pública dos outros, daqueles que não vivem na avenida ou na sua transversal, aqueles que percorrem ruas com buracos com um pequeno jardim desleixado ao lado, uns recantos mal frequentados e uma telha pronta a cair de um qualquer telhado mal amanhado com décadas ou mesmo séculos sem manutenção?

A Lisboa dos milhões encontra-se neste momento bem preocupada com o que é mostrado ao Mundo, mas falta tanto para quem por lá vive! Falta quase tudo, melhoram o que é visível numa primeira fase mas o resto está bem atrasado, sem qualquer melhoramento, com bairros necessitados de vários apoios a todos os níveis. As pessoas que vivem na capital não necessitam somente de lindas e perfeitas avenidas, belos parques junto ao Tejo ou grandes esplanadas ao Sol. Todos precisam de qualidade dentro e fora de casa e perceber que afinal os fortes euros municipais são gastos com a pouca manutenção para os bairros antigos de ruas estreitas para que os turistas e os grandes que circulam ao longo de todo o dia pelas principais vias estejam bem e isso é mau, muito mau.

Metro ajuda sem-abrigo

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O Metro de Lisboa irá abrir as portas de cinco estações ao longo de toda a noite para acolher os sem-abrigo durante as noites que se aproximam, onde as baixas temperaturas irão fazer-se sentir. 

As estações do Rossio, Intendente, Saldanha, Oriente e Colégio Militar irão estar de portas abertas durante a noite para que quem passa as horas noturnas a dormir pela rua da capital possa ficar abrigado das baixas temperaturas que irão fazer-se sentir entre os zero e os quatro graus por todo o país. 

Para além disto também a Câmara de Lisboa se encontra a distribuir refeições quentes, alimentos e agasalhos juntamente com as instituições e grupos solidários que o fazem ao longo do ano. 

A questão que aqui coloco é só uma! Está bastante frio e os institutos públicos e público-privados só assim se lembram das centenas de pessoas que dormem pelas ruas da capital? Não estará na altura da autarquia assumir um novo papel para com este flagelo que é bem notório pelas portas recônditas de edifícios e bancos de jardins ao longo de todo o ano? É necessário assumir que os sem-abrigo existem e a ajuda tem de ser feita para além das refeições e mantimentos, é preciso ajudar a dar volta, acompanhar psicologicamente, encaminhar estas pessoas para casas de acolhimento onde aos poucos comecem a refazer a sua vida com um trabalho assalariado e futuramente a sua independência com acompanhamento institucional para que não voltem a cair. 

Benfica vai com tudo!

O Sport Lisboa e Benfica entrou em 2017 anunciando grandes novidades junto dos adeptos! Além da parte futebolística que envolve o aumento do centro de estágios do Seixal e a criação de um centro de alto rendimento, existem novas áreas sobre as quais o clube da Luz se irá lançar. 

«Os grandes projetos que vão arrancar em 2017: Centro de Alto Rendimento, hotel na baixa de Lisboa, Benfica Rádio, expansão do Seixal. Tendo detetado a forte projeção da nossa loja no centro de Lisboa, estamos a pensar seriamente em construir o primeiro Hotel temático do Benfica», afirmou então o presidente do clube à comunicação social num momento de anunciar as novidades para os próximos tempos do clube. 

Um canal televisivo já existe e como a aposta na comunicação social é para manter, surgirá pelos próximos meses uma rádio do clube! Mas esta novidade avermelhada não surgirá sozinha, já que nos planos está também a criação de um hotel, sim um verdadeiro hotel benfiquista. 

O primeiro hotel temático do Benfica terá lugar na baixa lisboeta, no edifício histórico do clube situado na Rua Jardim do Regedor, aproveitando o espaço bem central da cidade que acolhe cada vez mais turistas ao longo de todo o ano. 

O futebol no século XXI está muito para além das quatro linhas e a prova disso está nestas apostas que agradarão aos adeptos do clube que além de terem à disposição conteúdos em exclusivo no pequeno ecrã, terão também via rádio e mais tarde a possibilidade de pernoitarem no hotel dedicado à história do Benfica, ficando quem sabe na suíte de Eusébio.

Entrada em 2017

Não existiam combinações nem vontade para ir festejar a entrada em 2017, no entanto na última semana de 2016 lá resolvemos marcar estadia por Lisboa e partir assim na tarde de Sábado para a zona do Marquês de Pombal onde ficamos a pernoitar. Confesso agora que nunca vi tantas pessoas no Terreiro do Paço como nas horas festivas que assinalaram a passagem de ano!

O concerto de Rui Veloso fez as honras de despedida do passado ano e os milhares que se juntaram no espaço junto ao Tejo era muitos. Descendo a Avenida da Liberdade para ir jantar primeiro logo se percebia que a movimentação não estava a ser fácil, com veículos já estacionados nos passeios da avenida onde é praticamente proibido. O trânsito fez-se sentir bem cedo em Lisboa com todos a quererem rumar ao Terreiro do Paço. Carros mal estacionados, polícia por todo o lado para evitar problemas de maior mas sem qualquer tipo de proteção com o mau estacionamento que se via a ser feito, pessoas a invadirem as ruas, estradas e passeios, com crianças de colo ou nos carrinhos, o que me levantou a questão da razão de levarem os mais pequenos para o meio de tanta confusão e barulho. O concerto começou pelas vinte e duas horas mas chegamos um pouco depois, já de copo na mão. Rui Veloso estreou novos acordes no palco lisboeta mas não me convenceu, tal como à grande maioria que assistiu ao espetáculo. A meia noite aproximava-se, preparou-se o espumante e já está, copos cheios, rolhas no ar, chuva de álcool e fogo de artifício a triunfar, mais de dez minutos a olhar para o céu enquanto os telemóveis davam sinais de chamadas e mensagens. Acabado o espetáculo pirotécnico, e com os GNR a fazerem-se ao palco, parte dos que resistiram no local até à entrada em 2017 começaram a abandonar o recinto, tal como fizemos. E nessa altura, oh que altura, a confusão foi mais que muita, com muitos a quererem sair e outros a aproveitarem os espaços vagos para se chegarem à frente. Empurrões, garrafas de vidro e copos de plástico no chão... Uma verdadeira confusão que acalmou com o público a dispersar-se pelas várias ruas do Rossio.

Assustado com o futuro sismo em Lisboa

Jantava e seguia as notícias através do Jornal das 8 da TVI, eis quando surge uma reportagem com base numa entrevista feita em estúdio a João Duarte, investigador do Instituto Dom Luiz, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Na reportagem em questão a jornalista deixou claro, com base no que foi dito, que Lisboa sofrerá um grande sismo pelos próximos anos. 

Explicando que não existem datas, previsões ou ideia de quando tal acontecerá, o que ficou certo naquela reportagem, que me deixou assustado, é que mais ano menos ano Lisboa terá um sismo tão ou mais grave que o de Itália e o número de mortes poderá ser bem maior, devido ao nível populacional da cidade. 

Lisboa tem várias falhas de construção urbana com falta de fiscalização e edifícios antigos sem pilares que foram retirados para poderem ser feitas grandes montras, falta de estruturas e poucos melhoramentos ao longo do tempo, sendo ainda que a maioria dos edifícios não estão construidos para enfrentarem fortes atividades sísmicas. 

A entrevista pode ser vista aqui, já a dita reportagem não a consigo encontrar online neste momento, mas a jornalista que a fez não zelou pelo bem-estar atual da população, deixando a mensagem que irá acontecer num amanhã que tanto pode estar próximo como longínquo um sismo de elevadas dimensões que não deixará Lisboa como pode ser vista atualmente. Concordo que devemos estar informados acerca do que pode acontecer, mas... Não existia necessidade de criar um alarme no presente do que só poderá acontecer daqui a umas décadas!

Motivos para adorar Lisboa

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Lisboa, a capital portuguesa, tem encanto e a revista Forbes elegeu com a ajuda dos critérios dos turistas mais de uma dezena de razões para visitar a nossa cidade. Todos sabemos que Lisboa está na moda, ou melhor, Portugal está na moda, e há que aproveitar todo este momento para criar novas condições que acompanhem o fascínio de quem nos visita. A História aliada à gastronomia, cultura, segurança, simpatia, arte e preços baixos dão o mote para que Lisboa seja adorada e aconselhada por quem passa. 

Com isto Ann Abel, jornalista e editora da revista norte-americana, afirma que além de segura e barata, a nossa capital encanta através das ruas pitorescas do centro histórico, da arquitetura dos edifícios lisboetas, dos palácios, da cultura, da melancolia e dos restaurantes do Chiado e do Príncipe Real que não passam despercebidos a quem por lá passa.

Eis os locais eleitos pela revista que não se deve deixar de visitar quando se viaja até à cidade alfacinha...

O recentemente inaugurado restaurante Bairro do Avillez e o Belcanto, ambos do tão bem conhecido e galardoado chef José Avillez que dispensa apresentações. Logo de seguida surge o bar do terraço do hotel Tivoli que provoca nos visitantes uma sensação única sobre a cidade de Lisboa. Ao mesmo tempo e porque a Cervejaria Ramiro tem obra feita, eis nova sugestão. O Chiado e o seu comércio tradicional continuam a mostrar que tudo pode persistir no tempo, basta baralhar, reciclar e servir de novo. É caso disso O Purista - Barbière, a barbearia dos tempos modernos e a loja A Vida Portuguesa com produtos tradicionais antigos à disposição do cliente. Quem anda por Lisboa não pode deixar de passar pelo Mercado da Ribeira, recentemente modernizado para acolher o negócio tradicional e atrair outro tipo de clientela.

Festival ao Largo

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Lisboa está e continuará em festa pelas próximas semanas e como já é hábito o Largo São Carlos recebe um evento bem especial... O Festival ao Largo, onde quinze espetáculos são realizados ao ar livre e de forma completamente gratuita de 8 a 30 de Julho pelas 21h30.

Música, ópera, teatro e bailado são os principais alicerces do programa deste festival que se diferencia de todos os outros que vão surgindo ao longo dos meses quentes de Verão e onde a música é o principal protagonista. Com a fachada do Teatro Nacional de São Carlos como pano de fundo, diariamente o palco montado para o evento recebe orquestras, cantores líricos, peças de teatro e bailados num evento único onde sempre existe algo de diferente para ser visto ao longo da apresentação do cartaz. 

Para dar início à época de 2016 do Festival ao Largo, hoje o maestro Cesário Costa dirige a Orquestra Sinfónica Portuguesa. Já no Domingo, 10, será a Orquestra Metropolitana de Lisboa a abrilhantar o serão lisboeta com a participação de Nuno Silva no clarinete. Além das Orquestras, também o Coro do Teatro Nacional de São Carlos irá brilhar, existindo espaço para se assinalar o 400º aniversário da morte de William Shakespeare através da apresentação de Sonho de Uma Noite de Verão, com os estudantes finalistas do Curso Superior de Teatro e Cinema. Na programação não poderia faltar a ópera através de Cavalleria Rusticana, de Pietro Mascagni.

Os custos da nova Feira Popular

Há alguns anos que o tema «nova Feira Popular» é comentado pela nossa faixa política, especialmente dentro da Câmara Municipal de Lisboa. Agora surgem novas notícias que revelam que só o actual estudo para o novo parque de diversões da nossa capital já ronda os 57 mil euros. Ah pois é... Lisboa anda a esbanjar bom dinheiro com a preparação da Feira Popular que ainda levará algum tempo para ver as suas obras a arrancarem pela Pontinha. 

A empresa Jora Vision, responsável pelos estudos dos maiores parques temáticos da Europa, como é o caso da Disneyland Paris, Futuruscope, Tivoli e Legoland, foi a responsável pela formatação do que está para chegar ao nosso país, com previsão para a abertura ao público acontecer em 2018. Mas será que era necessário esbanjar tanto dinheiro para este estudo ser feito?! É certo que existe também trabalho para com a decisão do local ideal para implementar o parque com um conceito familiar e que agrade e apele a miúdos e graúdos com espaços pensados para todos e com o pensamento no turismo também. O local, as áreas dentro do espaço, preços, público e todo o projecto foi pensado ao pormenor ao longo dos últimos meses pela empresa que cobrou à autarquia lisboeta estes 57 mil euros. 

Vereadores da Câmara Municipal de Lisboa dos partidos da oposição ao PS de Fernando Medina criticam estes gastos num momento de contenção e não é para menos. Lisboa é a capital, tem tudo ao seu redor, mas gastar milhares num estudo que no final de contas não é o projecto final do que está para nascer daqui a uns tempos?! Quanto dinheiro não ficará pelo caminho até a abertura da nova Feira Popular acontecer?

Irei à Feira do Livro de Lisboa

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Longe estou de Lisboa neste momento, no entanto para a semana, quando a rotina voltar à normalidade, lá irei até à Feira do Livro de Lisboa, como sempre, para aproveitar ao serão a Hora H e levar uns saquitos literários para casa com os produtos em manchete pelo local. Gosto de ir até ao evento logo pelos seus primeiros dias mas este ano, devido às férias, o calendário pessoal teve de sofrer alterações e deixar a visita ao local dos livros para outra altura. O que vale no meio disto tudo é que esta Feira não dura somente uns dias, esticando por várias semanas para que todos possamos lá colocar corpo e mente com um único objectivo... Encontrar obras literárias a bom preço no momento em que o pensamento é só um... Boa literatura para levar para casa!

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